Foram encontradas 180 questões.
Em um zoológico nos arredores de Tóquio, o
recinto dos macacos se tornou uma atração imperdível
graças a uma dupla inseparável: Punch, um filhote de
macaco-japonês, e seu companheiro, um orangotango
de pelúcia.
Punch foi abandonado pela mãe assim que nasceu,
há sete meses, no zoológico da cidade de Ichikawa.
Os filhotes de macaco-japonês geralmente se agarram
às mães para desenvolver força muscular e obter uma
sensação de segurança, então Punch precisou de uma
intervenção rápida.
Os tratadores experimentaram substitutos, incluindo toalhas enroladas e outros bichos de pelúcia,
antes de optarem pelo orangotango laranja de olhos
esbugalhados.
“Este bicho de pelúcia tem pelos longos e vários
lugares fáceis de segurar”, conta um dos tratadores. “Pensamos que sua semelhança com um macaco
poderia ajudar Punch a se reintegrar ao grupo, e foi por
isso que o escolhemos.”
Desde então, Punch raramente é visto sem ele e
está sempre arrastando o brinquedo de pelúcia para
todo lado, mesmo o bichinho sendo maior que ele, e
encantando os fãs que têm lotado o zoológico desde
que os vídeos dos dois viralizaram nas redes sociais.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/
macaco-adota-pelucia-apos-morte-da-mae-e-rejeicao-
-em-zoologico-no-japao/. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em um zoológico nos arredores de Tóquio, o
recinto dos macacos se tornou uma atração imperdível
graças a uma dupla inseparável: Punch, um filhote de
macaco-japonês, e seu companheiro, um orangotango
de pelúcia.
Punch foi abandonado pela mãe assim que nasceu,
há sete meses, no zoológico da cidade de Ichikawa.
Os filhotes de macaco-japonês geralmente se agarram
às mães para desenvolver força muscular e obter uma
sensação de segurança, então Punch precisou de uma
intervenção rápida.
Os tratadores experimentaram substitutos, incluindo toalhas enroladas e outros bichos de pelúcia,
antes de optarem pelo orangotango laranja de olhos
esbugalhados.
“Este bicho de pelúcia tem pelos longos e vários
lugares fáceis de segurar”, conta um dos tratadores. “Pensamos que sua semelhança com um macaco
poderia ajudar Punch a se reintegrar ao grupo, e foi por
isso que o escolhemos.”
Desde então, Punch raramente é visto sem ele e
está sempre arrastando o brinquedo de pelúcia para
todo lado, mesmo o bichinho sendo maior que ele, e
encantando os fãs que têm lotado o zoológico desde
que os vídeos dos dois viralizaram nas redes sociais.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/
macaco-adota-pelucia-apos-morte-da-mae-e-rejeicao-
-em-zoologico-no-japao/. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em um zoológico nos arredores de Tóquio, o
recinto dos macacos se tornou uma atração imperdível
graças a uma dupla inseparável: Punch, um filhote de
macaco-japonês, e seu companheiro, um orangotango
de pelúcia.
Punch foi abandonado pela mãe assim que nasceu,
há sete meses, no zoológico da cidade de Ichikawa.
Os filhotes de macaco-japonês geralmente se agarram
às mães para desenvolver força muscular e obter uma
sensação de segurança, então Punch precisou de uma
intervenção rápida.
Os tratadores experimentaram substitutos, incluindo toalhas enroladas e outros bichos de pelúcia,
antes de optarem pelo orangotango laranja de olhos
esbugalhados.
“Este bicho de pelúcia tem pelos longos e vários
lugares fáceis de segurar”, conta um dos tratadores. “Pensamos que sua semelhança com um macaco
poderia ajudar Punch a se reintegrar ao grupo, e foi por
isso que o escolhemos.”
Desde então, Punch raramente é visto sem ele e
está sempre arrastando o brinquedo de pelúcia para
todo lado, mesmo o bichinho sendo maior que ele, e
encantando os fãs que têm lotado o zoológico desde
que os vídeos dos dois viralizaram nas redes sociais.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/
macaco-adota-pelucia-apos-morte-da-mae-e-rejeicao-
-em-zoologico-no-japao/. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Que reviravolta linda! Shay Taylor, uma funcionária
que atuou por anos como faxineira na limpeza de um
hospital nos Estados Unidos, vai retornar ao mesmo
local em uma nova função: como médica residente.
A mudança de carreira não seguiu um caminho
tradicional. Após concluir o ensino médio com bom
desempenho, Shay não teve condições de pagar uma
universidade nem teve acesso a programas de auxílio financeiro, o que a levou a ingressar diretamente no
mercado de trabalho.
Foi um problema de saúde na família, mais especificamente de sua mãe, que a fez mudar de ideia e
ingressar em um curso de medicina. Hoje, já formada,
ela troca de função, mas não de local de trabalho. E
com muito orgulho!
(Disponível em: https://www.sonoticiaboa.com.br/2026/03/26/
mulher-trabalhou-faxineira-hospital-volta-medica-
-10-anos-depois. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Que reviravolta linda! Shay Taylor, uma funcionária
que atuou por anos como faxineira na limpeza de um
hospital nos Estados Unidos, vai retornar ao mesmo
local em uma nova função: como médica residente.
A mudança de carreira não seguiu um caminho
tradicional. Após concluir o ensino médio com bom
desempenho, Shay não teve condições de pagar uma
universidade nem teve acesso a programas de auxílio financeiro, o que a levou a ingressar diretamente no
mercado de trabalho.
Foi um problema de saúde na família, mais especificamente de sua mãe, que a fez mudar de ideia e
ingressar em um curso de medicina. Hoje, já formada,
ela troca de função, mas não de local de trabalho. E
com muito orgulho!
