Foram encontradas 432 questões.
Conforme Libâneo (1994), são componentes fundamentais do ensino:
I. os objetivos da educação e da instrução.
II. os conteúdos, o ensino, a aprendizagem.
III. os métodos, as formas e os meios de organização das condições da situação didática.
IV. a avaliação.
Em relação às afirmativas acima, estão corretas:
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Os conteúdos das matérias, a ação de ensinar e a ação de aprender são alguns dos elementos constitutivos do processo didático. No entanto, compreender o processo didático como totalidade abrangente implica a descrição da alternativa:
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O Projeto Político-Pedagógico de uma escola vai além de um conjunto de planos de ensino ou de atividades diversas. É um documento construído com a participação da comunidade escolar, onde estão expressas, entre tantas outras, as concepções de homem, mundo e sociedade que temos e queremos. Além disso, tem a ver com a organização do trabalho pedagógico em dois níveis (Veiga, 1995): a organização da escola como um todo e a organização da sala de aula. Essa abordagem está fundamentada nos princípios que devem nortear a escola democrática, pública e gratuita. Esses princípios são:
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Na educação escolar, o planejamento pode ser realizado em diferentes níveis de abrangência. O planejamento mais próximo da prática do professor e da sala de aula e que está diretamente relacionado ao aspecto didático, pode ser denominado:
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A educação do futuro lança muitos desafios. Torna-se necessário reaprender a religar parte e todo, texto e contexto, local e global, enfrentar e superar os paradoxos e as contradições que a globalização tecnoeconômica exibe nos dias atuais. Conforme Morin (2011), a educação do futuro deverá atender ao disposto na alternativa:
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O Relatório Delors (1996), da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, argumenta que a educação deve organizar-se em torno de quatro aprendizagens fundamentais que, ao longo de toda a vida, serão de algum modo, para cada indivíduo, os pilares do conhecimento: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser. “Aprender a conhecer” também tem como significado a descrição contida na alternativa:
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A hora e a vez dos lanches saudáveis
Se pensarmos que a escola ocupa um terço da vida de uma pessoa, nada mais justo que encarregá-la de grande colaboradora não só da formação social e cidadã de uma criança, mas também de seus hábitos alimentares.
Quando chega a hora do recreio, frituras, hambúrgueres, salgadinhos, balas, doces e refrigerantes costumam fazer parte do cardápio da maioria dos alunos. Algumas pesquisas apontam que hipertensão, diabetes e até mesmo problemas cardiovasculares estão surgindo cada vez mais cedo em crianças e adolescentes que apresentam obesidade.
De acordo com dados da ONG Obesidade infantil, aproximadamente 30,3% das crianças entre 6 e 11 anos têm excesso de peso e 15,3% são obesas. Entre os adolescentes, dos 12 aos 19 anos, 30.4% têm excesso de peso e 15,5% são obesos.
A preocupação corrente nas escolas se direciona para a necessidade de alimentos mais saudáveis no cardápio, prezando pelo rendimento e pela saúde de seus alunos. Mas e como incluir os alimentos saudáveis ao cardápio da hora de recreio? “A escola é um lugar de aprendizado, então pode ser também um espaço para aprender ........a........... se alimentar corretamente. Alguns pesquisadores da área dizem que, educando as crianças sobre alimentação saudável nas escolas, elas podem se tornar mediadoras de mudanças alimentares saudáveis na sua própria casa”, destaca Caroline Dalabona, professora da disciplina de Nutrição Materno Infantil do curso de Nutrição da Universidade Positivo. Segundo especialistas, o excesso de gorduras e açúcares consumidos durante a fase de desenvolvimento de uma criança inibe a ação das proteínas, que controlam o apetite e a saciedade ao longo da vida, e podem causar dificuldade de emagrecer e facilidade em engordar.
Além da necessidade das cantinas em se adaptar aos cardápios saudáveis, é função da escola promover momentos de discussão sobre temas ligados .........à.......... Educação Nutricional. “Acredito que palestras e cartilhas podem ajudar muito nesse sentido”, avalia Caroline.
Um exemplo positivo vem do Paraná, que proibiu, neste ano, o comércio de doces, frituras e refrigerantes nas escolas estaduais e particulares. As cantinas não podem mais vender balas, pirulitos, chicletes, refrigerantes e salgadinhos industrializados. Além disso, os estabelecimentos são obrigados a oferecer pelo menos duas opções de frutas aos estudantes. A legislação foi sancionada para minimizar o crescente número de casos de obesidade infantil.
Para Caroline, não adianta apenas proibir os alimentos sem orientar os alunos. “Acredito que essa medida seja .............necessária.................... como um alerta que o consumo excessivo de determinados alimentos pode ser prejudicial ..........à......... saúde. Mas de nada adianta tomar ..........essa............. atitude se ela não vier acompanhada de explicações e atividades educativas. Já dizia o ditado: tudo o que é proibido é mais gostoso”.
