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A Grande Muralha da China foi concluída em
214 a.C., embora, por outro lado, nunca tenha
sido finalizada, porque tinha de ser
constantemente prolongada ou ampliada.
Refletia a capacidade de organização dos
governantes e a força de resistência das
centenas de milhares de trabalhadores que
foram designados compulsoriamente para as
tarefas nacionais. Estes tinham menos motivos
que seus governantes para admirar a muralha;
tinham sido levados para longe de casa, talvez
nunca mais voltando a ver suas famílias, para
trabalhar longas horas nas pedreiras e fábricas
de tijolos que alimentavam a muralha. Logo
perceberam que o terreno próximo à muralha
era acidentado e, em determinado trecho, a
muralha teve de fazer um enorme desvio para
evitar a grande curva do Rio Amarelo. No
total, a muralha e suas voltas se estenderam por
6.300 quilômetros. Se uma muralha
semelhante tivesse sido construída na parte
mais selvagem da Austrália, de leste a oeste,
não teria sido maior que a Grande Muralha da
China. Em tempos de perigo, o exército chinês
que guardava a muralha deve ter sido muito
numeroso pelos padrões da época. Para manter
vigilância constante na maioria das torres,
quando um invasor era esperado, devem ter
sido necessárias dezenas de milhares de olhos.
Além disso, a muralha requeria um grande
número de soldados cuja principal tarefa era
lutar, em vez de vigiar. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve
História do Mundo. São Paulo: Fundamento, 2009, p. 32).
I – A Grande Muralha da China começou a ser construída no ano de 214 a. C. II – A maioria dos trabalhadores era composta de voluntários. III – Depois de concluída, a Grande Muralha da China nunca precisou ser alterada.
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A Grande Muralha da China foi concluída em
214 a.C., embora, por outro lado, nunca tenha
sido finalizada, porque tinha de ser
constantemente prolongada ou ampliada.
Refletia a capacidade de organização dos
governantes e a força de resistência das
centenas de milhares de trabalhadores que
foram designados compulsoriamente para as
tarefas nacionais. Estes tinham menos motivos
que seus governantes para admirar a muralha;
tinham sido levados para longe de casa, talvez
nunca mais voltando a ver suas famílias, para
trabalhar longas horas nas pedreiras e fábricas
de tijolos que alimentavam a muralha. Logo
perceberam que o terreno próximo à muralha
era acidentado e, em determinado trecho, a
muralha teve de fazer um enorme desvio para
evitar a grande curva do Rio Amarelo. No
total, a muralha e suas voltas se estenderam por
6.300 quilômetros. Se uma muralha
semelhante tivesse sido construída na parte
mais selvagem da Austrália, de leste a oeste,
não teria sido maior que a Grande Muralha da
China. Em tempos de perigo, o exército chinês
que guardava a muralha deve ter sido muito
numeroso pelos padrões da época. Para manter
vigilância constante na maioria das torres,
quando um invasor era esperado, devem ter
sido necessárias dezenas de milhares de olhos.
Além disso, a muralha requeria um grande
número de soldados cuja principal tarefa era
lutar, em vez de vigiar. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve
História do Mundo. São Paulo: Fundamento, 2009, p. 32).
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Na quinta-feira 7 de julho de 2005, quatro
explosões paralisaram o sistema de transporte
público de Londres em plena hora de pico
matinal. s 8h50, três bombas explodiram com
cinquenta minutos de intervalo entre uma e
outra em três vagões de metrô. Uma quarta
bomba explodiu em um ônibus às 9h47, na
Tavistock Square. As bombas causaram uma
importante interrupção no transporte da cidade
e na infraestrutura de telecomunicações. Nos
ataques, faleceram 56 pessoas, entre elas os
quatro terroristas suspeitos, e mais setecentas
ficaram feridas. Foi a ação terrorista mais
sangrenta realizada no Reino Unido desde a
morte de 270 pessoas no atentado de
Lockerbie, na Escócia, em 1988, e a mais
mortífera em Londres desde a Segunda Guerra
Mundial. As investigações policias
identificaram quatro homens como suspeitos
terroristas suicidas. Esse foi o segundo
atentado suicida na Europa Ocidental a atingir
civis inocentes – o primeiro foi o de 11-M, em
Madri – e acredita-se que tenha sido planejado
por organizações paramilitares islâmicas com
sede no Reino Unido. A organização terrorista
Al-Qaeda assumiu a responsabilidade. Os
atentados ocorreram durante o primeiro dia da
31ª Reunião de Cúpula do G-8, um dia depois
de Londres ter sido eleita sede dos Jogos
Olímpicos de 2012, dois dias depois do
começo do julgamento de clérigo
fundamentalista Abu Hamza e pouco depois de
o Reino Unido ter assumido a presidência
rotativa do Conselho da União Europeia. No
dia 21 de julho, uma segunda série de
explosões voltou a ser registrada no metrô e em
um ônibus de Londres. No entanto, desta vez
só explodiram os detonadores das bombas, e os
quatro terroristas não chegaram a se sacrificar
e foram presos pela polícia. Não houve vítimas
mortais nem feridos. O ataque teve efeitos
econômicos limitados, medidos pela atividade
do mercado financeiro e pela taxa de câmbio.
