Foram encontradas 120 questões.
- Sistema Global de Proteção dos Direitos Humanos: Instrumentos NormativosDeclaração Universal dos Direitos Humanos
Com base na Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1344968
Ano: 2011
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, verificada a prática de ato infracional, a autoridade competente poderá aplicar ao adolescente infrator as seguintes medidas socioeducativas, EXCETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil definidos na Constituição Brasileira de 1988 é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1344880
Ano: 2011
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Provas:
O Conselho Nacional de Juventude foi criado pela Lei 11.129/2005, regulamentado pelo Decreto Presidencial nº 5.490 de 14 de julho de 2005 e dentre os princípios que o fundamenta identifica-se o princípio da
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1344858
Ano: 2011
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Provas:
Segundo o Título III, Capítulo IV – art. 112, do ECA, verificada a prática de ato infracional, a autoridade competente poderá aplicar ao adolescente as seguintes medidas socioeducativas, EXCETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A farsa do país ‘racista’
Assertivas de que o Brasil se constitui em um país racista, tomando por base os dados estatísticos que revelam a precária situação vivenciada pelos negros (considerados os pretos mais os pardos), em comparação com os brancos, precisam ser analisadas com cautela. Isto porque os números são interpretados como se fossem provas irrefutáveis de racismo, o que, neste país, não corresponde à verdade(I).
A subrepresentatividade dos negros na universidade está diretamente relacionada às profissões nas quais se faz necessário maior investimento financeiro, seja pelo alto valor das mensalidades(II), seja pelos gastos com o material. A representação dos negros no ensino superior é de aproximadamente 25%. No entanto, em odontologia é inferior a 10%; em medicina é inferior a 15% — cursos que, pelo alto custo, terminam afastando os estudantes mais pobres. Por outro lado, em história, os negros são 38%; em Letras, 29% e matemática, 33%, áreas em que o investimento do aluno com material não é tão relevante.
Observe-se que até mesmo o turno escolhido gera fator determinante para a participação dos negros. No curso de história, no Rio, por exemplo, a participação chega a 46%, no turno noturno(III). O que se pretende demonstrar é que , nos cursos que requerem maior disponibilidade de recursos, a representação do negro é menor.
Já nos cursos mais teóricos, em que os alunos não precisam de equipamentos sofisticados, além dos livros (que podem ser pegos de empréstimo nas bibliotecas), há uma maior representatividade. O problema, basicamente, é de renda, e não de racismo.
Por outro lado, as estatísticas normalmente veiculadas e que pretendem extrair a fórceps a conclusão de que vivemos em um país racista levam em consideração o total de brancos e de negros independentemente de renda.
Acontece que, desta forma, o grupo comparado passa a ser muito diverso. É preciso então verificar se esse discurso de verdade que apela para o racismo no Brasil e para o fosso existente entre brancos e negros está correto, ou se, do contrário, revela verdadeiramente o abismo entre ricos e pobres.
Tomando os dados do PNAD/2004 e fazendo tabulações relativas a brancos, pretos e pardos, residentes em áreas urbanas, com um filho e rendimento familiar total de até dois salários mínimos (pobres, portanto), o resultado é esclarecedor.
Os grupos aqui reunidos são grupos comparáveis, porque, ao menos em tese, têm as mesmas condições de vida e as mesmas possibilidades. Comparam-se assim pobres com pobres e não brancos ricos com negros pobres.
Feita a comparação entre os grupos, o resultado foi o esperado: brancos, pretos e pardos pobres têm as mesmas dificuldades.
A proporção dos que sabem ler/escrever: 73% dos brancos, 72% dos pretos, 69% dos pardos. O número médio do tempo de estudo é de cinco anos, para os três grupos.
A proporção de pessoas que têm o ensino médio como curso mais elevado é de 24% brancos, 22% pretos e 21% pardos. Existem muitos outros números. Onde está, então, o país racista? Não é a cor da pele o que impede as pessoas de chegar às universidades, mas a renda — a péssima qualidade das escolas que os pobres brasileiros, sejam brancos, pretos ou pardos, conseguem frequentar. Se o impedimento não é a cor da pele, cotas raciais não fazem sentido.
KAUFMANN, ROBERTA FRAGOSO M.
Disponível em: http://www.eagora.org.br/arquivo/a-farsa-do-pais-racista/. Acesso em: 25 de março de 2011.
Quanto ao emprego do sinal indicativo de crase, analise os itens abaixo e, em seguida, marque a opção CORRETA.
