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4215360 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Ar poluído até no interior
        Uma pesquisa do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) revelou que o ar do interior paulista pode ser pior que o da capital. Isso porque, segundo o estudo conduzido pela química Aleinnys Yera, pesticidas associados ao risco de câncer foram detectados na zona agrícola de Piracicaba em concentração superior à registrada na cidade de São Paulo e no polo petroquímico de Capuava, entre Mauá e Santo André. E chama a atenção o fato de as substâncias prejudiciais à saúde terem sido encontradas tanto na zona rural como nas áreas urbana e industrial.
        O trabalho identificou em Piracicaba um nível mais alto de atrazina, um composto usado para controle de pragas nas culturas de cana-de-açúcar. Na área urbana da capital e na industrial de Capuava, o estudo mapeou o malationa e a permetrina, que são usados no combate a mosquitos transmissores de doenças, como a dengue. E nos três pontos de medição houve registro de alta exposição diária ao heptacloro, que, embora seja proibido há anos no Brasil, ainda está presente no ar.
        Um dos principais achados da pesquisa é o potencial impacto dos pesticidas para além da região onde são usados. O estudo afirma que, considerando o peso da atividade agrícola e o uso intensivo de agrotóxicos no País, é “provável” que haja a presença generalizada de pesticidas no ar. O cultivo da cana-de-açúcar, por exemplo, é o que mais recebe pulverização aérea no Estado, que, aliás, é o maior produtor de cana do Brasil. Trata-se, portanto, de uma evidência de que, transportados pelo ar, esses produtos alcançam áreas muito afastadas de onde foram aplicados.
        Para minimizar tudo isso, o governo paulista disse que capacita produtores rurais para que façam o manejo racional dos defensivos agrícolas e afirmou que fiscaliza o uso dos pesticidas e pune os infratores. Parece insuficiente. Do contrário, os resultados da pesquisa do IQ-USP não seriam tão ruins.
        O Estado de São Paulo é uma potência agrícola, o interior paulista é pujante e o agronegócio impulsiona a economia, mas nada pode colocar em risco a saúde da população. São necessárias práticas ainda mais sustentáveis.
(https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2026. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de regência e de uso do acento indicativo da crase.
 

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4215359 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Ar poluído até no interior
        Uma pesquisa do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) revelou que o ar do interior paulista pode ser pior que o da capital. Isso porque, segundo o estudo conduzido pela química Aleinnys Yera, pesticidas associados ao risco de câncer foram detectados na zona agrícola de Piracicaba em concentração superior à registrada na cidade de São Paulo e no polo petroquímico de Capuava, entre Mauá e Santo André. E chama a atenção o fato de as substâncias prejudiciais à saúde terem sido encontradas tanto na zona rural como nas áreas urbana e industrial.
        O trabalho identificou em Piracicaba um nível mais alto de atrazina, um composto usado para controle de pragas nas culturas de cana-de-açúcar. Na área urbana da capital e na industrial de Capuava, o estudo mapeou o malationa e a permetrina, que são usados no combate a mosquitos transmissores de doenças, como a dengue. E nos três pontos de medição houve registro de alta exposição diária ao heptacloro, que, embora seja proibido há anos no Brasil, ainda está presente no ar.
        Um dos principais achados da pesquisa é o potencial impacto dos pesticidas para além da região onde são usados. O estudo afirma que, considerando o peso da atividade agrícola e o uso intensivo de agrotóxicos no País, é “provável” que haja a presença generalizada de pesticidas no ar. O cultivo da cana-de-açúcar, por exemplo, é o que mais recebe pulverização aérea no Estado, que, aliás, é o maior produtor de cana do Brasil. Trata-se, portanto, de uma evidência de que, transportados pelo ar, esses produtos alcançam áreas muito afastadas de onde foram aplicados.
        Para minimizar tudo isso, o governo paulista disse que capacita produtores rurais para que façam o manejo racional dos defensivos agrícolas e afirmou que fiscaliza o uso dos pesticidas e pune os infratores. Parece insuficiente. Do contrário, os resultados da pesquisa do IQ-USP não seriam tão ruins.
        O Estado de São Paulo é uma potência agrícola, o interior paulista é pujante e o agronegócio impulsiona a economia, mas nada pode colocar em risco a saúde da população. São necessárias práticas ainda mais sustentáveis.
(https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2026. Adaptado)
Na área urbana da capital e na industrial de Capuava, o malationa e a permetrina _______________ pelo estudo. E nos três pontos de medição, _________________ índices de alta exposição diária ao heptacloro, o qual, já ________________ anos, é proibido no Brasil.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
 

