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324870 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
VIOLÊNCIA NO BRASIL, OUTRO OLHAR
A violência se manifesta por meio da tirania, da opressão e do abuso da força. Ocorre do constrangimento exercido sobre alguma pessoa para obrigá-la a fazer ou deixar de fazer um ato qualquer. Existem diversas formas de violência, tais como as guerras, conflitos étnico-religiosos e banditismo.
A violência, em seus mais variados contornos, é um fenômeno histórico na constituição da sociedade brasileira. A escravidão (primeiro com os índios e depois, e especialmente, com a mão de obra africana), a colonização mercantilista, o coronelismo, as oligarquias antes e depois da independência, somados a um Estado caracterizado pelo autoritarismo burocrático, contribuíram enormemente para o aumento da violência que atravessa a história do Brasil.
Diversos fatores colaboram para aumentar a violência, tais como a urbanização acelerada, que traz um grande fluxo de pessoas para as áreas urbanas e assim contribui para um crescimento desordenado e desorganizado das cidades. Contribuem também para esse recrudescimento as fortes aspirações de consumo, em parte frustradas pelas dificuldades de inserção no mercado de trabalho.
Por outro lado, o poder público, especialmente no Brasil, tem se mostrado incapaz de enfrentar essa calamidade social. Pior que tudo isso é constatar que a violência existe com a conivência de grupos das polícias, representantes do Legislativo de todos os níveis e, inclusive, de autoridades do poder judiciário. A corrupção, uma das piores chagas brasileiras, está associada à violência, uma aumentando a outra, faces da mesma moeda.
As causas dessa cólera são associadas, em parte, a problemas sociais como miséria, fome, desemprego. Mas nem todos os tipos de criminalidade derivam das condições econômicas. Além disso, um Estado ineficiente e sem programas de políticas públicas de segurança contribui para aumentar a sensação de injustiça e impunidade, que é, talvez, a principal causa da violência. Esta se apresenta nas mais diversas configurações e pode ser caracterizada como violência contra a mulher, a criança, o idoso, violência sexual, política, violência psicológica, física, verbal, dentre outras.
Em um Estado democrático, a repressão controlada e a polícia têm um papel crucial no controle da criminalidade. Porém, essa repressão controlada deve ser simultaneamente apoiada e vigiada pela sociedade civil.
Conforme sustenta o antropólogo e ex-Secretário Nacional de Segurança Pública, Luiz Eduardo Soares: "Temos de conceber, divulgar, defender e implantar uma política de segurança pública, sem prejuízo da preservação de nossos compromissos históricos com a defesa de políticas econômico-sociais. Os dois não são contraditórios”.
A solução para a questão da violência no Brasil envolve os mais diversos setores da sociedade, não só a segurança pública e um judiciário eficiente, mas também demanda com urgência, profundidade e extensão a melhoria do sistema educacional, saúde, habitação, oportunidades de emprego, dentre outros fatores. Requer principalmente uma grande mudança nas políticas públicas e uma participação maior da sociedade nas discussões e soluções desse problema de abrangência nacional.
(Adaptado. Revisão linguística. CAMARGO, Orson. Violência no Brasil, outro olhar. Disponível em: http://bit.ly/2oc0KaW)
Com base no texto 'VIOLÊNCIA NO BRASIL, OUTRO OLHAR', leia as afirmativas a seguir:
I. É possível inferir, a partir do texto, que a violência no Brasil se converteu em um estado de calamidade pública e que compete ao Estado a resolução desse problema. Todavia, somente com uma ação ligada à participação popular e medidas tirânicas o sucesso será atingido. II. Pode-se dizer, a partir do texto, que alguns aspectos da história do Brasil como a escravidão (primeiro com os índios e depois, e especialmente, com a mão de obra africana), a colonização mercantilista, o coronelismo, entre outros, foram responsáveis pelo agravamento do estado de violência em que nos encontramos hoje.
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324867 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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DA VARÍOLA AO ANTI-VAXX: POR QUE PRECISAMOS DE VACINAS?

Em 1904, a cidade do Rio de Janeiro foi palco de uma rebelião inusitada, posteriormente batizada de Revolta da Vacina. A situação sanitária da capital era tão desastrosa na época, que o Brasil era conhecido internacionalmente como o “túmulo de estrangeiros”. Entre as doenças em circulação na época, destaca-se a varíola. Calcula-se que a varíola matava cerca de 400.000 pessoas por ano na Europa do século XVIII. Numa tentativa de erradicar a doença no Rio de Janeiro, o sanitarista Oswaldo Cruz conseguiu que o Congresso aprovasse a “Lei da Vacina Obrigatória”, que autorizava a invasão de domicílios e vacinação forçada.

