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Uma pequena fábrica de componentes opera com 8
máquinas idênticas que produzem 1.200 peças em 6
dias, trabalhando 6 horas diariamente. O gerente de
produção adquiriu mais 4 máquinas iguais às primeiras e
aumentou a jornada de trabalho para 8 horas diárias em
toda a linha. Diante de uma nova encomenda de 2.000
peças idênticas, determine quantos dias serão
necessários para concluir essa produção específica
mantendo o novo ritmo de trabalho.
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Para criar uma reserva de emergência, um assistente
administrativo decidiu realizar depósitos mensais que
aumentam de forma constante, caracterizando uma
Progressão Aritmética. No primeiro mês, ele depositou
R$ 70,00 e, no segundo mês, R$ 85,00. Analise as
assertivas e classifique como verdadeira (V) ou falsa (F).
( ) A razão dessa progressão é R$ 15,00.
( ) O valor do décimo depósito será de R$ 215,00.
( ) A soma total acumulada após os cinco primeiros depósitos é de R$ 500,00.
( ) O décimo quinto depósito será de R$ 300,00.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
( ) A razão dessa progressão é R$ 15,00.
( ) O valor do décimo depósito será de R$ 215,00.
( ) A soma total acumulada após os cinco primeiros depósitos é de R$ 500,00.
( ) O décimo quinto depósito será de R$ 300,00.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Cegueira por desatenção: por que às vezes você não
vê o que está diante dos olhos
Muitas pessoas vão reconhecer essa situação tão
comum. Alguém insiste que um objeto simplesmente não
está ali, que é impossível de encontrá-lo, apesar de dizer
que fez uma busca minuciosa e eficaz. Outra pessoa
chega, dá uma olhada rápida no mesmo lugar e encontra
o objeto quase de imediato.
"Está bem debaixo do seu nariz!"
Essa situação frustrante (para os dois envolvidos) revela
algo fundamental sobre como o cérebro funciona.
Encontrar objetos em ambientes do nosso dia a dia
depende de um processo chamado busca visual, e
nosso cérebro não é tão eficiente nisso.
Mesmo quando algo está à nossa frente, o cérebro pode
não perceber que ele está ali. Em outras palavras,
olhamos, mas não vemos.
À primeira vista, procurar algo parece simples. Olhamos
uma superfície — a bancada da cozinha, a mesa de
trabalho, a gaveta de "tudo" — até encontrar o objeto.
Mas o cérebro não consegue analisar todos os
elementos de uma cena ao mesmo tempo. Por isso, se
baseia na atenção, seleciona algumas características e
deixa o restante de lado.
Os psicólogos costumam descrever a atenção como um
holofote que percorre o campo visual. Onde ele se
concentra, a informação é processada em detalhes. O
que fica fora dele recebe muito menos atenção.
Existe uma razão anatômica para o olhar se mover o
tempo todo. O centro da retina — a fóvea — concentra a
visão mais nítida. Mas ocupa apenas uma pequena parte
do campo visual, do tamanho aproximado da unha do
polegar e na distância do braço estendido.
Para enxergar bem uma cena, os olhos precisam se
mover repetidamente, levando diferentes partes do
ambiente a essa pequena área de alta resolução.
Esses movimentos são movimentos sacádicos, também
conhecidos como "sacadas", e acontecem o tempo todo.
Mesmo quando achamos que estamos olhando
fixamente para algo, os olhos se movem discretamente
de um ponto a outro.
Na maioria das vezes, esse sistema funciona muito bem.
Ele permite que a gente se oriente em ambientes visuais
complexos sem ficar sobrecarregado de informação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74rlpw24ljo-fragmento
Considerando o texto-base, analise as afirmativas a seguir e identifique a alternativa correta.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Cegueira por desatenção: por que às vezes você não
vê o que está diante dos olhos
Muitas pessoas vão reconhecer essa situação tão
comum. Alguém insiste que um objeto simplesmente não
está ali, que é impossível de encontrá-lo, apesar de dizer
que fez uma busca minuciosa e eficaz. Outra pessoa
chega, dá uma olhada rápida no mesmo lugar e encontra
o objeto quase de imediato.
"Está bem debaixo do seu nariz!"
Essa situação frustrante (para os dois envolvidos) revela
algo fundamental sobre como o cérebro funciona.
Encontrar objetos em ambientes do nosso dia a dia
depende de um processo chamado busca visual, e
nosso cérebro não é tão eficiente nisso.
Mesmo quando algo está à nossa frente, o cérebro pode
não perceber que ele está ali. Em outras palavras,
olhamos, mas não vemos.
