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Foram encontradas 50 questões.

2232900 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Oeiras-PI
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Uma cesta de frutas possui N peras, após retirar 20 peras desta cesta, sobraram 60% das peras que havia inicialmente. A opção que contém a informação correta sobre N é:

 

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2232899 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Oeiras-PI
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As irmãs Amanda, Priscila, Aline, Bianca e Maria decidem ir ao shopping, cada uma vai por um caminho diferente e todas chegaram em horários diferentes. Sabendo que:

!$ \bullet !$ Amanda chegou antes de Priscila.

!$ \bullet !$ Priscila chegou depois de Bianca.

!$ \bullet !$ Bianca chegou depois de Amanda.

!$ \bullet !$ Aline chegou depois de Priscila.

!$ \bullet !$ Maria chegou depois de Aline.

Quem foi a primeira e a última a chegar ao shopping, respectivamente?

 

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2232898 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Oeiras-PI
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Um restaurante possui disponível para montar uma refeição, quatro sabores de suco, três tipos de sobremesa e três opções de prato principal. Para montar uma refeição, é necessário escolher uma opção de suco, uma opção de prato principal e uma opção de sobremesa. De quantas maneiras distintas é possível montar uma refeição?

 

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2232897 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Oeiras-PI
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Uma empresa de alimentos produz diariamente 500 kg de castanhas assadas, a castanha assada é colocada em embalagens com 2 kg e vendida em caixas com vinte e cinco destas embalagens. Quantas caixas esta empresa consegue produzir em 10 dias?

 

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2232896 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Oeiras-PI
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Os números naturais de 1 a 9 estão distribuídos na tabela 3x3 abaixo de modo que a soma dos elementos da primeira linha é 10 e a soma dos elementos da segunda linha é 20. Sabendo disso, a opção que contém a informação correta sobre a tabela é:

x y z
a b c
3 4 8

 

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2232895 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Oeiras-PI
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Em uma mesa há nove cartões numerados de 1 a 9. Isabel pegou dois cartões cujo produto dos números dos cartões é 30. Rita pegou três cartões cujo produto dos números dos cartões é 42. A soma dos números dos quatro cartões deixados sobre a mesa é:

 

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Sobrecarga psicológica é pior para mulheres na pandemia, diz estudo

Estudos revelam que as mulheres são as que mais sofrem com a sobrecarga psicológica causada pela crise.

A ansiedade e o estresse que acompanham a pandemia do novo coronavírus têm impactado a saúde mental das pessoas em todo o mundo, mas novos estudos revelam que as mulheres são as que mais sofrem com a sobrecarga psicológica causada pela crise. A preocupação em não se contaminar e garantir o equilíbrio da situação financeira da família enquanto trabalham e cuidam dos filhos fez escalar o número de homens e mulheres que relataram algum tipo de abalo psicológico desde o início de março.

A discrepância dos dados entre eles e elas, porém, chama a atenção de especialistas, que avaliam que o aumento vigoroso dos níveis de ansiedade pode gerar problemas ainda mais graves na sociedade pós-pandemia.

Pesquisa da Kaiser Family Foundation mostra que 32% dos adultos nos Estados Unidos diziam, no meio de março, que a inquietação e o estresse com o coronavírus impactaram de forma negativa sua saúde mental. Duas semanas depois, esse número saltou para 45%. No primeiro momento, quando a pandemia ainda não havia chegado em seu pico em diversos países, eram 36% as mulheres que reportavam impacto em sua saúde mental ante 27% dos homens. No fim de março, a pesquisa mostra que entre as mulheres o choque foi maior: 53% delas afirmaram que tiveram o emocional abalado de alguma forma, enquanto 37% dos homens tiveram a mesma percepção na época.

A psicóloga Maryam Abdullah, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, afirma que as taxas de ansiedade entre as mulheres eram mais altas que as dos homens mesmo antes da pandemia e que o cenário acaba ressaltado em temporadas de crise – e deve piorar.

Na maioria das famílias, ela explica, as mulheres acumulam diferentes atividades e têm maior senso de responsabilidade e cuidado do que os homens. "Essa é uma tendência. A pandemia destaca as diferenças entre gênero, raça, classe social e outras características da nossa sociedade. Obviamente as mulheres estão cuidando das crianças, trabalhando, e muitas delas são chefes de famílias. Ter que lidar com essas responsabilidades sem o suporte para cuidar de seus filhos ou delas mesmas gera sobrecarga", diz Abdullah.

