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Foram encontradas 40 questões.

4122905 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB

Em determinada espécie vegetal, o crescimento das folhas ao longo de um ramo segue um padrão observado em estudos de filotaxia, no qual o número de novas folhas que surgem em cada ciclo corresponde ao número total de folhas existentes dois ciclos antes.

Um pesquisador registrou o crescimento inicial da planta como mostra a Tabela 1:

Tabela 1: número de folhas por ciclo.

Ciclo Número total de folhas
1 1
2 2
3 3
4 5
5 8

Fonte: CPCON (2026)

O padrão de crescimento pode ser interpretado visualmente da seguinte forma: em cada novo ciclo (n) surgem novas folhas iguais ao número de folhas existentes no ciclo imediatamente anterior (n-1), somadas às folhas que surgiram no ciclo anterior ao anterior (n-2).

Mantido esse padrão, o número total de folhas existentes no 10º ciclo será:

 

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4122900 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB

A etapa de João Pessoa do Circuito Mundial de Vôlei de Praia (Beach Pro Tour Elite 16), realizada em março de 2026, seguiu o padrão internacional de pontuação da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). Nesse sistema, as partidas são disputadas em melhor de três set: os dois primeiros são jogados até 21 pontos e, em caso de empate em 1–1, o terceiro set (tie-break) é disputado até 15 pontos, sempre com diferença mínima de dois pontos (GE, 2026; LAMCE!, 2026; CBV, 2026).

Suponha que durante a análise estatística de três partidas consecutivas da dupla brasileira Duda e Ana Patrícia, um sistema computacional organizou os pontos marcados pela equipe em cada set na matriz

\( M = \begin{pmatrix} 21 & 18 & 15 \\ 21 & 19 & 17 \\ 21 & 20 & X \end{pmatrix} \)

em que cada linha corresponde a uma partida e cada coluna representa, respectivamente, os pontos obtidos no primeiro, segundo e terceiro sets. Observou-se também, que os valores da terceira coluna formam uma progressão aritmética.

Considere ainda as matrizes \( A = \begin{pmatrix} 1 & 2 \\ 2 &3\end{pmatrix} \) e \( B = \begin{pmatrix} 3 & x \\ 1 &2\end{pmatrix} \)

Definindo C = A + B. É CORRETO afirmar que o determinante da matriz C vale:

 

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4122898 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) disponibiliza curvas de crescimento baseadas em referências da Organização Mundial da Saúde (OMS) para acompanhamento de peso, estatura e Índice de Massa Corporal (IMC) por idade. Materiais de apoio pediátrico também orientam a interpretação clínica por percentis de IMC-para-idade (SBP, 2026; ROTEIROS DE PEDIATRIA, 2026).

Fontes: SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA (SBP). Gráficos de Crescimento. Disponível em: https://www.sbp.com.br/departamentos/endocrinologia/graficos-de-crescimento/ . Acesso em: 15 mar. 2026. ROTEIROS PEDIATRIA. Curvas de Crescimento OMS. Disponível em: https://www.roteirosdepediatria.com/c%C3%B3pia-curvas-de-crescimentos . Acesso em: 15 mar. 2026.

Em acompanhamento ambulatorial, um pediatra registrou três consultas sucessivas de uma criança, representadas pelos pontos A, B e C no gráfico abaixo, no plano (idade, IMC):

Enunciado 4660877-1

Fonte: CPCON 2026

Considere que:

  1. valores de IMC-para-idade entre p3 e p85 indicam eutrofia;
  2. valores entre p85 e p97 indicam sobrepeso.

Com base nas informações e no gráfico, é CORRETO o que se afirma em:

 

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Leia o Texto II e responda às questões de 12 a 15.

Texto II

Enunciado 4660872-1

Fonte: http://www.willtirando.com.br/anesia-809/. Acesso em 28 dez. 2025.

Assinale a alternativa CORRETA acerca das relações morfológicas observadas na construção textual do Texto II.

 

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Leia o Texto II e responda às questões de 12 a 15.

Texto II

Enunciado 4660871-1

Fonte: http://www.willtirando.com.br/anesia-809/. Acesso em 28 dez. 2025.

Consoante o Texto II, o humor da tirinha, organizada em quadros sequenciais, decorre:

 

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Leia o Texto I e responda às questões de 1 a 11.

Texto I

MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções

Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies

Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).

A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.

Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.

Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.

A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.

Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”

Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).

Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.

A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições. Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. , São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan. O Estado de S. Paulo 2026.

Analise os fragmentos abaixo e avalie as assertivas acerca das suas relações sintáticas.

A – “O MEC avaliará os argumentos” (5º parágrafo)

B – “Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso” (8º parágrafo)

I- Em A, temos sujeito, verbo e complemento verbal do tipo objeto direto.

II- Em B, temos sujeito, verbo e complemento verbal oracional.

III- Em A, o complemento verbal é do tipo objeto indireto.

