Foram encontradas 554 questões.
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O preço da vida
Por Marcelo Rech
01 Certa vez, em viagem ao Japão, notei que o motorista do ônibus colocava um calço na roda
02 dianteira sempre que o veículo estacionava, mesmo que não fosse em uma ladeira íngreme.
03 Intrigado, perguntei por que fazia aquilo.
04
É para o caso de falharem os freios motor e de mão.
05 Em um arquipélago abatido por terremotos e tsunamis, segurança é uma questão cultural
06 e de educação, acima de tudo. Os japoneses aprendem desde a infância que acidentes são
07 evitados com medidas práticas e que mesmo catástrofes podem ser aplacadas por prevenção,
08 treinamento e cuidados com a vida alheia. É por isso, e não só por temer a punição, que o
09 motorista aplica a terceira camada de segurança ao estacionar.
10 No Brasil, deve-se reconhecer que avançamos positivamente em alguns campos, como a
11 segurança do trabalho e códigos legais que brecaram, por força da lei e da fiscalização, as legiões
12 de mortos e mutilados. Mas ainda falhamos miseravelmente em criar uma mentalidade de
13 segurança.
14 Há quase uma década, na esteira da tragédia da Kiss, a RBS e o Ministério Público Estadual
15 lançaram a campanha Uma Vida Vale Muito, para despertar responsabilidades coletivas e
16 individuais. O alerta segue mais necessário do que nunca. Incêndios ori_inados em estufas,
17 fogões e fios consomem casas e desgraçam famílias. Nas estradas, 25 anos depois do novo
18 código de trânsito, o despreparo, o álcool, a falta de manutenção nos veículos e a
19 irresponsabilidade legam os efeitos de uma guerra a cada ano.
20 A Kiss e seus 242 mortos jamais serão esquecidos. Mas, além de reverenciar as vítimas e
21 buscar justiça, por que o Rio Grande do Sul não ajuda Santa Maria a se tornar um centro mundial
22 de referência em combate a incêndios e prevenção de tragédias? Hiroshima ho_e é um símbolo
23 da paz. Santa Maria poderia vir a ser a primeira grande cidade do país a assumir uma obse..ão
24 com a responsabilidade e, assim, se tornar a capital da segurança no continente.
25 Há muito por fazer. Desde sempre, sabemos que a média diária de mortos por afogamento
26 nos dias de calor no Estado passará de um por dia, o que leva a mais de uma centena de vidas
27 ceifadas por ano, muitas delas de crianças e adolescentes em açudes e rios. A tragédia é ainda
28 maior porque mortes por afogamento quase sempre são evitáveis. Os índices de..abariam se
29 todas as crianças tivessem no currículo aulas de natação – ainda que realizadas em piscinas
30 emprestadas ou alugadas ou mesmo em lagoas, sempre em situações controladas por
31 professores. Outras duas ações contra afogamentos exi_em responsabilidade individual: não se
32 expor ao risco no traiçoeiro mar gaúcho e enfiar na cabeça de adultos que não podem subir em
33 canoas e nem embarcar alguém sem que esteja usando colete salva-vidas. Um colete simples,
34 mas eficaz, custa R$ 49,99. É o preço de uma vida.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcelo-rech/noticia/2023/01/o-preco-da-vida-cldex5lid002p014s2xig7wst.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Tendo em vista o fragmento “Em um arquipélago abatido por terremotos e tsunamis, segurança é uma questão cultural e de educação, acima de tudo”, assinale a alternativa que apresenta um substantivo.
Provas
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O preço da vida
Por Marcelo Rech
01 Certa vez, em viagem ao Japão, notei que o motorista do ônibus colocava um calço na roda
02 dianteira sempre que o veículo estacionava, mesmo que não fosse em uma ladeira íngreme.
03 Intrigado, perguntei por que fazia aquilo.
04
É para o caso de falharem os freios motor e de mão.
05 Em um arquipélago abatido por terremotos e tsunamis, segurança é uma questão cultural
06 e de educação, acima de tudo. Os japoneses aprendem desde a infância que acidentes são
07 evitados com medidas práticas e que mesmo catástrofes podem ser aplacadas por prevenção,
08 treinamento e cuidados com a vida alheia. É por isso, e não só por temer a punição, que o
09 motorista aplica a terceira camada de segurança ao estacionar.