A rede de apoio externa, que pode envolver escola, creche ou mesmo amigos e parentes que costumam auxiliar a cuidar das crianças, foi suprimida com a pandemia, o que escancarou as discrepâncias domésticas.

Em casas com filhos menores de 18 anos, por exemplo, a pesquisa da KFF mostra que a diferença entre homens e mulheres que relataram abalo emocional em março passou de 5 para 25 pontos percentuais em duas semanas.

No fim de março, 57% das mães disseram sentir piora na saúde mental, ante 32% dos pais. Na quinzena anterior, eram 36% das mulheres e 31% dos homens. A especialista afirma que há diferentes razões para o abismo que marca a dinâmica de pais e mães na maioria das famílias. Ela pondera que muitos homens tentam e querem ajudar, mas que as atividades domésticas são, no geral, concentradas nas mulheres.

No caso das mães com bebês ou crianças pequenas, há uma demanda natural pela figura materna, principalmente durante o período de amamentação. No entanto, quando os filhos estão mais velhos, a mulher continua sendo o agente prioritário, que os leva à escola, desmarca ou marca compromissos e ajuda no dever de casa.

"São tempos sem precedentes e, às vezes, as mulheres só pensam: 'vou resolver isso, cuidar disso, terminar aquilo‘ e chegam no limite. Elas precisam falar: 'isso é o que eu consigo fazer, você pode me ajudar com aquilo?"

Os pais e mães representam um terço da força de trabalho nos Estados Unidos e uma das preocupações dos especialistas é que esse nível de estresse pode fazer com que as pessoas estejam à beira do esgotamento mental quando voltarem à rotina de seus empregos.

As consequências físicas e econômicas da crise do coronavírus parecem mais claras até aqui, mas especialistas afirmam que o impacto na saúde mental não pode ser ignorado. Abdullah diz que é preciso criar mecanismos para tentar lidar com o período que está por vir. A primeira coisa a fazer, explica, é parar de acumular funções e se permitir ter consciência de seus medos e inseguranças.

"A pandemia é uma das grandes transições da nossa sociedade. Precisamos desenvolver estratégias para chegar até o outro lado sem a ansiedade de não saber como o novo normal será."

(AGÊNCIA BRASIL. Sobrecarga psicológica é pior para mulheres na pandemia, diz estudo. Folha de Pernambuco, 28 abr. 2020. Com adaptações. Disponível em: <https://www.folhape.com.br/noticias/noticias/coronavirus/2020/04/28/NWS,138612,70,1668,NOTICIAS,2190-SOBRECARGA-PSICOLOGICA-PIOR-PARA-MULHERES-PANDEMIA-DIZ-ESTUDO.aspx>)

No texto, a palavra "pós-pandemia", está corretamente grafada com hífen. Dentre as palavras a seguir, indique a única que, segundo o Novo Acordo Ortográfico, deveria também estar grafada com hífen:

 

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Sobrecarga psicológica é pior para mulheres na pandemia, diz estudo

Estudos revelam que as mulheres são as que mais sofrem com a sobrecarga psicológica causada pela crise.

A ansiedade e o estresse que acompanham a pandemia do novo coronavírus têm impactado a saúde mental das pessoas em todo o mundo, mas novos estudos revelam que as mulheres são as que mais sofrem com a sobrecarga psicológica causada pela crise. A preocupação em não se contaminar e garantir o equilíbrio da situação financeira da família enquanto trabalham e cuidam dos filhos fez escalar o número de homens e mulheres que relataram algum tipo de abalo psicológico desde o início de março.

A discrepância dos dados entre eles e elas, porém, chama a atenção de especialistas, que avaliam que o aumento vigoroso dos níveis de ansiedade pode gerar problemas ainda mais graves na sociedade pós-pandemia.

Pesquisa da Kaiser Family Foundation mostra que 32% dos adultos nos Estados Unidos diziam, no meio de março, que a inquietação e o estresse com o coronavírus impactaram de forma negativa sua saúde mental. Duas semanas depois, esse número saltou para 45%. No primeiro momento, quando a pandemia ainda não havia chegado em seu pico em diversos países, eram 36% as mulheres que reportavam impacto em sua saúde mental ante 27% dos homens. No fim de março, a pesquisa mostra que entre as mulheres o choque foi maior: 53% delas afirmaram que tiveram o emocional abalado de alguma forma, enquanto 37% dos homens tiveram a mesma percepção na época.

A psicóloga Maryam Abdullah, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, afirma que as taxas de ansiedade entre as mulheres eram mais altas que as dos homens mesmo antes da pandemia e que o cenário acaba ressaltado em temporadas de crise – e deve piorar.