Naturalmente a maioria da população não tinha nenhum conhecimento sobre vacinas e temia os possíveis efeitos do tratamento desconhecido. Houve protestos e, por razões políticas, a rebelião saiu do controle. O governo foi obrigado a amenizar suas práticas, mas retomou a vacinação e eventualmente a varíola foi eliminada da capital. Ao longo do século XX, a varíola ainda mataria 300 milhões de pessoas no mundo; o triplo das mortes por todos os conflitos do período, incluindo as duas guerras mundiais. O Brasil acabou sendo um dos últimos países onde a doença foi erradicada, na década de 1970, encerrando uma iniciativa global iniciada pela Organização Mundial da Saúde em 1967.

A história da varíola é marcante. Tanto pelo impacto devastador da doença ao longo dos séculos, como pelo inequívoco triunfo da ciência sobre a doença. Evidentemente existem aspectos biológicos deste vírus que facilitaram sua eliminação. Mas a meta só foi alcançada graças a uma campanha global de vacinação. A introdução das vacinas, assim como mais tarde, dos antibióticos, revolucionou a medicina e aumentou drasticamente nossa expectativa de vida. Não há dúvidas sobre o impacto positivo das vacinas e das campanhas de vacinação.

Vivemos hoje na época mais segura da história do ponto de vista de doenças infecciosas. Basta comparar o Rio de Janeiro atual com a descrição de 1904. O problema é que, para algumas camadas da população, o medo das doenças infecciosas acabou ficando no passado, parecendo proporcionalmente pequeno quando comparado ao medo de outros temas mais modernos.

Nós também vivemos um desequilíbrio entre o acesso fácil à informação e a falta de uma base educacional sólida, que nos permitiria filtrar criticamente o excesso de informação e tomar decisões fundamentadas cientificamente. Isso não significa, de maneira alguma, ser um especialista: é ter a capacidade de identificar fontes confiáveis de informação, de diferenciar fatos de teorias conspiratórias, de aprender com a história. E aqui cabe salientar a responsabilidade dos cientistas profissionais em comunicar bem a ciência, com uso de linguagem clara e acessível.

Esse desequilíbrio nos traz ao fenômeno que alguns veículos brasileiros estão chamando de a “nova revolta da vacina”. Ao contrário da original, em que a suspeita em relação às vacinas partia principalmente da população mais pobre e com menos acesso à informação, o medo, agora, atinge principalmente as classes mais altas. Estas pessoas acreditam que basta se ter uma alimentação saudável (e usar produtos naturais), para se estar protegido contra doenças. Além disso, a ideia de que as vacinas podem conter “químicos” danosos à saúde acaba complementando perfeitamente uma visão de mundo de que devemos priorizar produtos naturais e tratamentos alternativos.

Infelizmente, essas pessoas estão predispostas a apoiar qualquer teoria que valide esta visão de mundo – o que acaba sendo uma receita para o desastre. Não basta ser saudável para se proteger de doenças infecciosas. A varíola é causada por um vírus. A vacina estimula o sistema imunológico a produzir defesas contra este vírus, agindo de forma preventiva. Quando o vírus entra no organismo vacinado, ele é imediatamente eliminado pela resposta imunológica.

O movimento anti-vacinação (ou anti-vaxx) ganhou notoriedade nos Estados Unidos, apoiado em dados sem credibilidade científica e teorias conspiratórias que se espalharam por redes sociais. A consequência foi um grande surto de sarampo em 2014 (doença que havia sido eliminada nos EUA em 2000). Agora a mesma coisa ocorre na Europa, com uma epidemia de sarampo que já infectou 7,5 mil pessoas. Logo será a vez do Brasil, onde a adesão a campanhas de vacinação também vem caindo em vários grupos. Mais do que um risco às crianças não vacinadas, este é um risco para toda a população. O controle da doença depende da cobertura da vacinação. Mais do que isso, cada pessoa infectada é uma roleta-russa para a comunidade. Durante a infecção, milhões de novas partículas virais são criadas, com diversas mutações. Estas mutações aleatórias podem deixar o vírus subitamente mais agressivo – ou até mesmo resistente à vacina.

O Brasil tem um excelente programa público de vacinação e as vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde são seguras e essenciais. Elas permitem a proteção preventivamente, mas não ajudam depois da infecção. Negar vacinação a seus filhos é um ato irresponsável e perigoso que afeta a todos. Felizmente, podemos aprender com a história e com a ciência contemporânea. Apenas com educação e vacinação será possível controlar esta “nova revolta da vacina” e garantir a nossa contínua proteção contra as doenças infecciosas.

