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Texto 3
Histórico do município de Palmeira dos índios
As terras ocupadas pelo município de Palmeira dos
Índios constituíam primitivamente um aldeamento dos
índios Xucurus, que aí se estabeleceram no meado do século
XVII. Tinham esses indígenas o seu habitat cercado de
esbeltas palmeiras, bem próximo ao pé da serra onde hoje se
ergue a cidade de Palmeira dos Índios. O nome do município
veio, pois, em consequência dos seus primeiros habitantes e
do fato da abundância de palmeiras que então havia em seus
campos. Os gentios formaram seu aldeamento entre um
brejo chamado Cafurna e a serra da Boa Vista. Diz a tradição
que mais ou menos em 1770 chegou a região Frei Domingos
de São José, conseguindo converter os gentios ao
cristianismo. Posteriormente, o franciscano obteve de D.
Maria Pereira Gonçalves e dos seus herdeiros a doação de
meia légua de terra para patrimônio da capela que aí foi
construída, sendo consagrada ao Senhor Bom Jesus da
Morte.
A data certa da criação da freguesia não é
conhecida. Segundo Espíndola, é 1798. Outros dão 1789,
parecendo, talvez, troca dos dois últimos algarismos. A vila
de Palmeira dos Índios foi criada pela resolução nº 10, de 10
abril de 1835, desmembrada da vila de Atalaia. Sua
instalação tornou-se válida depois da Resolução nº 27, de 12
de março de 1838. Foi suprimida pela Lei nº 43, de 23 de
junho de 1853, elevada à categoria de cidade pela Lei nº
1113, de 20 de agosto de 1889. Seu termo fazia parte, desde
a criação, da comarca de Atalaia, passando, em 1838, para a
de Anadia. Em 1872, pela Lei nº 624, de 16 de março, foi
criada a sua comarca desmembrada de Viçosa, e que passou
a ser comarca pela Lei nº 1473, de 17 de setembro de 1949.
Conhecida como a "Princesa do Sertão", Palmeira
dos Índios tem também sua origem ligada à lenda do casal
de índios Tilixi e Tixiliá. Conta-se que, há 200 anos atrás,
Tixiliá estava prometida ao cacique Etafé, mas era
apaixonada pelo primo Tilixi. Um beijo proibido condenou
Tilixi à morte por inanição. Ao visitar o amado, Tixiliá foi
atingida por uma flecha mortal de Etafé, morrendo ao lado de
Tilixi. No local, nasceu a palmeira, que simbolizava o amor
intenso do casal.
Disponível em:
http://www.cultura.al.gov.br/municipios/historico-dos-municipios-alagoanos/342-historico-de-municipios/394-
historico-de-palmeira-dos-indios. Acesso em: 28 de nov.
2023. (adaptado)
I. A rápida transformação de Palmeira dos índios de vila em cidade revela a luta incessante da população local por independência política e econômica.
II. A formação da cidade de Palmeira dos Índios foi influenciada pela cultura dos índios Xucurus, uma vez que estes foram os primeiros habitantes da região.
Marque a alternativa correta:
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Texto 3
Histórico do município de Palmeira dos índios
As terras ocupadas pelo município de Palmeira dos
Índios constituíam primitivamente um aldeamento dos
índios Xucurus, que aí se estabeleceram no meado do século
XVII. Tinham esses indígenas o seu habitat cercado de
esbeltas palmeiras, bem próximo ao pé da serra onde hoje se
ergue a cidade de Palmeira dos Índios. O nome do município
veio, pois, em consequência dos seus primeiros habitantes e
do fato da abundância de palmeiras que então havia em seus
campos. Os gentios formaram seu aldeamento entre um
brejo chamado Cafurna e a serra da Boa Vista. Diz a tradição
que mais ou menos em 1770 chegou a região Frei Domingos
de São José, conseguindo converter os gentios ao
cristianismo. Posteriormente, o franciscano obteve de D.
Maria Pereira Gonçalves e dos seus herdeiros a doação de
meia légua de terra para patrimônio da capela que aí foi
construída, sendo consagrada ao Senhor Bom Jesus da
Morte.
A data certa da criação da freguesia não é
conhecida. Segundo Espíndola, é 1798. Outros dão 1789,
parecendo, talvez, troca dos dois últimos algarismos. A vila
de Palmeira dos Índios foi criada pela resolução nº 10, de 10
abril de 1835, desmembrada da vila de Atalaia. Sua
instalação tornou-se válida depois da Resolução nº 27, de 12
de março de 1838. Foi suprimida pela Lei nº 43, de 23 de
junho de 1853, elevada à categoria de cidade pela Lei nº
1113, de 20 de agosto de 1889. Seu termo fazia parte, desde
a criação, da comarca de Atalaia, passando, em 1838, para a
de Anadia. Em 1872, pela Lei nº 624, de 16 de março, foi
criada a sua comarca desmembrada de Viçosa, e que passou
a ser comarca pela Lei nº 1473, de 17 de setembro de 1949.