Texto II
Segundo dados do Encontro Regional para o Enfrentamento da Obesidade Infantil, ocorrido em março de 2017, em Brasília, uma em cada três crianças brasileiras apresentam excesso de peso. Nesse encontro, foi constatado que os brasileiros, incluindo as crianças, reduzem o consumo de alimentos básicos e aumentam a ingestão de alimentos ultraprocessados. Nos primeiros anos de vida, as crianças já começam a ingerir esse tipo de alimento, que já é parte de sua alimentação diária, além do consumo de refrigerantes que é bastante frequente (40,5% das crianças menores de cinco anos consomem refrigerante com frequência). O Brasil é um dos principais apoiadores da agenda de nutrição adotada pela ONU, que estabeleceu a “Década da ação sobre a nutrição”, com o objetivo de incentivar os países a assegurar o acesso universal a dietas mais saudáveis e sustentáveis.
(Texto com base na Pesquisa Ministério da Saúde do Brasil)
Analise as seguintes afirmações:
Considere as seguintes afirmativas sobre os textos I e II.
I. Os dados apresentados no texto II reafirmam as ideias defendidas no texto I sobre a necessidade de se adotarem medidas para reduzir o consumo de gorduras e açúcares pelas crianças.
II. No texto II, considerando as ideias abordadas, a expressão alimentos básicos se contrapõe à expressão alimentos ultraprocessados.
III. O exemplo citado no texto I, em relação à proibição da venda de doces, frituras e refrigerantes nas escolas estaduais e particulares do Paraná, corresponde de forma positiva à proposição do país de “assegurar o acesso universal a dietas mais saudáveis e sustentáveis”, conforme dispõe o texto II.
IV. Os termos do texto II da Obesidade Infantil, de alimentos básicos, e de alimentos ultraprocessados completam, respectivamente, o sentido dos substantivos Enfrentamento consumo e ingestão, atuando sintaticamente como complementos nominais.
V. A conjunção que inicia o texto expressa uma ideia de adição, sendo, portanto, uma conjunção aditiva.
Está (estão) correta(s):
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A hora e a vez dos lanches saudáveis
Se pensarmos que a escola ocupa um terço da vida de uma pessoa, nada mais justo que encarregá-la de grande colaboradora não só da formação social e cidadã de uma criança, mas também de seus hábitos alimentares.
Quando chega a hora do recreio, frituras, hambúrgueres, salgadinhos, balas, doces e refrigerantes costumam fazer parte do cardápio da maioria dos alunos. Algumas pesquisas apontam que hipertensão, diabetes e até mesmo problemas cardiovasculares estão surgindo cada vez mais cedo em crianças e adolescentes que apresentam obesidade.
De acordo com dados da ONG Obesidade infantil, aproximadamente 30,3% das crianças entre 6 e 11 anos têm excesso de peso e 15,3% são obesas. Entre os adolescentes, dos 12 aos 19 anos, 30.4% têm excesso de peso e 15,5% são obesos.
A preocupação corrente nas escolas se direciona para a necessidade de alimentos mais saudáveis no cardápio, prezando pelo rendimento e pela saúde de seus alunos. Mas e como incluir os alimentos saudáveis ao cardápio da hora de recreio? “A escola é um lugar de aprendizado, então pode ser também um espaço para aprender ........a........... se alimentar corretamente. Alguns pesquisadores da área dizem que, educando as crianças sobre alimentação saudável nas escolas, elas podem se tornar mediadoras de mudanças alimentares saudáveis na sua própria casa”, destaca Caroline Dalabona, professora da disciplina de Nutrição Materno Infantil do curso de Nutrição da Universidade Positivo. Segundo especialistas, o excesso de gorduras e açúcares consumidos durante a fase de desenvolvimento de uma criança inibe a ação das proteínas, que controlam o apetite e a saciedade ao longo da vida, e podem causar dificuldade de emagrecer e facilidade em engordar.
Além da necessidade das cantinas em se adaptar aos cardápios saudáveis, é função da escola promover momentos de discussão sobre temas ligados .........à.......... Educação Nutricional. “Acredito que palestras e cartilhas podem ajudar muito nesse sentido”, avalia Caroline.
Um exemplo positivo vem do Paraná, que proibiu, neste ano, o comércio de doces, frituras e refrigerantes nas escolas estaduais e particulares. As cantinas não podem mais vender balas, pirulitos, chicletes, refrigerantes e salgadinhos industrializados. Além disso, os estabelecimentos são obrigados a oferecer pelo menos duas opções de frutas aos estudantes. A legislação foi sancionada para minimizar o crescente número de casos de obesidade infantil.