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4215358 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Ar poluído até no interior
        Uma pesquisa do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) revelou que o ar do interior paulista pode ser pior que o da capital. Isso porque, segundo o estudo conduzido pela química Aleinnys Yera, pesticidas associados ao risco de câncer foram detectados na zona agrícola de Piracicaba em concentração superior à registrada na cidade de São Paulo e no polo petroquímico de Capuava, entre Mauá e Santo André. E chama a atenção o fato de as substâncias prejudiciais à saúde terem sido encontradas tanto na zona rural como nas áreas urbana e industrial.
        O trabalho identificou em Piracicaba um nível mais alto de atrazina, um composto usado para controle de pragas nas culturas de cana-de-açúcar. Na área urbana da capital e na industrial de Capuava, o estudo mapeou o malationa e a permetrina, que são usados no combate a mosquitos transmissores de doenças, como a dengue. E nos três pontos de medição houve registro de alta exposição diária ao heptacloro, que, embora seja proibido há anos no Brasil, ainda está presente no ar.
        Um dos principais achados da pesquisa é o potencial impacto dos pesticidas para além da região onde são usados. O estudo afirma que, considerando o peso da atividade agrícola e o uso intensivo de agrotóxicos no País, é “provável” que haja a presença generalizada de pesticidas no ar. O cultivo da cana-de-açúcar, por exemplo, é o que mais recebe pulverização aérea no Estado, que, aliás, é o maior produtor de cana do Brasil. Trata-se, portanto, de uma evidência de que, transportados pelo ar, esses produtos alcançam áreas muito afastadas de onde foram aplicados.
        Para minimizar tudo isso, o governo paulista disse que capacita produtores rurais para que façam o manejo racional dos defensivos agrícolas e afirmou que fiscaliza o uso dos pesticidas e pune os infratores. Parece insuficiente. Do contrário, os resultados da pesquisa do IQ-USP não seriam tão ruins.
        O Estado de São Paulo é uma potência agrícola, o interior paulista é pujante e o agronegócio impulsiona a economia, mas nada pode colocar em risco a saúde da população. São necessárias práticas ainda mais sustentáveis.
(https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2026. Adaptado)
Na passagem “... o interior paulista é pujante e o agronegócio impulsiona a economia...”, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
 

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4215357 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Ar poluído até no interior
        Uma pesquisa do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) revelou que o ar do interior paulista pode ser pior que o da capital. Isso porque, segundo o estudo conduzido pela química Aleinnys Yera, pesticidas associados ao risco de câncer foram detectados na zona agrícola de Piracicaba em concentração superior à registrada na cidade de São Paulo e no polo petroquímico de Capuava, entre Mauá e Santo André. E chama a atenção o fato de as substâncias prejudiciais à saúde terem sido encontradas tanto na zona rural como nas áreas urbana e industrial.
        O trabalho identificou em Piracicaba um nível mais alto de atrazina, um composto usado para controle de pragas nas culturas de cana-de-açúcar. Na área urbana da capital e na industrial de Capuava, o estudo mapeou o malationa e a permetrina, que são usados no combate a mosquitos transmissores de doenças, como a dengue. E nos três pontos de medição houve registro de alta exposição diária ao heptacloro, que, embora seja proibido há anos no Brasil, ainda está presente no ar.
        Um dos principais achados da pesquisa é o potencial impacto dos pesticidas para além da região onde são usados. O estudo afirma que, considerando o peso da atividade agrícola e o uso intensivo de agrotóxicos no País, é “provável” que haja a presença generalizada de pesticidas no ar. O cultivo da cana-de-açúcar, por exemplo, é o que mais recebe pulverização aérea no Estado, que, aliás, é o maior produtor de cana do Brasil. Trata-se, portanto, de uma evidência de que, transportados pelo ar, esses produtos alcançam áreas muito afastadas de onde foram aplicados.
        Para minimizar tudo isso, o governo paulista disse que capacita produtores rurais para que façam o manejo racional dos defensivos agrícolas e afirmou que fiscaliza o uso dos pesticidas e pune os infratores. Parece insuficiente. Do contrário, os resultados da pesquisa do IQ-USP não seriam tão ruins.
        O Estado de São Paulo é uma potência agrícola, o interior paulista é pujante e o agronegócio impulsiona a economia, mas nada pode colocar em risco a saúde da população. São necessárias práticas ainda mais sustentáveis.
(https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2026. Adaptado)
O termo destacado está empregado em sentido figurado em:
 