À primeira vista, procurar algo parece simples. Olhamos
uma superfície — a bancada da cozinha, a mesa de
trabalho, a gaveta de "tudo" — até encontrar o objeto.
Mas o cérebro não consegue analisar todos os
elementos de uma cena ao mesmo tempo. Por isso, se
baseia na atenção, seleciona algumas características e
deixa o restante de lado.
Os psicólogos costumam descrever a atenção como um
holofote que percorre o campo visual. Onde ele se
concentra, a informação é processada em detalhes. O
que fica fora dele recebe muito menos atenção.
Existe uma razão anatômica para o olhar se mover o
tempo todo. O centro da retina — a fóvea — concentra a
visão mais nítida. Mas ocupa apenas uma pequena parte
do campo visual, do tamanho aproximado da unha do
polegar e na distância do braço estendido.
Para enxergar bem uma cena, os olhos precisam se
mover repetidamente, levando diferentes partes do
ambiente a essa pequena área de alta resolução.
Esses movimentos são movimentos sacádicos, também
conhecidos como "sacadas", e acontecem o tempo todo.
Mesmo quando achamos que estamos olhando
fixamente para algo, os olhos se movem discretamente
de um ponto a outro.
Na maioria das vezes, esse sistema funciona muito bem.
Ele permite que a gente se oriente em ambientes visuais
complexos sem ficar sobrecarregado de informação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74rlpw24ljo-fragmento
O emprego do hífen em locuções, como 'dia a dia', foi, na maioria dos casos, abolido. No entanto, há exceções à regra, e algumas expressões devem ser grafadas com hífen. Com base nisso, complete as lacunas a seguir com a forma correta dessas expressões.
Acordou tarde, sem alarme, sem rotina, sem plano. O _________ foi improvisado — pão dormido e uma fatia de queijo que já estava pedindo aposentadoria. Comeu de pé, encostado na pia, olhando pela janela o céu que amanhecera ___________, daquele rosa suave de quem não sabe bem se ainda é noite ou já é dia.
O __________ latiu uma vez, duas, depois se calou — talvez tivesse percebido que o dono também estava sem disposição para vigilância.
Naquele domingo, decidiu que viveria _________. Sem compromisso, sem lista, sem culpa.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Cegueira por desatenção: por que às vezes você não
vê o que está diante dos olhos
Muitas pessoas vão reconhecer essa situação tão
comum. Alguém insiste que um objeto simplesmente não
está ali, que é impossível de encontrá-lo, apesar de dizer
que fez uma busca minuciosa e eficaz. Outra pessoa
chega, dá uma olhada rápida no mesmo lugar e encontra
o objeto quase de imediato.
"Está bem debaixo do seu nariz!"
Essa situação frustrante (para os dois envolvidos) revela
algo fundamental sobre como o cérebro funciona.
Encontrar objetos em ambientes do nosso dia a dia
depende de um processo chamado busca visual, e
nosso cérebro não é tão eficiente nisso.
Mesmo quando algo está à nossa frente, o cérebro pode
não perceber que ele está ali. Em outras palavras,
olhamos, mas não vemos.
À primeira vista, procurar algo parece simples. Olhamos
uma superfície — a bancada da cozinha, a mesa de
trabalho, a gaveta de "tudo" — até encontrar o objeto.
Mas o cérebro não consegue analisar todos os
elementos de uma cena ao mesmo tempo. Por isso, se
baseia na atenção, seleciona algumas características e
deixa o restante de lado.
Os psicólogos costumam descrever a atenção como um
holofote que percorre o campo visual. Onde ele se
concentra, a informação é processada em detalhes. O
que fica fora dele recebe muito menos atenção.
Existe uma razão anatômica para o olhar se mover o
tempo todo. O centro da retina — a fóvea — concentra a
visão mais nítida. Mas ocupa apenas uma pequena parte
do campo visual, do tamanho aproximado da unha do
polegar e na distância do braço estendido.
Para enxergar bem uma cena, os olhos precisam se
mover repetidamente, levando diferentes partes do
ambiente a essa pequena área de alta resolução.
Esses movimentos são movimentos sacádicos, também
conhecidos como "sacadas", e acontecem o tempo todo.
Mesmo quando achamos que estamos olhando
fixamente para algo, os olhos se movem discretamente
de um ponto a outro.
Na maioria das vezes, esse sistema funciona muito bem.
Ele permite que a gente se oriente em ambientes visuais
complexos sem ficar sobrecarregado de informação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74rlpw24ljo-fragmento
Com base na fonologia, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
( ) No vocábulo 'sobrecarregado', há duas letras que representam fonemas distintos, pois cada um possui valor sonoro independente, classificando-se assim como dígrafo consonantal.
