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Foram encontradas 235 questões.

4069071 Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Novo Planalto-GO
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Leia o texto II e responda à questão.
Texto II
O Bicho
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Bandeira, Manuel. Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-o-bicho-manuel-bandeira/
O poema pode estabelecer relação intertextual temática com obras que abordam a animalização do homem em contextos de miséria. Isso reflete características contextuais de que fase da literatura brasileira?
 

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4069070 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Novo Planalto-GO
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Leia o texto II e responda à questão.
Texto II
O Bicho
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Bandeira, Manuel. Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-o-bicho-manuel-bandeira/
Se um autor contemporâneo reescrever o poema mantendo o contraste entre “bicho” e “homem”, mas situando-o em ambiente tecnológico (por exemplo, catadores de lixo eletrônico), isso caracteriza:
 

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4069069 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Novo Planalto-GO
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Leia o texto II e responda à questão.
Texto II
O Bicho
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Bandeira, Manuel. Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-o-bicho-manuel-bandeira/
O efeito de sentido predominante na repetição anafórica de “Não era um…” é:
 

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4069068 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Novo Planalto-GO
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Leia o texto II e responda à questão.
Texto II
O Bicho
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Bandeira, Manuel. Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-o-bicho-manuel-bandeira/
A progressão temática do poema contribui para a coerência ao:
 

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4069067 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Novo Planalto-GO
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Leia o texto II e responda à questão.
Texto II
O Bicho
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Bandeira, Manuel. Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-o-bicho-manuel-bandeira/
O "caráter polissêmico" refere-se à característica de uma palavra ter múltiplos significados que dependem do contexto em que é usada. Uma mesma palavra pode ser usada em diferentes situações, preservando uma relação semântica entre seus sentidos. Desse modo, o termo “bicho” no poema assume um valor:
 

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4069066 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Novo Planalto-GO
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Leia o texto II e responda à questão.
Texto II
O Bicho
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Bandeira, Manuel. Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-o-bicho-manuel-bandeira/
A reescritura mais fiel ao sentido global do poema é:
 

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4069065 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Novo Planalto-GO
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Leia o texto I e responda à questão.
Texto I
É possível acabar com os testes em animais?
Em julho, o Brasil proibiu o uso de bichos em estudos de cosméticos.
Um laboratório silencioso, entre fileiras de gaiolas metálicas, um camundongo branco é pesado e catalogado. Ele nunca verá o Sol nem deixará a jaula. Foi criado para um único propósito: testar se uma nova substância é segura para humanos. Nasceu para morrer. O seu corpo pequeno e anônimo move uma engrenagem que sustenta a ciência há séculos. Todos os dias, animais participam de estudos que antecedem a chegada de medicamentos, vacinas, cosméticos e agrotóxicos ao mercado. Como testar se determinado produto causa câncer? (...) até que ponto é aceitável submeter esses seres a procedimentos que, por vezes, não seriam moralmente toleráveis em humanos? Não só: testes em animais nem sempre reproduzem com precisão o funcionamento do corpo humano. Mesmo compartilhando semelhanças biológicas, as diferenças entre espécies são profundas. “O homem não é um rato de 70 quilos”, disse ao New York Times Thomas Hartung, toxicologista da Universidade Johns Hopkins.
Adaptado. Lopes, Luiza. 21 nov. 2025. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/e-possivel-acabar-com-os-testesem-animais/ 
Considere o fragmento: “um laboratório silencioso, entre fileiras de gaiolas metálicas”. Quanto ao aspecto fonológico, é correto afirmar:
 