10 No Brasil, deve-se reconhecer que avançamos positivamente em alguns campos, como a
11 segurança do trabalho e códigos legais que brecaram, por força da lei e da fiscalização, as legiões
12 de mortos e mutilados. Mas ainda falhamos miseravelmente em criar uma mentalidade de
13 segurança.
14 Há quase uma década, na esteira da tragédia da Kiss, a RBS e o Ministério Público Estadual
15 lançaram a campanha Uma Vida Vale Muito, para despertar responsabilidades coletivas e
16 individuais. O alerta segue mais necessário do que nunca. Incêndios ori_inados em estufas,
17 fogões e fios consomem casas e desgraçam famílias. Nas estradas, 25 anos depois do novo
18 código de trânsito, o despreparo, o álcool, a falta de manutenção nos veículos e a
19 irresponsabilidade legam os efeitos de uma guerra a cada ano.
20 A Kiss e seus 242 mortos jamais serão esquecidos. Mas, além de reverenciar as vítimas e
21 buscar justiça, por que o Rio Grande do Sul não ajuda Santa Maria a se tornar um centro mundial
22 de referência em combate a incêndios e prevenção de tragédias? Hiroshima ho_e é um símbolo
23 da paz. Santa Maria poderia vir a ser a primeira grande cidade do país a assumir uma obse..ão
24 com a responsabilidade e, assim, se tornar a capital da segurança no continente.
25 Há muito por fazer. Desde sempre, sabemos que a média diária de mortos por afogamento
26 nos dias de calor no Estado passará de um por dia, o que leva a mais de uma centena de vidas
27 ceifadas por ano, muitas delas de crianças e adolescentes em açudes e rios. A tragédia é ainda
28 maior porque mortes por afogamento quase sempre são evitáveis. Os índices de..abariam se
29 todas as crianças tivessem no currículo aulas de natação – ainda que realizadas em piscinas
30 emprestadas ou alugadas ou mesmo em lagoas, sempre em situações controladas por
31 professores. Outras duas ações contra afogamentos exi_em responsabilidade individual: não se
32 expor ao risco no traiçoeiro mar gaúcho e enfiar na cabeça de adultos que não podem subir em
33 canoas e nem embarcar alguém sem que esteja usando colete salva-vidas. Um colete simples,
34 mas eficaz, custa R$ 49,99. É o preço de uma vida.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcelo-rech/noticia/2023/01/o-preco-da-vida-cldex5lid002p014s2xig7wst.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta a correta separação de sílabas do vocábulo “ajuda”.
Provas
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O preço da vida
Por Marcelo Rech
01 Certa vez, em viagem ao Japão, notei que o motorista do ônibus colocava um calço na roda
02 dianteira sempre que o veículo estacionava, mesmo que não fosse em uma ladeira íngreme.
03 Intrigado, perguntei por que fazia aquilo.
04
É para o caso de falharem os freios motor e de mão.
05 Em um arquipélago abatido por terremotos e tsunamis, segurança é uma questão cultural
06 e de educação, acima de tudo. Os japoneses aprendem desde a infância que acidentes são
07 evitados com medidas práticas e que mesmo catástrofes podem ser aplacadas por prevenção,
08 treinamento e cuidados com a vida alheia. É por isso, e não só por temer a punição, que o
09 motorista aplica a terceira camada de segurança ao estacionar.
10 No Brasil, deve-se reconhecer que avançamos positivamente em alguns campos, como a
11 segurança do trabalho e códigos legais que brecaram, por força da lei e da fiscalização, as legiões
12 de mortos e mutilados. Mas ainda falhamos miseravelmente em criar uma mentalidade de
13 segurança.
14 Há quase uma década, na esteira da tragédia da Kiss, a RBS e o Ministério Público Estadual
15 lançaram a campanha Uma Vida Vale Muito, para despertar responsabilidades coletivas e
16 individuais. O alerta segue mais necessário do que nunca. Incêndios ori_inados em estufas,
17 fogões e fios consomem casas e desgraçam famílias. Nas estradas, 25 anos depois do novo
18 código de trânsito, o despreparo, o álcool, a falta de manutenção nos veículos e a
19 irresponsabilidade legam os efeitos de uma guerra a cada ano.
