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O gráfico mostra o faturamento e as despesas de uma pequena empresa nos cinco primeiros meses de um ano. Sabe-se, ainda, que lucro é a diferença entre faturamento e despesa, nessa ordem.

Sabendo que a soma dos lucros obtidos por essa empresa nos meses de janeiro a junho foi igual a R$ 41.000,00 e que em junho a razão entre seu faturamento e sua despesa, nessa ordem, foi igual a \( \dfrac{5}{3} \), então a soma dos faturamentos da empresa nos meses de janeiro a junho foi igual a
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A professora Mariana propôs para seus alunos o seguinte problema:
Três máquinas idênticas fazem, juntas, um serviço em 2 horas e 45 minutos. Se tivéssemos quatro dessas máquinas trabalhando juntas, em quanto tempo elas realizariam esse mesmo serviço?
Um de seus alunos apresentou a seguinte resposta:
3 máquinas ——— 165 minutos
4 máquinas ——— x minutos
3x = 660
x = 220
Resposta: 3 horas e 40 minutos
Com relação à resposta apresentada pelo aluno, é correto afirmar que está
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- FundamentosOperações FundamentaisDivisão
- FundamentosFrações e Números DecimaisFraçõesDízimas Periódicas
- FundamentosFrações e Números DecimaisDecimais
Mônica dividiu o número de alunos matriculados no período matutino de sua escola pelo número de alunos matriculados no período vespertino e obteve o número decimal 2,8333..., ou seja, a dízima periódica \( 2,8\overline{3} \). Sabendo que o número de alunos matriculados no período matutino é um número entre 250 e 260, é correto concluir que o número total de alunos dessa escola, matriculados nos dois períodos, é igual a
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No dia 11 de dezembro, um comerciante aumentou o preço de uma mercadoria em 10%. Como as vendas que se seguiram ao aumento diminuíram muito, ele resolveu dar um desconto de 5% sobre o novo preço, a partir do que o produto passou a custar R$ 50,16. O preço desse produto antes do aumento do dia 11 de dezembro era de
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Mariana pagou com uma nota de R$ 20,00 uma compra na papelaria no valor de R$ 12,25. Para facilitar o troco, o vendedor pediu que Mariana desse também uma nota de R$ 2,00 e uma moeda de R$ 0,50. Ela deu o que ele havia pedido e recebeu corretamente de troco uma nota e uma moeda de, respectivamente,
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As regras empregadas para acentuar as palavras mistério, trânsito e já são as mesmas aplicadas, respectivamente, às palavras:
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Leia o texto de Walcyr Carrasco para responder às questões de números 11 a 14.
Dias Tortos
É um mistério do trânsito. A pista do lado sempre anda mais que a minha! Pior. Há dias em que todos os semáforos ficam vermelhos quando me aproximo. Sempre quando tenho compromissos inadiáveis.
Passo semanas planejando ir a um restaurante do qual falam de um bacalhau fantástico. Cinquenta minutos de espera. Mal pego o cardápio, o garçom anuncia:
– O bacalhau hoje saiu todo…
Ahhhhhhhhhh! Filas de supermercado também me aterrorizam. Permaneço um tempão à espera. Quando a senhora à minha frente está terminando de passar os produtos, a caixa descobre uma melancia sem preço. Chama um rapaz para verificar. Ele demora horas. Finalmente a melancia é cobrada. A pessoa resolve pagar com cartão de débito. Mas esqueceu a senha. Ou o cartão não passa. Vem o gerente para resolver. E eu espero, espero! Quando chega a minha vez, a mocinha avisa:
– Um instantinho!
É a hora de mudar de caixa! Ela conta moeda por moeda. A substituta troca o carretel de papel. Levanta-se para falar com o gerente. Todos os outros caixas estão vazios! Mas já tirei meus produtos do carrinho! E vai e vem, e vai e vem. Tenho vontade de berrar, mas dou apenas um longo suspiro.