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4069064 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Novo Planalto-GO
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Leia o texto I e responda à questão.
Texto I
É possível acabar com os testes em animais?
Em julho, o Brasil proibiu o uso de bichos em estudos de cosméticos.
Um laboratório silencioso, entre fileiras de gaiolas metálicas, um camundongo branco é pesado e catalogado. Ele nunca verá o Sol nem deixará a jaula. Foi criado para um único propósito: testar se uma nova substância é segura para humanos. Nasceu para morrer. O seu corpo pequeno e anônimo move uma engrenagem que sustenta a ciência há séculos. Todos os dias, animais participam de estudos que antecedem a chegada de medicamentos, vacinas, cosméticos e agrotóxicos ao mercado. Como testar se determinado produto causa câncer? (...) até que ponto é aceitável submeter esses seres a procedimentos que, por vezes, não seriam moralmente toleráveis em humanos? Não só: testes em animais nem sempre reproduzem com precisão o funcionamento do corpo humano. Mesmo compartilhando semelhanças biológicas, as diferenças entre espécies são profundas. “O homem não é um rato de 70 quilos”, disse ao New York Times Thomas Hartung, toxicologista da Universidade Johns Hopkins.
Adaptado. Lopes, Luiza. 21 nov. 2025. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/e-possivel-acabar-com-os-testesem-animais/ 
Ao afirmar “O homem não é um rato de 70 quilos”, o toxicologista utiliza um recurso pragmático cujo efeito principal é:
 

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4069063 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Novo Planalto-GO
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Leia o texto I e responda à questão.
Texto I
É possível acabar com os testes em animais?
Em julho, o Brasil proibiu o uso de bichos em estudos de cosméticos.
Um laboratório silencioso, entre fileiras de gaiolas metálicas, um camundongo branco é pesado e catalogado. Ele nunca verá o Sol nem deixará a jaula. Foi criado para um único propósito: testar se uma nova substância é segura para humanos. Nasceu para morrer. O seu corpo pequeno e anônimo move uma engrenagem que sustenta a ciência há séculos. Todos os dias, animais participam de estudos que antecedem a chegada de medicamentos, vacinas, cosméticos e agrotóxicos ao mercado. Como testar se determinado produto causa câncer? (...) até que ponto é aceitável submeter esses seres a procedimentos que, por vezes, não seriam moralmente toleráveis em humanos? Não só: testes em animais nem sempre reproduzem com precisão o funcionamento do corpo humano. Mesmo compartilhando semelhanças biológicas, as diferenças entre espécies são profundas. “O homem não é um rato de 70 quilos”, disse ao New York Times Thomas Hartung, toxicologista da Universidade Johns Hopkins.
Adaptado. Lopes, Luiza. 21 nov. 2025. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/e-possivel-acabar-com-os-testesem-animais/ 
No texto, encontra-se o trecho: “Como testar se determinado produto causa câncer?”. A regência do verbo causar encontra-se corretamente interpretada em:
 

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4069062 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Novo Planalto-GO
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Leia o texto I e responda à questão.
Texto I
É possível acabar com os testes em animais?
Em julho, o Brasil proibiu o uso de bichos em estudos de cosméticos.
Um laboratório silencioso, entre fileiras de gaiolas metálicas, um camundongo branco é pesado e catalogado. Ele nunca verá o Sol nem deixará a jaula. Foi criado para um único propósito: testar se uma nova substância é segura para humanos. Nasceu para morrer. O seu corpo pequeno e anônimo move uma engrenagem que sustenta a ciência há séculos. Todos os dias, animais participam de estudos que antecedem a chegada de medicamentos, vacinas, cosméticos e agrotóxicos ao mercado. Como testar se determinado produto causa câncer? (...) até que ponto é aceitável submeter esses seres a procedimentos que, por vezes, não seriam moralmente toleráveis em humanos? Não só: testes em animais nem sempre reproduzem com precisão o funcionamento do corpo humano. Mesmo compartilhando semelhanças biológicas, as diferenças entre espécies são profundas. “O homem não é um rato de 70 quilos”, disse ao New York Times Thomas Hartung, toxicologista da Universidade Johns Hopkins.
Adaptado. Lopes, Luiza. 21 nov. 2025. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/e-possivel-acabar-com-os-testesem-animais/ 
No trecho “Nasceu para morrer. O seu corpo pequeno e anônimo move uma engrenagem que sustenta a ciência há séculos”, o termo “engrenagem” assume valor:
 

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