Para Caroline, não adianta apenas proibir os alimentos sem orientar os alunos. “Acredito que essa medida seja .............necessária.................... como um alerta que o consumo excessivo de determinados alimentos pode ser prejudicial ..........à......... saúde. Mas de nada adianta tomar ..........essa............. atitude se ela não vier acompanhada de explicações e atividades educativas. Já dizia o ditado: tudo o que é proibido é mais gostoso”.
Use as letras C e E para indicar se os itens acerca do fragmento do texto abaixo estão certos ou errados. Na sequência, marque a alternativa com a sequência correta das letras de baixo para cima.
“Alguns pesquisadores da área dizem que, educando as crianças sobre alimentação saudável nas escolas, elas podem se tornar mediadoras de mudanças alimentares saudáveis na sua própria casa”.
( ) Retirando a desinência de plural da palavra crianças, com exceção do termo inicial Alguns pesquisadores, todas as demais palavras que estiverem no plural deverão passar para o singular, a fim de estabelecer a relação de concordância entre os termos.
( ) A oração entre vírgulas estabelece uma condição para a ação final descrita no fragmento, de que as crianças “podem se tornar mediadoras de mudanças alimentares saudáveis na sua própria casa”.
( ) As palavras área, saudáveis e própria recebem acento gráfico em atenção à mesma regra.
( ) Os termos nas escolas e na sua própria casa atuam como adjuntos adverbiais, expressando uma circunstância de lugar às ações descritas.
( ) A palavra mediadoras, de acordo como o contexto, pode ser substituída, sem alteração de sentido, pelos adjetivos intérpretes e conciliadoras.
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A hora e a vez dos lanches saudáveis
Se pensarmos que a escola ocupa um terço da vida de uma pessoa, nada mais justo que encarregá-la de grande colaboradora não só da formação social e cidadã de uma criança, mas também de seus hábitos alimentares.
Quando chega a hora do recreio, frituras, hambúrgueres, salgadinhos, balas, doces e refrigerantes costumam fazer parte do cardápio da maioria dos alunos. Algumas pesquisas apontam que hipertensão, diabetes e até mesmo problemas cardiovasculares estão surgindo cada vez mais cedo em crianças e adolescentes que apresentam obesidade.
De acordo com dados da ONG Obesidade infantil, aproximadamente 30,3% das crianças entre 6 e 11 anos têm excesso de peso e 15,3% são obesas. Entre os adolescentes, dos 12 aos 19 anos, 30.4% têm excesso de peso e 15,5% são obesos.
A preocupação corrente nas escolas se direciona para a necessidade de alimentos mais saudáveis no cardápio, prezando pelo rendimento e pela saúde de seus alunos. Mas e como incluir os alimentos saudáveis ao cardápio da hora de recreio? “A escola é um lugar de aprendizado, então pode ser também um espaço para aprender ........a........... se alimentar corretamente. Alguns pesquisadores da área dizem que, educando as crianças sobre alimentação saudável nas escolas, elas podem se tornar mediadoras de mudanças alimentares saudáveis na sua própria casa”, destaca Caroline Dalabona, professora da disciplina de Nutrição Materno Infantil do curso de Nutrição da Universidade Positivo. Segundo especialistas, o excesso de gorduras e açúcares consumidos durante a fase de desenvolvimento de uma criança inibe a ação das proteínas, que controlam o apetite e a saciedade ao longo da vida, e podem causar dificuldade de emagrecer e facilidade em engordar.
Além da necessidade das cantinas em se adaptar aos cardápios saudáveis, é função da escola promover momentos de discussão sobre temas ligados .........à.......... Educação Nutricional. “Acredito que palestras e cartilhas podem ajudar muito nesse sentido”, avalia Caroline.
Um exemplo positivo vem do Paraná, que proibiu, neste ano, o comércio de doces, frituras e refrigerantes nas escolas estaduais e particulares. As cantinas não podem mais vender balas, pirulitos, chicletes, refrigerantes e salgadinhos industrializados. Além disso, os estabelecimentos são obrigados a oferecer pelo menos duas opções de frutas aos estudantes. A legislação foi sancionada para minimizar o crescente número de casos de obesidade infantil.
Para Caroline, não adianta apenas proibir os alimentos sem orientar os alunos. “Acredito que essa medida seja .............necessária.................... como um alerta que o consumo excessivo de determinados alimentos pode ser prejudicial ..........à......... saúde. Mas de nada adianta tomar ..........essa............. atitude se ela não vier acompanhada de explicações e atividades educativas. Já dizia o ditado: tudo o que é proibido é mais gostoso”.