( ) No vocábulo 'complexos', a letra 'x' representa o mesmo fonema que a letra 'ch' em 'chacina', demonstrando que letras diferentes podem representar um mesmo fonema.
( ) No vocábulo 'visuais', observa-se um tritongo, sequência de semivogal + vogal + semivogal numa mesma sílaba, fenômeno que ocorre igualmente em 'uruguaio'.
( ) No vocábulo 'funciona', o número de letras é igual ao número de fonemas, pois cada letra corresponde a um fonema, sem que haja letras mudas, dígrafos ou representações duplas de fonemas.
Assinale a sequência que completa corretamente os itens acima, de cima para baixo.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Cegueira por desatenção: por que às vezes você não
vê o que está diante dos olhos
Muitas pessoas vão reconhecer essa situação tão
comum. Alguém insiste que um objeto simplesmente não
está ali, que é impossível de encontrá-lo, apesar de dizer
que fez uma busca minuciosa e eficaz. Outra pessoa
chega, dá uma olhada rápida no mesmo lugar e encontra
o objeto quase de imediato.
"Está bem debaixo do seu nariz!"
Essa situação frustrante (para os dois envolvidos) revela
algo fundamental sobre como o cérebro funciona.
Encontrar objetos em ambientes do nosso dia a dia
depende de um processo chamado busca visual, e
nosso cérebro não é tão eficiente nisso.
Mesmo quando algo está à nossa frente, o cérebro pode
não perceber que ele está ali. Em outras palavras,
olhamos, mas não vemos.
À primeira vista, procurar algo parece simples. Olhamos
uma superfície — a bancada da cozinha, a mesa de
trabalho, a gaveta de "tudo" — até encontrar o objeto.
Mas o cérebro não consegue analisar todos os
elementos de uma cena ao mesmo tempo. Por isso, se
baseia na atenção, seleciona algumas características e
deixa o restante de lado.
Os psicólogos costumam descrever a atenção como um
holofote que percorre o campo visual. Onde ele se
concentra, a informação é processada em detalhes. O
que fica fora dele recebe muito menos atenção.
Existe uma razão anatômica para o olhar se mover o
tempo todo. O centro da retina — a fóvea — concentra a
visão mais nítida. Mas ocupa apenas uma pequena parte
do campo visual, do tamanho aproximado da unha do
polegar e na distância do braço estendido.
Para enxergar bem uma cena, os olhos precisam se
mover repetidamente, levando diferentes partes do
ambiente a essa pequena área de alta resolução.
Esses movimentos são movimentos sacádicos, também
conhecidos como "sacadas", e acontecem o tempo todo.
Mesmo quando achamos que estamos olhando
fixamente para algo, os olhos se movem discretamente
de um ponto a outro.
Na maioria das vezes, esse sistema funciona muito bem.
Ele permite que a gente se oriente em ambientes visuais
complexos sem ficar sobrecarregado de informação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74rlpw24ljo-fragmento
Analise a transitividade do verbo 'olhar' no trecho e identifique a alternativa em que o verbo destacado apresenta a mesma transitividade.
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- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Cegueira por desatenção: por que às vezes você não
vê o que está diante dos olhos
Muitas pessoas vão reconhecer essa situação tão
comum. Alguém insiste que um objeto simplesmente não
está ali, que é impossível de encontrá-lo, apesar de dizer
que fez uma busca minuciosa e eficaz. Outra pessoa
chega, dá uma olhada rápida no mesmo lugar e encontra
o objeto quase de imediato.
"Está bem debaixo do seu nariz!"
Essa situação frustrante (para os dois envolvidos) revela
algo fundamental sobre como o cérebro funciona.
Encontrar objetos em ambientes do nosso dia a dia
depende de um processo chamado busca visual, e
nosso cérebro não é tão eficiente nisso.
Mesmo quando algo está à nossa frente, o cérebro pode
não perceber que ele está ali. Em outras palavras,
olhamos, mas não vemos.
À primeira vista, procurar algo parece simples. Olhamos
uma superfície — a bancada da cozinha, a mesa de
trabalho, a gaveta de "tudo" — até encontrar o objeto.
Mas o cérebro não consegue analisar todos os
elementos de uma cena ao mesmo tempo. Por isso, se
baseia na atenção, seleciona algumas características e
deixa o restante de lado.
Os psicólogos costumam descrever a atenção como um
holofote que percorre o campo visual. Onde ele se
concentra, a informação é processada em detalhes. O
que fica fora dele recebe muito menos atenção.