Na maioria das famílias, ela explica, as mulheres acumulam diferentes atividades e têm maior senso de responsabilidade e cuidado do que os homens. "Essa é uma tendência. A pandemia destaca as diferenças entre gênero, raça, classe social e outras características da nossa sociedade. Obviamente as mulheres estão cuidando das crianças, trabalhando, e muitas delas são chefes de famílias. Ter que lidar com essas responsabilidades sem o suporte para cuidar de seus filhos ou delas mesmas gera sobrecarga", diz Abdullah.

A rede de apoio externa, que pode envolver escola, creche ou mesmo amigos e parentes que costumam auxiliar a cuidar das crianças, foi suprimida com a pandemia, o que escancarou as discrepâncias domésticas.

Em casas com filhos menores de 18 anos, por exemplo, a pesquisa da KFF mostra que a diferença entre homens e mulheres que relataram abalo emocional em março passou de 5 para 25 pontos percentuais em duas semanas.

No fim de março, 57% das mães disseram sentir piora na saúde mental, ante 32% dos pais. Na quinzena anterior, eram 36% das mulheres e 31% dos homens. A especialista afirma que há diferentes razões para o abismo que marca a dinâmica de pais e mães na maioria das famílias. Ela pondera que muitos homens tentam e querem ajudar, mas que as atividades domésticas são, no geral, concentradas nas mulheres.

No caso das mães com bebês ou crianças pequenas, há uma demanda natural pela figura materna, principalmente durante o período de amamentação. No entanto, quando os filhos estão mais velhos, a mulher continua sendo o agente prioritário, que os leva à escola, desmarca ou marca compromissos e ajuda no dever de casa.

"São tempos sem precedentes e, às vezes, as mulheres só pensam: 'vou resolver isso, cuidar disso, terminar aquilo‘ e chegam no limite. Elas precisam falar: 'isso é o que eu consigo fazer, você pode me ajudar com aquilo?"

Os pais e mães representam um terço da força de trabalho nos Estados Unidos e uma das preocupações dos especialistas é que esse nível de estresse pode fazer com que as pessoas estejam à beira do esgotamento mental quando voltarem à rotina de seus empregos.

As consequências físicas e econômicas da crise do coronavírus parecem mais claras até aqui, mas especialistas afirmam que o impacto na saúde mental não pode ser ignorado. Abdullah diz que é preciso criar mecanismos para tentar lidar com o período que está por vir. A primeira coisa a fazer, explica, é parar de acumular funções e se permitir ter consciência de seus medos e inseguranças.

"A pandemia é uma das grandes transições da nossa sociedade. Precisamos desenvolver estratégias para chegar até o outro lado sem a ansiedade de não saber como o novo normal será."

(AGÊNCIA BRASIL. Sobrecarga psicológica é pior para mulheres na pandemia, diz estudo. Folha de Pernambuco, 28 abr. 2020. Com adaptações. Disponível em: <https://www.folhape.com.br/noticias/noticias/coronavirus/2020/04/28/NWS,138612,70,1668,NOTICIAS,2190-SOBRECARGA-PSICOLOGICA-PIOR-PARA-MULHERES-PANDEMIA-DIZ-ESTUDO.aspx>)

No texto, a expressão "a crise" retoma:

 

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Sobrecarga psicológica é pior para mulheres na pandemia, diz estudo

Estudos revelam que as mulheres são as que mais sofrem com a sobrecarga psicológica causada pela crise.

A ansiedade e o estresse que acompanham a pandemia do novo coronavírus têm impactado a saúde mental das pessoas em todo o mundo, mas novos estudos revelam que as mulheres são as que mais sofrem com a sobrecarga psicológica causada pela crise. A preocupação em não se contaminar e garantir o equilíbrio da situação financeira da família enquanto trabalham e cuidam dos filhos fez escalar o número de homens e mulheres que relataram algum tipo de abalo psicológico desde o início de março.

A discrepância dos dados entre eles e elas, porém, chama a atenção de especialistas, que avaliam que o aumento vigoroso dos níveis de ansiedade pode gerar problemas ainda mais graves na sociedade pós-pandemia.

Pesquisa da Kaiser Family Foundation mostra que 32% dos adultos nos Estados Unidos diziam, no meio de março, que a inquietação e o estresse com o coronavírus impactaram de forma negativa sua saúde mental. Duas semanas depois, esse número saltou para 45%. No primeiro momento, quando a pandemia ainda não havia chegado em seu pico em diversos países, eram 36% as mulheres que reportavam impacto em sua saúde mental ante 27% dos homens. No fim de março, a pesquisa mostra que entre as mulheres o choque foi maior: 53% delas afirmaram que tiveram o emocional abalado de alguma forma, enquanto 37% dos homens tiveram a mesma percepção na época.

