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Como é o trabalho de encontrar dinossauros?

Por Redação National Geographic Brasil

Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo

Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre

o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os aspectos gramaticais dos trechos mencionados a seguir, retirados do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo

Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre

o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a regra de acentuação gráfica da palavra “fóssil” e um vocábulo que seja acentuado pela mesma regra.
 

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Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo

Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre

o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é complicada”, a expressão “A experiência” é classificada sintaticamente como:
 

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Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre

o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a palavra grafada corretamente com hífen, de acordo com o Acordo Ortográfico vigente.
 

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Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre

o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas abaixo, que apresentam trechos retirados do texto:
I. Em “quais animais viveram no passado, quais não...”, o emprego das reticências sugere que o cientista interrompeu a fala por hesitação ou esquecimento momentâneo.
II. No trecho “Como o ‘escritório’ dos paleontólogos muda constantemente de lugar”, o emprego das aspas na palavra “escritório” indica que os paleontólogos têm escritórios próprios onde realizam suas atividades.
III. Em “Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café)”, os parênteses introduzem uma informação explicativa, complementando a ideia de que a refeição matinal dos pesquisadores pode incluir bebidas típicas da região, como o mate.
Quais estão corretas?
 

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o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “Estamos falando de ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”, o vocábulo “hostis” pode ser substituído, sem prejuízo ao sentido do texto e à correção gramatical, por:
 

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o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho a seguir, retirado do texto, se a palavra “paleontólogo” for flexionada no plural, quantas outras alterações serão obrigatoriamente necessárias para manter a correção gramatical?
“O paleontólogo propõe uma abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica”.
 

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Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo

Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre

o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as seguintes assertivas sobre o texto, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O paleontólogo Federico Agnolín realiza escavações em campo à procura de fósseis que possam revelar novos indícios sobre a história do nosso planeta.
( ) A paleontologia amplia o conhecimento sobre a origem e a evolução da vida na Terra, contribuindo para a compreensão de como o mundo se formou ao longo do tempo.
( ) Fungos, plantas e bactérias são os principais elementos que permitem reconstruir a história da vida na Terra.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre

o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base no texto, analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:
I. O trabalho de campo dos paleontólogos envolve desafios que extrapolam a atividade científica propriamente dita.
PORQUE
II. Além da pesquisa, os profissionais precisam adaptar sua rotina às condições ambientais e às exigências de deslocamento e transporte de equipamentos.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
 

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o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do verbo haver e do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas dos trechos abaixo, retirados do texto:

  • “___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica”.
  • “fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”.
  • “estudar a história da vida na Terra ___ partir de fósseis”.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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