Atribua 100 pontos para cada afirmativa correta sobre o texto I e 50 pontos para cada afirmativa incorreta. Após, assinale a alternativa que apresenta a soma de todos os pontos.
( ) O primeiro sujeito do texto é elíptico, mas determinado pela desinência número- pessoal do verbo.
( ) O pronome oblíquo presente no primeiro parágrafo do texto retoma o nome pessoa.
( ) A primeira oração do segundo parágrafo do texto expressa uma circunstância de tempo à declaração posterior de que “frituras, hambúrgueres, salgadinhos, balas, doces e refrigerantes costumam fazer parte do cardápio da maioria dos alunos”.
( ) O primeiro numeral presente no texto expressa ideia de percentagem, enquanto o segundo expressa a idade das crianças com excesso de peso.
( ) Excesso de peso (linha 9) e obesidade (linha 9), de acordo com o contexto do texto, estabelecem, entre si, uma relação de sinonímia.
( ) A palavra corrente (linha 11) pode ser substituída, sem que haja alteração de sentido, pelo adjetivo temporária.
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A hora e a vez dos lanches saudáveis
Se pensarmos que a escola ocupa um terço da vida de uma pessoa, nada mais justo que encarregá-la de grande colaboradora não só da formação social e cidadã de uma criança, mas também de seus hábitos alimentares.
Quando chega a hora do recreio, frituras, hambúrgueres, salgadinhos, balas, doces e refrigerantes costumam fazer parte do cardápio da maioria dos alunos. Algumas pesquisas apontam que hipertensão, diabetes e até mesmo problemas cardiovasculares estão surgindo cada vez mais cedo em crianças e adolescentes que apresentam obesidade.
De acordo com dados da ONG Obesidade infantil, aproximadamente 30,3% das crianças entre 6 e 11 anos têm excesso de peso e 15,3% são obesas. Entre os adolescentes, dos 12 aos 19 anos, 30.4% têm excesso de peso e 15,5% são obesos.
A preocupação corrente nas escolas se direciona para a necessidade de alimentos mais saudáveis no cardápio, prezando pelo rendimento e pela saúde de seus alunos. Mas e como incluir os alimentos saudáveis ao cardápio da hora de recreio? “A escola é um lugar de aprendizado, então pode ser também um espaço para aprender ........a........... se alimentar corretamente. Alguns pesquisadores da área dizem que, educando as crianças sobre alimentação saudável nas escolas, elas podem se tornar mediadoras de mudanças alimentares saudáveis na sua própria casa”, destaca Caroline Dalabona, professora da disciplina de Nutrição Materno Infantil do curso de Nutrição da Universidade Positivo. Segundo especialistas, o excesso de gorduras e açúcares consumidos durante a fase de desenvolvimento de uma criança inibe a ação das proteínas, que controlam o apetite e a saciedade ao longo da vida, e podem causar dificuldade de emagrecer e facilidade em engordar.
Além da necessidade das cantinas em se adaptar aos cardápios saudáveis, é função da escola promover momentos de discussão sobre temas ligados .........à.......... Educação Nutricional. “Acredito que palestras e cartilhas podem ajudar muito nesse sentido”, avalia Caroline.
Um exemplo positivo vem do Paraná, que proibiu, neste ano, o comércio de doces, frituras e refrigerantes nas escolas estaduais e particulares. As cantinas não podem mais vender balas, pirulitos, chicletes, refrigerantes e salgadinhos industrializados. Além disso, os estabelecimentos são obrigados a oferecer pelo menos duas opções de frutas aos estudantes. A legislação foi sancionada para minimizar o crescente número de casos de obesidade infantil.
Para Caroline, não adianta apenas proibir os alimentos sem orientar os alunos. “Acredito que essa medida seja .............necessária.................... como um alerta que o consumo excessivo de determinados alimentos pode ser prejudicial ..........à......... saúde. Mas de nada adianta tomar ..........essa............. atitude se ela não vier acompanhada de explicações e atividades educativas. Já dizia o ditado: tudo o que é proibido é mais gostoso”.
Analise as seguintes afirmações:
I. A formação de hábitos alimentares saudáveis deve começar na escola, desde os primeiros contatos da criança com o ambiente escolar, considerando que cabe às escolas, além da educação formal, colaborar para que as crianças tenham uma alimentação saudável e produtiva.
II. Frituras, salgadinhos, doces e refrigerantes, entre outros, contribuem para o excesso de gorduras e açúcares nas crianças, podendo inibir a ação das proteínas que controlam o apetite e a saciedade.
III. A proibição de venda nas cantinas escolares de doces, frituras e refrigerantes é a principal medida a ser tomada por uma escola no sentido de conscientizar as crianças para o consumo moderado desses itens e para uma alimentação mais saudável.
De acordo com o texto:
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