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Conforme dados da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde, entre fevereiro e dezembro de 2016, foram entrevistados por telefone 53.210 pessoas com mais de 18 anos nas capitais do país, e os resultados dessa pesquisa mostram
I. aumento de 14,2% de diabetes.
II. aumento de 61,8% de hipertensão.
III. que a prevalência de obesidade duplica a partir dos 25 anos.
IV. que mais da metade da população está com peso acima do recomendado.
V. que a obesidade é maior nas mulheres de 65 anos e mais.
Está CORRETO o que se afirma em
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Uma Nutricionista empreendedora desenvolveu um biscoito com farelo de aveia, farelo de trigo, farinha de linhaça, ovo, açúcar e farinha de trigo integral (biscoito X). Esse biscoito tem duas vezes mais fibras, e o teor de gordura é 50% maior que o biscoito similar (biscoito Y) “rico em fibras”, vendido no mercado. A porção considerada são 27 g que equivale a três biscoitos. O teor de umidade é o mesmo para ambos os biscoitos.
Conforme as informações sobre a composição dos biscoitos, avalie os itens abaixo:
I. A porção de biscoito X é bem menos calórica que a porção de biscoito Y.
II. O teor de proteínas é o mesmo para ambos os biscoitos.
III. A quantidade de carboidratos é maior na porção de biscoito Y.
IV. O biscoito X é um alimento light.
O que pode ser afirmado está descrito em
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Texto
Sabe Quem Morreu!?
Por Rômulo Zanotto
A morte atravessa séculos para nos encontrar. Num infarto do miocárdio, num acidente de trânsito, num quarto de hospital, numa poça de vômito no banheiro de casa ou num parque de diversões repleto de gente. É certo que ela virá. Nascemos sentenciados de morte. No entanto, a escondemos debaixo do tapete tanto quanto possível.
No século XX, a morte passou para o ambiente esterilizado dos hospitais, escondida e calada. Até então, morria-se em casa, via-se, velava-se em cima da mesa. Hoje, apesar de o obituário da Folha vir editado no caderno Cotidiano, como um recado eloquente a nos lembrar muito bem o lugar que a morte ocupa no dia a dia, não se convive com ela. A morte é uma espécie de não acontecimento. Morre-se longe dos olhos. (...)
A despeito de tabu na vida, a morte sempre foi um prato cheio para a literatura e para as artes em geral. Seja no campo das artes visuais, do cinema, do teatro, da dança, da música ou da literatura, a morte inspirou grandes obras, em todos os tempos. (...) Tolstói se tornou uma espécie de “especialista em morte na literatura” de tanto descrever pormenorizadamente o trespasse de seus heróis (...). Maldito fardo! Aqui, no Brasil, Clarice escreveu sobre a hora da morte, que é A hora da estrela; Gerald Thomas dirigiu um eloquente espetáculo sobre a morte da mãe, Rainha Mentira; Brás Cubas escreveu suas memórias póstumas através de Machado (...).
Mas se as artes sempre tiveram a morte como tema, o morrer artístico também vem se tornando uma narrativa cada vez mais confessional, de não ficção, escrita na primeira pessoa do singular. Nos últimos anos, David Bowie e Leonard Cohen, “ao saber que iam morrer” – digo, na presença iminente da morte; digo, ao saber do diagnóstico incurável de suas doenças – fizeram um álbum de despedida; Oliver Sacks, o neurologista e escritor anglo-americano, ao saber de sua metástase sem volta publicou uma série de belíssimos textos de despedida, tecendo odes à vida; os textos de Sacks, por sua vez, inspiram-se na autobiografia de poucas páginas do filósofo oitocentista David Hume, escrita quando este também soube da sua morte anunciada por uma doença incurável.
Ao escrever seus textos e “compartilhar” a própria morte, como se perguntasse ao leitor “sabe quem vai morrer!?”, no futuro, e a resposta entusiástica fosse “eu!” – com exclamação! -, Sacks nos convida a partilhar com ele sua experiência do fim. O exemplo mostra como a morte também começa a ficar desavergonhada e sair do armário, como parece acontecer com tudo neste início de século. E em tons especialmente confessionais, bem aos moldes destes novos tempos.