Conhecida como a "Princesa do Sertão", Palmeira
dos Índios tem também sua origem ligada à lenda do casal
de índios Tilixi e Tixiliá. Conta-se que, há 200 anos atrás,
Tixiliá estava prometida ao cacique Etafé, mas era
apaixonada pelo primo Tilixi. Um beijo proibido condenou
Tilixi à morte por inanição. Ao visitar o amado, Tixiliá foi
atingida por uma flecha mortal de Etafé, morrendo ao lado de
Tilixi. No local, nasceu a palmeira, que simbolizava o amor
intenso do casal.
Disponível em:
http://www.cultura.al.gov.br/municipios/historico-dos-municipios-alagoanos/342-historico-de-municipios/394-
historico-de-palmeira-dos-indios. Acesso em: 28 de nov.
2023. (adaptado)
I. O nome da cidade de Palmeira dos Índios possui duas origens distintas, mas que coexistem sem que uma interfira na outra.
II. A conversão proposta pelo Frei Domingos de São José foi coercitiva e violenta, o que gerou grandes impactos na configuração social da época.
Marque a alternativa correta:
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Texto 2
Brasil tem apenas 16 doadores de órgãos a cada milhão
de pessoas
O Brasil é referência mundial em transplante de
órgãos, já que possui o maior programa público do planeta
direcionado às cirurgias, que são gratuitas e garantidas pelo
Sistema Único de Saúde (SUS). Na outra ponta, porém, está
o lado fraco da corda: o número de doadores. Antes da
pandemia da Covid-19, a cada um milhão de brasileiros, 18
eram doadores. Com a questão do vírus, o índice caiu para
16 pmp (doadores por milhão da população). Isso fez
aumentar ainda mais a fila de pessoas que esperam pelo
gesto que pode garantir a vida. Em 2019, a fila de espera por
órgãos estava em aproximadamente 38 mil pessoas. Hoje,
de acordo com a Associação Brasileira de Transplantados
(ABTx), o número aumentou cerca de 30%.
“Hoje, no País, nós temos mais de 48 mil pessoas
na fila, são praticamente 50 mil pessoas na fila esperando
por um órgão, uma doação”, destaca Edson Arakaki,
presidente da Associação. “Essa é a grande necessidade. E
muitas dessas pessoas na fila podem vir a falecer. Quem
aguarda um transplante de pulmão ou de coração não
consegue ficar na fila muito tempo.”
O médico ressalta que o grande problema é a
doação em si, já que muitos fatores acabam diminuindo as
cirurgias e aumentando a espera dos pacientes, algo que
piorou durante a pandemia. “Entre os vários fatores de não
doação a gente tem, por exemplo, uma negativa familiar
ainda grande e o reporte da morte encefálica pelas UTIs, que
ainda é uma subnotificação. Temos ainda a falta de recurso
humano para chegar em todos os locais, de uma equipe que
poderia fazer uma entrevista familiar na doação. Então, são
vários os fatores que contribuem para o aumento da fila”,
explica Edson. Patrícia Jung, 45 anos, moradora de Estrela
(RS), passou por esse problema. A enfermeira conta que
enfrentou momentos complicados até finalmente conseguir
a doação e iniciar uma nova vida.
Patrícia explica que infelizmente esse assunto não
é debatido pelas famílias com antecedência e a questão da
doação só aparece, muitas vezes, quando a morte encefálica do doador é notificada, o que torna tudo mais complicado, já
que é um momento delicado para a família, que por lei é
quem decide pela doação ou não. A enfermeira aponta que
hoje já é comum as pessoas conversarem com bastante
antecedência sobre como deve ser realizado o funeral e
ressalta que a questão da doação deveria ser tão comum
quanto, o que ajudaria a diminuir ou até mesmo acabar com
a fila de espera.
Disponível em: https://www.al.pi.leg.br/tv/noticias-tv-1/brasil-tem-apenas-16-doadores-de-orgaos-a-cadamilhao-de-pessoas. Acesso em 02 de nov. 2023 (adaptado).
I. Segundo o texto, “Brasil tem apenas 16 doadores de órgãos a cada milhão de pessoas”, uma das dificuldades para a doação de órgãos no Brasil está relacionada à ineficiência comunicativa por parte das UTIs e à falta de diálogo entre as famílias.