I. Em “(...) não corresponde à verdade”, emprega-se corretamente o sinal indicaivo de crase porquanto o verbo “corresponder” exige a preposição “a” e o substantivo “verdade” admite a anteposição do artigo feminino “a”;
II. Em “A subrepresentatividade (...) está diretamente relacionada às profissões (...)”, emprega-se corretamente o sinal indicativo de crase porque a palavra “relacionada” exige a preposição “a” e o substantivo “profissões” admite a anteposição do artigo “as”;
III. Em “(...) a participação chega a 46%, no turno noturno”, deixa-se de empregar, equivocadamente, o sinal indicativo de crase antes do número percentual. Dever-se-ia empregá-lo porquanto o verbo “chegar” exige a preposição “a” e o número percentual admite o artigo feminino “a”.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1344730
Ano: 2011
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Provas:
No processo de formulação e de implementação de políticas públicas para os jovens, uma das formas de planejamento utilizada pelas organizações (governamentais e não- governamentais), por proporcionar uma percepção de macro alcance da organização, fundamentada na análise do contexto social, é denominada de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma equipe de Voleibol é constituída por:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Programa de transferência de renda que beneficia as famílias em situação de vulnerabilidade social e pobreza ou extrema pobreza é denominado:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A farsa do país ‘racista’
Assertivas de que o Brasil se constitui em um país racista, tomando por base os dados estatísticos que revelam a precária situação vivenciada pelos negros (considerados os pretos mais os pardos), em comparação com os brancos, precisam ser analisadas com cautela. Isto porque os números são interpretados como se fossem provas irrefutáveis de racismo, o que, neste país, não corresponde à verdade.
A subrepresentatividade dos negros na universidade está diretamente relacionada às profissões nas quais se faz necessário maior investimento financeiro, seja pelo alto valor das mensalidades, seja pelos gastos com o material. A representação dos negros no ensino superior é de aproximadamente 25%. No entanto, em odontologia é inferior a 10%; em medicina é inferior a 15% — cursos que, pelo alto custo, terminam afastando os estudantes mais pobres. Por outro lado, em história, os negros são 38%; em Letras, 29% e matemática, 33%, áreas em que o investimento do aluno com material não é tão relevante.
Observe-se que até mesmo o turno escolhido gera fator determinante para a participação dos negros. No curso de história, no Rio, por exemplo, a participação chega a 46%, no turno noturno. O que se pretende demonstrar é que , nos cursos que requerem maior disponibilidade de recursos, a representação do negro é menor.
Já nos cursos mais teóricos, em que os alunos não precisam de equipamentos sofisticados, além dos livros (que podem ser pegos de empréstimo nas bibliotecas), há uma maior representatividade. O problema, basicamente, é de renda, e não de racismo.
Por outro lado, as estatísticas normalmente veiculadas e que pretendem extrair a fórceps a conclusão de que vivemos em um país racista levam em consideração o total de brancos e de negros independentemente de renda.
Acontece que, desta forma, o grupo comparado passa a ser muito diverso. É preciso então verificar se esse discurso de verdade que apela para o racismo no Brasil e para o fosso existente entre brancos e negros está correto, ou se, do contrário, revela verdadeiramente o abismo entre ricos e pobres.
Tomando os dados do PNAD/2004 e fazendo tabulações relativas a brancos, pretos e pardos, residentes em áreas urbanas, com um filho e rendimento familiar total de até dois salários mínimos (pobres, portanto), o resultado é esclarecedor.
Os grupos aqui reunidos são grupos comparáveis, porque, ao menos em tese, têm as mesmas condições de vida e as mesmas possibilidades. Comparam-se assim pobres com pobres e não brancos ricos com negros pobres.
Feita a comparação entre os grupos, o resultado foi o esperado: brancos, pretos e pardos pobres têm as mesmas dificuldades.
A proporção dos que sabem ler/escrever: 73% dos brancos, 72% dos pretos, 69% dos pardos. O número médio do tempo de estudo é de cinco anos, para os três grupos.
A proporção de pessoas que têm o ensino médio como curso mais elevado é de 24% brancos, 22% pretos e 21% pardos. Existem muitos outros números. Onde está, então, o país racista? Não é a cor da pele o que impede as pessoas de chegar às universidades, mas a renda — a péssima qualidade das escolas que os pobres brasileiros, sejam brancos, pretos ou pardos, conseguem frequentar. Se o impedimento não é a cor da pele, cotas raciais não fazem sentido.
KAUFMANN, ROBERTA FRAGOSO M.
Disponível em: http://www.eagora.org.br/arquivo/a-farsa-do-pais-racista/. Acesso em: 25 de março de 2011.
Os itens abaixo são partes de um parágrafo. Organize-os em uma sequência textual coerente e coesa e, em seguida, marque a opção com a sequência CORRETA.
I. Ele estudou em Bonn e em Berlim, doutorando-se com uma tese sobre a filosofia de Demócrito e Epicuro;
II. Marx nasceu em 1818, no seio de uma família burguesa de origem judaica;
III. Em 1843, casou-se, mais tarde, com Jenny von Westphalen, jovem nobre que, repudiada por sua família, soube compartilhar a vida de lutas e privações do filósofo revolucionário.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container