Assim é que, se boa parte das pessoas, senão a maioria, ainda prefere morrer nos bastidores, longe dos olhos dos outros, uma pequena vanguarda de pioneiros já escolhe vir ao centro do palco para morrer, oferecendo seu “repertório de morte” como arte. (...)
Falando em bastidores, outro que preferiu encarar a própria finitude, ao invés de se trancar no camarim com um bocado de gim, foi Chico Buarque. Mesmo querendo viver para sempre, o compositor sabe que, às vezes, chega a roda-vida e carrega o destino pra lá. Pensando, então, em “quando seu tempo passar”, escreveu para a atual amada – a última? – uma cantiga, Tua Cantiga, para que ela lembre dele quando ele – oh, metade afastada de si! – não estiver mais aqui.
Apesar de “a expressão da morte” estar se tornando cada vez mais presente nos dias de hoje – não só nas artes, mas também nas redes sociais -, Camila Appel volta à conversa para lembrar que a despedida por meio da arte sempre existiu. (...) O que acontece agora é que com a tendência à narrativa íntima e confessional proposta pelas redes sociais, estas expressões artísticas ganham visibilidade e naturalidade. Afinal, se a cultura de massa do século XX colocou todos os tabus no armário e a morte nos bastidores, a cultura da convergência do século XXI tem exibido o making-of desses bastidores.
Mas, como acontece tantas vezes, a arte antecipou a interpretação da sua época. Entre agosto e setembro de 1994, vinte anos antes de Sacks, no Brasil, Caio Fernando Abreu publicou uma série histórica e antológica de crônicas em sua coluna quinzenal no jornal O Estado de São Paulo. Vivendo enfermo em Porto Alegre, limitado pelos muros do Hospital Menino Deus, o escritor contava o inefável: que tinha AIDS e morreria. (...) “Em quem está com Aids o que mais dói é a morte antecipada que os outros nos conferem”, escreveu. Talvez por isso Caio conseguisse contar com tanta força o que visse, como a visão do próprio rosto refletido nas pupilas dilatadas da morte: porque já estava lá, sem que ainda tivesse deixado de estar aqui. Pelo lugar privilegiado em que se encontrava.
Após anos de experiência acompanhando a morte de pacientes, especialistas em cuidados paliativos constatam que as pessoas, antes da morte, sentem uma “redenção ao amor”. Talvez por isso Frida Kahlo, que passou a vida inteira pintando suas dores – dores de Frida Kahlo! – tenha mergulhado o pincel na tinta uma última vez dois dias antes da morte para escrever “viva la vida” em uma natureza morta que havia pintado dois anos antes. Fazer o quê, se o infinitivo do verbo viver é também o gerúndio do verbo morrer? Um dia nascemos, um dia morremos, e isso é tudo. (...)
Disponível em: https://mortesemtabu.blogfolha.uol.com.br/2018/06/15/sabe-quem-morreu/ Acesso em: 15 jun. 2018. Adaptado.
No enunciado: “É certo que ela virá.” (1º parágrafo), o autor quer dizer que a morte é
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1733295
Ano: 2018
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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Sobre o processo de salga de pescados, assinale a alternativa INCORRETA.
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A Educação Alimentar e Nutricional para crianças deve considerar que
I. o foco da aprendizagem da criança é o problema.
II. a criança tem uma grande capacidade de racionalização.
III. é importante passar para a criança uma quantidade substancial de informação.
IV. a criança experimenta o aprendizado por meio de realizações pessoais e interações com outros indivíduos.
Está CORRETO o que se afirma em
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Sabe Quem Morreu!?
Por Rômulo Zanotto
A morte atravessa séculos para nos encontrar. Num infarto do miocárdio, num acidente de trânsito, num quarto de hospital, numa poça de vômito no banheiro de casa ou num parque de diversões repleto de gente. É certo que ela virá. Nascemos sentenciados de morte. No entanto, a escondemos debaixo do tapete tanto quanto possível.
No século XX, a morte passou para o ambiente esterilizado dos hospitais, escondida e calada. Até então, morria-se em casa, via-se, velava-se em cima da mesa. Hoje, apesar de o obituário da Folha vir editado no caderno Cotidiano, como um recado eloquente a nos lembrar muito bem o lugar que a morte ocupa no dia a dia, não se convive com ela. A morte é uma espécie de não acontecimento. Morre-se longe dos olhos. (...)