II. De acordo com o texto, “Brasil tem apenas 16 doadores de órgãos a cada milhão de pessoas”, compreende-se que o número de doadores de órgãos apresenta um crescimento inversamente proporcional ao crescimento da fila de pessoas que esperam por uma doação de órgãos.
Marque a alternativa correta:
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Texto 2
Brasil tem apenas 16 doadores de órgãos a cada milhão
de pessoas
O Brasil é referência mundial em transplante de
órgãos, já que possui o maior programa público do planeta
direcionado às cirurgias, que são gratuitas e garantidas pelo
Sistema Único de Saúde (SUS). Na outra ponta, porém, está
o lado fraco da corda: o número de doadores. Antes da
pandemia da Covid-19, a cada um milhão de brasileiros, 18
eram doadores. Com a questão do vírus, o índice caiu para
16 pmp (doadores por milhão da população). Isso fez
aumentar ainda mais a fila de pessoas que esperam pelo
gesto que pode garantir a vida. Em 2019, a fila de espera por
órgãos estava em aproximadamente 38 mil pessoas. Hoje,
de acordo com a Associação Brasileira de Transplantados
(ABTx), o número aumentou cerca de 30%.
“Hoje, no País, nós temos mais de 48 mil pessoas
na fila, são praticamente 50 mil pessoas na fila esperando
por um órgão, uma doação”, destaca Edson Arakaki,
presidente da Associação. “Essa é a grande necessidade. E
muitas dessas pessoas na fila podem vir a falecer. Quem
aguarda um transplante de pulmão ou de coração não
consegue ficar na fila muito tempo.”
O médico ressalta que o grande problema é a
doação em si, já que muitos fatores acabam diminuindo as
cirurgias e aumentando a espera dos pacientes, algo que
piorou durante a pandemia. “Entre os vários fatores de não
doação a gente tem, por exemplo, uma negativa familiar
ainda grande e o reporte da morte encefálica pelas UTIs, que
ainda é uma subnotificação. Temos ainda a falta de recurso
humano para chegar em todos os locais, de uma equipe que
poderia fazer uma entrevista familiar na doação. Então, são
vários os fatores que contribuem para o aumento da fila”,
explica Edson. Patrícia Jung, 45 anos, moradora de Estrela
(RS), passou por esse problema. A enfermeira conta que
enfrentou momentos complicados até finalmente conseguir
a doação e iniciar uma nova vida.
Patrícia explica que infelizmente esse assunto não
é debatido pelas famílias com antecedência e a questão da
doação só aparece, muitas vezes, quando a morte encefálica do doador é notificada, o que torna tudo mais complicado, já
que é um momento delicado para a família, que por lei é
quem decide pela doação ou não. A enfermeira aponta que
hoje já é comum as pessoas conversarem com bastante
antecedência sobre como deve ser realizado o funeral e
ressalta que a questão da doação deveria ser tão comum
quanto, o que ajudaria a diminuir ou até mesmo acabar com
a fila de espera.
Disponível em: https://www.al.pi.leg.br/tv/noticias-tv-1/brasil-tem-apenas-16-doadores-de-orgaos-a-cadamilhao-de-pessoas. Acesso em 02 de nov. 2023 (adaptado).
I. Em: “O Brasil é referência mundial em transplante de órgãos, já que possui o maior programa público do planeta direcionado às cirurgias, que são gratuitas e garantidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).”, há três orações, sendo a oração em destaque subordinada à anterior a ela, estabelecendo uma relação causal, e sendo a oração principal em relação à oração posterior.
II. Em: “A enfermeira aponta que hoje já é comum as pessoas conversarem com bastante antecedência sobre como deve ser realizado o funeral e ressalta que a questão da doação deveria ser tão comum quanto”, o trecho destacado é composto por três orações: uma subordinada substantiva objetiva direta, uma subordinada substantiva objetiva indireta e uma subordinada substantiva completiva nominal.
Marque a alternativa correta:
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Texto 2
Brasil tem apenas 16 doadores de órgãos a cada milhão
de pessoas
O Brasil é referência mundial em transplante de
órgãos, já que possui o maior programa público do planeta
direcionado às cirurgias, que são gratuitas e garantidas pelo
Sistema Único de Saúde (SUS). Na outra ponta, porém, está
o lado fraco da corda: o número de doadores. Antes da
pandemia da Covid-19, a cada um milhão de brasileiros, 18
eram doadores. Com a questão do vírus, o índice caiu para
16 pmp (doadores por milhão da população). Isso fez
aumentar ainda mais a fila de pessoas que esperam pelo
gesto que pode garantir a vida. Em 2019, a fila de espera por
órgãos estava em aproximadamente 38 mil pessoas. Hoje,
de acordo com a Associação Brasileira de Transplantados
(ABTx), o número aumentou cerca de 30%.
