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4122785 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Leia o Texto I para responder às questões 26 a 31.

Inteligência Artificial pode ser usada na escola? Entenda os limites e saiba como estabelecer regras

Uso ético da IA na Educação depende do incentivo a discussões a respeito do tema, mas também da criação de diretrizes para orientar boas práticas

Por Dimítria Coutinho - 27/08/2025

Dentro da escola, os alunos podem usar a Inteligência Artificial (IA) para criar textos? E para corrigir produções? Já os professores, estão autorizados a criarem planos de aula com a IA? Ou isso é proibido? Essas são algumas das várias perguntas que surgem quando o assunto é o uso da IA, sobretudo a generativa, dentro das escolas.

Embora muitos docentes e estudantes já estejam fazendo uso dessas plataformas, os limites ainda não parecem bem estabelecidos. Diante disso, fica evidente a importância de trabalhar a ética relacionada à IA, garantindo que seu uso seja crítico, seguro e responsável.

“Dentro do processo de aprendizagem, o estudante precisa ser capaz de navegar por um mundo altamente mediado por tecnologias e depois saber fazer suas próprias escolhas. Para o professor, é a mesma coisa: ele tem que se sentir capaz de fazer escolhas pedagógicas e entender que não precisa ser um expert em IA para utilizá-la”, afirma Giselle Santos, consultora pedagógica de inovação e gestão de portfólio do Instituto Escolas Criativas.

Enquanto alguns professores ainda têm medo da IA, outros já estão usando e abusando dela, muitas vezes sem pensar muito nas consequências. É preciso, porém, encontrar um caminho do meio, defende Soraya Lacerda, coordenadora do maker space da Casa Thomas Jefferson, um centro binacional conhecido pelo ensino da Língua Inglesa, em Brasília. “Vivemos um momento no qual todos estão testando os limites não só das ferramentas de IA, mas também do seu conhecimento, do uso e da interação dessas tecnologias com sua sala de aula”, observa ela.

IA: riscos e potenciais

Nesse meio do caminho sugerido pela especialista, estão as boas práticas de uso pedagógico da IA. Em primeiro lugar, é necessário entender as potencialidades da IA na educação básica, mas sem ignorar seus riscos, que não são poucos.

Para Lynn Alves, doutora em Educação e professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), um dos grandes potenciais da IA em sala de aula é seu uso como uma assistente. É ela quem vai otimizar tarefas, indicar diferentes formas para resolver um problema, mostrar erros em um texto e ajudar a buscar informações. Vale a pena esclarecer que, mesmo que sirva de apoio ou suporte, está nas mãos de quem a usa a IA a tarefa de orientar e mediar as interações com a plataforma escolhida.

A escola, por sua vez, precisa impulsionar a autonomia dos estudantes e seu protagonismo. Mas abraça a responsabilidade de ensiná-los a se tornarem curadores do que a IA entrega. Isso significa checar, procurar outras fontes, se inspirar para resolver os problemas por si só e, acima de tudo, utilizar as informações para construir um pensamento crítico acerca do mundo e, também, das tecnologias. Acima de tudo, é fazer reflexões críticas a ponto de perceber se os resultados são confiáveis, atualizados e não tendenciosos. “Primeiro, o próprio professor tem que aprender a usar a IA dessa forma para que ele possa orientar os alunos para o uso cuidadoso, ético e de qualidade”, defende a professora.

Entre os riscos da IA, um dos mais importantes é a possibilidade de gerar informações falsas, sem qualquer tipo de referência ancorada na realidade. A isso dá-se o nome de alucinações: é quando a IA entrega um conteúdo de forma muito convincente, com cara de verdade, mas é mentira. Ao interagir com os chatbots de IA sem recorte crítico, os estudantes tendem a acreditar em suas respostas, não colocando em cheque as informações devolvidas. Caso o aluno não esteja bem fundamentado nos conteúdos – ou seja, não aprendeu –, existe o risco de delegar a gestão do conhecimento para a IA em vez de fazer uso dessas ferramentas de forma produtiva.