IV- Em B, o complemento verbal é uma oração subordinada substantiva objeta direta.

V- Em B, temos uma oração subordinada substantiva completiva nominal.

É CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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4122582 Ano: 2026
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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A Disfunção Temporomandibular (DTM) é reconhecida pelo Ministério da Saúde como uma condição musculoesquelética de alta prevalência, afetando de 15% a 30% da população adulta brasileira, com maior incidência entre mulheres e impacto direto sobre funções estomatognáticas, como mastigação, deglutição, fala e mobilidade mandibular (Brasil, 2022). Estudos recentes também apontam que fatores musculares, articulares e psicossociais interagem no desenvolvimento e manutenção da DTM, tornando o manejo interdisciplinar um componente essencial da abordagem terapêutica (Nascimento et al., 2024).

Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes de Atenção à Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular. Brasília: Ministério da Saúde, 2022.

NASCIMENTO, Lucas Mateus do; CHIANCA, Rafaelly Domingos Campos de Souza; SILVA, Ricardo Felipe Ferreira da; MENDONÇA, Luana da Rocha Alves. Estudo das diferentes formas de tratamento para disfunções temporomandibulares. Revista Ciência Plural, [S. 1.],v.10,n.2,p. 1-14,2024.

Com base nessas informações e considerando o tratamento para disfunções temporomandibulares, analise as afirmações a seguir.

I - A efetividade das intervenções em DTM é condicionada por uma avaliação integrada das funções estomatognáticas, pois padrões mastigatórios, amplitude e controle da mobilidade mandibular e características neuromusculares influenciam as opções e os resultados terapêuticos.

II - Entre as abordagens conservadoras recomendadas na literatura, destacam-se exercícios musculares direcionados, técnicas manuais e de mobilização articular, assim como medidas termoterápicas, podendo tais recursos ser combinados de forma adaptada ao perfil clínico do paciente.

III - A condução terapêutica pode ser estabelecida de maneira autônoma por profissionais treinados em terapia orofacial, desde que se mantenha uma avaliação funcional rigorosa e critérios clínicos adequados ao acompanhamento do paciente.

IV - Elementos psicoemocionais, como estressores crônicos e padrões de ansiedade, são fatores que podem modular a dor orofacial e contribuir para a manutenção ou exacerbação dos sintomas, devendo ser considerados na avaliação e no planejamento terapêutico.

V - As placas oclusais são descritas como recurso integrante do arsenal conservador para DTM, indicadas em situações nas quais se busca reduzir sobrecargas oclusais, modular atividade muscular e proteger estruturas articulares, frequentemente em combinação com outras medidas.

É CORRETO o que se afirma em:

 

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4122581 Ano: 2026
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Leia o Texto III para responder às questões 37 e 38.

Texto III

Marcos, 72 anos, diagnóstico de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) esporádica há 4 anos. Início apendicular, com progressão para comprometimento bulbar nos últimos 2 anos. Atualmente acamado, com importante fraqueza global e dependência extensa para atividades diárias. Está em uso contínuo de riluzol desde o diagnóstico.

Há 6 meses, evoluiu com piora respiratória e episódios de pneumonia aspirativa, sendo submetido à traqueostomia eletiva. Utiliza ventilação mecânica de suporte noturno e oxigênio suplementar. Apresenta tosse muito fraca, acúmulo de secreções e necessidade frequente de aspiração traqueal. Tentativa de válvula de fala não foi bem-sucedida por intolerância, sem obtenção de fonação funcional.

Havia presença de disartronia severa antes da traqueostomia. Atualmente, não há comunicação oral efetiva. Registros anteriores descrevem voz fraca, soprosa, hipointensa, com redução de ressonância e velocidade de fala. Compreensão e cognição preservadas, utilizando comunicação alternativa simples (acenos e pranchas básicas).

Quanto à deglutição, apresentou piora progressiva, com episódios de engasgos e aspiração. Há 5 meses, foi instalada gastrostomia (PEG) como via principal de alimentação. Pequenas ofertas orais durante higiene bucal provocam tosse, queda transitória da saturação e presença de secreção salivar espessa, além de história de “voz úmida” registrada anteriormente à traqueostomia.

Na avaliação fonoaudiológica recente, apresentou: face com fraqueza de fechamento labial; língua com atrofia e fasciculações, com mobilidade bastante reduzida; palato com elevação limitada e assimétrica; tosse voluntária ineficaz e articulação impossibilitada funcionalmente.

Escore funcional:

- ALSFRS-R total: ALSFRS-R (Ampyotrophic Lateral Sclerosis Functional Rating ScaleRevised) que avalia desempenho em comunicação, deglutição, mobilidade e respiração: 9/48

- ALSFRS-R —subescala bulbar (fala, salivação, deglutição): 1/12

- Escala de Plaitakis — domínio bulbar que avalia face, língua, palato, fala e deglutição): 2/15

Os estudos de Albuguerque, Pernambuco e Lopes (2022) sobre Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) destacam que as alterações da deglutição podem ocorrer em praticamente todos os pacientes ao longo da evolução da doença, exigindo intervenções multidisciplinares que priorizem segurança alimentar e redução do risco aspirativo.