(Adaptado. Revisão linguística. ANTUNES, Dinler Amaral. Da varíola ao anti-vaxx: Por que precisamos de vacinas? Disponível em: http://bit.ly/2VPVlmG)

Com base no texto 'DA VARÍOLA AO ANTI-VAXX: POR QUE PRECISAMOS DE VACINAS?', leia as afirmativas a seguir:
I. Pode-se deduzir que a “nova revolta da vacina”, encabeçada pela população mais pobre e com menos acesso à informação, consiste no apoio a teorias que validam a ideia de que basta alimentar-se bem para se proteger de doenças. II. No último parágrafo do texto, o autor aponta o papel de destaque que o Brasil tem em relação aos programas públicos de vacinação, além de ser austero quando o assunto é garantir a nossa contínua proteção contra as doenças infecciosas.
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324866 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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QUANDO O LUTO SE TRANSFORMA EM DOENÇA
Lidar com a perda de um ente querido não é tarefa fácil. Entretanto, o luto é um processo pelo qual – infelizmente – todas as pessoas deverão passar a fim de amenizar o sofrimento gerado pela ausência do outro. O problema ocorre quando essafase natural se torna mais difícil que o habitual: o que os especialistas chamam de “luto complicado”.
A psicóloga Juliana Batista, do HCor (Hospital do Coração), em São Paulo, explica que todo processo de luto tem um começo, um meio e um fim. “Diversas reações emocionais são despertadas [com a morte de alguém], como tristeza, ansiedade, culpa e raiva. Isso é muito comum. A pessoa também pode, num primeiro momento, querer se isolar do convívio social. Em relação às alterações físicas, podem ocorrer sudorese, palpitação e fraqueza, já que o corpo fica sob estresse. A reação varia de pessoa para pessoa, mas não há como evitar o processo de luto.”
Todo mundo se pergunta quanto tempo esse processo vai durar. Segundo a psicóloga, é bastante comum ouvir a queixa: “faz tanto tempo que fulano faleceu e a esposa ainda não superou a perda”. Na verdade, não existe um tempo certo para superar a perda de alguém, isso depende de cada pessoa, do modo como ela enfrenta e aceita a situação. Para alguns pode demorar meses; para outros, anos.
“O primeiro ano após a perda é o mais difícil, porque é nesse ano que ocorrem todos os primeiros aniversários sem a pessoa próxima. Isso não significa que seja necessário um ano exato para superar a morte. Um processo de luto é bem-sucedido e finalizado quando a pessoa consegue superar a perda e seguir em frente. Não é que ela vai esquecer a pessoa, pois as lembranças e a ausência continuarão. Entretanto, a perda não vai mais ocupar um lugar de destaque [na vida dela]”, explica a psicóloga.
Quando por algum motivo o indivíduo não consegue passar por essa fase, ele entra no chamado “luto complicado”. Geralmente, isso acontece com pessoas que perderam entes de maneira abrupta, como em acidentes, tragédias e casos de suicídio e na morte precoce de um filho. “Nesses casos, todo pensamento e ato estarão associados à perda, a pessoa não consegue se desligar. Ela deixa de realizar as atividades costumeiras, como ir ao trabalho e ao supermercado. O problema é que, diante de um enlutado crônico, muitas vezes as pessoas querem medicá-lo para sanar os sintomas quando, na verdade, ele precisa ser ouvido”, completa a médica.
Em contrapartida, há aqueles que agem como se nada tivesse acontecido e, alguns dias depois da morte, voltam a trabalhar e lotam a agenda de compromissos. Mas, ainda segundo a especialista, indivíduos que agem assim, na verdade, precisam de cuidados especiais, pois ocupar-se excessivamente é uma maneira de fugir do problema.
“É uma forma de luto inibido. A pessoa não manifesta as formas de reação mais frequentes, como tristeza e raiva. Ou, então, de luto adiado, quando a pessoa só começa a se dar conta da perda depois de uns quinze dias”, diz Batista.
Aqueles que têm algum familiar ou amigo muito doente podem começar a vivenciar o processo de luto antecipatório, antes da morte do ente. “Dependendo do caso, esse pode ser um fator de proteção para que o familiar, de repente, não entre num luto complicado. Porque as perdas progressivas vão acontecendo num intervalo de tempo considerável e assim ele vai se acostumando com a ideia de não ter mais aquela pessoa ao lado”, esclarece.
Em relação às cinco fases do luto (negação, raiva, barganha, depressão e aceitação), que já foram amplamente divulgadas, a psicóloga esclarece que é difícil enquadrar o paciente em uma delas, pois às vezes ele pode passar por todas as fases ao mesmo tempo ou simplesmente não passar por nenhuma.
(CONTE, Juliana. Quando o luto se transforma em doença. Disponível em: http://bit.ly/2VR44Fa)
Com base no texto 'QUANDO O LUTO SE TRANSFORMA EM DOENÇA', leia as afirmativas a seguir:
I. Como mostra o texto, o processo de luto é subjetivo, individual e pode apresentar diferenças, dependendo de cada pessoa, do modo como ela enfrenta e aceita a situação. Isso quer dizer que, para alguns, pode demorar meses; para outros, anos.
II. A maneira como entes queridos morrem (de maneira abrupta, como em acidentes, tragédias ou em casos de suicídio) é definidora do chamado “luto complicado”. Essa fase dura geralmente um ano, sendo o gatilho para saber quando a pessoa precisará ou não de auxílio profissional.
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324865 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