A libra esterlina caiu 89 centavos com relação
ao dólar, chegando ao valor mais baixo em
dezenove meses. No entanto, as bolsas caíram
menos do que muitos temiam. As notícias que
ocorriam no lugar dos ataques foram emitidas durante o dia 7 de julho de forma ininterrupta
até as 19 horas, tanto pela BBC One quanto
pela ITV1, e a Sky News não emitiu
publicidade durante um dia inteiro. A
cobertura televisiva foi significativa pelo uso
de vídeos realizados com telefones celulares,
enviados por pessoas que se encontravam no
local dos acontecimentos, assim como pelas
imagens ao vivo do tráfego por meio das
câmaras de segurança e controle instaladas em
Londres. (365 Dias que Mudaram o Mundo.
São Paulo: Planeta, 2013, p. 394).
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Na quinta-feira 7 de julho de 2005, quatro
explosões paralisaram o sistema de transporte
público de Londres em plena hora de pico
matinal. s 8h50, três bombas explodiram com
cinquenta minutos de intervalo entre uma e
outra em três vagões de metrô. Uma quarta
bomba explodiu em um ônibus às 9h47, na
Tavistock Square. As bombas causaram uma
importante interrupção no transporte da cidade
e na infraestrutura de telecomunicações. Nos
ataques, faleceram 56 pessoas, entre elas os
quatro terroristas suspeitos, e mais setecentas
ficaram feridas. Foi a ação terrorista mais
sangrenta realizada no Reino Unido desde a
morte de 270 pessoas no atentado de
Lockerbie, na Escócia, em 1988, e a mais
mortífera em Londres desde a Segunda Guerra
Mundial. As investigações policias
identificaram quatro homens como suspeitos
terroristas suicidas. Esse foi o segundo
atentado suicida na Europa Ocidental a atingir
civis inocentes – o primeiro foi o de 11-M, em
Madri – e acredita-se que tenha sido planejado
por organizações paramilitares islâmicas com
sede no Reino Unido. A organização terrorista
Al-Qaeda assumiu a responsabilidade. Os
atentados ocorreram durante o primeiro dia da
31ª Reunião de Cúpula do G-8, um dia depois
de Londres ter sido eleita sede dos Jogos
Olímpicos de 2012, dois dias depois do
começo do julgamento de clérigo
fundamentalista Abu Hamza e pouco depois de
o Reino Unido ter assumido a presidência
rotativa do Conselho da União Europeia. No
dia 21 de julho, uma segunda série de
explosões voltou a ser registrada no metrô e em
um ônibus de Londres. No entanto, desta vez
só explodiram os detonadores das bombas, e os
quatro terroristas não chegaram a se sacrificar
e foram presos pela polícia. Não houve vítimas
mortais nem feridos. O ataque teve efeitos
econômicos limitados, medidos pela atividade
do mercado financeiro e pela taxa de câmbio.
A libra esterlina caiu 89 centavos com relação
ao dólar, chegando ao valor mais baixo em
dezenove meses. No entanto, as bolsas caíram
menos do que muitos temiam. As notícias que
ocorriam no lugar dos ataques foram emitidas durante o dia 7 de julho de forma ininterrupta
até as 19 horas, tanto pela BBC One quanto
pela ITV1, e a Sky News não emitiu
publicidade durante um dia inteiro. A
cobertura televisiva foi significativa pelo uso
de vídeos realizados com telefones celulares,
enviados por pessoas que se encontravam no
local dos acontecimentos, assim como pelas
imagens ao vivo do tráfego por meio das
câmaras de segurança e controle instaladas em
Londres. (365 Dias que Mudaram o Mundo.