Nas lojas, sempre há um obstáculo. Como uma senhora que pede dez pacotes de presente, todos com lacinhos, enquanto espero! Ou na livraria onde um senhor resolve contar a vida para o caixa, em detalhes!
Há dias que são assim, tortos. Tudo conspira para dar errado. Mas, felizmente, outros são o contrário. Acordo feliz sem saber por quê. Os semáforos estão verdes. Não há filas! A mocinha do caixa sorri e tenho vontade de bater papo com ela! Será coisa do destino?
Será que todos os dias são iguais, com coisas desagradáveis ou não? Serei eu que em alguns dias acho tudo péssimo e em outros, maravilhoso? Talvez seja essa a grande questão!
(VEJA-SP, 30.05.2007. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase do segundo parágrafo está reescrita seguindo a norma-padrão de regência verbal e nominal.
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Leia o texto de Walcyr Carrasco para responder às questões de números 11 a 14.
Dias Tortos
É um mistério do trânsito. A pista do lado sempre anda mais que a minha! Pior. Há dias em que todos os semáforos ficam vermelhos quando me aproximo. Sempre quando tenho compromissos inadiáveis.
Passo semanas planejando ir a um restaurante do qual falam de um bacalhau fantástico. Cinquenta minutos de espera. Mal pego o cardápio, o garçom anuncia:
– O bacalhau hoje saiu todo…
Ahhhhhhhhhh! Filas de supermercado também me aterrorizam. Permaneço um tempão à espera. Quando a senhora à minha frente está terminando de passar os produtos, a caixa descobre uma melancia sem preço. Chama um rapaz para verificar. Ele demora horas. Finalmente a melancia é cobrada. A pessoa resolve pagar com cartão de débito. Mas esqueceu a senha. Ou o cartão não passa. Vem o gerente para resolver. E eu espero, espero! Quando chega a minha vez, a mocinha avisa:
– Um instantinho!
É a hora de mudar de caixa! Ela conta moeda por moeda. A substituta troca o carretel de papel. Levanta-se para falar com o gerente. Todos os outros caixas estão vazios! Mas já tirei meus produtos do carrinho! E vai e vem, e vai e vem. Tenho vontade de berrar, mas dou apenas um longo suspiro.
Nas lojas, sempre há um obstáculo. Como uma senhora que pede dez pacotes de presente, todos com lacinhos, enquanto espero! Ou na livraria onde um senhor resolve contar a vida para o caixa, em detalhes!
Há dias que são assim, tortos. Tudo conspira para dar errado. Mas, felizmente, outros são o contrário. Acordo feliz sem saber por quê. Os semáforos estão verdes. Não há filas! A mocinha do caixa sorri e tenho vontade de bater papo com ela! Será coisa do destino?
Será que todos os dias são iguais, com coisas desagradáveis ou não? Serei eu que em alguns dias acho tudo péssimo e em outros, maravilhoso? Talvez seja essa a grande questão!
(VEJA-SP, 30.05.2007. Adaptado)
Considere as passagens do texto.
• Mas já tirei meus produtos do carrinho! (6º parágrafo)
• Serei eu que em alguns dias acho tudo péssimo e em outros, maravilhoso? (último parágrafo)
É correto afirmar que o emprego do ponto de exclamação e o da vírgula indicam, respectivamente:
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Leia o texto de Walcyr Carrasco para responder às questões de números 11 a 14.
Dias Tortos
É um mistério do trânsito. A pista do lado sempre anda mais que a minha! Pior. Há dias em que todos os semáforos ficam vermelhos quando me aproximo. Sempre quando tenho compromissos inadiáveis.
