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O Brasil é minha morada
Permita-me que lhes confesse que o Brasil é a minha morada. O meu teto quente, a minha sopa fumegante. É casa da minha carne e do meu espírito. O alojamento provisório dos meus mortos. A caixa mágica e inexplicável onde se abrigam e se consomem os dias essenciais da minha vida.
É a terra onde nascem as bananas da minha infância e as palavras do meu sempre precário vocabulário. Neste país conheci emoções revestidas de opulenta carnalidade que nem sempre transportavam no pescoço o sinete da advertência, justificativa lógica para sua existência.
Sem dúvida, o Brasil é o paraíso essencial da minha memória. O que a vida ali fez brotar com abundância, excedeu ao que eu sabia. Pois cada lembrança brasileira corresponde à memória do mundo, onde esteja o universo resguardado. Portanto, ao apresentar-me aqui como brasileira, automaticamente sou romana, sou egípcia, sou hebraica. Sou todas as civilizações que aportaram neste acampamento brasileiro.
Nesta terra, onde plantando-se nascem a traição, a sordidez, a banalidade, também afloram a alegria, a ingenuidade, a esperança, a generosidade, atributos alimentados pelo feijão bem temperado, o arroz soltinho, o bolo de milho, o bife acebolado, e tantos outros anjos feitos com gema de ovo, que deita raízes no mundo árabe, no mundo luso.
Deste país surgiram inesgotáveis sagas,narradores astutos, alegres mentirosos. Seres anônimos, heróis de si mesmos, poetas dos sonhos e do sarcasmo, senhores de máscaras venezianas, africanas, ora carnavalescas, ora mortuárias. Criaturas que, afinadas com a torpeza e as inquietudes do seu tempo, acomodam-se esplêndidas à sombra da mangueira só pelo prazer de dedilhar as cordas da guitarra e do coração.
Neste litoral, que foi berço de heróis, de marinheiros, onde os saveiros da imaginação cruzavam as águas dos mares bravios em busca de
peixes, de sereias e da proteção de Iemanjá, ali se instalaram civilizações feitas das sobras de outras tantas culturas. Cada qual fincando hábitos, expressões, loucas demências nos nossos peitos.
Este Brasil que critico, examino, amo, do qual nasceu Machado de Assis, cujo determinismo falhou ao não prever a própria grandeza. Mas como poderia este mulato, este negro, este branco, esta alma miscigenada, sempre pessimista e feroz, acatar uma existência que contrariava regras, previsões, fatalidades? Como pôde ele, gênio das Américas, abraçar o Brasil, ser sua face, soçobrar com ele e revivê-lo ao mesmo tempo?
Fomos portugueses, espanhóis e holandeses, até sermos brasileiros. Uma grei de etnias ávidas e belas, atraída pelas aventuras terrestres e marítimas. Inventora, cada qual, de uma nação foragida da realidade mesquinha, uma espécie de ficção compatível com uma fábula que nos habilite a frequentar com desenvoltura o teatro da história.
(PIÑON, Nélida. Aprendiz de Homero. Rio de Janeiro: Editora Record, 2008, p. 241-243, fragmento.)
A leitura correta do texto indica que o elemento de coesão textual destacado em cada fragmento abaixo está ERRONEAMENTE informado na opção:
 

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O Brasil é minha morada
Permita-me que lhes confesse que o Brasil é a minha morada. O meu teto quente, a minha sopa fumegante. É casa da minha carne e do meu espírito. O alojamento provisório dos meus mortos. A caixa mágica e inexplicável onde se abrigam e se consomem os dias essenciais da minha vida.
É a terra onde nascem as bananas da minha infância e as palavras do meu sempre precário vocabulário. Neste país conheci emoções revestidas de opulenta carnalidade que nem sempre transportavam no pescoço o sinete da advertência, justificativa lógica para sua existência.
Sem dúvida, o Brasil é o paraíso essencial da minha memória. O que a vida ali fez brotar com abundância, excedeu ao que eu sabia. Pois cada lembrança brasileira corresponde à memória do mundo, onde esteja o universo resguardado. Portanto, ao apresentar-me aqui como brasileira, automaticamente sou romana, sou egípcia, sou hebraica. Sou todas as civilizações que aportaram neste acampamento brasileiro.
Nesta terra, onde plantando-se nascem a traição, a sordidez, a banalidade, também afloram a alegria, a ingenuidade, a esperança, a generosidade, atributos alimentados pelo feijão bem temperado, o arroz soltinho, o bolo de milho, o bife acebolado, e tantos outros anjos feitos com gema de ovo, que deita raízes no mundo árabe, no mundo luso.
Deste país surgiram inesgotáveis sagas,narradores astutos, alegres mentirosos. Seres anônimos, heróis de si mesmos, poetas dos sonhos e do sarcasmo, senhores de máscaras venezianas, africanas, ora carnavalescas, ora mortuárias. Criaturas que, afinadas com a torpeza e as inquietudes do seu tempo, acomodam-se esplêndidas à sombra da mangueira só pelo prazer de dedilhar as cordas da guitarra e do coração.
Neste litoral, que foi berço de heróis, de marinheiros, onde os saveiros da imaginação cruzavam as águas dos mares bravios em busca de
peixes, de sereias e da proteção de Iemanjá, ali se instalaram civilizações feitas das sobras de outras tantas culturas.
Cada qual fincando hábitos, expressões, loucas demências nos nossos peitos.
Este Brasil que critico, examino, amo, do qual nasceu Machado de Assis, cujo determinismo falhou ao não prever a própria grandeza. Mas como poderia este mulato, este negro, este branco, esta alma miscigenada, sempre pessimista e feroz, acatar uma existência que contrariava regras, previsões, fatalidades? Como pôde ele, gênio das Américas, abraçar o Brasil, ser sua face, soçobrar com ele e revivê-lo ao mesmo tempo?
Fomos portugueses, espanhóis e holandeses, até sermos brasileiros. Uma grei de etnias ávidas e belas, atraída pelas aventuras terrestres e marítimas. Inventora, cada qual, de uma nação foragida da realidade mesquinha, uma espécie de ficção compatível com uma fábula que nos habilite a frequentar com desenvoltura o teatro da história.
(PIÑON, Nélida. Aprendiz de Homero. Rio de Janeiro: Editora Record, 2008, p. 241-243, fragmento.)
Ao discorrer sobre os muitos fatores que a tornam orgulhosa do Brasil, a enunciadora faz uso de inúmeros argumentos de fortes efeitos persuasivos. Dos fragmentos abaixo transcritos, aquele em que a linha de argumentação se desenvolveu com sentido opositivo é:
 

