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Foram encontradas 40 questões.

1080594 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
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Para manter a saúde do corpo é importante ter alguns cuidados e um deles é apresentar bons hábitos de higiene, já que a falta deles facilita a entrada de certos micro-organismos como vírus, bactérias, protozoários, fungos e vermes e, consequentemente, causando doenças. Medidas simples podem ser orientadas pelos professores e cuidadores nas escolas como prática de uma boa higiene dos alunos.

I. Lavar as mãos antes de comer, pois os micro-organismos causadores de doenças podem estar alojados nelas, adentrando pela nossa boca em nosso organismo.

II. Lavar as mãos após o uso do sanitário para evitar contaminação com agentes biológicos.

III. Tomar banho todos os dias e lavar os cabelos sempre que necessário, pois neles se acumulam suor e sujeiras ao longo do tempo.

IV. Escovar os dentes todos os dias para manter a higiene bucal, além de cortar as unhas para facilitar o acúmulo e transmissão de micro-organismos.

V. Verificar se não há lêndeas e piolhos nos cabelos e tratar desse problema com prioridade.

VI. Usar roupas limpas e andar calçado, pois os sapatos protegem os pés de sujeiras e objetos cortantes.

Estão corretas as afirmativas:

 

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1080593 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
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O rótulo é a identidade do produto e o mesmo é importante tanto para o produtor quanto para o consumidor. A rotulagem é a maneira utilizada pelo fabricante para indicar a composição do alimento que será ingerido. Além da lista de ingredientes, o rótulo deve indicar basicamente:

I. Quantidade e prazo de validade

II. Informação nutricional e método de conservação

III. Identificação dos alimentos com propriedade medicinais ou terapêuticas prevenindo doenças.

IV. Nome e endereço do fabricante

V. Número de Serviço de Inspeção Federal (SIF)

VI. Identificação do lote

Estão corretas as afirmativas:

 

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1080592 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
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O consumidor deve sempre estar atento à porção dos alimentos indicada nos rótulos, mas nem sempre sabe exatamente quanto cada porção equivale em medidas caseiras. A informação sobre o produto deve apresentar, além da quantidade da porção do alimento em gramas ou mililitros, o correspondente em medida caseira, utilizando utensílios domésticos como colher, xícara, copo, entre outros. Com essas informações, analise as medidas descritas nos itens A, B, C, D, E, F a seguir.

A) 50 g de arroz cru

B) 200ml de leite

C) 5 g de açúcar

D) 30 g de aveia

E) 13 ml de óleo vegetal

F) 40 g de presunto

Preencha as lacunas correlacionando com as medidas caseiras seguintes:

( ) 1 colher de chá

( ) 1 fatia

( ) ¼ de xícara

( ) 2 colheres de sopa

( ) 1 copo

( ) 1 colher de sopa

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:

 

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1080569 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
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Preencha a lacuna do texto a seguir com a alternativa correta. O bairro _____________ em Petrópolis é considerado o berço urbano da cidade, pois foi o primeiro lugar que atraiu grande número de habitantes. Seu patrimônio maior foi a Fábrica de Papel, ao pé da Alcobacinha, que em 1908 foi vendida e tinha a chaminé mais alta do município.
 

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1080565 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
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Preencha a lacuna do texto a seguir com a alternativa correta. Caminho Novo, criado pelo Sargento mor Bernardo Soares de Proença, no ano de 1725, ligava o Rio de Janeiro à Minas Gerais, onde o percurso como um todo era feito parte em mar com embarcações e parte em terra, utilizando animais de carga. No ano de _______, após a inauguração do porto de Mauá e da estrada de ferro Mauá (primeira via férrea do Brasil), o percurso se iniciava com uma barca a vapor no Largo da Prainha (Praça Mauá, no Rio de Janeiro) e o trecho de trem ia até Fragoso. Após a inauguração de um novo trecho da ferrovia, chegava-se a Raiz da Serra, sendo o restante do percurso feito por veículos de tração animal.
 

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1080562 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
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De acordo com a Lei Federal nº 12.976 de abril de 2013 é dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos 4 (quatro) anos de idade. Em seu Artigo 31, a educação infantil obrigatória e gratuita será organizada de acordo com as seguintes regras comuns:

I. Avaliação mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental.

II. Carga horária mínima anual de 800 (oitocentas) horas, distribuída por um mínimo de 200 (duzentos) dias de trabalho educacional.