A política de assistência social se constitui em direito de cidadania e dever estatal, imprescindível ao atendimento das necessidades humanas próprias à vida digna. Para a sua consecução, instituiu-se no Brasil o Sistema Único da Assistência Social (SUAS), cuja implementação ocorre junto aos municípios, os quais devem atender certas condições para alcançar níveis de gestão cada vez mais autônomos.
O SUAS é um sistema constituído nacionalmente com direção única, caracterizado pela gestão compartilhada e cofinanciamento das ações pelos três entes federados e pelo controle social exercido pelos Conselhos de Assistência Social dos municípios, estados e da União. No SUAS, as ações da assistência social são organizadas tendo como referência o território onde as pessoas moram, considerando suas demandas e necessidades. Seus programas, projetos, serviços e benefícios devem ser desenvolvidos nas regiões mais vulneráveis, tendo a família como foco de atenção.
As ações da assistência social no SUAS são organizadas em dois tipos de proteção: básica e especial, e desenvolvidas e/ou coordenadas pelas unidades públicas: Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) e Centros de Referência Especializado para a População em Situação de Rua (Centro POP) e de forma complementar, pela Rede Socioassistencial Privada do SUAS.
LEI Nº 12.435, DE 6 DE JULHO DE 2011.
De acordo com a lei federal nº 12.435, de 6 de julho de 2011, a assistência social deve promover a proteção social, que visa à garantia da vida, à redução de danos e à prevenção da incidência de riscos. De acordo com essa lei, entre os objetivos da assistência social, incluem-se o de prestar a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice; amparar as crianças e os adolescentes carentes; promover a integração ao mercado de trabalho; habilitar e reabilitar as pessoas com deficiência; e promover a sua integração à vida comunitária.
A lei federal nº 12.435, de 2011, determina que a vigilância socioassistencial visa a analisar territorialmente a capacidade protetiva das famílias e nela a ocorrência de vulnerabilidades, de ameaças, de vitimizações e danos. Visa, também, garantir o pleno acesso aos direitos no conjunto das provisões socioassistenciais.
Para o enfrentamento da pobreza, lei federal nº 12.435, de 2011, determina que a assistência social deve ser realizada de forma integrada às políticas setoriais, garantindo mínimos sociais e provimento de condições para atender contingências sociais e promovendo a universalização dos direitos sociais.
Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2NwBkiv (acesos em: 09/11/2019).
Com base no texto 'SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL', leia as afirmativas a seguir: I. De acordo com o texto, para a consecução da política de assistência social, instituiu-se no Brasil o Sistema Único da Assistência Social, cuja implementação ocorre junto aos municípios, os quais devem atender a certas condições para alcançar níveis de gestão cada vez mais autônomos. II. No texto, o autor afirma que as ações da assistência social no Sistema Único da Assistência Social são desenvolvidas e/ou coordenadas pelas unidades públicas (CRAS, CREAS e Centro POP) e de forma complementar, pela Rede Socioassistencial Privada do SUAS. Marque a alternativa CORRETA:
 

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324861 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
A política de assistência social se constitui em direito de cidadania e dever estatal, imprescindível ao atendimento das necessidades humanas próprias à vida digna. Para a sua consecução, instituiu-se no Brasil o Sistema Único da Assistência Social (SUAS), cuja implementação ocorre junto aos municípios, os quais devem atender certas condições para alcançar níveis de gestão cada vez mais autônomos.
O SUAS é um sistema constituído nacionalmente com direção única, caracterizado pela gestão compartilhada e cofinanciamento das ações pelos três entes federados e pelo controle social exercido pelos Conselhos de Assistência Social dos municípios, estados e da União.
No SUAS, as ações da assistência social são organizadas tendo como referência o território onde as pessoas moram, considerando suas demandas e necessidades. Seus programas, projetos, serviços e benefícios devem ser desenvolvidos nas regiões mais vulneráveis, tendo a família como foco de atenção.
As ações da assistência social no SUAS são organizadas em dois tipos de proteção: básica e especial, e desenvolvidas e/ou coordenadas pelas unidades públicas: Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) e Centros de Referência Especializado para a População em Situação de Rua (Centro POP) e de forma complementar, pela Rede Socioassistencial Privada do SUAS.
LEI Nº 12.435, DE 6 DE JULHO DE 2011.
De acordo com a lei federal nº 12.435, de 6 de julho de 2011, a assistência social deve promover a proteção social, que visa à garantia da vida, à redução de danos e à prevenção da incidência de riscos. De acordo com essa lei, entre os objetivos da assistência social, incluem-se o de prestar a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice; amparar as crianças e os adolescentes carentes; promover a integração ao mercado de trabalho; habilitar e reabilitar as pessoas com deficiência; e promover a sua integração à vida comunitária.
A lei federal nº 12.435, de 2011, determina que a vigilância socioassistencial visa a analisar territorialmente a capacidade protetiva das famílias e nela a ocorrência de vulnerabilidades, de ameaças, de vitimizações e danos. Visa, também, garantir o pleno acesso aos direitos no conjunto das provisões socioassistenciais.
Para o enfrentamento da pobreza, lei federal nº 12.435, de 2011, determina que a assistência social deve ser realizada de forma integrada às políticas setoriais, garantindo mínimos sociais e provimento de condições para atender contingências sociais e promovendo a universalização dos direitos sociais.
Adaptado.
Disponível em: http://bit.ly/2NwBkiv (acesos em: 09/11/2019).
Com base no texto 'SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL', leia as afirmativas a seguir:

I. No texto, é possível identificar a ideia de que todos os profissionais envolvidos nos serviços de assistência social devem possuir formação de nível superior completo.
II. O texto informa que, de acordo com a lei nº 12.435, entre os objetivos da assistência social, inclui-se o de impedir a reabilitação das pessoas com deficiência.

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324860 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

A política de assistência social se constitui em direito de cidadania e dever estatal, imprescindível ao atendimento das necessidades humanas próprias à vida digna. Para a sua consecução, instituiu-se no Brasil o Sistema Único da Assistência Social (SUAS), cuja implementação ocorre junto aos municípios, os quais devem atender certas condições para alcançar níveis de gestão cada vez mais autônomos.
O SUAS é um sistema constituído nacionalmente com direção única, caracterizado pela gestão compartilhada e cofinanciamento das ações pelos três entes federados e pelo controle social exercido pelos Conselhos de Assistência Social dos municípios, estados e da União. No SUAS, as ações da assistência social são organizadas tendo como referência o território onde as pessoas moram, considerando suas demandas e necessidades. Seus programas, projetos, serviços e benefícios devem ser desenvolvidos nas regiões mais vulneráveis, tendo a família como foco de atenção.
As ações da assistência social no SUAS são organizadas em dois tipos de proteção: básica e especial, e desenvolvidas e/ou coordenadas pelas unidades públicas: Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) e Centros de Referência Especializado para a População em Situação de Rua (Centro POP) e de forma complementar, pela Rede Socioassistencial Privada do SUAS.
LEI Nº 12.435, DE 6 DE JULHO DE 2011.
De acordo com a lei federal nº 12.435, de 6 de julho de 2011, a assistência social deve promover a proteção social, que visa à garantia da vida, à redução de danos e à prevenção da incidência de riscos. De acordo com essa lei, entre os objetivos da assistência social, incluem-se o de prestar a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice; amparar as crianças e os adolescentes carentes; promover a integração ao mercado de trabalho; habilitar e reabilitar as pessoas com deficiência; e promover a sua integração à vida comunitária.
A lei federal nº 12.435, de 2011, determina que a vigilância socioassistencial visa a analisar territorialmente a capacidade protetiva das famílias e nela a ocorrência de vulnerabilidades, de ameaças, de vitimizações e danos. Visa, também, garantir o pleno acesso aos direitos no conjunto das provisões socioassistenciais.
Para o enfrentamento da pobreza, lei federal nº 12.435, de 2011, determina que a assistência social deve ser realizada de forma integrada às políticas setoriais, garantindo mínimos sociais e provimento de condições para atender contingências sociais e promovendo a universalização dos direitos sociais.
Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2NwBkiv (acesos em: 09/11/2019).
Com base no texto 'SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL', leia as afirmativas a seguir: I. No texto, é possível identificar a ideia de que as ações da assistência social no Sistema Único da Assistência Social são organizadas em dois tipos de proteção: básica e especial. II. É possível subentender-se a partir do texto que, no Sistema Único da Assistência Social, as ações da assistência social são organizadas tendo como referência o território onde as pessoas moram, considerando suas demandas e necessidades. Marque a alternativa CORRETA:
 