20 A Kiss e seus 242 mortos jamais serão esquecidos. Mas, além de reverenciar as vítimas e
21 buscar justiça, por que o Rio Grande do Sul não ajuda Santa Maria a se tornar um centro mundial
22 de referência em combate a incêndios e prevenção de tragédias? Hiroshima ho_e é um símbolo
23 da paz. Santa Maria poderia vir a ser a primeira grande cidade do país a assumir uma obse..ão
24 com a responsabilidade e, assim, se tornar a capital da segurança no continente.
25 Há muito por fazer. Desde sempre, sabemos que a média diária de mortos por afogamento
26 nos dias de calor no Estado passará de um por dia, o que leva a mais de uma centena de vidas
27 ceifadas por ano, muitas delas de crianças e adolescentes em açudes e rios. A tragédia é ainda
28 maior porque mortes por afogamento quase sempre são evitáveis. Os índices de..abariam se
29 todas as crianças tivessem no currículo aulas de natação – ainda que realizadas em piscinas
30 emprestadas ou alugadas ou mesmo em lagoas, sempre em situações controladas por
31 professores. Outras duas ações contra afogamentos exi_em responsabilidade individual: não se
32 expor ao risco no traiçoeiro mar gaúcho e enfiar na cabeça de adultos que não podem subir em
33 canoas e nem embarcar alguém sem que esteja usando colete salva-vidas. Um colete simples,
34 mas eficaz, custa R$ 49,99. É o preço de uma vida.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcelo-rech/noticia/2023/01/o-preco-da-vida-cldex5lid002p014s2xig7wst.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o vocábulo “legam”, assinale a alternativa que apresenta a ordem alfabética das letras que compõem essa palavra.
Provas
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O preço da vida
Por Marcelo Rech
01 Certa vez, em viagem ao Japão, notei que o motorista do ônibus colocava um calço na roda
02 dianteira sempre que o veículo estacionava, mesmo que não fosse em uma ladeira íngreme.
03 Intrigado, perguntei por que fazia aquilo.
04
É para o caso de falharem os freios motor e de mão.
05 Em um arquipélago abatido por terremotos e tsunamis, segurança é uma questão cultural
06 e de educação, acima de tudo. Os japoneses aprendem desde a infância que acidentes são
07 evitados com medidas práticas e que mesmo catástrofes podem ser aplacadas por prevenção,
08 treinamento e cuidados com a vida alheia. É por isso, e não só por temer a punição, que o
09 motorista aplica a terceira camada de segurança ao estacionar.
10 No Brasil, deve-se reconhecer que avançamos positivamente em alguns campos, como a
11 segurança do trabalho e códigos legais que brecaram, por força da lei e da fiscalização, as legiões
12 de mortos e mutilados. Mas ainda falhamos miseravelmente em criar uma mentalidade de
13 segurança.
14 Há quase uma década, na esteira da tragédia da Kiss, a RBS e o Ministério Público Estadual
15 lançaram a campanha Uma Vida Vale Muito, para despertar responsabilidades coletivas e
16 individuais. O alerta segue mais necessário do que nunca. Incêndios ori_inados em estufas,
17 fogões e fios consomem casas e desgraçam famílias. Nas estradas, 25 anos depois do novo
18 código de trânsito, o despreparo, o álcool, a falta de manutenção nos veículos e a
19 irresponsabilidade legam os efeitos de uma guerra a cada ano.
20 A Kiss e seus 242 mortos jamais serão esquecidos. Mas, além de reverenciar as vítimas e
21 buscar justiça, por que o Rio Grande do Sul não ajuda Santa Maria a se tornar um centro mundial
22 de referência em combate a incêndios e prevenção de tragédias? Hiroshima ho_e é um símbolo
23 da paz. Santa Maria poderia vir a ser a primeira grande cidade do país a assumir uma obse..ão
24 com a responsabilidade e, assim, se tornar a capital da segurança no continente.