“Quando você pergunta a uma IA generativa sobre um tema muito específico da nossa cultura, corre o risco de vir uma informação totalmente enviesada e equivocada, com questões ideológicas inclusive, que comprometem a fidedignidade daquele fato histórico”, exemplifica Lynn.

Para que os estudantes tenham autonomia para tomar esse tipo de decisão, vale abordar a questão da ética dentro da escola. Giselle aconselha não se resumir a orientações, mas ensinar a turma a questionar sempre que acessar uma plataforma: quem a programou? Qual a intenção da empresa? Qual o contexto em que essa IA foi criada? Por que será que ela me deu essa resposta?

“É interessante trabalhar a ética na forma de perguntas que estimulem o pensamento e que esses estudantes passem a ser também decisores, não só consumidores. A formação é muito mais cidadã quando você não decide pelo estudante, mas o informa para que ele decida por ele mesmo”, argumenta Giselle.

Fonte: COUTINHO, Dimítria. Inteligência Artificial pode ser usada na escola? Entenda os limites e saiba como estabelecer regras. In: Revista Nova Escola. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/22442/diretrizes-uso-etico-de-inteligencia-artificial-ia-nas-escolas Acesso em: 23 dez. 2025. [adaptado]

Do ponto de vista argumentativo, o Texto I estrutura-se predominantemente por meio de:

 

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4122784 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Leia o Texto I para responder às questões 26 a 31.

Inteligência Artificial pode ser usada na escola? Entenda os limites e saiba como estabelecer regras

Uso ético da IA na Educação depende do incentivo a discussões a respeito do tema, mas também da criação de diretrizes para orientar boas práticas

Por Dimítria Coutinho - 27/08/2025

Dentro da escola, os alunos podem usar a Inteligência Artificial (IA) para criar textos? E para corrigir produções? Já os professores, estão autorizados a criarem planos de aula com a IA? Ou isso é proibido? Essas são algumas das várias perguntas que surgem quando o assunto é o uso da IA, sobretudo a generativa, dentro das escolas.

Embora muitos docentes e estudantes já estejam fazendo uso dessas plataformas, os limites ainda não parecem bem estabelecidos. Diante disso, fica evidente a importância de trabalhar a ética relacionada à IA, garantindo que seu uso seja crítico, seguro e responsável.

“Dentro do processo de aprendizagem, o estudante precisa ser capaz de navegar por um mundo altamente mediado por tecnologias e depois saber fazer suas próprias escolhas. Para o professor, é a mesma coisa: ele tem que se sentir capaz de fazer escolhas pedagógicas e entender que não precisa ser um expert em IA para utilizá-la”, afirma Giselle Santos, consultora pedagógica de inovação e gestão de portfólio do Instituto Escolas Criativas.

Enquanto alguns professores ainda têm medo da IA, outros já estão usando e abusando dela, muitas vezes sem pensar muito nas consequências. É preciso, porém, encontrar um caminho do meio, defende Soraya Lacerda, coordenadora do maker space da Casa Thomas Jefferson, um centro binacional conhecido pelo ensino da Língua Inglesa, em Brasília. “Vivemos um momento no qual todos estão testando os limites não só das ferramentas de IA, mas também do seu conhecimento, do uso e da interação dessas tecnologias com sua sala de aula”, observa ela.

IA: riscos e potenciais

Nesse meio do caminho sugerido pela especialista, estão as boas práticas de uso pedagógico da IA. Em primeiro lugar, é necessário entender as potencialidades da IA na educação básica, mas sem ignorar seus riscos, que não são poucos.

Para Lynn Alves, doutora em Educação e professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), um dos grandes potenciais da IA em sala de aula é seu uso como uma assistente. É ela quem vai otimizar tarefas, indicar diferentes formas para resolver um problema, mostrar erros em um texto e ajudar a buscar informações. Vale a pena esclarecer que, mesmo que sirva de apoio ou suporte, está nas mãos de quem a usa a IA a tarefa de orientar e mediar as interações com a plataforma escolhida.