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PRECONCEITO QUE CALA, LÍNGUA QUE DISCRIMINA
Marcos Bagno, escritor e linguista brasileiro, deixa à mostra a ideologia de exclusão social e de dominação política pela língua, típica das sociedades ocidentais. “Podemos amar e cultivar nossas línguas, mas sem esquecer o preço altíssimo que muita gente pagou para que elas se implantassem como idiomas nacionais e línguas pátrias”.
O preconceito linguístico é um preconceito social. Para isso, aponta a afiada análise do escritor e linguista Marcos Bagno, brasileiro de Minas Gerais. Autor de mais de 30 livros, entre obras literárias e de divulgação científica, e professor da Universidade de Brasília, atualmente é reconhecido sobretudo por sua militância contra a discriminação social por meio da linguagem. No Brasil, tornou-se referência na luta pela democratização da linguagem e suas ideias têm exercido importante influência nos cursos de Letras e Pedagogia.
A importância de atingir esse meio, segundo ele, é que o combate ao preconceito linguístico passa principalmente pelas práticas escolares: é preciso que os professores se conscientizem e não sejam eles mesmos perpetuadores do preconceito linguístico e da discriminação. Preconceito mais antigo que o cristianismo, para Bagno, a língua desde longa data é instrumentalizada pelos poderes oficiais como um mecanismo de controle social. Dialeto e língua, fala correta e incorreta: na entrevista concedida a Desinformémonos, ele desnaturaliza esses conceitos e deixa à mostra a ideologia de exclusão e de dominação política pela língua, tão impregnada nas sociedades ocidentais.
“A língua é um dialeto com exército e marinha”, Max Weinreich.
O controle social é feito oficialmente quando um Estado escolhe uma língua ou uma determinada variedade linguística para se tornar a língua oficial. Evidentemente qualquer processo de seleção implica um processo de exclusão. Quando, em um país, existem várias línguas faladas, e uma delas se torna oficial, as demais línguas passam a ser objeto de repressão.
É muito antiga a tradição de distinguir a língua associada ao símbolo de poder dos dialetos. O uso do termo “dialeto” sempre foi carregado de preconceito racial ou cultural. Nesse emprego, dialeto é associado a uma maneira errada, feia ou má de se falar uma língua. Também é uma maneira de distinguir a língua dos povos civilizados, brancos, das formas supostamente primitivas de falar dos povos selvagens. Essa forma de classificação é tão poderosa que se erradicou no inconsciente da maioria das pessoas, inclusive as que declaram fazer um trabalho politicamente correto.
De fato, a separação entre língua e dialeto é eminentemente política e escapa aos critérios que os linguistas tentam estabelecer para delimitar dita separação. A eleição de um dialeto, ou de uma língua, para ocupar o cargo de língua oficial, renega, no mesmo gesto político, todas as outras variedades de língua de um mesmo território à terrível escuridão do não-ser. A referência do que vem de cima, do poder, das classes dominantes, cria aos falantes das variedades de língua sem prestígio social e cultural um complexo de inferioridade, uma baixo autoestima linguística, a qual os sociolinguistas catalães chamam de “auto-ódio”.
Falar de uma língua é sempre mover-se no terreno pantanoso das crenças, superstições, ideologia e representações. A Língua é um objeto criado, normatizado, institucionalizado para garantir a unidade política de um Estado sob o mote tradicional: “um país, um povo, uma língua”. Durante muitos séculos, para conseguir a desejada unidade nacional, muitas línguas foram e são emudecidas, muitas populações foram e são massacradas, povos inteiros foram calados e exterminados. No continente americano, temos uma história tristíssima de colonização construída sobre milhares de cadáveres de indígenas que já estavam aqui quando os europeus invadiram suas terras ancestrais e dos africanos escravizados que foram trazidos para cá contra sua vontade.
Não podemos esquecer que o que chamamos de “língua espanhola”, “língua portuguesa”, ou “língua inglesa” tem um rico histórico, não é algo que nasceu naturalmente. Podemos amar e cultivar essas línguas, mas sem esquecer o preço altíssimo que muita gente pagou para que elas se implantassem como idiomas nacionais e línguas pátrias.
(Adaptado. Reforma Ortográfica. Disponível em: http://bit.ly/2oPUuWL)
Com base no texto 'PRECONCEITO QUE CALA, LÍNGUA QUE DISCRIMINA', leia as afirmativas a seguir:

I. Como mostra o texto, a língua sempre foi um instrumento de poder, pois, ao elencar uma língua ou uma variedade linguística para se tornar oficial, um Estado acaba gerando um processo de exclusão. Ou seja, o controle social será exercido por essa nova escolha, pois em uma nação onde convivem várias línguas, se uma delas se torna oficial, as demais passarão a ser objeto de repressão.
II. É pertinente afirmar, a partir do texto, que o uso da palavra “língua” está relacionado a uma ideologia da exclusão social, visto que esse vocábulo sempre foi ligado a um modo errado, feio ou mal de se falar um dialeto. Ademais, também é uma maneira de distinguir a língua dos povos civilizados, brancos, das formas supostamente primitivas de falar dos povos selvagens.

Marque a alternativa CORRETA:
 

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324849 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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Educação Infantil: os desafios até chegar na sala de aula

A criança durante a Educação Infantil tem contato com milhares de sentidos e sensações. Cada exercício ou brincadeira pode se transformar em uma experiência guiada pelos professores. Mas como esses profissionais aprendem? E quais os desafios de levar as lições e diretrizes da BNCC para a sala de aula?

