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"O 'selfie' é um idioma universal"
Rafael Sbarai
O vietnamita Joshua Nguyen, de 34 anos, foi o primeiro empreendedor no mundo a observar o crescimento exponencial do selfie, autorretrato geralmente registrado pelas câmeras dos smartphones para exibição nas redes sociais. O fenômeno global, em ascensão principalmente entre jovens de 13 a 24 anos, ganhou na última semana o título de palavra do ano, segundo o respeitabilíssimo Dicionário Oxford, o mais extenso da língua inglesa. Quando ainda integrava a equipe do Tumblr, híbrido de rede social e blog adquirido recentemente pelo gigante Yahoo, Nguyen identificou um problema no universo digital: C) não havia um produto exclusivamente dedicado a esse mercado. Foi então que decidiu abandonar o emprego – era o funcionário número dez do Tumblr – D) e aceitar o desafio proposto em agosto deste ano por seu amigo, o engenheiro americano Alaric Cole: disponibilizar esse novo serviço no mercado em apenas uma semana.
A promessa foi cumprida: o Selfie.im, disponível gratuitamente para iPhone, iPad e iPod Touch, é minimalista, possui apenas dois botões – um para capturar a imagem, outro para programar o instante em que a foto será feita (temporizador) A). As imagens correm na rede, sem a presença dos botões de compartilhamento das principais redes sociais. “Não queremos, por ora, inserir ícones que pressionem pessoas a compartilharem mais e mais seus conteúdos”, explicou Nguyen. Ele desconversa sobre o número de usuários e modelo de negócio, mas garante que houve um crescimento de 200% entre os meses de setembro e outubro. Quatro a cada dez usuários já estão fora dos Estados Unidos, maior mercado da companhia, e a média de idade está entre 17 e 25 anos, público fiel aos selfies.
Em entrevista exclusiva, Nguyen explica B) as razões pelas quais as pessoas registram tantos autorretratos na web: “O selfie se tornou um idioma universal. A face é a parte mais expressiva do ser humano. Você não precisa de dicionário ou tradutor para compreender se alguém está feliz ou triste. É, sobretudo, um idioma universal. Ao ter um smartphone nas mãos, por exemplo, você tem reais condições de mostrar seus sentimentos – sem artifícios, como os populares filtros que distorcem fatos. (...) Autorretratos mostram, aos poucos, que valem mais que imagens de café ou comida”.
Disponível em:<http://veja.abril.com.br/selfie-virou-um-
idioma-universal-diz-criador-do-selfieim>Acesso em: 5 jan. 2015.
Quanto ao emprego dos sinais de pontuação, é correto afirmar que
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Uma sala quadrada de lado L, teve o seu comprimento ampliado, mantendo a forma retangular, conforme figura abaixo.

Se o perímetro da sala passou a medir 56 metros, a sua área passou a ser de
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O poder da geração hashtag está em compartilhar
FLÁVIA YURI OSHIMA
Uma pesquisa inédita feita por uma das maiores agências de propaganda do mundo, a Havas Worldwide, empresa com sede em Paris e presença em 75 países, mostra como pensam e vivem jovens entre 16 a 34 anos. Realizada este ano com 10 572 pessoas de mais de 16 anos, em 29 países, o Nação Hashtag, como foi chamado o estudo, mostra não só as preferências desse público como também algumas das principais diferenças entre esses jovens e a geração que nasceu nos anos 1950. (...)
Para os filhos e netos dos jovens das décadas de 1950 e 1960, a atração por rebelião e revolução deu lugar ao desejo de “mexer, consertar, hackear”. Na definição do estudo, é a geração dos makers (fazedores). “Em inglês dizemos que esses jovens trocaram o dropping out, que é a atitude de abandonar qualquer situação que os incomode, pela sigla DIY, de faça você mesmo em inglês”, afirmou Seth Godin, autor americano de livros sobre marketing e comportamento. “É como se antes os jovens precisassem largar ou quebrar tudo para ir atrás do que queriam. Hoje, a postura é mudar, com as próprias mãos, a partir do que existe”, disse ele. A possibilidade de fazer por si só está muito relacionada à geração de conteúdo e à uma certa disposição ao autodidatismo, alimentada pela possibilidade de poder pesquisar e explorar sozinhos vários campos de conhecimento.
Uma diferença importante detectada pelo estudo é que antes os grupos eram bem divididos de acordo com as idades. Hoje, as tribos são montadas muito mais pelos interesses e pela forma como se comunicam do que pela faixa etária. “O que separa os jovens dos mais velhos hoje é menos o que eles pensam e sentem e mais a forma como empregam seu tempo e as ferramentas que usam para fazer suas vidas fluir”, diz Godin. Em outras palavras, usuários de diferentes idades de Instagram e Viber têm mais chances de se encontrar na mesma tribo do que os de mesma geração que não tenham os mesmos interesses e não usem as mesmas ferramentas tecnológicas.