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4215356 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Ar poluído até no interior
        Uma pesquisa do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) revelou que o ar do interior paulista pode ser pior que o da capital. Isso porque, segundo o estudo conduzido pela química Aleinnys Yera, pesticidas associados ao risco de câncer foram detectados na zona agrícola de Piracicaba em concentração superior à registrada na cidade de São Paulo e no polo petroquímico de Capuava, entre Mauá e Santo André. E chama a atenção o fato de as substâncias prejudiciais à saúde terem sido encontradas tanto na zona rural como nas áreas urbana e industrial.
        O trabalho identificou em Piracicaba um nível mais alto de atrazina, um composto usado para controle de pragas nas culturas de cana-de-açúcar. Na área urbana da capital e na industrial de Capuava, o estudo mapeou o malationa e a permetrina, que são usados no combate a mosquitos transmissores de doenças, como a dengue. E nos três pontos de medição houve registro de alta exposição diária ao heptacloro, que, embora seja proibido há anos no Brasil, ainda está presente no ar.
        Um dos principais achados da pesquisa é o potencial impacto dos pesticidas para além da região onde são usados. O estudo afirma que, considerando o peso da atividade agrícola e o uso intensivo de agrotóxicos no País, é “provável” que haja a presença generalizada de pesticidas no ar. O cultivo da cana-de-açúcar, por exemplo, é o que mais recebe pulverização aérea no Estado, que, aliás, é o maior produtor de cana do Brasil. Trata-se, portanto, de uma evidência de que, transportados pelo ar, esses produtos alcançam áreas muito afastadas de onde foram aplicados.
        Para minimizar tudo isso, o governo paulista disse que capacita produtores rurais para que façam o manejo racional dos defensivos agrícolas e afirmou que fiscaliza o uso dos pesticidas e pune os infratores. Parece insuficiente. Do contrário, os resultados da pesquisa do IQ-USP não seriam tão ruins.
        O Estado de São Paulo é uma potência agrícola, o interior paulista é pujante e o agronegócio impulsiona a economia, mas nada pode colocar em risco a saúde da população. São necessárias práticas ainda mais sustentáveis.
(https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2026. Adaptado)
O último parágrafo do texto deixa claro que
 

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4215355 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
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Ar poluído até no interior
        Uma pesquisa do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) revelou que o ar do interior paulista pode ser pior que o da capital. Isso porque, segundo o estudo conduzido pela química Aleinnys Yera, pesticidas associados ao risco de câncer foram detectados na zona agrícola de Piracicaba em concentração superior à registrada na cidade de São Paulo e no polo petroquímico de Capuava, entre Mauá e Santo André. E chama a atenção o fato de as substâncias prejudiciais à saúde terem sido encontradas tanto na zona rural como nas áreas urbana e industrial.
        O trabalho identificou em Piracicaba um nível mais alto de atrazina, um composto usado para controle de pragas nas culturas de cana-de-açúcar. Na área urbana da capital e na industrial de Capuava, o estudo mapeou o malationa e a permetrina, que são usados no combate a mosquitos transmissores de doenças, como a dengue. E nos três pontos de medição houve registro de alta exposição diária ao heptacloro, que, embora seja proibido há anos no Brasil, ainda está presente no ar.
        Um dos principais achados da pesquisa é o potencial impacto dos pesticidas para além da região onde são usados. O estudo afirma que, considerando o peso da atividade agrícola e o uso intensivo de agrotóxicos no País, é “provável” que haja a presença generalizada de pesticidas no ar. O cultivo da cana-de-açúcar, por exemplo, é o que mais recebe pulverização aérea no Estado, que, aliás, é o maior produtor de cana do Brasil. Trata-se, portanto, de uma evidência de que, transportados pelo ar, esses produtos alcançam áreas muito afastadas de onde foram aplicados.
        Para minimizar tudo isso, o governo paulista disse que capacita produtores rurais para que façam o manejo racional dos defensivos agrícolas e afirmou que fiscaliza o uso dos pesticidas e pune os infratores. Parece insuficiente. Do contrário, os resultados da pesquisa do IQ-USP não seriam tão ruins.
        O Estado de São Paulo é uma potência agrícola, o interior paulista é pujante e o agronegócio impulsiona a economia, mas nada pode colocar em risco a saúde da população. São necessárias práticas ainda mais sustentáveis.
(https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2026. Adaptado)
O estudo conduzido pela química Aleinnys Yera constatou que o ar no interior paulista
 

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4215354 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Enunciado 4759701-1

(https://www.instagram.com/jeangalvao?igsh=dnRsc3kwZTFrMHEz)

No 3º quadrinho, o termo “Mas” estabelece relação de sentido de
 

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4215353 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Enunciado 4759700-1

(https://www.instagram.com/jeangalvao?igsh=dnRsc3kwZTFrMHEz)

Em conformidade com o contexto do diálogo dos personagens e o correto emprego das formas verbais e do pronome, a frase do pai no 1º quadrinho admite a seguinte reescrita:
 

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4215352 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Enunciado 4759699-1

(https://www.instagram.com/jeangalvao?igsh=dnRsc3kwZTFrMHEz)

Com base nas informações verbais e não verbais da tira, conclui-se corretamente que
 

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4215351 Ano: 2026
Disciplina: Edificações
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Provas:
Observe o projeto a seguir:
Enunciado 4759670-1 (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o significado da simbologia RP em uma instalação em tubos de PVC soldável.
 

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