“Hoje, no País, nós temos mais de 48 mil pessoas
na fila, são praticamente 50 mil pessoas na fila esperando
por um órgão, uma doação”, destaca Edson Arakaki,
presidente da Associação. “Essa é a grande necessidade. E
muitas dessas pessoas na fila podem vir a falecer. Quem
aguarda um transplante de pulmão ou de coração não
consegue ficar na fila muito tempo.”
O médico ressalta que o grande problema é a
doação em si, já que muitos fatores acabam diminuindo as
cirurgias e aumentando a espera dos pacientes, algo que
piorou durante a pandemia. “Entre os vários fatores de não
doação a gente tem, por exemplo, uma negativa familiar
ainda grande e o reporte da morte encefálica pelas UTIs, que
ainda é uma subnotificação. Temos ainda a falta de recurso
humano para chegar em todos os locais, de uma equipe que
poderia fazer uma entrevista familiar na doação. Então, são
vários os fatores que contribuem para o aumento da fila”,
explica Edson. Patrícia Jung, 45 anos, moradora de Estrela
(RS), passou por esse problema. A enfermeira conta que
enfrentou momentos complicados até finalmente conseguir
a doação e iniciar uma nova vida.
Patrícia explica que infelizmente esse assunto não
é debatido pelas famílias com antecedência e a questão da
doação só aparece, muitas vezes, quando a morte encefálica do doador é notificada, o que torna tudo mais complicado, já
que é um momento delicado para a família, que por lei é
quem decide pela doação ou não. A enfermeira aponta que
hoje já é comum as pessoas conversarem com bastante
antecedência sobre como deve ser realizado o funeral e
ressalta que a questão da doação deveria ser tão comum
quanto, o que ajudaria a diminuir ou até mesmo acabar com
a fila de espera.
Disponível em: https://www.al.pi.leg.br/tv/noticias-tv-1/brasil-tem-apenas-16-doadores-de-orgaos-a-cadamilhao-de-pessoas. Acesso em 02 de nov. 2023 (adaptado).
I. Em: “A enfermeira aponta que hoje já é comum as pessoas conversarem com bastante antecedência sobre como deve ser realizado o funeral e ressalta que a questão da doação deveria ser tão comum quanto”, todos os verbos destacados estão conjugados no presente do modo indicativo.
II. Em: “Com a questão do vírus, o índice caiu para 16 pmp (doadores por milhão da população). Isso fez aumentar ainda mais a fila de pessoas que esperam pelo gesto que pode garantir a vida.”, os termos destacados são, respectivamente, um complemento nominal, um adjunto adnominal e um objeto indireto.
Marque a alternativa correta:
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Texto 2
Brasil tem apenas 16 doadores de órgãos a cada milhão
de pessoas
O Brasil é referência mundial em transplante de
órgãos, já que possui o maior programa público do planeta
direcionado às cirurgias, que são gratuitas e garantidas pelo
Sistema Único de Saúde (SUS). Na outra ponta, porém, está
o lado fraco da corda: o número de doadores. Antes da
pandemia da Covid-19, a cada um milhão de brasileiros, 18
eram doadores. Com a questão do vírus, o índice caiu para
16 pmp (doadores por milhão da população). Isso fez
aumentar ainda mais a fila de pessoas que esperam pelo
gesto que pode garantir a vida. Em 2019, a fila de espera por
órgãos estava em aproximadamente 38 mil pessoas. Hoje,
de acordo com a Associação Brasileira de Transplantados
(ABTx), o número aumentou cerca de 30%.
“Hoje, no País, nós temos mais de 48 mil pessoas
na fila, são praticamente 50 mil pessoas na fila esperando
por um órgão, uma doação”, destaca Edson Arakaki,
presidente da Associação. “Essa é a grande necessidade. E
muitas dessas pessoas na fila podem vir a falecer. Quem
aguarda um transplante de pulmão ou de coração não
consegue ficar na fila muito tempo.”
O médico ressalta que o grande problema é a
doação em si, já que muitos fatores acabam diminuindo as
cirurgias e aumentando a espera dos pacientes, algo que
piorou durante a pandemia. “Entre os vários fatores de não
doação a gente tem, por exemplo, uma negativa familiar
ainda grande e o reporte da morte encefálica pelas UTIs, que
ainda é uma subnotificação. Temos ainda a falta de recurso
humano para chegar em todos os locais, de uma equipe que
poderia fazer uma entrevista familiar na doação. Então, são
vários os fatores que contribuem para o aumento da fila”,
explica Edson. Patrícia Jung, 45 anos, moradora de Estrela
(RS), passou por esse problema. A enfermeira conta que
enfrentou momentos complicados até finalmente conseguir
a doação e iniciar uma nova vida.
