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Depois que iniciou seus cursos de formação de professores, a Escolinha de Arte do Brasil teve uma enorme influência multiplicadora. Professores, ex-alunos da Escolinha, criaram Escolinhas de Arte por todo o Brasil, chegando a haver 144 Escolinhas no país, uma no Paraguai, duas na Argentina e uma em Portugal. Usando principalmente argumentos psicológicos, as Escolinhas começaram a tentar convencer a escola comum da necessidade de deixar a criança se expressar livremente usando lápis, pincel, tinta, argila, etc.
Para a autora, nesse instante, inicia-se o período da importância da criatividade, a partir de valores desenvolvidos pelo Modernismo em direção às vanguardas, como:
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Em 1855, Araújo Porto Alegre (1806-79), baseado no ideário romântico, pretendeu revigorar a educação elitista que vinha tendo lugar na Academia Imperial das Belas-Artes através do contato com o povo.
(Barbosa, A. M. Ensino do desenho e da arte no Brasil, 2018/2019)
Segundo Barbosa, essa reforma pretendia conjugar no mesmo estabelecimento escolar dois grupos de alunos, frequentando as mesmas disciplinas básicas. Tais grupos eram
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Leia o excerto a seguir, extraído do art. 28 da Lei nº 13.146/2015 (que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência/Estatuto da Pessoa com Deficiência):
Incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar: [...]
I. _____________________ que institucionalize o atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista e o exercício de sua autonomia; [...].
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
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Leia o excerto a seguir, adaptado de Piaget (apud La Taille, Oliveira e Dantas, 1992):
Constitui o produto mais refinado da socialização. Acontece na medida em que o “eu” renuncia a si mesmo para inserir seu ponto de vista próprio entre os outros e se curvar assim às regras da reciprocidade. Em oposição ao egocentrismo inicial, o qual consiste em tomar o ponto de vista próprio como absoluto, por falta de poder perceber seu caráter particular, consiste em tomar consciência desta relatividade da perspectiva individual e colocá-la em relação com o conjunto das outras perspectivas possíveis; é, pois, uma coordenação da individualidade com o universal.
A descrição trata do que Piaget define como
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