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Foram encontradas 40 questões.

3300382 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Em uma escola, a soma do número de alunos das turmas A e B, de uma mesma série, é 42. Após a transferência de 2 alunos da turma A para a Turma B, a turma A ficou com 2 alunos a mais do que o número de alunos da turma B. O número de alunos que ficaram na turma B, após as transferências, foi

 

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3300381 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia o texto para responder às questões de números 04 a 09.

A criança está com raiva? Respire fundo

Todos os que já tiveram a oportunidade ou a responsabilidade de conviver com crianças sabem que as emoções que elas experimentam são bastante intensas. Quem já não testemunhou uma criança com raiva? É sempre bom lembrar que o motivo para desencadear a raiva pode ser, na visão do adulto, banal. Mas para a criança, nunca é.

Não faz muito tempo que o trabalho com as emoções das crianças tem sido considerado parte importante da formação delas, tanto para a família quanto para a escola. Expressões como “inteligência emocional” e “habilidades socioemocionais” já soam familiares a pais e educadores profissionais e até são consideradas prioridade nos tempos atuais.

O que acontece no momento em que a criança apresenta uma crise de birra, por exemplo? As emoções tomam conta dela a tal ponto que se descontrola globalmente. O que era emoção vai ao ato e se transforma em comportamento raivoso. Hoje, não é incomum observarmos isso em adultos, inclusive. Aí está: as emoções não precisam, necessariamente, se transformar em atos. Mas para que isso possa acontecer é preciso um aprendizado.

Uma criança bem pequena sente raiva do irmão que acabou de nascer e rouba o tempo da mãe, que antes era só dela; a reação foi a de tentar bater no bebê. A mãe, atenta, interveio antes que o ato ocorresse e disse à filha: “Você está com ciúme e raiva de seu irmão, mas não pode bater nele. Quando isso acontecer novamente, bate nesta almofada”.

Genial a reação dessa mãe, por dois motivos: primeiro, traduziu em palavras as emoções que a filha, de 2 anos, estava experimentando, o que colabora para o autoconhecimento; segundo, porque intuiu que nessa idade ainda é difícil conter uma reação comportamental, ou seja, controlar-se, por isso ela trocou o objeto para diminuir o risco de a filha tentar bater no bebê. Para ela, funcionou.

Em qualquer ação educativa, é preciso respeitar a criança e/ou o adolescente e agir de modo digno, justo e amoroso com os mais novos.

(Rosely Sayão. O Estado de S.Paulo, 30 de abril de 2023. Adaptado)

As formas verbais em destaque nas frases estão corretamente empregadas, de acordo com a norma-padrão, em:

 

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3300380 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia o texto para responder às questões de números 04 a 09.

A criança está com raiva? Respire fundo

Todos os que já tiveram a oportunidade ou a responsabilidade de conviver com crianças sabem que as emoções que elas experimentam são bastante intensas. Quem já não testemunhou uma criança com raiva? É sempre bom lembrar que o motivo para desencadear a raiva pode ser, na visão do adulto, banal. Mas para a criança, nunca é.

Não faz muito tempo que o trabalho com as emoções das crianças tem sido considerado parte importante da formação delas, tanto para a família quanto para a escola. Expressões como “inteligência emocional” e “habilidades socioemocionais” já soam familiares a pais e educadores profissionais e até são consideradas prioridade nos tempos atuais.

O que acontece no momento em que a criança apresenta uma crise de birra, por exemplo? As emoções tomam conta dela a tal ponto que se descontrola globalmente. O que era emoção vai ao ato e se transforma em comportamento raivoso. Hoje, não é incomum observarmos isso em adultos, inclusive. Aí está: as emoções não precisam, necessariamente, se transformar em atos. Mas para que isso possa acontecer é preciso um aprendizado.

Uma criança bem pequena sente raiva do irmão que acabou de nascer e rouba o tempo da mãe, que antes era só dela; a reação foi a de tentar bater no bebê. A mãe, atenta, interveio antes que o ato ocorresse e disse à filha: “Você está com ciúme e raiva de seu irmão, mas não pode bater nele. Quando isso acontecer novamente, bate nesta almofada”.

Genial a reação dessa mãe, por dois motivos: primeiro, traduziu em palavras as emoções que a filha, de 2 anos, estava experimentando, o que colabora para o autoconhecimento; segundo, porque intuiu que nessa idade ainda é difícil conter uma reação comportamental, ou seja, controlar-se, por isso ela trocou o objeto para diminuir o risco de a filha tentar bater no bebê. Para ela, funcionou.

Em qualquer ação educativa, é preciso respeitar a criança e/ou o adolescente e agir de modo digno, justo e amoroso com os mais novos.

(Rosely Sayão. O Estado de S.Paulo, 30 de abril de 2023. Adaptado)

Observe as frases do 1º parágrafo:

• … as emoções que elas experimentam são bastante intensas.

• Todos os que já tiveram a oportunidade…

As palavras em destaque pertencem, correta e respectivamente, às mesmas classes gramaticais que as destacadas em:

 

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3300379 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia o texto para responder às questões de números 04 a 09.