A escola, por sua vez, precisa impulsionar a autonomia dos estudantes e seu protagonismo. Mas abraça a responsabilidade de ensiná-los a se tornarem curadores do que a IA entrega. Isso significa checar, procurar outras fontes, se inspirar para resolver os problemas por si só e, acima de tudo, utilizar as informações para construir um pensamento crítico acerca do mundo e, também, das tecnologias. Acima de tudo, é fazer reflexões críticas a ponto de perceber se os resultados são confiáveis, atualizados e não tendenciosos. “Primeiro, o próprio professor tem que aprender a usar a IA dessa forma para que ele possa orientar os alunos para o uso cuidadoso, ético e de qualidade”, defende a professora.

Entre os riscos da IA, um dos mais importantes é a possibilidade de gerar informações falsas, sem qualquer tipo de referência ancorada na realidade. A isso dá-se o nome de alucinações: é quando a IA entrega um conteúdo de forma muito convincente, com cara de verdade, mas é mentira. Ao interagir com os chatbots de IA sem recorte crítico, os estudantes tendem a acreditar em suas respostas, não colocando em cheque as informações devolvidas. Caso o aluno não esteja bem fundamentado nos conteúdos – ou seja, não aprendeu –, existe o risco de delegar a gestão do conhecimento para a IA em vez de fazer uso dessas ferramentas de forma produtiva.

“Quando você pergunta a uma IA generativa sobre um tema muito específico da nossa cultura, corre o risco de vir uma informação totalmente enviesada e equivocada, com questões ideológicas inclusive, que comprometem a fidedignidade daquele fato histórico”, exemplifica Lynn.

Para que os estudantes tenham autonomia para tomar esse tipo de decisão, vale abordar a questão da ética dentro da escola. Giselle aconselha não se resumir a orientações, mas ensinar a turma a questionar sempre que acessar uma plataforma: quem a programou? Qual a intenção da empresa? Qual o contexto em que essa IA foi criada? Por que será que ela me deu essa resposta?

“É interessante trabalhar a ética na forma de perguntas que estimulem o pensamento e que esses estudantes passem a ser também decisores, não só consumidores. A formação é muito mais cidadã quando você não decide pelo estudante, mas o informa para que ele decida por ele mesmo”, argumenta Giselle.

Fonte: COUTINHO, Dimítria. Inteligência Artificial pode ser usada na escola? Entenda os limites e saiba como estabelecer regras. In: Revista Nova Escola. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/22442/diretrizes-uso-etico-de-inteligencia-artificial-ia-nas-escolas Acesso em: 23 dez. 2025. [adaptado]

A partir da leitura do Texto I, é possível inferir que a posição central das autoras e especialistas consultadas em relação ao uso da Inteligência Artificial na escola é a de que a IA deve ser:

 

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4122783 Ano: 2026
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Text forquestions 35, 36, 37 and 38

Hero boy swims for fourhours to save his family (9th February 2026)

A 13-year-old Australian boy has been hailed a hero after an epic swim that saved his family. The boy, Austin Appelbee, and his family were on a beach holiday in Western Australia. They were kayaking and paddleboarding in shallow water when strong winds pushed them farther offshore. They ended up over four kilometres away from land, and the daylight was fading. Austin decided to kayak to shore to get help. However, the waves had damaged his kayak, which had taken in water and flipped over. He said he then lost an oar and knew he was in trouble. He decided he had no alternative but to swim back to land. He swam through shark-frequented waters to raise the alarm.