III. Atendimento à criança de, no mínimo 4 (quatro) horas diárias para o turno parcial e de 7 (sete) horas para a jornada integral.

IV. Controle de frequência pela instituição de educação pré-escolar, exigida a frequência mínima de 50% (cinquenta por cento) do total de horas.

V. Expedição de documentação que permita atestar os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança.

Das regras expostas, estão corretas:

 

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1080561 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
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Texto

Fuga

(Fernando Sabino)

Mal o pai colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

- Para com esse barulho, meu filho – falou, sem se voltar.

Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

- Pois então para de empurrar a cadeira.

- Eu vou embora – foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de juntar do chão as suas coisinhas, enrolandoas num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de plástico com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? - a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesourinha enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

- Viu um menino saindo desta casa? – gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

- Saiu agora mesmo com a trouxinha – informou ele.

Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e – saíra de casa prevenido – uma moeda de 1 cruzeiro. Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à Avenida, como disposto a atirar-se diante do ônibus que surgia a distância.

- Meu filho, cuidado!

O ônibus deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

- Que susto você me passou, meu filho – e apertava-o contra o peito, comovido.

- Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.

Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

- Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai.

- Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala – tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

- Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

- Fico, mas vou empurrar esta cadeira.

E o barulho recomeçou.

Assinale a opção que apresenta uma forma reescrita do trecho abaixo na qual, alterando-se a pontuação, ocorra também alteração de sentido.

“Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de

lhe dar umas palmadas:” (15º§)

 

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1080560 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
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Texto

Fuga

(Fernando Sabino)

Mal o pai colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

- Para com esse barulho, meu filho – falou, sem se voltar.

Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

- Pois então para de empurrar a cadeira.

- Eu vou embora – foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de juntar do chão as suas coisinhas, enrolandoas num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de plástico com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? - a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesourinha enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

- Viu um menino saindo desta casa? – gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

- Saiu agora mesmo com a trouxinha – informou ele.

Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e – saíra de casa prevenido – uma moeda de 1 cruzeiro. Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à Avenida, como disposto a atirar-se diante do ônibus que surgia a distância.

- Meu filho, cuidado!

O ônibus deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

- Que susto você me passou, meu filho – e apertava-o contra o peito, comovido.

- Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.

Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

- Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai.

- Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala – tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

- Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

- Fico, mas vou empurrar esta cadeira.

E o barulho recomeçou.

A atitude do menino, ao final do texto, sugere que:
 

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1080558 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
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Texto

Fuga

(Fernando Sabino)

Mal o pai colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

- Para com esse barulho, meu filho – falou, sem se voltar.

Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

- Pois então para de empurrar a cadeira.

- Eu vou embora – foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de juntar do chão as suas coisinhas, enrolandoas num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de plástico com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? - a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesourinha enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

- Viu um menino saindo desta casa? – gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

- Saiu agora mesmo com a trouxinha – informou ele.

Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e – saíra de casa prevenido – uma moeda de 1 cruzeiro. Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à Avenida, como disposto a atirar-se diante do ônibus que surgia a distância.

- Meu filho, cuidado!

O ônibus deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

- Que susto você me passou, meu filho – e apertava-o contra o peito, comovido.

- Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.

Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

- Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai.

- Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala – tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

- Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

- Fico, mas vou empurrar esta cadeira.

E o barulho recomeçou.

A partir de uma leitura atenta do texto, pode-se concluir que:
 

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1080554 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
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Texto

Fuga

(Fernando Sabino)

Mal o pai colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

- Para com esse barulho, meu filho – falou, sem se voltar.

Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

- Pois então para de empurrar a cadeira.

- Eu vou embora – foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de juntar do chão as suas coisinhas, enrolandoas num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de plástico com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? - a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesourinha enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

- Viu um menino saindo desta casa? – gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

- Saiu agora mesmo com a trouxinha – informou ele.

Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e – saíra de casa prevenido – uma moeda de 1 cruzeiro. Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à Avenida, como disposto a atirar-se diante do ônibus que surgia a distância.

- Meu filho, cuidado!

O ônibus deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

- Que susto você me passou, meu filho – e apertava-o contra o peito, comovido.

- Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.

Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

- Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai.

- Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala – tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

- Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

- Fico, mas vou empurrar esta cadeira.

E o barulho recomeçou.

A fala do menino em “- Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.” deve ser compreendida no texto como uma atitude:
 

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