São Paulo: Planeta, 2013, p. 394).
I – Eles não querem ir à Escócia. II – O Presidente da República precisa ir à Porto Alegre. III – Os jogadores irão à Salvador disputar o título da competição.
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A Grande Muralha da China foi concluída em
214 a.C., embora, por outro lado, nunca tenha
sido finalizada, porque tinha de ser
constantemente prolongada ou ampliada.
Refletia a capacidade de organização dos
governantes e a força de resistência das
centenas de milhares de trabalhadores que
foram designados compulsoriamente para as
tarefas nacionais. Estes tinham menos motivos
que seus governantes para admirar a muralha;
tinham sido levados para longe de casa, talvez
nunca mais voltando a ver suas famílias, para
trabalhar longas horas nas pedreiras e fábricas
de tijolos que alimentavam a muralha. Logo
perceberam que o terreno próximo à muralha
era acidentado e, em determinado trecho, a
muralha teve de fazer um enorme desvio para
evitar a grande curva do Rio Amarelo. No
total, a muralha e suas voltas se estenderam por
6.300 quilômetros. Se uma muralha
semelhante tivesse sido construída na parte
mais selvagem da Austrália, de leste a oeste,
não teria sido maior que a Grande Muralha da
China. Em tempos de perigo, o exército chinês
que guardava a muralha deve ter sido muito
numeroso pelos padrões da época. Para manter
vigilância constante na maioria das torres,
quando um invasor era esperado, devem ter
sido necessárias dezenas de milhares de olhos.
Além disso, a muralha requeria um grande
número de soldados cuja principal tarefa era
lutar, em vez de vigiar. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve
História do Mundo. São Paulo: Fundamento, 2009, p. 32).
I – Os trabalhadores admiravam a Grande Muralha da China tanto quanto os governantes. II – O terreno nas imediações da Grande Muralha da China não era plano. III – O Rio Vermelho acompanha toda a extensão da Grande Muralha da China.
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A Grande Muralha da China foi concluída em
214 a.C., embora, por outro lado, nunca tenha
sido finalizada, porque tinha de ser
constantemente prolongada ou ampliada.
Refletia a capacidade de organização dos
governantes e a força de resistência das
centenas de milhares de trabalhadores que
foram designados compulsoriamente para as
tarefas nacionais. Estes tinham menos motivos
que seus governantes para admirar a muralha;
tinham sido levados para longe de casa, talvez
nunca mais voltando a ver suas famílias, para
trabalhar longas horas nas pedreiras e fábricas
de tijolos que alimentavam a muralha. Logo
perceberam que o terreno próximo à muralha
era acidentado e, em determinado trecho, a
muralha teve de fazer um enorme desvio para
evitar a grande curva do Rio Amarelo. No
total, a muralha e suas voltas se estenderam por
6.300 quilômetros. Se uma muralha
semelhante tivesse sido construída na parte
mais selvagem da Austrália, de leste a oeste,
não teria sido maior que a Grande Muralha da
China. Em tempos de perigo, o exército chinês
que guardava a muralha deve ter sido muito
numeroso pelos padrões da época. Para manter
vigilância constante na maioria das torres,
quando um invasor era esperado, devem ter
sido necessárias dezenas de milhares de olhos.
Além disso, a muralha requeria um grande
número de soldados cuja principal tarefa era
lutar, em vez de vigiar. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve
História do Mundo. São Paulo: Fundamento, 2009, p. 32).
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta um
tipo de pronome, segundo as regras oficiais da
língua português:
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta um
sinônimo para a apalavra “sorte”:
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De acordo com o artigo 90 do Estatuto da
Criança e do Adolescente, as entidades de
atendimento são responsáveis pela
manutenção das próprias unidades, assim
como pelo planejamento e execução de
programas de proteção e socioeducativos
destinados a crianças e adolescentes, em
regime de, EXCETO:
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2067528
Ano: 2021
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Pereiras-SP
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Pereiras-SP
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Analise os procedimentos a seguir e, ao final,
identifique aqueles que antecedem a previsão
de compra de alimentos:
I – Verificar a quantidade de itens armazenados no estoque. II – Estar ciente da disponibilidade financeira do estabelecimento. II – Conhecer o número estimado de refeições que serão oferecidas.
I – Verificar a quantidade de itens armazenados no estoque. II – Estar ciente da disponibilidade financeira do estabelecimento. II – Conhecer o número estimado de refeições que serão oferecidas.
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