Existe uma razão anatômica para o olhar se mover o
tempo todo. O centro da retina — a fóvea — concentra a
visão mais nítida. Mas ocupa apenas uma pequena parte
do campo visual, do tamanho aproximado da unha do
polegar e na distância do braço estendido.
Para enxergar bem uma cena, os olhos precisam se
mover repetidamente, levando diferentes partes do
ambiente a essa pequena área de alta resolução.
Esses movimentos são movimentos sacádicos, também
conhecidos como "sacadas", e acontecem o tempo todo.
Mesmo quando achamos que estamos olhando
fixamente para algo, os olhos se movem discretamente
de um ponto a outro.
Na maioria das vezes, esse sistema funciona muito bem.
Ele permite que a gente se oriente em ambientes visuais
complexos sem ficar sobrecarregado de informação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74rlpw24ljo-fragmento
Considerando as regras de concordância verbal e nominal, julgue as afirmativas a seguir:
I.O vocábulo 'conhecidos' concorda em gênero e número com 'movimentos sacádicos', exercendo função de predicativo e seguindo a regra de concordância nominal, pela qual o adjetivo deve concordar com o substantivo a que se refere.
II.A forma verbal 'acontecem' está no plural em concordância com o sujeito 'esses movimentos', seguindo a regra geral de concordância verbal, pela qual o verbo concorda em número e pessoa com o sujeito da oração.
III.O verbo 'achar' está na primeira pessoa do plural em concordância com o sujeito oculto de valor generalizante, referindo-se a qualquer pessoa que se encontre na situação descrita.
IV.Em 'Existe uma razão anatômica para o olhar se mover o tempo todo', o verbo 'existir' pode ser substituído pela forma verbal 'Há', mantendo-se no singular, por se tratar de verbos impessoais que exigem o verbo nessa forma.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
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Cegueira por desatenção: por que às vezes você não
vê o que está diante dos olhos
Muitas pessoas vão reconhecer essa situação tão
comum. Alguém insiste que um objeto simplesmente não
está ali, que é impossível de encontrá-lo, apesar de dizer
que fez uma busca minuciosa e eficaz. Outra pessoa
chega, dá uma olhada rápida no mesmo lugar e encontra
o objeto quase de imediato.
"Está bem debaixo do seu nariz!"
Essa situação frustrante (para os dois envolvidos) revela
algo fundamental sobre como o cérebro funciona.
Encontrar objetos em ambientes do nosso dia a dia
depende de um processo chamado busca visual, e
nosso cérebro não é tão eficiente nisso.
Mesmo quando algo está à nossa frente, o cérebro pode
não perceber que ele está ali. Em outras palavras,
olhamos, mas não vemos.
À primeira vista, procurar algo parece simples. Olhamos
uma superfície — a bancada da cozinha, a mesa de
trabalho, a gaveta de "tudo" — até encontrar o objeto.
Mas o cérebro não consegue analisar todos os
elementos de uma cena ao mesmo tempo. Por isso, se
baseia na atenção, seleciona algumas características e
deixa o restante de lado.
Os psicólogos costumam descrever a atenção como um
holofote que percorre o campo visual. Onde ele se
concentra, a informação é processada em detalhes. O
que fica fora dele recebe muito menos atenção.
Existe uma razão anatômica para o olhar se mover o
tempo todo. O centro da retina — a fóvea — concentra a
visão mais nítida. Mas ocupa apenas uma pequena parte
do campo visual, do tamanho aproximado da unha do
polegar e na distância do braço estendido.
Para enxergar bem uma cena, os olhos precisam se
mover repetidamente, levando diferentes partes do
ambiente a essa pequena área de alta resolução.
Esses movimentos são movimentos sacádicos, também
conhecidos como "sacadas", e acontecem o tempo todo.
Mesmo quando achamos que estamos olhando
fixamente para algo, os olhos se movem discretamente
de um ponto a outro.
Na maioria das vezes, esse sistema funciona muito bem.
Ele permite que a gente se oriente em ambientes visuais
complexos sem ficar sobrecarregado de informação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74rlpw24ljo-fragmento
Considerando os valores semânticos dos vocábulos utilizados no trecho e no texto, assinale a alternativa incorreta.
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Cegueira por desatenção: por que às vezes você não
vê o que está diante dos olhos
Muitas pessoas vão reconhecer essa situação tão
comum. Alguém insiste que um objeto simplesmente não
está ali, que é impossível de encontrá-lo, apesar de dizer
que fez uma busca minuciosa e eficaz. Outra pessoa
chega, dá uma olhada rápida no mesmo lugar e encontra
o objeto quase de imediato.