A criança está com raiva? Respire fundo

Todos os que já tiveram a oportunidade ou a responsabilidade de conviver com crianças sabem que as emoções que elas experimentam são bastante intensas. Quem já não testemunhou uma criança com raiva? É sempre bom lembrar que o motivo para desencadear a raiva pode ser, na visão do adulto, banal. Mas para a criança, nunca é.

Não faz muito tempo que o trabalho com as emoções das crianças tem sido considerado parte importante da formação delas, tanto para a família quanto para a escola. Expressões como “inteligência emocional” e “habilidades socioemocionais” já soam familiares a pais e educadores profissionais e até são consideradas prioridade nos tempos atuais.

O que acontece no momento em que a criança apresenta uma crise de birra, por exemplo? As emoções tomam conta dela a tal ponto que se descontrola globalmente. O que era emoção vai ao ato e se transforma em comportamento raivoso. Hoje, não é incomum observarmos isso em adultos, inclusive. Aí está: as emoções não precisam, necessariamente, se transformar em atos. Mas para que isso possa acontecer é preciso um aprendizado.

Uma criança bem pequena sente raiva do irmão que acabou de nascer e rouba o tempo da mãe, que antes era só dela; a reação foi a de tentar bater no bebê. A mãe, atenta, interveio antes que o ato ocorresse e disse à filha: “Você está com ciúme e raiva de seu irmão, mas não pode bater nele. Quando isso acontecer novamente, bate nesta almofada”.

Genial a reação dessa mãe, por dois motivos: primeiro, traduziu em palavras as emoções que a filha, de 2 anos, estava experimentando, o que colabora para o autoconhecimento; segundo, porque intuiu que nessa idade ainda é difícil conter uma reação comportamental, ou seja, controlar-se, por isso ela trocou o objeto para diminuir o risco de a filha tentar bater no bebê. Para ela, funcionou.

Em qualquer ação educativa, é preciso respeitar a criança e/ou o adolescente e agir de modo digno, justo e amoroso com os mais novos.

(Rosely Sayão. O Estado de S.Paulo, 30 de abril de 2023. Adaptado)

A expressão em destaque está substituída corretamente, nos parênteses, na alternativa:

 

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3300378 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia o texto para responder às questões de números 04 a 09.

A criança está com raiva? Respire fundo

Todos os que já tiveram a oportunidade ou a responsabilidade de conviver com crianças sabem que as emoções que elas experimentam são bastante intensas. Quem já não testemunhou uma criança com raiva? É sempre bom lembrar que o motivo para desencadear a raiva pode ser, na visão do adulto, banal. Mas para a criança, nunca é.

Não faz muito tempo que o trabalho com as emoções das crianças tem sido considerado parte importante da formação delas, tanto para a família quanto para a escola. Expressões como “inteligência emocional” e “habilidades socioemocionais” já soam familiares a pais e educadores profissionais e até são consideradas prioridade nos tempos atuais.

O que acontece no momento em que a criança apresenta uma crise de birra, por exemplo? As emoções tomam conta dela a tal ponto que se descontrola globalmente. O que era emoção vai ao ato e se transforma em comportamento raivoso. Hoje, não é incomum observarmos isso em adultos, inclusive. Aí está: as emoções não precisam, necessariamente, se transformar em atos. Mas para que isso possa acontecer é preciso um aprendizado.

Uma criança bem pequena sente raiva do irmão que acabou de nascer e rouba o tempo da mãe, que antes era só dela; a reação foi a de tentar bater no bebê. A mãe, atenta, interveio antes que o ato ocorresse e disse à filha: “Você está com ciúme e raiva de seu irmão, mas não pode bater nele. Quando isso acontecer novamente, bate nesta almofada”.

Genial a reação dessa mãe, por dois motivos: primeiro, traduziu em palavras as emoções que a filha, de 2 anos, estava experimentando, o que colabora para o autoconhecimento; segundo, porque intuiu que nessa idade ainda é difícil conter uma reação comportamental, ou seja, controlar-se, por isso ela trocou o objeto para diminuir o risco de a filha tentar bater no bebê. Para ela, funcionou.

Em qualquer ação educativa, é preciso respeitar a criança e/ou o adolescente e agir de modo digno, justo e amoroso com os mais novos.

(Rosely Sayão. O Estado de S.Paulo, 30 de abril de 2023. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase apresenta a concordância de acordo com a norma-padrão.

 

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3300377 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia o texto para responder às questões de números 04 a 09.

A criança está com raiva? Respire fundo

Todos os que já tiveram a oportunidade ou a responsabilidade de conviver com crianças sabem que as emoções que elas experimentam são bastante intensas. Quem já não testemunhou uma criança com raiva? É sempre bom lembrar que o motivo para desencadear a raiva pode ser, na visão do adulto, banal. Mas para a criança, nunca é.

Não faz muito tempo que o trabalho com as emoções das crianças tem sido considerado parte importante da formação delas, tanto para a família quanto para a escola. Expressões como “inteligência emocional” e “habilidades socioemocionais” já soam familiares a pais e educadores profissionais e até são consideradas prioridade nos tempos atuais.