25 Há muito por fazer. Desde sempre, sabemos que a média diária de mortos por afogamento
26 nos dias de calor no Estado passará de um por dia, o que leva a mais de uma centena de vidas
27 ceifadas por ano, muitas delas de crianças e adolescentes em açudes e rios. A tragédia é ainda
28 maior porque mortes por afogamento quase sempre são evitáveis. Os índices de..abariam se
29 todas as crianças tivessem no currículo aulas de natação – ainda que realizadas em piscinas
30 emprestadas ou alugadas ou mesmo em lagoas, sempre em situações controladas por
31 professores. Outras duas ações contra afogamentos exi_em responsabilidade individual: não se
32 expor ao risco no traiçoeiro mar gaúcho e enfiar na cabeça de adultos que não podem subir em
33 canoas e nem embarcar alguém sem que esteja usando colete salva-vidas. Um colete simples,
34 mas eficaz, custa R$ 49,99. É o preço de uma vida.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcelo-rech/noticia/2023/01/o-preco-da-vida-cldex5lid002p014s2xig7wst.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Quantas consoantes há na palavra “veículos”?
Provas
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O preço da vida
Por Marcelo Rech
01 Certa vez, em viagem ao Japão, notei que o motorista do ônibus colocava um calço na roda
02 dianteira sempre que o veículo estacionava, mesmo que não fosse em uma ladeira íngreme.
03 Intrigado, perguntei por que fazia aquilo.
04
É para o caso de falharem os freios motor e de mão.
05 Em um arquipélago abatido por terremotos e tsunamis, segurança é uma questão cultural
06 e de educação, acima de tudo. Os japoneses aprendem desde a infância que acidentes são
07 evitados com medidas práticas e que mesmo catástrofes podem ser aplacadas por prevenção,
08 treinamento e cuidados com a vida alheia. É por isso, e não só por temer a punição, que o
09 motorista aplica a terceira camada de segurança ao estacionar.
10 No Brasil, deve-se reconhecer que avançamos positivamente em alguns campos, como a
11 segurança do trabalho e códigos legais que brecaram, por força da lei e da fiscalização, as legiões
12 de mortos e mutilados. Mas ainda falhamos miseravelmente em criar uma mentalidade de
13 segurança.
14 Há quase uma década, na esteira da tragédia da Kiss, a RBS e o Ministério Público Estadual
15 lançaram a campanha Uma Vida Vale Muito, para despertar responsabilidades coletivas e
16 individuais. O alerta segue mais necessário do que nunca. Incêndios ori_inados em estufas,
17 fogões e fios consomem casas e desgraçam famílias. Nas estradas, 25 anos depois do novo
18 código de trânsito, o despreparo, o álcool, a falta de manutenção nos veículos e a
19 irresponsabilidade legam os efeitos de uma guerra a cada ano.
20 A Kiss e seus 242 mortos jamais serão esquecidos. Mas, além de reverenciar as vítimas e
21 buscar justiça, por que o Rio Grande do Sul não ajuda Santa Maria a se tornar um centro mundial
22 de referência em combate a incêndios e prevenção de tragédias? Hiroshima ho_e é um símbolo
23 da paz. Santa Maria poderia vir a ser a primeira grande cidade do país a assumir uma obse..ão
24 com a responsabilidade e, assim, se tornar a capital da segurança no continente.
25 Há muito por fazer. Desde sempre, sabemos que a média diária de mortos por afogamento
26 nos dias de calor no Estado passará de um por dia, o que leva a mais de uma centena de vidas
27 ceifadas por ano, muitas delas de crianças e adolescentes em açudes e rios. A tragédia é ainda
28 maior porque mortes por afogamento quase sempre são evitáveis. Os índices de..abariam se
29 todas as crianças tivessem no currículo aulas de natação – ainda que realizadas em piscinas
30 emprestadas ou alugadas ou mesmo em lagoas, sempre em situações controladas por
31 professores. Outras duas ações contra afogamentos exi_em responsabilidade individual: não se
32 expor ao risco no traiçoeiro mar gaúcho e enfiar na cabeça de adultos que não podem subir em
33 canoas e nem embarcar alguém sem que esteja usando colete salva-vidas. Um colete simples,
34 mas eficaz, custa R$ 49,99. É o preço de uma vida.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcelo-rech/noticia/2023/01/o-preco-da-vida-cldex5lid002p014s2xig7wst.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Quantas vogais há na palavra “justiça”?