Fonte: ALBUQUERQUE, K. M. F.; PERNAMBUCO, L.; LOPES, L. W. Impacto do tratamento medicamentoso na voz, fala e deglutição de pacientes com esclerose lateral amiotrófica: revisão sistemática. Audiology Communication Research, v.27, e2999, p. 1-9,2022.

Considerando o caso do Senhor Marcos e a conduta fonoaudiológica para manejo da disfagia, é CORRETO afirmar que:

 

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4122580 Ano: 2026
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Leia o Texto III para responder às questões 37 e 38.

Texto III

Marcos, 72 anos, diagnóstico de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) esporádica há 4 anos. Início apendicular, com progressão para comprometimento bulbar nos últimos 2 anos. Atualmente acamado, com importante fraqueza global e dependência extensa para atividades diárias. Está em uso contínuo de riluzol desde o diagnóstico.

Há 6 meses, evoluiu com piora respiratória e episódios de pneumonia aspirativa, sendo submetido à traqueostomia eletiva. Utiliza ventilação mecânica de suporte noturno e oxigênio suplementar. Apresenta tosse muito fraca, acúmulo de secreções e necessidade frequente de aspiração traqueal. Tentativa de válvula de fala não foi bem-sucedida por intolerância, sem obtenção de fonação funcional.

Havia presença de disartronia severa antes da traqueostomia. Atualmente, não há comunicação oral efetiva. Registros anteriores descrevem voz fraca, soprosa, hipointensa, com redução de ressonância e velocidade de fala. Compreensão e cognição preservadas, utilizando comunicação alternativa simples (acenos e pranchas básicas).

Quanto à deglutição, apresentou piora progressiva, com episódios de engasgos e aspiração. Há 5 meses, foi instalada gastrostomia (PEG) como via principal de alimentação. Pequenas ofertas orais durante higiene bucal provocam tosse, queda transitória da saturação e presença de secreção salivar espessa, além de história de “voz úmida” registrada anteriormente à traqueostomia.

Na avaliação fonoaudiológica recente, apresentou: face com fraqueza de fechamento labial; língua com atrofia e fasciculações, com mobilidade bastante reduzida; palato com elevação limitada e assimétrica; tosse voluntária ineficaz e articulação impossibilitada funcionalmente.

Escore funcional:

- ALSFRS-R total: ALSFRS-R (Ampyotrophic Lateral Sclerosis Functional Rating ScaleRevised) que avalia desempenho em comunicação, deglutição, mobilidade e respiração: 9/48

- ALSFRS-R —subescala bulbar (fala, salivação, deglutição): 1/12

- Escala de Plaitakis — domínio bulbar que avalia face, língua, palato, fala e deglutição): 2/15

De acordo com Chieia et al., (2010), bem como Brown e Al-Chalabi, (2017), a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é a doença do neurônio motor mais comum, apesar de rara, apresentando incidência estimada entre 1,5 e 3 casos por 100.000 habitantes ao ano, com evolução que frequentemente compromete voz, fala e deglutição.

Fonte: BROWN,R. H.; AL-CHALABI, A. Amyotrophic lateral sclerosis. The New England Journal of Medicine, v.377,n.2, p. 162-172,2017.

CHIEIA, M. A. T. et al. Amyotrophic lateral sclerosis in Brazil: regional and demographic differences in a heterogeneous population. Arquivos de Neuro-Psiquiatria, v. 68,n.2, p. 263-268, 2010.

Considerando o caso do Senhor Marcos, descrito no texto III, no que diz respeito ao manejo fonoaudiológico da voz diante do estágio atual da doença, é CORRETO afirmar que:

 

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4122577 Ano: 2026
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Um estudo feito por Reis et al. (2024) demonstrou que profissionais da voz, como professores, cantores e teleatendentes, apresentam alta prevalência de sintomas decorrentes do uso intensivo da voz, incluindo fadiga vocal. Esta realidade intensificou pesquisas e diretrizes clínicas publicadas para discutir o uso da fotobiomodulação (FBM) como recurso tecnológico potencialmente aplicável à habilitação e reabilitação vocal, considerando seus possíveis efeitos fisiológicos, bem como as limitações metodológicas ainda existentes.

Fonte: REIS, A.S.B.F.et al. Fadiga vocal de professores brasileiros da rede pública: prevalência e autorreferência. Audiol Commun Res., v. 29, e2933, p. 1-8,2024.

Essas discussões enfatizam princípios amplamente reconhecidos na área da voz, como o caráter multifatorial das disfonias, a centralidade da terapia vocal comportamental, a necessidade de formação específica para o uso de dispositivos terapêuticos e a prudência diante de condições vocais complexas.

Com base nesses princípios, é CORRETO afirmar que:

 

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