O que acontece no momento em que a criança apresenta uma crise de birra, por exemplo? As emoções tomam conta dela a tal ponto que se descontrola globalmente. O que era emoção vai ao ato e se transforma em comportamento raivoso. Hoje, não é incomum observarmos isso em adultos, inclusive. Aí está: as emoções não precisam, necessariamente, se transformar em atos. Mas para que isso possa acontecer é preciso um aprendizado.

Uma criança bem pequena sente raiva do irmão que acabou de nascer e rouba o tempo da mãe, que antes era só dela; a reação foi a de tentar bater no bebê. A mãe, atenta, interveio antes que o ato ocorresse e disse à filha: “Você está com ciúme e raiva de seu irmão, mas não pode bater nele. Quando isso acontecer novamente, bate nesta almofada”.

Genial a reação dessa mãe, por dois motivos: primeiro, traduziu em palavras as emoções que a filha, de 2 anos, estava experimentando, o que colabora para o autoconhecimento; segundo, porque intuiu que nessa idade ainda é difícil conter uma reação comportamental, ou seja, controlar-se, por isso ela trocou o objeto para diminuir o risco de a filha tentar bater no bebê. Para ela, funcionou.

Em qualquer ação educativa, é preciso respeitar a criança e/ou o adolescente e agir de modo digno, justo e amoroso com os mais novos.

(Rosely Sayão. O Estado de S.Paulo, 30 de abril de 2023. Adaptado)

Para a autora do texto, no exemplo da criança de 2 anos que sente raiva do irmão que acabou de nascer,

 

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3300376 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia o texto para responder às questões de números 04 a 09.

A criança está com raiva? Respire fundo

Todos os que já tiveram a oportunidade ou a responsabilidade de conviver com crianças sabem que as emoções que elas experimentam são bastante intensas. Quem já não testemunhou uma criança com raiva? É sempre bom lembrar que o motivo para desencadear a raiva pode ser, na visão do adulto, banal. Mas para a criança, nunca é.

Não faz muito tempo que o trabalho com as emoções das crianças tem sido considerado parte importante da formação delas, tanto para a família quanto para a escola. Expressões como “inteligência emocional” e “habilidades socioemocionais” já soam familiares a pais e educadores profissionais e até são consideradas prioridade nos tempos atuais.

O que acontece no momento em que a criança apresenta uma crise de birra, por exemplo? As emoções tomam conta dela a tal ponto que se descontrola globalmente. O que era emoção vai ao ato e se transforma em comportamento raivoso. Hoje, não é incomum observarmos isso em adultos, inclusive. Aí está: as emoções não precisam, necessariamente, se transformar em atos. Mas para que isso possa acontecer é preciso um aprendizado.

Uma criança bem pequena sente raiva do irmão que acabou de nascer e rouba o tempo da mãe, que antes era só dela; a reação foi a de tentar bater no bebê. A mãe, atenta, interveio antes que o ato ocorresse e disse à filha: “Você está com ciúme e raiva de seu irmão, mas não pode bater nele. Quando isso acontecer novamente, bate nesta almofada”.

Genial a reação dessa mãe, por dois motivos: primeiro, traduziu em palavras as emoções que a filha, de 2 anos, estava experimentando, o que colabora para o autoconhecimento; segundo, porque intuiu que nessa idade ainda é difícil conter uma reação comportamental, ou seja, controlar-se, por isso ela trocou o objeto para diminuir o risco de a filha tentar bater no bebê. Para ela, funcionou.

Em qualquer ação educativa, é preciso respeitar a criança e/ou o adolescente e agir de modo digno, justo e amoroso com os mais novos.

(Rosely Sayão. O Estado de S.Paulo, 30 de abril de 2023. Adaptado)

De acordo com Rosely Sayão,

 

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3300375 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia o texto para responder às questões de números 02 e 03.

Os benefícios das aulas de música são vistos desde os primeiros anos escolares. A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.

Segundo estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem como aos que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas, obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um determinado conteúdo de matemática.

A valorização do contato da criança com a música já era existente há tempos. Platão dizia que “a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”.

Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão, visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de raciocínio.

Eis uma reflexão para pais e educadores incentivarem a criança a estudar música.

(Elen Campos Caiado. Equipe Brasil Escola. mentemusical.com.br. Adaptado)

Assinale a alternativa em cuja frase o emprego da vírgula e o da concordância estão de acordo com a norma-padrão.

 

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3300374 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia o texto para responder às questões de números 02 e 03.

Os benefícios das aulas de música são vistos desde os primeiros anos escolares. A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.

Segundo estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem como aos que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas, obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um determinado conteúdo de matemática.

A valorização do contato da criança com a música já era existente há tempos. Platão dizia que “a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”.

Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão, visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de raciocínio.

Eis uma reflexão para pais e educadores incentivarem a criança a estudar música.

(Elen Campos Caiado. Equipe Brasil Escola. mentemusical.com.br. Adaptado)

Com relação às aulas de música desde os primeiros anos, é correto afirmar:

 

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3300373 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia a tirinha.

Enunciado 3701862-1

Da leitura, é correto concluir que

 

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