A pedagoga Mônica Samia, que fez seu doutorado sobre formação para Educação Infantil e publicou o livro "Diálogos sobre Formação de Formadores da Educação Infantil", explica que o modelo atual no qual professores de Educação Infantil se respaldam ainda é muito calcado no campo conceitual e teórico. Para ela, é imprescindível que esses profissionais comecem a ter contato com saberes mais práticos e focando, principalmente, na escuta como matéria-prima dessa etapa.

Mais recentemente, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) definiu seis direitos de aprendizagem aos quais toda criança tem direito na Educação Infantil. São elas: conviver, brincar, participar, explorar, expressar e conhecer-se. Apesar desses campos determinados, como é a realidade de quem leciona para os pequenos? E como levar a teoria do formando em Pedagogia para o campo prático da sala de aula?

RECONHECER A EDUCAÇÃO INFANTIL É O PRIMEIRO PASSO


Para Priscilla Amaral, professora formada em Pedagogia e que atualmente leciona na prefeitura municipal de São Paulo, o ensino para quem quer seguir a área pedagógica realmente é pouco prático, o que pode dificultar, muitas vezes, o entendimento do que e como cada campo deve ser ensinado.

Para ela, as áreas de recreação, ludicidade, jogos e brincadeiras deveriam ser melhor exploradas durante a formação dos professores. "Dentro da própria universidade que forma esses profissionais deveria ter mais aulas práticas nessas áreas, já que o foco da Educação Infantil é o brincar", diz a pedagoga.

A diretora pedagógica Clea Braga Alves trabalha em Itabirito, município de Minas Gerais, e trabalha na coordenação pedagógica desde 2013. Ela conta que todo o corpo pedagógico vem se preparando, juntamente com os supervisores e professores, para as mudanças propostas pela implementação da Base. "Nós já estamos desde o ano passado nos preparando para essa transição", explica ela.

Segundo a diretora pedagógica, o ensino para os profissionais que lecionam para a Educação Infantil realmente é muito teórico. Entre as críticas que ela faz, o curto período de estágio obrigatório não ajuda os profissionais e monitores que auxiliam os profissionais que chegam, em sua maioria, ainda muito despreparados. "Estamos capacitando todos os profissionais que têm chegado aqui", conta ela.

PROTAGONISMO X DIREITO

Jussara Santos, professora de crianças de 5 e 6 anos da rede pública municipal de São Paulo, conta que sua experiência como educadora para os pequenos mudou muito o seu olhar. Para ela, só faz sentido o protagonismo dado às crianças, expresso na nova BNCC, quando os educadores de fato ouvem a criança. "Eu passei a pensar como no processo que vivo diariamente, o professor acaba virando aprendiz e o aprendiz também vira professor", reflete ela. Além de se pautar nos ensinamentos pedagógicos, é importante que o profissional fique atento e alerta para o que as crianças vivenciam no dia a dia. "O protagonismo se dá a partir de um currículo que valoriza o que as crianças falam".

O QUE MOTIVA ESSES PROFISSIONAIS?

O salário, em média de R$ 2.790 por mês para os profissionais de Educação Infantil que lecionam na rede municipal de São Paulo, é baixo se comparado com o de outras profissões. Segundo a diretora pedagógica Clea Braga Alves, o que motiva mesmo esses profissionais é a vontade e a descoberta. "O professor de Educação Infantil tem que dar carinho e tem que ter um olhar diferenciado. É algo do perfil desse educador", diz.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2oLpOX9 (acesso em 14/10/2019).

Com base no texto 'Educação Infantil: os desafios até chegar na sala de aula', leia as afirmativas a seguir: I. O autor afirma que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) definiu seis direitos de aprendizagem aos quais toda criança tem direito na Educação Infantil. São elas: conviver, brincar, participar, explorar, expressar e conhecer-se. II. Depreende-se do texto que, na perspectiva da pedagoga Mônica Samia, o modelo atual no qual professores de Educação Infantil se respaldam ainda é muito calcado no campo prático e empírico. III. O que realmente motiva os profissionais da Educação Infantil, segundo a diretora pedagógica Clea Braga Alves, é a vontade e a descoberta, afirma o texto. Marque a alternativa CORRETA:
 

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324845 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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Educação Infantil: os desafios até chegar na sala de aula

A criança durante a Educação Infantil tem contato com milhares de sentidos e sensações. Cada exercício ou brincadeira pode se transformar em uma experiência guiada pelos professores. Mas como esses profissionais aprendem? E quais os desafios de levar as lições e diretrizes da BNCC para a sala de aula?

A pedagoga Mônica Samia, que fez seu doutorado sobre formação para Educação Infantil e publicou o livro "Diálogos sobre Formação de Formadores da Educação Infantil", explica que o modelo atual no qual professores de Educação Infantil se respaldam ainda é muito calcado no campo conceitual e teórico. Para ela, é imprescindível que esses profissionais comecem a ter contato com saberes mais práticos e focando, principalmente, na escuta como matéria-prima dessa etapa.