A psicóloga Maryam Abdullah, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, afirma que as taxas de ansiedade entre as mulheres eram mais altas que as dos homens mesmo antes da pandemia e que o cenário acaba ressaltado em temporadas de crise – e deve piorar.

Na maioria das famílias, ela explica, as mulheres acumulam diferentes atividades e têm maior senso de responsabilidade e cuidado do que os homens. "Essa é uma tendência. A pandemia destaca as diferenças entre gênero, raça, classe social e outras características da nossa sociedade. Obviamente as mulheres estão cuidando das crianças, trabalhando, e muitas delas são chefes de famílias. Ter que lidar com essas responsabilidades sem o suporte para cuidar de seus filhos ou delas mesmas gera sobrecarga", diz Abdullah.

A rede de apoio externa, que pode envolver escola, creche ou mesmo amigos e parentes que costumam auxiliar a cuidar das crianças, foi suprimida com a pandemia, o que escancarou as discrepâncias domésticas.

Em casas com filhos menores de 18 anos, por exemplo, a pesquisa da KFF mostra que a diferença entre homens e mulheres que relataram abalo emocional em março passou de 5 para 25 pontos percentuais em duas semanas.

No fim de março, 57% das mães disseram sentir piora na saúde mental, ante 32% dos pais. Na quinzena anterior, eram 36% das mulheres e 31% dos homens. A especialista afirma que há diferentes razões para o abismo que marca a dinâmica de pais e mães na maioria das famílias. Ela pondera que muitos homens tentam e querem ajudar, mas que as atividades domésticas são, no geral, concentradas nas mulheres.

No caso das mães com bebês ou crianças pequenas, há uma demanda natural pela figura materna, principalmente durante o período de amamentação. No entanto, quando os filhos estão mais velhos, a mulher continua sendo o agente prioritário, que os leva à escola, desmarca ou marca compromissos e ajuda no dever de casa.

"São tempos sem precedentes e, às vezes, as mulheres só pensam: 'vou resolver isso, cuidar disso, terminar aquilo‘ e chegam no limite. Elas precisam falar: 'isso é o que eu consigo fazer, você pode me ajudar com aquilo?"

Os pais e mães representam um terço da força de trabalho nos Estados Unidos e uma das preocupações dos especialistas é que esse nível de estresse pode fazer com que as pessoas estejam à beira do esgotamento mental quando voltarem à rotina de seus empregos.

As consequências físicas e econômicas da crise do coronavírus parecem mais claras até aqui, mas especialistas afirmam que o impacto na saúde mental não pode ser ignorado. Abdullah diz que é preciso criar mecanismos para tentar lidar com o período que está por vir. A primeira coisa a fazer, explica, é parar de acumular funções e se permitir ter consciência de seus medos e inseguranças.

"A pandemia é uma das grandes transições da nossa sociedade. Precisamos desenvolver estratégias para chegar até o outro lado sem a ansiedade de não saber como o novo normal será."

(AGÊNCIA BRASIL. Sobrecarga psicológica é pior para mulheres na pandemia, diz estudo. Folha de Pernambuco, 28 abr. 2020. Com adaptações. Disponível em: <https://www.folhape.com.br/noticias/noticias/coronavirus/2020/04/28/NWS,138612,70,1668,NOTICIAS,2190-SOBRECARGA-PSICOLOGICA-PIOR-PARA-MULHERES-PANDEMIA-DIZ-ESTUDO.aspx>)

Dentre os trechos a seguir, presentes no texto, o único em que as vírgulas NÃO estão sendo usadas com a mesma função que em "[...] as diferenças entre gênero, raça, classe social [...]" é:

 

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Sobrecarga psicológica é pior para mulheres na pandemia, diz estudo

Estudos revelam que as mulheres são as que mais sofrem com a sobrecarga psicológica causada pela crise.

A ansiedade e o estresse que acompanham a pandemia do novo coronavírus têm impactado a saúde mental das pessoas em todo o mundo, mas novos estudos revelam que as mulheres são as que mais sofrem com a sobrecarga psicológica causada pela crise. A preocupação em não se contaminar e garantir o equilíbrio da situação financeira da família enquanto trabalham e cuidam dos filhos fez escalar o número de homens e mulheres que relataram algum tipo de abalo psicológico desde o início de março.