A despeito de tabu na vida, a morte sempre foi um prato cheio para a literatura e para as artes em geral. Seja no campo das artes visuais, do cinema, do teatro, da dança, da música ou da literatura, a morte inspirou grandes obras, em todos os tempos. (...) Tolstói se tornou uma espécie de “especialista em morte na literatura” de tanto descrever pormenorizadamente o trespasse de seus heróis (...). Maldito fardo! Aqui, no Brasil, Clarice escreveu sobre a hora da morte, que é A hora da estrela; Gerald Thomas dirigiu um eloquente espetáculo sobre a morte da mãe, Rainha Mentira; Brás Cubas escreveu suas memórias póstumas através de Machado (...).
Mas se as artes sempre tiveram a morte como tema, o morrer artístico também vem se tornando uma narrativa cada vez mais confessional, de não ficção, escrita na primeira pessoa do singular. Nos últimos anos, David Bowie e Leonard Cohen, “ao saber que iam morrer” – digo, na presença iminente da morte; digo, ao saber do diagnóstico incurável de suas doenças – fizeram um álbum de despedida; Oliver Sacks, o neurologista e escritor anglo-americano, ao saber de sua metástase sem volta publicou uma série de belíssimos textos de despedida, tecendo odes à vida; os textos de Sacks, por sua vez, inspiram-se na autobiografia de poucas páginas do filósofo oitocentista David Hume, escrita quando este também soube da sua morte anunciada por uma doença incurável.
Ao escrever seus textos e “compartilhar” a própria morte, como se perguntasse ao leitor “sabe quem vai morrer!?”, no futuro, e a resposta entusiástica fosse “eu!” – com exclamação! -, Sacks nos convida a partilhar com ele sua experiência do fim. O exemplo mostra como a morte também começa a ficar desavergonhada e sair do armário, como parece acontecer com tudo neste início de século. E em tons especialmente confessionais, bem aos moldes destes novos tempos.
Assim é que, se boa parte das pessoas, senão a maioria, ainda prefere morrer nos bastidores, longe dos olhos dos outros, uma pequena vanguarda de pioneiros já escolhe vir ao centro do palco para morrer, oferecendo seu “repertório de morte” como arte. (...)
Falando em bastidores, outro que preferiu encarar a própria finitude, ao invés de se trancar no camarim com um bocado de gim, foi Chico Buarque. Mesmo querendo viver para sempre, o compositor sabe que, às vezes, chega a roda-vida e carrega o destino pra lá. Pensando, então, em “quando seu tempo passar”, escreveu para a atual amada – a última? – uma cantiga, Tua Cantiga, para que ela lembre dele quando ele – oh, metade afastada de si! – não estiver mais aqui.
Apesar de “a expressão da morte” estar se tornando cada vez mais presente nos dias de hoje – não só nas artes, mas também nas redes sociais -, Camila Appel volta à conversa para lembrar que a despedida por meio da arte sempre existiu. (...) O que acontece agora é que com a tendência à narrativa íntima e confessional proposta pelas redes sociais, estas expressões artísticas ganham visibilidade e naturalidade. Afinal, se a cultura de massa do século XX colocou todos os tabus no armário e a morte nos bastidores, a cultura da convergência do século XXI tem exibido o making-of desses bastidores.
Mas, como acontece tantas vezes, a arte antecipou a interpretação da sua época. Entre agosto e setembro de 1994, vinte anos antes de Sacks, no Brasil, Caio Fernando Abreu publicou uma série histórica e antológica de crônicas em sua coluna quinzenal no jornal O Estado de São Paulo. Vivendo enfermo em Porto Alegre, limitado pelos muros do Hospital Menino Deus, o escritor contava o inefável: que tinha AIDS e morreria. (...) “Em quem está com Aids o que mais dói é a morte antecipada que os outros nos conferem”, escreveu. Talvez por isso Caio conseguisse contar com tanta força o que visse, como a visão do próprio rosto refletido nas pupilas dilatadas da morte: porque já estava lá, sem que ainda tivesse deixado de estar aqui. Pelo lugar privilegiado em que se encontrava.
