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- Legislação PrevidenciáriaResoluções do CNASResolução CNAS 145/2004: Política Nacional de Assistência Social
Analise as assertivas sobre a Política Nacional de Assistência Social (PNAS):
I- É uma política que, junto com as políticas setoriais, considera as desigualdades, sócio-territoriais;
II- Visa ao enfrentamento das desigualdades sócio-territoriais, à garantia dos mínimos sociais, ao provimento de condições para atender à sociedade e à universalização dos direitos sociais;
III- O público dessa política são os cidadãos e grupos que se encontram em situações de risco;
IV- A política de assistência social permite a padronização, melhoria e ampliação dos serviços de assistência no país, não respeitando as diferenças locais.
Assinale a opção CORRETA:
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O evento esportivo caracterizado como uma forma de competição em que os concorrentes se enfrentam pelo menos uma vez, tem uma duração relativamente longa e é recomendável quando há disponibilidade de tempo e de recursos é:
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- Legislação PrevidenciáriaResoluções do CNASResolução CNAS 145/2004: Política Nacional de Assistência Social
Segundo o que prevê a Política Nacional de Assistência Social, a proteção social básica tem como um de seus objetivos
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No futebol, a ação que o jogador realiza após receber a bola, movimentando-se com ela no chão, em qualquer direção, com o objetivo de chegar ao gol adversário ou a qualquer zona do campo, é conhecida como:
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Uma unidade pública estatal que oferta serviços de proteção especial, especializados e continuados, gratuitamente a famílias e indivíduos em situação de ameaça ou de violação de direitos é denominada de:
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Parnaíba é considerado o segundo município piauiense, seja pela densidade populacional, pelo valor histórico e econômico, seja pelas belezas naturais que possui. Nesse sentido, sobre o município de Parnaíba, é correto afirmar, EXCETO:
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Considerando o Windows XP ( versão padrão do fabricante), marque a opção CORRETA que representa uma ferramenta de sistema desse sistema operacional localizada em INICIAR/PROGRAMAS/ ACESSORIOS/FERRAMENTAS DO SISTEMA.
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A farsa do país ‘racista’
Assertivas de que o Brasil se constitui em um país racista, tomando por base os dados estatísticos que revelam a precária situação vivenciada pelos negros (considerados os pretos mais os pardos), em comparação com os brancos, precisam ser analisadas com cautela. Isto porque os números são interpretados como se fossem provas irrefutáveis de racismo, o que, neste país, não corresponde à verdade.
A subrepresentatividade dos negros na universidade está diretamente relacionada às profissões nas quais se faz necessário maior investimento financeiro, seja pelo alto valor das mensalidades, seja pelos gastos com o material. A representação dos negros no ensino superior é de aproximadamente 25%. No entanto, em odontologia é inferior a 10%; em medicina é inferior a 15% — cursos que, pelo alto custo, terminam afastando os estudantes mais pobres. Por outro lado, em história, os negros são 38%; em Letras, 29% e matemática, 33%, áreas em que o investimento do aluno com material não é tão relevante.
Observe-se que até mesmo o turno escolhido gera fator determinante para a participação dos negros. No curso de história, no Rio, por exemplo, a participação chega a 46%, no turno noturno. O que se pretende demonstrar é que , nos cursos que requerem maior disponibilidade de recursos, a representação do negro é menor.
Já nos cursos mais teóricos, em que os alunos não precisam de equipamentos sofisticados, além dos livros (que podem ser pegos de empréstimo nas bibliotecas), há uma maior representatividade. O problema, basicamente, é de renda, e não de racismo.
Por outro lado, as estatísticas normalmente veiculadas e que pretendem extrair a fórceps a conclusão de que vivemos em um país racista levam em consideração o total de brancos e de negros independentemente de renda.
Acontece que, desta forma, o grupo comparado passa a ser muito diverso. É preciso então verificar se esse discurso de verdade que apela para o racismo no Brasil e para o fosso existente entre brancos e negros está correto, ou se, do contrário, revela verdadeiramente o abismo entre ricos e pobres.
Tomando os dados do PNAD/2004 e fazendo tabulações relativas a brancos, pretos e pardos, residentes em áreas urbanas, com um filho e rendimento familiar total de até dois salários mínimos (pobres, portanto), o resultado é esclarecedor.
Os grupos aqui reunidos são grupos comparáveis, porque, ao menos em tese, têm as mesmas condições de vida e as mesmas possibilidades. Comparam-se assim pobres com pobres e não brancos ricos com negros pobres.
Feita a comparação entre os grupos, o resultado foi o esperado: brancos, pretos e pardos pobres têm as mesmas dificuldades.
A proporção dos que sabem ler/escrever: 73% dos brancos, 72% dos pretos, 69% dos pardos. O número médio do tempo de estudo é de cinco anos, para os três grupos.