Provas
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O preço da vida
Por Marcelo Rech
01 Certa vez, em viagem ao Japão, notei que o motorista do ônibus colocava um calço na roda
02 dianteira sempre que o veículo estacionava, mesmo que não fosse em uma ladeira íngreme.
03 Intrigado, perguntei por que fazia aquilo.
04
É para o caso de falharem os freios motor e de mão.
05 Em um arquipélago abatido por terremotos e tsunamis, segurança é uma questão cultural
06 e de educação, acima de tudo. Os japoneses aprendem desde a infância que acidentes são
07 evitados com medidas práticas e que mesmo catástrofes podem ser aplacadas por prevenção,
08 treinamento e cuidados com a vida alheia. É por isso, e não só por temer a punição, que o
09 motorista aplica a terceira camada de segurança ao estacionar.
10 No Brasil, deve-se reconhecer que avançamos positivamente em alguns campos, como a
11 segurança do trabalho e códigos legais que brecaram, por força da lei e da fiscalização, as legiões
12 de mortos e mutilados. Mas ainda falhamos miseravelmente em criar uma mentalidade de
13 segurança.
14 Há quase uma década, na esteira da tragédia da Kiss, a RBS e o Ministério Público Estadual
15 lançaram a campanha Uma Vida Vale Muito, para despertar responsabilidades coletivas e
16 individuais. O alerta segue mais necessário do que nunca. Incêndios ori_inados em estufas,
17 fogões e fios consomem casas e desgraçam famílias. Nas estradas, 25 anos depois do novo
18 código de trânsito, o despreparo, o álcool, a falta de manutenção nos veículos e a
19 irresponsabilidade legam os efeitos de uma guerra a cada ano.
20 A Kiss e seus 242 mortos jamais serão esquecidos. Mas, além de reverenciar as vítimas e
21 buscar justiça, por que o Rio Grande do Sul não ajuda Santa Maria a se tornar um centro mundial
22 de referência em combate a incêndios e prevenção de tragédias? Hiroshima ho_e é um símbolo
23 da paz. Santa Maria poderia vir a ser a primeira grande cidade do país a assumir uma obse..ão
24 com a responsabilidade e, assim, se tornar a capital da segurança no continente.
25 Há muito por fazer. Desde sempre, sabemos que a média diária de mortos por afogamento
26 nos dias de calor no Estado passará de um por dia, o que leva a mais de uma centena de vidas
27 ceifadas por ano, muitas delas de crianças e adolescentes em açudes e rios. A tragédia é ainda
28 maior porque mortes por afogamento quase sempre são evitáveis. Os índices de..abariam se
29 todas as crianças tivessem no currículo aulas de natação – ainda que realizadas em piscinas
30 emprestadas ou alugadas ou mesmo em lagoas, sempre em situações controladas por
31 professores. Outras duas ações contra afogamentos exi_em responsabilidade individual: não se
32 expor ao risco no traiçoeiro mar gaúcho e enfiar na cabeça de adultos que não podem subir em
33 canoas e nem embarcar alguém sem que esteja usando colete salva-vidas. Um colete simples,
34 mas eficaz, custa R$ 49,99. É o preço de uma vida.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcelo-rech/noticia/2023/01/o-preco-da-vida-cldex5lid002p014s2xig7wst.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo, ou seja, semelhante ao do vocábulo “alerta” (l. 16).
Provas
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O preço da vida
Por Marcelo Rech
01 Certa vez, em viagem ao Japão, notei que o motorista do ônibus colocava um calço na roda
02 dianteira sempre que o veículo estacionava, mesmo que não fosse em uma ladeira íngreme.
03 Intrigado, perguntei por que fazia aquilo.
04
É para o caso de falharem os freios motor e de mão.