Sentir-se ligado a quem usa os mesmos aplicativos de comunicação está intimamente relacionado à cultura de compartilhar. O estudo da Havas corrobora a avaliação de vários analistas de marketing e publicidade. O ato de dividir o que pensam, o que veem e o que vivenciam com conhecidos e, às vezes, com estranhos também, faz os jovens se sentirem poderosos de diversas formas.
Disponível em:<http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/Flavia-Yuri-Oshima/noticia/
2014/12/o-poder-da-bgeracao-hashtagb-esta-em-compartilhar.html>Acesso em: 5 jan. 2015.
Os termos “tribo(s)”, no contexto em que estão empregados, significa grupo
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O poder da geração hashtag está em compartilhar
FLÁVIA YURI OSHIMA
Uma pesquisa inédita feita por uma das maiores agências de propaganda do mundo, a Havas Worldwide, empresa com sede em Paris e presença em 75 países, mostra como pensam e vivem jovens entre 16 a 34 anos. Realizada este ano com 10 572 pessoas de mais de 16 anos, em 29 países, o Nação Hashtag, como foi chamado o estudo, mostra não só as preferências desse público como também algumas das principais diferenças entre esses jovens e a geração que nasceu nos anos 1950. (...)
Para os filhos e netos dos jovens das décadas de 1950 e 1960, a atração por rebelião e revolução deu lugar ao desejo de “mexer, consertar, hackear”. Na definição do estudo, é a geração dos makers (fazedores). “Em inglês dizemos que esses jovens trocaram o dropping out, que é a atitude de abandonar qualquer situação que os incomode, pela sigla DIY, de faça você mesmo em inglês”, afirmou Seth Godin, autor americano de livros sobre marketing e comportamento. “É como se antes os jovens precisassem largar ou quebrar tudo para ir atrás do que queriam. Hoje, a postura é mudar, com as próprias mãos, a partir do que existe”, disse ele. A possibilidade de fazer por si só está muito relacionada à geração de conteúdo e à uma certa disposição ao autodidatismo, alimentada pela possibilidade de poder pesquisar e explorar sozinhos vários campos de conhecimento.
Uma diferença importante detectada pelo estudo é que antes os grupos eram bem divididos de acordo com as idades. Hoje, as tribos são montadas muito mais pelos interesses e pela forma como se comunicam do que pela faixa etária. “O que separa os jovens dos mais velhos hoje é menos o que eles pensam e sentem e mais a forma como empregam seu tempo e as ferramentas que usam para fazer suas vidas fluir”, diz Godin. Em outras palavras, usuários de diferentes idades de Instagram e Viber têm mais chances de se encontrar na mesma tribo do que os de mesma geração que não tenham os mesmos interesses e não usem as mesmas ferramentas tecnológicas.
Sentir-se ligado a quem usa os mesmos aplicativos de comunicação está intimamente relacionado à cultura de compartilhar. O estudo da Havas corrobora a avaliação de vários analistas de marketing e publicidade. O ato de dividir o que pensam, o que veem e o que vivenciam com conhecidos e, às vezes, com estranhos também, faz os jovens se sentirem poderosos de diversas formas.
Disponível em:<http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/Flavia-Yuri-Oshima/noticia/
2014/12/o-poder-da-bgeracao-hashtagb-esta-em-compartilhar.html>Acesso em: 5 jan. 2015.
Não é característica da geração hashtag o(a)
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O poder da geração hashtag está em compartilhar
FLÁVIA YURI OSHIMA
Uma pesquisa inédita feita por uma das maiores agências de propaganda do mundo, a Havas Worldwide, empresa com sede em Paris e presença em 75 países, mostra como pensam e vivem jovens entre 16 a 34 anos. Realizada este ano com 10 572 pessoas de mais de 16 anos, em 29 países, o Nação Hashtag, como foi chamado o estudo, mostra não só D) as preferências desse público como também D) algumas das principais diferenças entre esses jovens e a geração que nasceu nos anos 1950. (...)
Para os filhos e netos dos jovens das décadas de 1950 e 1960, a atração por rebelião e revolução deu lugar ao desejo de “mexer, consertar, hackear”. Na definição do estudo, é a geração dos makers (fazedores). “Em inglês dizemos que esses jovens trocaram o dropping out, que é a atitude de abandonar qualquer situação que os incomode, pela sigla DIY, de faça você mesmo em inglês”, afirmou Seth Godin, autor americano de livros sobre marketing e comportamento. “É como se antes os jovens precisassem largar ou quebrar tudo para ir atrás do que queriam. Hoje, a postura é mudar, com as próprias mãos, a partir do que existe”, disse ele. A possibilidade de fazer por si só está muito relacionada à geração de conteúdo e à uma certa disposição ao autodidatismo, alimentada pela possibilidade de poder pesquisar e explorar sozinhos vários campos de conhecimento.
Uma diferença B) importante detectada pelo estudo é que B) antes A) os grupos eram bem divididos de acordo com as idades. Hoje A), as tribos são montadas muito mais pelos interesses e pela forma como se comunicam do que pela faixa etária. “O que C) separa os jovens dos mais velhos hoje é menos o que C) eles pensam e sentem e mais a forma como empregam seu tempo e as ferramentas que usam para fazer suas vidas fluir”, diz Godin. Em outras palavras, usuários de diferentes idades de Instagram e Viber têm mais chances de se encontrar na mesma tribo do que os de mesma geração que não tenham os mesmos interesses e não usem as mesmas ferramentas tecnológicas.