Austin made it to the beach and phoned for help. This sparked a huge rescue operation, which resulted in coastguards finding the teenager's mother and two younger sisters. The boy said: “I hit the bottom of the beach and I just collapsed, and then, after that, I had to sprint two kilometres to get to the phone.” Rescuers called his efforts “superhuman”. One rescuer said Austin's actions could not “be praised highly enough”. He added that the teenager's “determination and courage ultimately saved the lives of his mother and siblings”. Austin's mother Joanne, 47, told reporters: “The wind picked up. We lost oars, and we drifted out further. It was an absolute nightmare.”

https://www.nzherald.co.nz/world/teen-13-makes-harrowing-swim-through-shark-frequented-wa-waters-to-save-family-swept-out-tosea/YS5HBJ2Y2BFP3G44WGQ7Z67BPM/

https://www.nbcnews.com/world/australia/australia-perth-family-stranded-sea-teenager-swims-rcna257203

https://www.bbc.com/news/articles/cly3ezj3rg3o

Analyze the morphological structure of the following words extracted from the text: “determinationv”, “superhuman”, and “fading”. Which alternative CORRECTLY identifies the word formation processes and the grammatical category changes involved?

 

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4122782 Ano: 2026
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Enunciado 4660210-1

Google.com

Acesso: February 18 , 2026

Consider the first panel of the comic strip where Susanita says: “First I'm going to marry well, right? And then I'm going to have babies!”. If we were to report Susanita's statement to a third party, which alternative CORRECTLY transforms her speech into Reported Speech?

 

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4122781 Ano: 2026
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Enunciado 4660209-1

Google.com

Acesso: February 18 , 2026

In the comic strip featuring Mafalda and Susanita, the humor and the underlying social commentary arise from the divergent worldviews of the two characters. Based on the dialogue, which of the following statements CORRECTLYinterprets the conclusion of their conversation?

 

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4122780 Ano: 2026
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Text forquestions 35, 36, 37 and 38

Hero boy swims for fourhours to save his family (9th February 2026)

A 13-year-old Australian boy has been hailed a hero after an epic swim that saved his family. The boy, Austin Appelbee, and his family were on a beach holiday in Western Australia. They were kayaking and paddleboarding in shallow water when strong winds pushed them farther offshore. They ended up over four kilometres away from land, and the daylight was fading. Austin decided to kayak to shore to get help. However, the waves had damaged his kayak, which had taken in water and flipped over. He said he then lost an oar and knew he was in trouble. He decided he had no alternative but to swim back to land. He swam through shark-frequented waters to raise the alarm.

Austin made it to the beach and phoned for help. This sparked a huge rescue operation, which resulted in coastguards finding the teenager's mother and two younger sisters. The boy said: “I hit the bottom of the beach and I just collapsed, and then, after that, I had to sprint two kilometres to get to the phone.” Rescuers called his efforts “superhuman”. One rescuer said Austin's actions could not “be praised highly enough”. He added that the teenager's “determination and courage ultimately saved the lives of his mother and siblings”. Austin's mother Joanne, 47, told reporters: “The wind picked up. We lost oars, and we drifted out further. It was an absolute nightmare.”

https://www.nzherald.co.nz/world/teen-13-makes-harrowing-swim-through-shark-frequented-wa-waters-to-save-family-swept-out-tosea/YS5HBJ2Y2BFP3G44WGQ7Z67BPM/

https://www.nbcnews.com/world/australia/australia-perth-family-stranded-sea-teenager-swims-rcna257203

https://www.bbc.com/news/articles/cly3ezj3rg3o

Analyze the spatial and temporal indicators used in the text about Austin Appelbee's rescue. Which alternative CORRECTLY interprets how these markers establish the context of the events described?

 

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4122779 Ano: 2026
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Text forquestions 35, 36, 37 and 38

Hero boy swims for fourhours to save his family (9th February 2026)

A 13-year-old Australian boy has been hailed a hero after an epic swim that saved his family. The boy, Austin Appelbee, and his family were on a beach holiday in Western Australia. They were kayaking and paddleboarding in shallow water when strong winds pushed them farther offshore. They ended up over four kilometres away from land, and the daylight was fading. Austin decided to kayak to shore to get help. However, the waves had damaged his kayak, which had taken in water and flipped over. He said he then lost an oar and knew he was in trouble. He decided he had no alternative but to swim back to land. He swam through shark-frequented waters to raise the alarm.