"Está bem debaixo do seu nariz!"
Essa situação frustrante (para os dois envolvidos) revela
algo fundamental sobre como o cérebro funciona.
Encontrar objetos em ambientes do nosso dia a dia
depende de um processo chamado busca visual, e
nosso cérebro não é tão eficiente nisso.
Mesmo quando algo está à nossa frente, o cérebro pode
não perceber que ele está ali. Em outras palavras,
olhamos, mas não vemos.
À primeira vista, procurar algo parece simples. Olhamos
uma superfície — a bancada da cozinha, a mesa de
trabalho, a gaveta de "tudo" — até encontrar o objeto.
Mas o cérebro não consegue analisar todos os
elementos de uma cena ao mesmo tempo. Por isso, se
baseia na atenção, seleciona algumas características e
deixa o restante de lado.
Os psicólogos costumam descrever a atenção como um
holofote que percorre o campo visual. Onde ele se
concentra, a informação é processada em detalhes. O
que fica fora dele recebe muito menos atenção.
Existe uma razão anatômica para o olhar se mover o
tempo todo. O centro da retina — a fóvea — concentra a
visão mais nítida. Mas ocupa apenas uma pequena parte
do campo visual, do tamanho aproximado da unha do
polegar e na distância do braço estendido.
Para enxergar bem uma cena, os olhos precisam se
mover repetidamente, levando diferentes partes do
ambiente a essa pequena área de alta resolução.
Esses movimentos são movimentos sacádicos, também
conhecidos como "sacadas", e acontecem o tempo todo.
Mesmo quando achamos que estamos olhando
fixamente para algo, os olhos se movem discretamente
de um ponto a outro.
Na maioria das vezes, esse sistema funciona muito bem.
Ele permite que a gente se oriente em ambientes visuais
complexos sem ficar sobrecarregado de informação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74rlpw24ljo-fragmento
Com base na classificação da oração 'que é impossível de encontrá-lo', assinale a alternativa correta.
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Cegueira por desatenção: por que às vezes você não
vê o que está diante dos olhos
Muitas pessoas vão reconhecer essa situação tão
comum. Alguém insiste que um objeto simplesmente não
está ali, que é impossível de encontrá-lo, apesar de dizer
que fez uma busca minuciosa e eficaz. Outra pessoa
chega, dá uma olhada rápida no mesmo lugar e encontra
o objeto quase de imediato.
"Está bem debaixo do seu nariz!"
Essa situação frustrante (para os dois envolvidos) revela
algo fundamental sobre como o cérebro funciona.
Encontrar objetos em ambientes do nosso dia a dia
depende de um processo chamado busca visual, e
nosso cérebro não é tão eficiente nisso.
Mesmo quando algo está à nossa frente, o cérebro pode
não perceber que ele está ali. Em outras palavras,
olhamos, mas não vemos.
À primeira vista, procurar algo parece simples. Olhamos
uma superfície — a bancada da cozinha, a mesa de
trabalho, a gaveta de "tudo" — até encontrar o objeto.
Mas o cérebro não consegue analisar todos os
elementos de uma cena ao mesmo tempo. Por isso, se
baseia na atenção, seleciona algumas características e
deixa o restante de lado.
Os psicólogos costumam descrever a atenção como um
holofote que percorre o campo visual. Onde ele se
concentra, a informação é processada em detalhes. O
que fica fora dele recebe muito menos atenção.
Existe uma razão anatômica para o olhar se mover o
tempo todo. O centro da retina — a fóvea — concentra a
visão mais nítida. Mas ocupa apenas uma pequena parte
do campo visual, do tamanho aproximado da unha do
polegar e na distância do braço estendido.
Para enxergar bem uma cena, os olhos precisam se
mover repetidamente, levando diferentes partes do
ambiente a essa pequena área de alta resolução.
Esses movimentos são movimentos sacádicos, também
conhecidos como "sacadas", e acontecem o tempo todo.
Mesmo quando achamos que estamos olhando
fixamente para algo, os olhos se movem discretamente
de um ponto a outro.
Na maioria das vezes, esse sistema funciona muito bem.
Ele permite que a gente se oriente em ambientes visuais
complexos sem ficar sobrecarregado de informação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74rlpw24ljo-fragmento
O vocábulo 'cérebro' está acentuado corretamente por ser uma palavra proparoxítona. Assinale a frase a seguir que apresenta um vocábulo acentuado de forma incorreta como proparoxítono.
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