A discrepância dos dados entre eles e elas, porém, chama a atenção de especialistas, que avaliam que o aumento vigoroso dos níveis de ansiedade pode gerar problemas ainda mais graves na sociedade pós-pandemia.

Pesquisa da Kaiser Family Foundation mostra que 32% dos adultos nos Estados Unidos diziam, no meio de março, que a inquietação e o estresse com o coronavírus impactaram de forma negativa sua saúde mental. Duas semanas depois, esse número saltou para 45%. No primeiro momento, quando a pandemia ainda não havia chegado em seu pico em diversos países, eram 36% as mulheres que reportavam impacto em sua saúde mental ante 27% dos homens. No fim de março, a pesquisa mostra que entre as mulheres o choque foi maior: 53% delas afirmaram que tiveram o emocional abalado de alguma forma, enquanto 37% dos homens tiveram a mesma percepção na época.

A psicóloga Maryam Abdullah, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, afirma que as taxas de ansiedade entre as mulheres eram mais altas que as dos homens mesmo antes da pandemia e que o cenário acaba ressaltado em temporadas de crise – e deve piorar.

Na maioria das famílias, ela explica, as mulheres acumulam diferentes atividades e têm maior senso de responsabilidade e cuidado do que os homens. "Essa é uma tendência. A pandemia destaca as diferenças entre gênero, raça, classe social e outras características da nossa sociedade. Obviamente as mulheres estão cuidando das crianças, trabalhando, e muitas delas são chefes de famílias. Ter que lidar com essas responsabilidades sem o suporte para cuidar de seus filhos ou delas mesmas gera sobrecarga", diz Abdullah.

A rede de apoio externa, que pode envolver escola, creche ou mesmo amigos e parentes que costumam auxiliar a cuidar das crianças, foi suprimida com a pandemia, o que escancarou as discrepâncias domésticas.

Em casas com filhos menores de 18 anos, por exemplo, a pesquisa da KFF mostra que a diferença entre homens e mulheres que relataram abalo emocional em março passou de 5 para 25 pontos percentuais em duas semanas.

No fim de março, 57% das mães disseram sentir piora na saúde mental, ante 32% dos pais. Na quinzena anterior, eram 36% das mulheres e 31% dos homens. A especialista afirma que há diferentes razões para o abismo que marca a dinâmica de pais e mães na maioria das famílias. Ela pondera que muitos homens tentam e querem ajudar, mas que as atividades domésticas são, no geral, concentradas nas mulheres.

No caso das mães com bebês ou crianças pequenas, há uma demanda natural pela figura materna, principalmente durante o período de amamentação. No entanto, quando os filhos estão mais velhos, a mulher continua sendo o agente prioritário, que os leva à escola, desmarca ou marca compromissos e ajuda no dever de casa.

"São tempos sem precedentes e, às vezes, as mulheres só pensam: 'vou resolver isso, cuidar disso, terminar aquilo‘ e chegam no limite. Elas precisam falar: 'isso é o que eu consigo fazer, você pode me ajudar com aquilo?"

Os pais e mães representam um terço da força de trabalho nos Estados Unidos e uma das preocupações dos especialistas é que esse nível de estresse pode fazer com que as pessoas estejam à beira do esgotamento mental quando voltarem à rotina de seus empregos.

As consequências físicas e econômicas da crise do coronavírus parecem mais claras até aqui, mas especialistas afirmam que o impacto na saúde mental não pode ser ignorado. Abdullah diz que é preciso criar mecanismos para tentar lidar com o período que está por vir. A primeira coisa a fazer, explica, é parar de acumular funções e se permitir ter consciência de seus medos e inseguranças.

"A pandemia é uma das grandes transições da nossa sociedade. Precisamos desenvolver estratégias para chegar até o outro lado sem a ansiedade de não saber como o novo normal será."

(AGÊNCIA BRASIL. Sobrecarga psicológica é pior para mulheres na pandemia, diz estudo. Folha de Pernambuco, 28 abr. 2020. Com adaptações. Disponível em: <https://www.folhape.com.br/noticias/noticias/coronavirus/2020/04/28/NWS,138612,70,1668,NOTICIAS,2190-SOBRECARGA-PSICOLOGICA-PIOR-PARA-MULHERES-PANDEMIA-DIZ-ESTUDO.aspx>)

A palavra "funções" é plural de "função". Considerando isso, indique, dentre as palavras a seguir, a única que, quando flexionada no plural, NÃO apresenta terminação em "ões":

 

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