A proporção de pessoas que têm o ensino médio como curso mais elevado é de 24% brancos, 22% pretos e 21% pardos. Existem muitos outros números. Onde está, então, o país racista? Não é a cor da pele o que impede as pessoas de chegar às universidades, mas a renda — a péssima qualidade das escolas que os pobres brasileiros, sejam brancos, pretos ou pardos, conseguem frequentar. Se o impedimento não é a cor da pele, cotas raciais não fazem sentido.
KAUFMANN, ROBERTA FRAGOSO M.
Disponível em: http://www.eagora.org.br/arquivo/a-farsa-do-pais-racista/. Acesso em: 25 de março de 2011.
Quanto à ortografia oficial, marque a opção em que todas as palavras estão grafadas corretamente.
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A farsa do país ‘racista’
Assertivas de que o Brasil se constitui em um país racista, tomando por base os dados estatísticos que revelam a precária situação vivenciada pelos negros (considerados os pretos mais os pardos), em comparação com os brancos, precisam ser analisadas com cautela. Isto porque os números são interpretados como se fossem provas irrefutáveis de racismo, o que, neste país, não corresponde à verdade.
A subrepresentatividade dos negros na universidade está diretamente relacionada às profissões nas quais se faz necessário maior investimento financeiro(I), seja pelo alto valor das mensalidades, seja pelos gastos com o material. A representação dos negros no ensino superior é de aproximadamente 25%. No entanto, em odontologia é inferior a 10%; em medicina é inferior a 15% — cursos que, pelo alto custo, terminam afastando os estudantes mais pobres. Por outro lado, em história, os negros são 38%; em Letras, 29% e matemática, 33%, áreas em que o investimento do aluno com material não é tão relevante.
Observe-se que até mesmo o turno escolhido gera fator determinante para a participação dos negros. No curso de história, no Rio, por exemplo, a participação chega a 46%, no turno noturno. O que se pretende demonstrar é que , nos cursos que requerem maior disponibilidade de recursos, a representação do negro é menor.
Já nos cursos mais teóricos, em que os alunos não precisam de equipamentos sofisticados, além dos livros (que podem ser pegos de empréstimo nas bibliotecas), há uma maior representatividade. O problema, basicamente, é de renda, e não de racismo.
Por outro lado, as estatísticas normalmente veiculadas e que pretendem extrair a fórceps a conclusão de que vivemos em um país racista levam em consideração o total de brancos e de negros independentemente de renda.
Acontece que, desta forma, o grupo comparado passa a ser muito diverso. É preciso então verificar se esse discurso de verdade que apela para o racismo no Brasil e para o fosso existente entre brancos e negros está correto, ou se, do contrário, revela verdadeiramente o abismo entre ricos e pobres.
Tomando os dados do PNAD/2004 e fazendo tabulações relativas a brancos, pretos e pardos, residentes em áreas urbanas, com um filho e rendimento familiar total de até dois salários mínimos (pobres, portanto), o resultado é esclarecedor.
Os grupos aqui reunidos são grupos comparáveis, porque, ao menos em tese, têm as mesmas condições de vida e as mesmas possibilidades. Comparam-se assim pobres com pobres e não brancos ricos com negros pobres.
Feita a comparação entre os grupos, o resultado foi o esperado: brancos, pretos e pardos pobres têm as mesmas dificuldades.
A proporção dos que sabem ler/escrever: 73% dos brancos, 72% dos pretos, 69% dos pardos. O número médio do tempo de estudo é de cinco anos, para os três grupos.
A proporção de pessoas que têm o ensino médio como curso mais elevado(II) é de 24% brancos, 22% pretos e 21% pardos. Existem muitos outros números(III). Onde está, então, o país racista? Não é a cor da pele o que impede as pessoas de chegar às universidades, mas a renda — a péssima qualidade das escolas que os pobres brasileiros, sejam brancos, pretos ou pardos, conseguem frequentar. Se o impedimento não é a cor da pele, cotas raciais não fazem sentido.
KAUFMANN, ROBERTA FRAGOSO M.
Disponível em: http://www.eagora.org.br/arquivo/a-farsa-do-pais-racista/. Acesso em: 25 de março de 2011.
Quanto à concordância verbal e nominal, analise os itens abaixo e, em seguida, marque a opção CORRETA.
I. Em “(...) às profissões nas quais se faz necessário maior investimento financeiro (...)”, a pluralização de “maior investimento financeiro” acarretaria somente a mudança de número do adjetivo “necessário”, o qual também ficaria no plural;
II. Em “A proporção de pessoas que têm o ensino médio como curso mais elevado (...)”, o emprego da forma verbal “ter”, com acento, está inadequado, haja vista o núcleo do sujeito “proporção” está no singular;
III. Em “Existem muitos outros números”, a permuta do verbo “existir” pelo “haver” não acarretaria nenhuma mudança quanto à concordância.
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Nos tempos primórdios, o principal objetivo da ginástica, quanto ao seu trabalho realizado com o homem desta época, era:
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