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396104 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Num campeonato de vôlei, a escola em que Marcos trabalha participará com 13 equipes, cada uma com 6 jogadores. Estarão presentes também 3 equipes técnicas, cada uma composta por 4 profissionais; 1 equipe socorrista, composta por duas duplas de médicos; a equipe representante da direção da escola, composta por 5 professores e o diretor. Considerando-se que o campeonato acontecerá num clube em outro bairro, serão contratados micro-ônibus, possuindo cada veículo 25 lugares para o transporte do grupo. O número de micro-ônibus necessário será:
 

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396102 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Considere a seguinte situação.
Um Agente de Coordenação de Turno tem 750 cadernetas para verificar e carimbar a presença ou a falta. Em 5 minutos ele verifica e carimba 50 cadernetas. Ele deverá concluir a tarefa em:
 

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367110 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
A violência que se produz dentro da escola é reflexo do que acontece na sociedade. Seja a , como resultado do desemprego, do aumento da corrupção, da impunidade e da insegurança crescente; seja a , que se manifesta no abandono, na separação, nos maus-tratos verbais e/ou físicos, na falta de espaço e, portanto, na falta de intimidade; seja a , que aparece nos seriados, filmes, novelas, games e notícias. Leve-se em conta que os conceitos de violência e de indisciplina o mesmo significado, mas é possível que da indisciplina se passe à violência.
Os termos que completam de forma correta as lacunas do texto acima são, respectivamente:
 

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367109 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Leia abaixo o Artigo 35 da Portaria FME 087/2011 – Diretrizes Curriculares - Ensino Fundamental.
A Educação Especial se dá na perspectiva da , observada a legislação vigente sobre a questão, considerando-se aluno com necessidades educacionais especiais (NEE.) aquele que apresenta, em caráter , deficiência física, sensorial ou mental, síndromes, altas habilidades/superdotação e transtornos globais do desenvolvimento.
§ 1º: Será considerado como aluno com NEE aquele que apresentar, no ato de matrícula, declaração da família ou, posteriormente, após avaliação realizada pela Coordenação de Educação Especial da FSDE/FME, requerendo-se, sempre que necessário, o apontado.
§ 2º: Enquanto ocorre a investigação diagnóstica, a Coordenação de Educação Especial da FSDE/FME orientará a Equipe do Ciclo da Unidade de Educação sobre o planejamento e a realização de atividades pedagógicas que favoreçam o desenvolvimento do aluno com NEE.
§ 3º: A falta de não impedirá a definição dos encaminhamentos pedagógicos a serem realizados pela Equipe do Ciclo da Unidade de Educação, sob a orientação e em diálogo com a Coordenação de Educação Especial da FSDE/FME.
§ 4º: O aluno com NEE deverá participar dos , observadas e respeitadas as suas características e as diferenças que manifestam.
Os termos que completam adequadamente as lacunas do texto da referida Portaria são, respectivamente:
 

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367107 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Sobre o uso das formas de tratamento, ao dirigir-se a uma determinada autoridade, é correto afirmar que o pronome:
 

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367106 Ano: 2016
Disciplina: Segurança Pública
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
O Pronasci é o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania. Sobre ele, podem ser feitas as seguintes afirmações, EXCETO:
 

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367105 Ano: 2016
Disciplina: Direito Penal
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
A Lei nº 1. 1340/2006, também conhecida como Lei Maria da Penha, cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher as abaixo relacionadas, EXCETO:
 

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367104 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
A pessoa de 0 (zero) a 6 (seis) anos é considerada:
 

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