Mais recentemente, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) definiu seis direitos de aprendizagem aos quais toda criança tem direito na Educação Infantil. São elas: conviver, brincar, participar, explorar, expressar e conhecer-se. Apesar desses campos determinados, como é a realidade de quem leciona para os pequenos? E como levar a teoria do formando em Pedagogia para o campo prático da sala de aula?

RECONHECER A EDUCAÇÃO INFANTIL É O PRIMEIRO PASSO


Para Priscilla Amaral, professora formada em Pedagogia e que atualmente leciona na prefeitura municipal de São Paulo, o ensino para quem quer seguir a área pedagógica realmente é pouco prático, o que pode dificultar, muitas vezes, o entendimento do que e como cada campo deve ser ensinado.

Para ela, as áreas de recreação, ludicidade, jogos e brincadeiras deveriam ser melhor exploradas durante a formação dos professores. "Dentro da própria universidade que forma esses profissionais deveria ter mais aulas práticas nessas áreas, já que o foco da Educação Infantil é o brincar", diz a pedagoga.

A diretora pedagógica Clea Braga Alves trabalha em Itabirito, município de Minas Gerais, e trabalha na coordenação pedagógica desde 2013. Ela conta que todo o corpo pedagógico vem se preparando, juntamente com os supervisores e professores, para as mudanças propostas pela implementação da Base. "Nós já estamos desde o ano passado nos preparando para essa transição", explica ela.

Segundo a diretora pedagógica, o ensino para os profissionais que lecionam para a Educação Infantil realmente é muito teórico. Entre as críticas que ela faz, o curto período de estágio obrigatório não ajuda os profissionais e monitores que auxiliam os profissionais que chegam, em sua maioria, ainda muito despreparados. "Estamos capacitando todos os profissionais que têm chegado aqui", conta ela.

PROTAGONISMO X DIREITO

Jussara Santos, professora de crianças de 5 e 6 anos da rede pública municipal de São Paulo, conta que sua experiência como educadora para os pequenos mudou muito o seu olhar. Para ela, só faz sentido o protagonismo dado às crianças, expresso na nova BNCC, quando os educadores de fato ouvem a criança. "Eu passei a pensar como no processo que vivo diariamente, o professor acaba virando aprendiz e o aprendiz também vira professor", reflete ela. Além de se pautar nos ensinamentos pedagógicos, é importante que o profissional fique atento e alerta para o que as crianças vivenciam no dia a dia. "O protagonismo se dá a partir de um currículo que valoriza o que as crianças falam".

O QUE MOTIVA ESSES PROFISSIONAIS?

O salário, em média de R$ 2.790 por mês para os profissionais de Educação Infantil que lecionam na rede municipal de São Paulo, é baixo se comparado com o de outras profissões. Segundo a diretora pedagógica Clea Braga Alves, o que motiva mesmo esses profissionais é a vontade e a descoberta. "O professor de Educação Infantil tem que dar carinho e tem que ter um olhar diferenciado. É algo do perfil desse educador", diz.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2oLpOX9 (acesso em 14/10/2019).

Com base no texto 'Educação Infantil: os desafios até chegar na sala de aula', leia as afirmativas a seguir: I. Na perspectiva de Priscilla Amaral, informa o texto, dentro da própria universidade que forma os profissionais de Educação Infantil, deveria haver mais aulas práticas nessas áreas, já que o foco da Educação Infantil é o desenvolvimento do conhecimento científico dos educandos. II. O texto apresenta ao leitor a opinião de alguns profissionais sobre a formação de professores para a Educação Infantil. Como exemplo, pode-se destacar a opinião da pedagoga Mônica Samia, para quem é imprescindível que os profissionais que atuam na Educação infantil comecem a ter contato com saberes mais práticos e focando, principalmente, na escuta como matéria-prima dessa etapa do ensino. III. O texto busca apresentar ao leitor a opinião de alguns especialistas sobre a realidade de quem leciona para os alunos da Educação infantil e como levar a teoria do formando em Pedagogia para o campo prático da sala de aula. Marque a alternativa CORRETA:
 

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324838 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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Leia as afirmativas a seguir:
I. O conceito de poluição ambiental remete à degradação da qualidade do ambiente com prejuízos à qualidade de vida humana ou, mais especificamente, a qualquer alteração na composição e nas características do ambiente que, direta ou indiretamente, impeça ou dificulte a sua utilização. II. Consumo sustentável é aquele que utiliza serviços e produtos que respondam às necessidades básicas de toda a população, trazendo melhoria na qualidade de vida, reduzindo o uso de recursos naturais, materiais tóxicos, produção de lixo e a emissão de poluição em todo o ciclo de vida, sem comprometer as gerações futuras.
Marque a alternativa CORRETA:
 

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