Após anos de experiência acompanhando a morte de pacientes, especialistas em cuidados paliativos constatam que as pessoas, antes da morte, sentem uma “redenção ao amor”. Talvez por isso Frida Kahlo, que passou a vida inteira pintando suas dores – dores de Frida Kahlo! – tenha mergulhado o pincel na tinta uma última vez dois dias antes da morte para escrever “viva la vida” em uma natureza morta que havia pintado dois anos antes. Fazer o quê, se o infinitivo do verbo viver é também o gerúndio do verbo morrer? Um dia nascemos, um dia morremos, e isso é tudo. (...)
Disponível em: https://mortesemtabu.blogfolha.uol.com.br/2018/06/15/sabe-quem-morreu/ Acesso em: 15 jun. 2018. Adaptado.
Para melhor dialogar com seus leitores, o autor não se esqueceu de incluir no texto expressões amplamente conhecidas, muitas vezes oriundas de contextos de fala.
São exemplos dessa estratégia as expressões:
1. “infarto do miocárdio” (1º parágrafo).
2. “escondemos debaixo do tapete” (1º parágrafo).
3. “recado eloquente” (2º parágrafo).
4. “prato cheio” (3º parágrafo).
5. “sair do armário” (5º parágrafo).
Estão CORRETAS, apenas:
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Observe a letra dessa Música para responder à questão.
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Morena Tropicana
(Alceu Valença)
“Da manga rosa quero gosto e o sumo melão maduro, sapoti, juá.
Jabuticaba, teu olhar noturno. Beijo travoso de umbu cajá.
Pele macia, ai! Carne de caju! Saliva doce, doce mel. Mel de uruçu.
Linda morena, fruta de vez temporana, caldo de cana caiana vem me desfrutar!”.
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Se o autor da letra da música consumiu essas frutas e o caldo de cana, ele se beneficiou com nutrientes, considerando que esses alimentos são boas fontes de
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O leite é considerado o mais completo alimento, possuindo elevado valor biológico na alimentação humana, particularmente nos primeiros estágios de vida. Embora o leite se apresente como um produto homogêneo, seus principais constituintes encontram-se em equilíbrio de três maneiras distintas.
Avalie as afirmativas sobre a forma em que se encontram os constituintes do leite e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.
( ) Os minerais estão dissolvidos no soro aquoso.
( ) A gordura encontra-se emulsionada.
( ) A caseína está dissolvida no soro aquoso.
( ) A lactoalbumina está na forma de suspensão coloidal.
A sequência está CORRETA em
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1681870
Ano: 2018
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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Analise o Texto abaixo e responda à questão.
Cinco pessoas da mesma família estão sendo investigadas por suspeita de ter contraído X1, doença neuroparalítica grave. Três delas estão em unidades de terapia intensiva. A enfermidade é mais comumente relacionada à ingestão de alimentos contaminados pela bactéria X2. Todos são moradores de Peixinhos, em Olinda. Parentes das vítimas disseram na sexta-feira que elas começaram a apresentar sintomas de mal-estar geral, fraqueza muscular e falta de ar dias após o almoço de ano novo, que reuniu mais de dez pessoas. A suspeita é de que o foco da contaminação foi uma X3 ou uma X4.
“Todo ano é tradição minha mãe fazer um almoço no dia 1º de janeiro, e assim aconteceu este ano também. Ela comprou muita coisa e todo mundo comeu de tudo. Na mesma semana, ela começou a se sentir mal. Foi para o hospital e a suspeita era labirintite”, contou a dona de casa J.M.A, 46 anos. “Depois de medicada, ela foi liberada, mas dois dias depois piorou e já chegou sem andar”, disse. “Foi quando pensaram em síndrome de Guillain-Barré, mas também não era”, afirmou, sobre o histórico da mãe, M.L.B, 65 anos)
Fonte: https://www.folhape.com.br/noticias/noticias/cotidiano/2018/01/27/NWS,56989, 70, 449, NOTICIAS
(acessado em 27/05/2018). ADAPTAÇÃO LIVRE
(acessado em 27/05/2018). ADAPTAÇÃO LIVRE
O texto que substitui X1, X2, X3 e X4 corresponde à alternativa
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Para avaliação da composição corporal utilizando técnicas de medida de espessura das dobras cutâneas, procedimentos padronizados são necessários. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a um procedimento adequado para obtenção de tais medidas.
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