Patrícia explica que infelizmente esse assunto não
é debatido pelas famílias com antecedência e a questão da
doação só aparece, muitas vezes, quando a morte encefálica do doador é notificada, o que torna tudo mais complicado, já
que é um momento delicado para a família, que por lei é
quem decide pela doação ou não. A enfermeira aponta que
hoje já é comum as pessoas conversarem com bastante
antecedência sobre como deve ser realizado o funeral e
ressalta que a questão da doação deveria ser tão comum
quanto, o que ajudaria a diminuir ou até mesmo acabar com
a fila de espera.
Disponível em: https://www.al.pi.leg.br/tv/noticias-tv-1/brasil-tem-apenas-16-doadores-de-orgaos-a-cadamilhao-de-pessoas. Acesso em 02 de nov. 2023 (adaptado).
I. Em: “Brasil tem apenas 16 doadores de órgãos a cada milhão de pessoas”, a locução “a cada” é composta por um artigo definido, “a”, e pelo pronome indefinido, “cada”.
II. Em: “O médico ressalta que o grande problema é a doação em si, já que muitos fatores acabam diminuindo as cirurgias e aumentando a espera dos pacientes, algo que piorou durante a pandemia.”, o pronome indefinido destacado atua como um aposto resumitivo.
Marque a alternativa correta:
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Texto 1
O médico e o monstro
Avental branco, pincenê vermelho, bigodes azuis,
ei-lo, grave, aplicando sobre o peito descoberto duma
criancinha um estetoscópio, e depois a injeção que a
enfermeira lhe passa. O avental na verdade é uma camisa de
homem adulto a bater-lhe pelos joelhos; os bigodes foram
pintados por sua irmã, a enfermeira; a criancinha é uma
boneca de olhos cerúleos, mas já meio careca, que atende
pelo nome de Rosinha; os instrumentos para exame e
cirurgia saem duma caixinha de brinquedos. Ela, seis anos e
meio; o doutor tem cinco.
O médico segura o microscópio, focaliza-o dentro
da boca de Rosinha, pede uma colher, manda a paciente
dizer aaá. Rosinha diz aaá pelos lábios da enfermeira. O
médico apanha o pincenê, que escorreu de seu nariz, rabisca
uma receita. Novos clientes desfilam pela clínica: uma
baiana de acarajé, um urso muito resfriado, porque só
gostava de neve, um cachorro atropelado por lotação, outras
bonecas de vários tamanhos, um Papai Noel, uma bola de
borracha e até mesmo o pai e a mãe do médico e da
enfermeira.
De repente, o médico diz que está com sede e corre
para a cozinha, apertando o pincenê contra o rosto. A mãe se
aproveita disso para dar um beijo violento no seu amor de
filho e também para preparar-lhe um copázio de vitaminas:
tomate, cenoura, maçã, banana, limão, laranja e aveia. O
famoso pediatra, com um esgar colérico, recusa a formidável
droga. A terrível mistura é sorvida com dificuldade e
repugnância, seus olhos se alteram nas órbitas, um engasgo
devolve o restinho. A operação durou um quarto de hora. A
mãe recolhe o copo vazio com a alegria da vitória e aplica no
menino uma palmadinha carinhosa, revidada com a ameaça
dum chute. Já estamos a essa altura, como não podia deixar
de ser, presenciando a metamorfose do médico em monstro.
Ao passar zunindo pela sala, o pincenê e o avental
são atirados sobre o tapete com um gesto desabrido. Do
antigo médico resta um lindo bigode azul. De máscara preta
e espada, Mr. Hyde penetra no quarto, onde a doce
enfermeira continua a brincar, e desfaz com uma
espadeirada todo o consultório: microscópio, estetoscópio,
remédios, seringa, termômetro, tesoura, gaze, esparadrapo,
bonecas, tudo se derrama pelo chão. A enfermeira dá um
grito de horror e começa a chorar nervosamente.
Ainda sob o efeito das vitaminas, preso na solidão
escura do mal, desatento a qualquer autoridade materna ou
paterna, com o diabo no corpo, o monstro vai espalhando
terror a seu redor: é a televisão ligada ao máximo, é o divã
massacrado sob os seus pés, é uma corneta indo tinir no
ouvido da cozinheira, um vaso quebrado, uma cortina que se
despenca, um grito, um uivo, um rugido animal, é o doce
derramado, a torneira inundando o banheiro, a revista nova dilacerada, é, enfim, o flagelo à solta no sexto andar dum
apartamento carioca.