05 Em um arquipélago abatido por terremotos e tsunamis, segurança é uma questão cultural
06 e de educação, acima de tudo. Os japoneses aprendem desde a infância que acidentes são
07 evitados com medidas práticas e que mesmo catástrofes podem ser aplacadas por prevenção,
08 treinamento e cuidados com a vida alheia. É por isso, e não só por temer a punição, que o
09 motorista aplica a terceira camada de segurança ao estacionar.
10 No Brasil, deve-se reconhecer que avançamos positivamente em alguns campos, como a
11 segurança do trabalho e códigos legais que brecaram, por força da lei e da fiscalização, as legiões
12 de mortos e mutilados. Mas ainda falhamos miseravelmente em criar uma mentalidade de
13 segurança.
14 Há quase uma década, na esteira da tragédia da Kiss, a RBS e o Ministério Público Estadual
15 lançaram a campanha Uma Vida Vale Muito, para despertar responsabilidades coletivas e
16 individuais. O alerta segue mais necessário do que nunca. Incêndios ori_inados em estufas,
17 fogões e fios consomem casas e desgraçam famílias. Nas estradas, 25 anos depois do novo
18 código de trânsito, o despreparo, o álcool, a falta de manutenção nos veículos e a
19 irresponsabilidade legam os efeitos de uma guerra a cada ano.
20 A Kiss e seus 242 mortos jamais serão esquecidos. Mas, além de reverenciar as vítimas e
21 buscar justiça, por que o Rio Grande do Sul não ajuda Santa Maria a se tornar um centro mundial
22 de referência em combate a incêndios e prevenção de tragédias? Hiroshima ho_e é um símbolo
23 da paz. Santa Maria poderia vir a ser a primeira grande cidade do país a assumir uma obse..ão
24 com a responsabilidade e, assim, se tornar a capital da segurança no continente.
25 Há muito por fazer. Desde sempre, sabemos que a média diária de mortos por afogamento
26 nos dias de calor no Estado passará de um por dia, o que leva a mais de uma centena de vidas
27 ceifadas por ano, muitas delas de crianças e adolescentes em açudes e rios. A tragédia é ainda
28 maior porque mortes por afogamento quase sempre são evitáveis. Os índices de..abariam se
29 todas as crianças tivessem no currículo aulas de natação – ainda que realizadas em piscinas
30 emprestadas ou alugadas ou mesmo em lagoas, sempre em situações controladas por
31 professores. Outras duas ações contra afogamentos exi_em responsabilidade individual: não se
32 expor ao risco no traiçoeiro mar gaúcho e enfiar na cabeça de adultos que não podem subir em
33 canoas e nem embarcar alguém sem que esteja usando colete salva-vidas. Um colete simples,
34 mas eficaz, custa R$ 49,99. É o preço de uma vida.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcelo-rech/noticia/2023/01/o-preco-da-vida-cldex5lid002p014s2xig7wst.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta palavra de significado DIFERENTE do vocábulo “campos” (l. 10).
Provas
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O preço da vida
Por Marcelo Rech
01 Certa vez, em viagem ao Japão, notei que o motorista do ônibus colocava um calço na roda
02 dianteira sempre que o veículo estacionava, mesmo que não fosse em uma ladeira íngreme.
03 Intrigado, perguntei por que fazia aquilo.
04
É para o caso de falharem os freios motor e de mão.
05 Em um arquipélago abatido por terremotos e tsunamis, segurança é uma questão cultural
06 e de educação, acima de tudo. Os japoneses aprendem desde a infância que acidentes são
07 evitados com medidas práticas e que mesmo catástrofes podem ser aplacadas por prevenção,
08 treinamento e cuidados com a vida alheia. É por isso, e não só por temer a punição, que o
09 motorista aplica a terceira camada de segurança ao estacionar.
10 No Brasil, deve-se reconhecer que avançamos positivamente em alguns campos, como a
11 segurança do trabalho e códigos legais que brecaram, por força da lei e da fiscalização, as legiões
12 de mortos e mutilados. Mas ainda falhamos miseravelmente em criar uma mentalidade de
13 segurança.