Passo semanas planejando ir a um restaurante do qual falam de um bacalhau fantástico. Cinquenta minutos de espera. Mal pego o cardápio, o garçom anuncia:
– O bacalhau hoje saiu todo…
Ahhhhhhhhhh! Filas de supermercado também me aterrorizam. Permaneço um tempão à espera. Quando a senhora à minha frente está terminando de passar os produtos, a caixa descobre uma melancia sem preço. Chama um rapaz para verificar. Ele demora horas. Finalmente a melancia é cobrada. A pessoa resolve pagar com cartão de débito. Mas esqueceu a senha. Ou o cartão não passa. Vem o gerente para resolver. E eu espero, espero! Quando chega a minha vez, a mocinha avisa:
– Um instantinho!
É a hora de mudar de caixa! Ela conta moeda por moeda. A substituta troca o carretel de papel. Levanta-se para falar com o gerente. Todos os outros caixas estão vazios! Mas já tirei meus produtos do carrinho! E vai e vem, e vai e vem. Tenho vontade de berrar, mas dou apenas um longo suspiro.
Nas lojas, sempre há um obstáculo. Como uma senhora que pede dez pacotes de presente, todos com lacinhos, enquanto espero! Ou na livraria onde um senhor resolve contar a vida para o caixa, em detalhes!
Há dias que são assim, tortos. Tudo conspira para dar errado. Mas, felizmente, outros são o contrário. Acordo feliz sem saber por quê. Os semáforos estão verdes. Não há filas! A mocinha do caixa sorri e tenho vontade de bater papo com ela! Será coisa do destino?
Será que todos os dias são iguais, com coisas desagradáveis ou não? Serei eu que em alguns dias acho tudo péssimo e em outros, maravilhoso? Talvez seja essa a grande questão!
(VEJA-SP, 30.05.2007. Adaptado)
No último parágrafo, o cronista conclui o texto
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Leia o texto de Walcyr Carrasco para responder às questões de números 11 a 14.
Dias Tortos
É um mistério do trânsito. A pista do lado sempre anda mais que a minha! Pior. Há dias em que todos os semáforos ficam vermelhos quando me aproximo. Sempre quando tenho compromissos inadiáveis.
Passo semanas planejando ir a um restaurante do qual falam de um bacalhau fantástico. Cinquenta minutos de espera. Mal pego o cardápio, o garçom anuncia:
– O bacalhau hoje saiu todo…
Ahhhhhhhhhh! Filas de supermercado também me aterrorizam. Permaneço um tempão à espera. Quando a senhora à minha frente está terminando de passar os produtos, a caixa descobre uma melancia sem preço. Chama um rapaz para verificar. Ele demora horas. Finalmente a melancia é cobrada. A pessoa resolve pagar com cartão de débito. Mas esqueceu a senha. Ou o cartão não passa. Vem o gerente para resolver. E eu espero, espero! Quando chega a minha vez, a mocinha avisa:
– Um instantinho!
É a hora de mudar de caixa! Ela conta moeda por moeda. A substituta troca o carretel de papel. Levanta-se para falar com o gerente. Todos os outros caixas estão vazios! Mas já tirei meus produtos do carrinho! E vai e vem, e vai e vem. Tenho vontade de berrar, mas dou apenas um longo suspiro.
Nas lojas, sempre há um obstáculo. Como uma senhora que pede dez pacotes de presente, todos com lacinhos, enquanto espero! Ou na livraria onde um senhor resolve contar a vida para o caixa, em detalhes!
Há dias que são assim, tortos. Tudo conspira para dar errado. Mas, felizmente, outros são o contrário. Acordo feliz sem saber por quê. Os semáforos estão verdes. Não há filas! A mocinha do caixa sorri e tenho vontade de bater papo com ela! Será coisa do destino?
Será que todos os dias são iguais, com coisas desagradáveis ou não? Serei eu que em alguns dias acho tudo péssimo e em outros, maravilhoso? Talvez seja essa a grande questão!
(VEJA-SP, 30.05.2007. Adaptado)
Com base nas informações do texto, é correto afirmar que o cronista
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