Subitamente, o monstro se acalma. Suado e
ofegante, senta-se sobre os joelhos do pai, pedindo com
doçura que conte uma história ou lhe compre um carneirinho
de verdade. E a paz e a ternura de novo abrem suas asas num
lar ameaçado pelas forças do mal.
Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/o-medico-e-o-monstro-cronica-de-paulo-mendes-campos/. Acesso em
02 de nov. 2023 (adaptado)
I. Em: “Suado e ofegante, senta-se sobre os joelhos do pai, pedindo com doçura que conte uma história ou lhe compre um carneirinho de verdade.”, os adjetivos em destaque indicam o modo como o menino senta-se sobre os joelhos do pai.
II. Em: “A terrível mistura é sorvida com dificuldade e repugnância, seus olhos se alteram nas órbitas, um engasgo devolve o restinho.”, há três orações, que estabelecem entre si uma relação de coordenação.
III. Em: “Ao passar zunindo pela sala, o pincenê e o avental são atirados sobre o tapete com um gesto desabrido.”, o termo destacado é composto por um afixo, em um processo de derivação, tal qual as palavras: desperto, desnecessário e desfolhar.
Marque a alternativa correta:
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Texto 1
O médico e o monstro
Avental branco, pincenê vermelho, bigodes azuis,
ei-lo, grave, aplicando sobre o peito descoberto duma
criancinha um estetoscópio, e depois a injeção que a
enfermeira lhe passa. O avental na verdade é uma camisa de
homem adulto a bater-lhe pelos joelhos; os bigodes foram
pintados por sua irmã, a enfermeira; a criancinha é uma
boneca de olhos cerúleos, mas já meio careca, que atende
pelo nome de Rosinha; os instrumentos para exame e
cirurgia saem duma caixinha de brinquedos. Ela, seis anos e
meio; o doutor tem cinco.
O médico segura o microscópio, focaliza-o dentro
da boca de Rosinha, pede uma colher, manda a paciente
dizer aaá. Rosinha diz aaá pelos lábios da enfermeira. O
médico apanha o pincenê, que escorreu de seu nariz, rabisca
uma receita. Novos clientes desfilam pela clínica: uma
baiana de acarajé, um urso muito resfriado, porque só
gostava de neve, um cachorro atropelado por lotação, outras
bonecas de vários tamanhos, um Papai Noel, uma bola de
borracha e até mesmo o pai e a mãe do médico e da
enfermeira.
De repente, o médico diz que está com sede e corre
para a cozinha, apertando o pincenê contra o rosto. A mãe se
aproveita disso para dar um beijo violento no seu amor de
filho e também para preparar-lhe um copázio de vitaminas:
tomate, cenoura, maçã, banana, limão, laranja e aveia. O
famoso pediatra, com um esgar colérico, recusa a formidável
droga. A terrível mistura é sorvida com dificuldade e
repugnância, seus olhos se alteram nas órbitas, um engasgo
devolve o restinho. A operação durou um quarto de hora. A
mãe recolhe o copo vazio com a alegria da vitória e aplica no
menino uma palmadinha carinhosa, revidada com a ameaça
dum chute. Já estamos a essa altura, como não podia deixar
de ser, presenciando a metamorfose do médico em monstro.
Ao passar zunindo pela sala, o pincenê e o avental
são atirados sobre o tapete com um gesto desabrido. Do
antigo médico resta um lindo bigode azul. De máscara preta
e espada, Mr. Hyde penetra no quarto, onde a doce
enfermeira continua a brincar, e desfaz com uma
espadeirada todo o consultório: microscópio, estetoscópio,
remédios, seringa, termômetro, tesoura, gaze, esparadrapo,
bonecas, tudo se derrama pelo chão. A enfermeira dá um
grito de horror e começa a chorar nervosamente.
Ainda sob o efeito das vitaminas, preso na solidão
escura do mal, desatento a qualquer autoridade materna ou
paterna, com o diabo no corpo, o monstro vai espalhando
terror a seu redor: é a televisão ligada ao máximo, é o divã
massacrado sob os seus pés, é uma corneta indo tinir no
ouvido da cozinheira, um vaso quebrado, uma cortina que se
despenca, um grito, um uivo, um rugido animal, é o doce
derramado, a torneira inundando o banheiro, a revista nova dilacerada, é, enfim, o flagelo à solta no sexto andar dum
apartamento carioca.
Subitamente, o monstro se acalma. Suado e
ofegante, senta-se sobre os joelhos do pai, pedindo com
doçura que conte uma história ou lhe compre um carneirinho
de verdade. E a paz e a ternura de novo abrem suas asas num
lar ameaçado pelas forças do mal.
Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/o-medico-e-o-monstro-cronica-de-paulo-mendes-campos/. Acesso em
02 de nov. 2023 (adaptado)
I. Em: “Avental branco, pincenê vermelho, bigodes azuis, ei-lo, grave, aplicando sobre o peito descoberto duma criancinha um estetoscópio, e depois a injeção que a enfermeira lhe passa.”, os termos destacados são pronomes pessoais oblíquos átonos.
II. Em: “os bigodes foram pintados por sua irmã, a enfermeira; a criancinha é uma boneca de olhos cerúleos, mas já meio careca”, o termo destacado poderia ser substituído por “meia” uma vez que “meio” está acompanhando um adjetivo feminino, podendo ser flexionado para o gênero feminino.
Marque a alternativa correta:
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Questão presente nas seguintes provas
Texto 1
O médico e o monstro
Avental branco, pincenê vermelho, bigodes azuis,
ei-lo, grave, aplicando sobre o peito descoberto duma
criancinha um estetoscópio, e depois a injeção que a
enfermeira lhe passa. O avental na verdade é uma camisa de
homem adulto a bater-lhe pelos joelhos; os bigodes foram
pintados por sua irmã, a enfermeira; a criancinha é uma
boneca de olhos cerúleos, mas já meio careca, que atende
pelo nome de Rosinha; os instrumentos para exame e
cirurgia saem duma caixinha de brinquedos. Ela, seis anos e
meio; o doutor tem cinco.
O médico segura o microscópio, focaliza-o dentro
da boca de Rosinha, pede uma colher, manda a paciente
dizer aaá. Rosinha diz aaá pelos lábios da enfermeira. O
médico apanha o pincenê, que escorreu de seu nariz, rabisca
uma receita. Novos clientes desfilam pela clínica: uma
baiana de acarajé, um urso muito resfriado, porque só
gostava de neve, um cachorro atropelado por lotação, outras
bonecas de vários tamanhos, um Papai Noel, uma bola de
borracha e até mesmo o pai e a mãe do médico e da
enfermeira.
De repente, o médico diz que está com sede e corre
para a cozinha, apertando o pincenê contra o rosto. A mãe se
aproveita disso para dar um beijo violento no seu amor de
filho e também para preparar-lhe um copázio de vitaminas:
tomate, cenoura, maçã, banana, limão, laranja e aveia. O
famoso pediatra, com um esgar colérico, recusa a formidável
droga. A terrível mistura é sorvida com dificuldade e
repugnância, seus olhos se alteram nas órbitas, um engasgo
devolve o restinho. A operação durou um quarto de hora. A
mãe recolhe o copo vazio com a alegria da vitória e aplica no
menino uma palmadinha carinhosa, revidada com a ameaça
dum chute. Já estamos a essa altura, como não podia deixar
de ser, presenciando a metamorfose do médico em monstro.
Ao passar zunindo pela sala, o pincenê e o avental
são atirados sobre o tapete com um gesto desabrido. Do
antigo médico resta um lindo bigode azul. De máscara preta
e espada, Mr. Hyde penetra no quarto, onde a doce
enfermeira continua a brincar, e desfaz com uma
espadeirada todo o consultório: microscópio, estetoscópio,
remédios, seringa, termômetro, tesoura, gaze, esparadrapo,
bonecas, tudo se derrama pelo chão. A enfermeira dá um
grito de horror e começa a chorar nervosamente.
Ainda sob o efeito das vitaminas, preso na solidão
escura do mal, desatento a qualquer autoridade materna ou
paterna, com o diabo no corpo, o monstro vai espalhando
terror a seu redor: é a televisão ligada ao máximo, é o divã
massacrado sob os seus pés, é uma corneta indo tinir no
ouvido da cozinheira, um vaso quebrado, uma cortina que se
despenca, um grito, um uivo, um rugido animal, é o doce
derramado, a torneira inundando o banheiro, a revista nova dilacerada, é, enfim, o flagelo à solta no sexto andar dum
apartamento carioca.
Subitamente, o monstro se acalma. Suado e
ofegante, senta-se sobre os joelhos do pai, pedindo com
doçura que conte uma história ou lhe compre um carneirinho
de verdade. E a paz e a ternura de novo abrem suas asas num
lar ameaçado pelas forças do mal.
Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/o-medico-e-o-monstro-cronica-de-paulo-mendes-campos/. Acesso em
02 de nov. 2023 (adaptado)
I. Em: “uma baiana de acarajé, um urso muito resfriado, porque só gostava de neve, um cachorro atropelado por lotação, outras bonecas de vários tamanhos, um Papai Noel, uma bola de borracha”, a presença dos adjetivos e advérbios destacados é importante para que o leitor possa visualizar e imaginar o cenário em questão.