14 Há quase uma década, na esteira da tragédia da Kiss, a RBS e o Ministério Público Estadual
15 lançaram a campanha Uma Vida Vale Muito, para despertar responsabilidades coletivas e
16 individuais. O alerta segue mais necessário do que nunca. Incêndios ori_inados em estufas,
17 fogões e fios consomem casas e desgraçam famílias. Nas estradas, 25 anos depois do novo
18 código de trânsito, o despreparo, o álcool, a falta de manutenção nos veículos e a
19 irresponsabilidade legam os efeitos de uma guerra a cada ano.
20 A Kiss e seus 242 mortos jamais serão esquecidos. Mas, além de reverenciar as vítimas e
21 buscar justiça, por que o Rio Grande do Sul não ajuda Santa Maria a se tornar um centro mundial
22 de referência em combate a incêndios e prevenção de tragédias? Hiroshima ho_e é um símbolo
23 da paz. Santa Maria poderia vir a ser a primeira grande cidade do país a assumir uma obse..ão
24 com a responsabilidade e, assim, se tornar a capital da segurança no continente.
25 Há muito por fazer. Desde sempre, sabemos que a média diária de mortos por afogamento
26 nos dias de calor no Estado passará de um por dia, o que leva a mais de uma centena de vidas
27 ceifadas por ano, muitas delas de crianças e adolescentes em açudes e rios. A tragédia é ainda
28 maior porque mortes por afogamento quase sempre são evitáveis. Os índices de..abariam se
29 todas as crianças tivessem no currículo aulas de natação – ainda que realizadas em piscinas
30 emprestadas ou alugadas ou mesmo em lagoas, sempre em situações controladas por
31 professores. Outras duas ações contra afogamentos exi_em responsabilidade individual: não se
32 expor ao risco no traiçoeiro mar gaúcho e enfiar na cabeça de adultos que não podem subir em
33 canoas e nem embarcar alguém sem que esteja usando colete salva-vidas. Um colete simples,
34 mas eficaz, custa R$ 49,99. É o preço de uma vida.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcelo-rech/noticia/2023/01/o-preco-da-vida-cldex5lid002p014s2xig7wst.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
Provas
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Gerenciar melhor as emoções pode prevenir envelhecimento
(Revista Planeta)
01 Acredita-se que emoções negativas, ansiedade e depressão promovam o aparecimento
02 de doenças neurodegenerativas e demência. Mas qual é o seu impacto no cérebro e como seus
03 efeitos deletérios podem ser limitados?
04 Neurocientistas liderados pela Universidade de Genebra (UNIGE, na Suíça) observaram a
05 ativação do cérebro de jovens e idosos quando confrontados com o sofrimento psicológico de
06 outras pessoas. As conexões neuronais dos idosos apresentam significativa inércia emocional:
07 as emoções negativas as modificam excessivamente e por um longo período de tempo,
08 principalmente no córtex cingulado posterior e na amígdala, duas regiões cerebrais fortemente
09 envolvidas no gerenciamento das emoções e na memória autobiográfica.
10 Esses resultados, publicados na revista Nature Aging, indicam que um melhor
11 gerenciamento dessas emoções – por meio da meditação, por exemplo – pode ajudar a limitar
12 a neurodegeneração.
13 Mecanismos de recuperação
14 Nos últimos 20 anos, os neurocientistas têm observado como o cérebro reage às emoções.
15 “Estamos começando a entender o que acontece no momento da percepção de um estímulo
16 emocional”, explicou a dra. Olga Klimecki, do Centro Suíço de Ciências Afetivas da
17 UNIGE e do Centro Alemão de Doenças Neurodegenerativas, autora correspondente do estudo,
18 realizado no âmbito de um projeto de investigação europeu codirigido pela UNIGE. “No entanto,
19 o que acontece depois permanece um mistério. Como o cérebro muda de uma emoção para
20 outra? Como ele retorna ao seu estado inicial? A variabilidade emocional muda com a idade?
21 Quais são as consequências para o cérebro do gerenciamento das emoções?”
22 Estudos anteriores em psicologia mostraram que a capacidade de mudar as emoções
23 rapidamente é benéfica para a saúde mental. Por outro lado, as pessoas que não conseguem
24 regular suas emoções e permanecem no mesmo estado emocional por muito tempo correm maior
25 risco de depressão.