(Disponível em: https://www.sonoticiaboa.com.br/2026/03/26/
mulher-trabalhou-faxineira-hospital-volta-medica-
-10-anos-depois. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
Que reviravolta linda! Shay Taylor, uma funcionária
que atuou por anos como faxineira na limpeza de um
hospital nos Estados Unidos, vai retornar ao mesmo
local em uma nova função: como médica residente.
A mudança de carreira não seguiu um caminho
tradicional. Após concluir o ensino médio com bom
desempenho, Shay não teve condições de pagar uma
universidade nem teve acesso a programas de auxílio financeiro, o que a levou a ingressar diretamente no
mercado de trabalho.
Foi um problema de saúde na família, mais especificamente de sua mãe, que a fez mudar de ideia e
ingressar em um curso de medicina. Hoje, já formada,
ela troca de função, mas não de local de trabalho. E
com muito orgulho!
(Disponível em: https://www.sonoticiaboa.com.br/2026/03/26/
mulher-trabalhou-faxineira-hospital-volta-medica-
-10-anos-depois. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Que reviravolta linda! Shay Taylor, uma funcionária
que atuou por anos como faxineira na limpeza de um
hospital nos Estados Unidos, vai retornar ao mesmo
local em uma nova função: como médica residente.
A mudança de carreira não seguiu um caminho
tradicional. Após concluir o ensino médio com bom
desempenho, Shay não teve condições de pagar uma
universidade nem teve acesso a programas de auxílio financeiro, o que a levou a ingressar diretamente no
mercado de trabalho.
Foi um problema de saúde na família, mais especificamente de sua mãe, que a fez mudar de ideia e
ingressar em um curso de medicina. Hoje, já formada,
ela troca de função, mas não de local de trabalho. E
com muito orgulho!
(Disponível em: https://www.sonoticiaboa.com.br/2026/03/26/
mulher-trabalhou-faxineira-hospital-volta-medica-
-10-anos-depois. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas

• Pai, é verdade que a educação vem de casa?
• Porque muita gente mora em apartamento!
Quais são, respectivamente, os tipos dessas frases?
Provas
Questão presente nas seguintes provas

Provas
Questão presente nas seguintes provas
A lição desperdiçada na crise em Ormuz
Na história das civilizações, quando um sistema entra em
colapso, a dor imediata frequentemente atua como o mais
poderoso catalisador para a inovação. É exatamente sob
essa lente histórica que o atual estrangulamento do Estreito
de Ormuz, causado ora pelo Irã, ora pelos EUA, deve ser
interpretado. A situação é a prova incontestável da dependência da humanidade em petróleo e escancara a urgência
da transição energética.
A asfixia imediata da economia global, causada pelo
bloqueio militar da rota por onde passa um quarto do óleo
consumido no planeta, deveria servir como o ultimato perfeito
para forçar a transição definitiva rumo às matrizes limpas. Em
vez de tratar o caos no Golfo Pérsico apenas como uma emergência bélica a ser contornada, a humanidade tem diante de si
a oportunidade histórica para decretar, de uma vez por todas,
o fim da era dos combustíveis fósseis.
Em um mundo governado pela racionalidade e pelo
instinto de sobrevivência, o bloqueio de Ormuz soaria como o
alarme definitivo. Seria o momento em que governos e mercados decidiriam direcionar a fortuna gasta para proteger e
subsidiar rotas petroleiras rumo à transição energética sustentável e definitiva.
Ocorre que a governança global tem se mostrado míope
para os perigos da crise climática e apegada a soluções de
curto prazo. Longe de enxergar o gargalo no Golfo Pérsico
como um ultimato para a descarbonização, a reação instintiva
das superpotências ilustra o tamanho do problema.
A prioridade absoluta nos países ocidentais e nas suas
periferias — incluindo o Brasil — não é libertar a economia
da dependência do petróleo, mas garantir que as bombas de
combustível continuem cheias a qualquer custo. Em vez de
injetar capital massivo na infraestrutura de matrizes limpas
com senso de urgência, a energia política do mundo se esvai
em manobras navais e manobras artificiais para conter a fúria
inflacionária do eleitorado.
O fechamento de Ormuz funciona hoje como um rascunho sombrio do futuro. A escassez de energia fóssil que a
guerra impõe agora pela força bélica será provocada, logo
mais, pelo próprio esgotamento climático e ambiental do
planeta. A crise que virá pela escassez do petróleo deveria
ser o empurrão que nos faltava para pular do barco antes que
ele afunde por completo.
Contudo, tudo indica que a humanidade deixará mais
essa janela histórica se fechar. Quando a tensão militar eventualmente ceder, os acordos provisórios forem assinados e
os superpetroleiros voltarem a cruzar o estreito, as bolsas de
valores e as lideranças globais celebrarão com alívio o fim
da crise. Mas, na prática, estaremos apenas comemorando
o direito de voltar à exata mesma armadilha fóssil da qual,
por um breve e doloroso momento, a humanidade teve a
chance de escapar para criar um futuro mais sustentável e
limpo — e que parece cada vez mais distante e impossível,
para a tragédia das futuras gerações.
(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao,
15.04.2026. Adaptado)
• A crise que virá pela escassez do petróleo deveria ser o empurrão que nos faltava para pular do barco antes que ele afunde por completo. (6º parágrafo)
• Contudo, tudo indica que a humanidade deixará mais essa janela histórica se fechar. (7º parágrafo)
• Mas, na prática, estaremos apenas comemorando o direito de voltar à exata mesma armadilha fóssil da qual, por um breve e doloroso momento, a humanidade teve a chance de escapar para criar um futuro mais sustentável e limpo... (7º parágrafo)
Sem prejuízo ao sentido original e em conformidade com a norma-padrão, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container