Austin made it to the beach and phoned for help. This sparked a huge rescue operation, which resulted in coastguards finding the teenager's mother and two younger sisters. The boy said: “I hit the bottom of the beach and I just collapsed, and then, after that, I had to sprint two kilometres to get to the phone.” Rescuers called his efforts “superhuman”. One rescuer said Austin's actions could not “be praised highly enough”. He added that the teenager's “determination and courage ultimately saved the lives of his mother and siblings”. Austin's mother Joanne, 47, told reporters: “The wind picked up. We lost oars, and we drifted out further. It was an absolute nightmare.”

https://www.nzherald.co.nz/world/teen-13-makes-harrowing-swim-through-shark-frequented-wa-waters-to-save-family-swept-out-tosea/YS5HBJ2Y2BFP3G44WGQ7Z67BPM/

https://www.nbcnews.com/world/australia/australia-perth-family-stranded-sea-teenager-swims-rcna257203

https://www.bbc.com/news/articles/cly3ezj3rg3o

In the text about Austin Appelbee's rescue, several verbs and adjectives are used to describe the gravity and the outcome of the situation. Based on their specific usage in the passage, identify the alternative that CORRECTLY provides synonyms for the words "hailed", "sparked", and "siblings" without altering the original meaning.

 

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4122778 Ano: 2026
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Text forquestions 35, 36, 37 and 38

Hero boy swims for fourhours to save his family (9th February 2026)

A 13-year-old Australian boy has been hailed a hero after an epic swim that saved his family. The boy, Austin Appelbee, and his family were on a beach holiday in Western Australia. They were kayaking and paddleboarding in shallow water when strong winds pushed them farther offshore. They ended up over four kilometres away from land, and the daylight was fading. Austin decided to kayak to shore to get help. However, the waves had damaged his kayak, which had taken in water and flipped over. He said he then lost an oar and knew he was in trouble. He decided he had no alternative but to swim back to land. He swam through shark-frequented waters to raise the alarm.

Austin made it to the beach and phoned for help. This sparked a huge rescue operation, which resulted in coastguards finding the teenager's mother and two younger sisters. The boy said: “I hit the bottom of the beach and I just collapsed, and then, after that, I had to sprint two kilometres to get to the phone.” Rescuers called his efforts “superhuman”. One rescuer said Austin's actions could not “be praised highly enough”. He added that the teenager's “determination and courage ultimately saved the lives of his mother and siblings”. Austin's mother Joanne, 47, told reporters: “The wind picked up. We lost oars, and we drifted out further. It was an absolute nightmare.”

https://www.nzherald.co.nz/world/teen-13-makes-harrowing-swim-through-shark-frequented-wa-waters-to-save-family-swept-out-tosea/YS5HBJ2Y2BFP3G44WGQ7Z67BPM/

https://www.nbcnews.com/world/australia/australia-perth-family-stranded-sea-teenager-swims-rcna257203

https://www.bbc.com/news/articles/cly3ezj3rg3o

In the text describing the rescue in Western Australia, the cohesion is maintained through various linguistic markers. Analyze the underlined/bolded terms in the following excerpts and identify the alternative that CORRECTLYidentifies their respective referents.

“This sparked a huge rescue operation, which resulted in coastguards finding the teenager’s mother and two younger sisters. The boy said: ‘I hit the bottom of the beach and I just collapsed, and then, after that, I had to sprint two kilometres to get to the phone.’ Rescuers called his efforts ‘superhuman’.”

 

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4122777 Ano: 2026
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UEPB
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Select the alternative that presents the CORRECTverbal structure according to formal English grammar, specifically regarding the use of the subjunctive mood in a professional context.

 

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4122776 Ano: 2026
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Identify the sentence that CORRECTLY employs the structures of gradual comparison or parallel increase to describe a proportional relationship between two evolving situations.

 

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