II. Em: “De repente, o médico diz que está com sede e corre para a cozinha, apertando o pincenê contra o rosto.”, a locução adverbial destacada garante a progressão temporal da narrativa, uma vez que introduz uma circunstância temporal.
III. Em: “é a televisão ligada ao máximo, é o divã massacrado sob os seus pés, é uma corneta indo tinir no ouvido da cozinheira, um vaso quebrado, uma cortina que se despenca, um grito, um uivo, um rugido animal”, a repetição dos artigos indefinidos destacados indica um desencadeamento de acontecimento, quase simultaneamente.
Marque a alternativa correta:
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Texto 1
O médico e o monstro
Avental branco, pincenê vermelho, bigodes azuis,
ei-lo, grave, aplicando sobre o peito descoberto duma
criancinha um estetoscópio, e depois a injeção que a
enfermeira lhe passa. O avental na verdade é uma camisa de
homem adulto a bater-lhe pelos joelhos; os bigodes foram
pintados por sua irmã, a enfermeira; a criancinha é uma
boneca de olhos cerúleos, mas já meio careca, que atende
pelo nome de Rosinha; os instrumentos para exame e
cirurgia saem duma caixinha de brinquedos. Ela, seis anos e
meio; o doutor tem cinco.
O médico segura o microscópio, focaliza-o dentro
da boca de Rosinha, pede uma colher, manda a paciente
dizer aaá. Rosinha diz aaá pelos lábios da enfermeira. O
médico apanha o pincenê, que escorreu de seu nariz, rabisca
uma receita. Novos clientes desfilam pela clínica: uma
baiana de acarajé, um urso muito resfriado, porque só
gostava de neve, um cachorro atropelado por lotação, outras
bonecas de vários tamanhos, um Papai Noel, uma bola de
borracha e até mesmo o pai e a mãe do médico e da
enfermeira.
De repente, o médico diz que está com sede e corre
para a cozinha, apertando o pincenê contra o rosto. A mãe se
aproveita disso para dar um beijo violento no seu amor de
filho e também para preparar-lhe um copázio de vitaminas:
tomate, cenoura, maçã, banana, limão, laranja e aveia. O
famoso pediatra, com um esgar colérico, recusa a formidável
droga. A terrível mistura é sorvida com dificuldade e
repugnância, seus olhos se alteram nas órbitas, um engasgo
devolve o restinho. A operação durou um quarto de hora. A
mãe recolhe o copo vazio com a alegria da vitória e aplica no
menino uma palmadinha carinhosa, revidada com a ameaça
dum chute. Já estamos a essa altura, como não podia deixar
de ser, presenciando a metamorfose do médico em monstro.
Ao passar zunindo pela sala, o pincenê e o avental
são atirados sobre o tapete com um gesto desabrido. Do
antigo médico resta um lindo bigode azul. De máscara preta
e espada, Mr. Hyde penetra no quarto, onde a doce
enfermeira continua a brincar, e desfaz com uma
espadeirada todo o consultório: microscópio, estetoscópio,
remédios, seringa, termômetro, tesoura, gaze, esparadrapo,
bonecas, tudo se derrama pelo chão. A enfermeira dá um
grito de horror e começa a chorar nervosamente.
Ainda sob o efeito das vitaminas, preso na solidão
escura do mal, desatento a qualquer autoridade materna ou
paterna, com o diabo no corpo, o monstro vai espalhando
terror a seu redor: é a televisão ligada ao máximo, é o divã
massacrado sob os seus pés, é uma corneta indo tinir no
ouvido da cozinheira, um vaso quebrado, uma cortina que se
despenca, um grito, um uivo, um rugido animal, é o doce
derramado, a torneira inundando o banheiro, a revista nova dilacerada, é, enfim, o flagelo à solta no sexto andar dum
apartamento carioca.
Subitamente, o monstro se acalma. Suado e
ofegante, senta-se sobre os joelhos do pai, pedindo com
doçura que conte uma história ou lhe compre um carneirinho
de verdade. E a paz e a ternura de novo abrem suas asas num
lar ameaçado pelas forças do mal.
Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/o-medico-e-o-monstro-cronica-de-paulo-mendes-campos/. Acesso em
02 de nov. 2023 (adaptado)
I. Um dos objetivos do texto “O médico e o monstro” é mostrar a importância do consumo de vitaminas na infância, a fim de garantir a saúde das crianças.
II. Um dos objetivos do texto “O médico e o monstro” é apontar o quanto as brincadeiras e a imaginação infantil interferem na rotina de uma casa.
III. Um dos objetivos do texto “O médico e o monstro” é mostrar o poder transformativo proveniente da criatividade das crianças.
Marque a alternativa correta:
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