26 “Nosso objetivo foi determinar qual traço cerebral permanece após a de
27 cenas emocionais, a fim de que fosse avaliada a reação do cérebro e, principalmente, seus
28 mecanismos de recuperação. Focamos nos idosos, a fim de identificar possíveis diferenças entre
29 o envelhecimento normal e o patológico”, disse Patrik Vuilleumier, professor do Departamento
30 de Neurociências Básicas da Faculdade de Medicina e do Centro Suíço de Ciências Afetivas da
31 UNIGE, que codirigiu esse trabalho.
(Disponível em: https://www.revistaplaneta.com.br 13/01/23– fragmento de texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre as palavras que compõem o primeiro parágrafo do texto, avalie as afirmações que seguem, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) No vocábulo ‘depressão’, o til é um acento que marca a sílaba tônica.
( ) ‘é’ e ‘cérebro’ são acentuadas em virtude da mesma regra.
( ) ‘demência’ e ‘deletérios’ são acentuadas em razão da mesma regra.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Provas
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Gerenciar melhor as emoções pode prevenir envelhecimento
(Revista Planeta)
01 Acredita-se que emoções negativas, ansiedade e depressão promovam o aparecimento
02 de doenças neurodegenerativas e demência. Mas qual é o seu impacto no cérebro e como seus
03 efeitos deletérios podem ser limitados?
04 Neurocientistas liderados pela Universidade de Genebra (UNIGE, na Suíça) observaram a
05 ativação do cérebro de jovens e idosos quando confrontados com o sofrimento psicológico de
06 outras pessoas. As conexões neuronais dos idosos apresentam significativa inércia emocional:
07 as emoções negativas as modificam excessivamente e por um longo período de tempo,
08 principalmente no córtex cingulado posterior e na amígdala, duas regiões cerebrais fortemente
09 envolvidas no gerenciamento das emoções e na memória autobiográfica.
10 Esses resultados, publicados na revista Nature Aging, indicam que um melhor
11 gerenciamento dessas emoções – por meio da meditação, por exemplo – pode ajudar a limitar
12 a neurodegeneração.
13 Mecanismos de recuperação
14 Nos últimos 20 anos, os neurocientistas têm observado como o cérebro reage às emoções.
15 “Estamos começando a entender o que acontece no momento da percepção de um estímulo
16 emocional”, explicou a dra. Olga Klimecki, do Centro Suíço de Ciências Afetivas da
17 UNIGE e do Centro Alemão de Doenças Neurodegenerativas, autora correspondente do estudo,
18 realizado no âmbito de um projeto de investigação europeu codirigido pela UNIGE. “No entanto,
19 o que acontece depois permanece um mistério. Como o cérebro muda de uma emoção para
20 outra? Como ele retorna ao seu estado inicial? A variabilidade emocional muda com a idade?
21 Quais são as consequências para o cérebro do gerenciamento das emoções?”
22 Estudos anteriores em psicologia mostraram que a capacidade de mudar as emoções
23 rapidamente é benéfica para a saúde mental. Por outro lado, as pessoas que não conseguem
24 regular suas emoções e permanecem no mesmo estado emocional por muito tempo correm maior
25 risco de depressão.
26 “Nosso objetivo foi determinar qual traço cerebral permanece após a de
27 cenas emocionais, a fim de que fosse avaliada a reação do cérebro e, principalmente, seus
28 mecanismos de recuperação. Focamos nos idosos, a fim de identificar possíveis diferenças entre
29 o envelhecimento normal e o patológico”, disse Patrik Vuilleumier, professor do Departamento
30 de Neurociências Básicas da Faculdade de Medicina e do Centro Suíço de Ciências Afetivas da
31 UNIGE, que codirigiu esse trabalho.
(Disponível em: https://www.revistaplaneta.com.br 13/01/23– fragmento de texto adaptado especialmente para esta prova).
Considere as seguintes propostas de alteração em situações textuais:
I. Retirada de ‘excessivamente e por um longo período de tempo’ (l. 07).
II. Troca de ‘inicial’ (l. 20) por ‘prosaico’.
III. Uso de ‘prematuros’ em lugar de ‘anteriores’ (l. 22).
Quais provocam alteração de sentido nos respectivos contextos de ocorrência?
Provas
Caderno Container