Sentir-se ligado a quem usa os mesmos aplicativos de comunicação está intimamente relacionado à cultura de compartilhar. O estudo da Havas corrobora a avaliação de vários analistas de marketing e publicidade. O ato de dividir o que pensam, o que veem e o que vivenciam com conhecidos e, às vezes, com estranhos também, faz os jovens se sentirem poderosos de diversas formas.
Disponível em:<http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/Flavia-Yuri-Oshima/noticia/
2014/12/o-poder-da-bgeracao-hashtagb-esta-em-compartilhar.html>Acesso em: 5 jan. 2015.
Os elementos que sinalizam a comparação, feita no texto, entre duas gerações são, respectivamente,
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O poder da geração hashtag está em compartilhar
FLÁVIA YURI OSHIMA
Uma pesquisa inédita feita por uma das maiores agências de propaganda do mundo, a Havas Worldwide, empresa com sede em Paris e presença em 75 países, mostra como pensam e vivem jovens entre 16 a 34 anos. Realizada este ano com 10 572 pessoas de mais de 16 anos, em 29 países, o Nação Hashtag, como foi chamado o estudo, mostra não só as preferências desse público como também algumas das principais diferenças entre esses jovens e a geração que nasceu nos anos 1950. (...)
Para os filhos e netos dos jovens das décadas de 1950 e 1960, a atração por rebelião e revolução deu lugar ao desejo de “mexer, consertar, hackear”. Na definição do estudo, é a geração dos makers (fazedores). “Em inglês dizemos que esses jovens trocaram o dropping out, que é a atitude de abandonar qualquer situação que os incomode, pela sigla DIY, de faça você mesmo em inglês”, afirmou Seth Godin, autor americano de livros sobre marketing e comportamento. “É como se antes os jovens precisassem largar ou quebrar tudo para ir atrás do que queriam. Hoje, a postura é mudar, com as próprias mãos, a partir do que existe”, disse ele. A possibilidade de fazer por si só está muito relacionada à geração de conteúdo e à uma certa disposição ao autodidatismo, alimentada pela possibilidade de poder pesquisar e explorar sozinhos vários campos de conhecimento.
Uma diferença importante detectada pelo estudo é que antes os grupos eram bem divididos de acordo com as idades. Hoje, as tribos são montadas muito mais pelos interesses e pela forma como se comunicam do que pela faixa etária. “O que separa os jovens dos mais velhos hoje é menos o que eles pensam e sentem e mais a forma como empregam seu tempo e as ferramentas que usam para fazer suas vidas fluir”, diz Godin. Em outras palavras, usuários de diferentes idades de Instagram e Viber têm mais chances de se encontrar na mesma tribo do que os de mesma geração que não tenham os mesmos interesses e não usem as mesmas ferramentas tecnológicas.
Sentir-se ligado a quem usa os mesmos aplicativos de comunicação está intimamente relacionado à cultura de compartilhar. O estudo da Havas corrobora a avaliação de vários analistas de marketing e publicidade. O ato de dividir o que pensam, o que veem e o que vivenciam com conhecidos e, às vezes, com estranhos também, faz os jovens se sentirem poderosos de diversas formas.
Disponível em:<http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/Flavia-Yuri-Oshima/noticia/
2014/12/o-poder-da-bgeracao-hashtagb-esta-em-compartilhar.html>Acesso em: 5 jan. 2015.
O tema central do texto é o(a)
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Os buscadores são sites que procuram e listam páginas a partir de palavras-chave.
São exemplos de buscadores globais, respetivamente:
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Tomando por base os termos da Lei Municipal nº 4.231, de 26 de abril de 2002, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Parauapebas e dá outras providências, assinale na questão abaixo, a única alternativa correta.
Por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva as suas expensas e que conste do seu assentamento funcional, poderá ser concedida licença ao Servidor mediante comprovação por junta médica oficial, sem prejuízo de remuneração do cargo efetivo, pelo prazo de __________ dias, prorrogável por igual período, mediante parecer de junta médica oficial.
Quantidade de dias que completa corretamente a lacuna:
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547938
Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Provas:
A Copa do Mundo de Futebol de 2014, realizada no Brasil, foi resultado de um grande esforço do governo federal e da sociedade brasileira, e, ao final, foi considerada uma das melhores da história. Dentre os fatos ocorridos nesse contexto, destaca-se que
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545765
Ano: 2014
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Provas:
Tomando por base os termos da Lei Municipal nº 4.231, de 26 de abril de 2002, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Parauapebas e dá outras providências, assinale na questão abaixo, a única alternativa correta.
A gratificação natalina poderá ser paga em duas parcelas, devendo ser integralizado seu pagamento até o dia __________ de __________ de cada ano.
Expressões que completam corretamente a lacuna:
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