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Considerando a perspectiva de Wallon apresentada por Galvão (2003), assinale a alternativa que completa correta e respectivamente, as lacunas do excerto adaptado a seguir:
O ser humano, primeiramente sob a dependência exclusiva de seus semelhantes, desenvolve aptidões de bem antes das de , tendo sua primeira orientação de vigilância para as pessoas e não diretamente para o mundo físico, como em outras espécies animais.
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Com a volta às aulas presenciais, Diogo, professor de Educação Física, propôs-se a reelaborar o trabalho junto às crianças dos preparativos para a Festa Junina. Ele acha importante resgatar as tradições folclóricas envolvidas, estudar aspectos das músicas populares nordestinas, entre outros conteúdos. Assim, não quer apenas ensaiar a quadrilha duas vezes por semana e apresentar uma dança perfeita para os pais como resultado, mas envolver as crianças na compreensão mais ampla da festividade, em que a dança e a música são expressões culturais contextualizadas. Quer evitar, assim, a ênfase anterior na correção de erros de coreografia e na imposição para que todas as crianças dançassem, o que considera uma pressão desnecessária sobre o trabalho pedagógico que desenvolve em suas aulas. A ideia acabou gerando alguma discussão entre a equipe pedagógica na reunião de trabalho coletivo. Alguns professores afirmaram que as famílias devem estar ainda mais ansiosas para assistirem a seus filhos dançando, pois são dois anos sem essa vivência por conta do isolamento social.
Logo em sua primeira conversa com as crianças sobre as Festas Juninas, Diogo ouviu de Lindalva, uma aluna recém-chegada de Pernambuco, que ainda se lembrava de ter comido “o maior bolo de fubá do mundo” na festa de São João de sua cidade, Caruaru. O professor então se lembrou das discussões sobre o multiculturalismo no currículo e pensou serem especialmente ricas para o trabalho que pretende desenvolver. Assinale a alternativa que expressa um princípio correto sobre transparência e autenticidade cultural via currículo, de acordo com o que apresenta Resende (1998) e com o que se vê no caso.
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Com a volta às aulas presenciais, Diogo, professor de Educação Física, propôs-se a reelaborar o trabalho junto às crianças dos preparativos para a Festa Junina. Ele acha importante resgatar as tradições folclóricas envolvidas, estudar aspectos das músicas populares nordestinas, entre outros conteúdos. Assim, não quer apenas ensaiar a quadrilha duas vezes por semana e apresentar uma dança perfeita para os pais como resultado, mas envolver as crianças na compreensão mais ampla da festividade, em que a dança e a música são expressões culturais contextualizadas. Quer evitar, assim, a ênfase anterior na correção de erros de coreografia e na imposição para que todas as crianças dançassem, o que considera uma pressão desnecessária sobre o trabalho pedagógico que desenvolve em suas aulas. A ideia acabou gerando alguma discussão entre a equipe pedagógica na reunião de trabalho coletivo. Alguns professores afirmaram que as famílias devem estar ainda mais ansiosas para assistirem a seus filhos dançando, pois são dois anos sem essa vivência por conta do isolamento social.
Considerando o que discute Lenise Garcia e as intenções pedagógicas de Diogo reveladas no caso, uma proposta justificada e acertada para as aulas de Educação Física sobre a Festa Junina deve
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
Ao discutir as relações entre a família e a escola, Castro e Regattieri (2009) observam que novos atores, como o Conselho Tutelar e o Ministério Público, passam a trabalhar pela efetivação daquilo que o ECA dispõe. Assinale a alternativa que indica corretamente uma consequência de sua interlocução com agentes educacionais e família.
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A partir do que problematiza Auad (2016), pode-se afirmar que assumir gênero como categoria de análise na educação implica
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Quanto à ocorrência do acento indicativo de crase, assinale a alternativa em que a frase redigida está em conformidade com a norma-padrão.
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Há muito tempo que estão falando em acabar com as feiras, uns desejando e outros temendo que acabem mesmo. Não sei que providências foram ou não foram tomadas, mas as feiras estão aí. Inicia-se agora uma espécie de hiato, a extinção desse comércio livre às segundas-feiras, para descanso da companhia, isto é, dos feirantes, que não estão pleiteando descanso nenhum.
Os argumentos contra as feiras são principalmente três: primeiro que os preços são os mesmos das quitandas, segundo que atravancam as ruas, e depois a desordem que deixam. Oh! Que sujeira, que coisa desagradável, que cheiro de peixe! E quanto lixo, folhas e cascas, depois do meio-dia!
O primeiro argumento a favor das feiras é que se trata de um método democrático de negociar. O povo vendendo para o povo. Comprar na feira é praticar o analfabetismo mais gostoso e brasileiro que possa haver. Errar nas contas, no troco, pechincar, reclamar, divertir-se.
E a delícia completa de poder escolher? O mais caro, o mais barato, o mais verde, o mais doce, o mais fino, o mais viçoso, o mais engraçado, o mais claro, o mais miúdo, a pilha mais alta, o arranjo mais perfeito. E que lindos pregões1, sonoros, em vozes fortes de tenor e de barítono, que lindos pregões!
Tudo isso em meio de uma ruidosa alegria matinal, livre, lírica, todos falando alto, à vontade, sem inibição nenhuma, o sol nos cabelos e os olhos repousando na abençoada fartura das pilhas coloridas de frutas e a descomedida abundância de verduras frescas, tão verdinhas!
Lugar para ver mulher risonha, de rosto lavado, com os cabelos apanhados de qualquer jeito, nesse gracioso despenteado de que os cabeleireiros todos têm o segredo hoje em dia. Há muita pobre coitada cujo único passeio é ir à feira (às vezes também dão um pulinho até a maternidade). Pois é. Estão falando em acabar com as feiras livres, mas me parece que nós, as donas de casa, ainda não fomos consultadas a respeito e ninguém ignora que somos os ministros das Finanças.
(Ruth Guimarães. Segunda sem feira. www1.folha.uol.com.br, 10.01.1965. Adaptado)
1 pregões: divulgações de produtos, gritadas ou cantadas livremente.
O vocábulo de foi empregado com ideia de modo no trecho:
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Há muito tempo que estão falando em acabar com as feiras, uns desejando e outros temendo que acabem mesmo. Não sei que providências foram ou não foram tomadas, mas as feiras estão aí. Inicia-se agora uma espécie de hiato, a extinção desse comércio livre às segundas-feiras, para descanso da companhia, isto é, dos feirantes, que não estão pleiteando descanso nenhum.
Os argumentos contra as feiras são principalmente três: primeiro que os preços são os mesmos das quitandas, segundo que atravancam as ruas, e depois a desordem que deixam. Oh! Que sujeira, que coisa desagradável, que cheiro de peixe! E quanto lixo, folhas e cascas, depois do meio-dia!
O primeiro argumento a favor das feiras é que se trata de um método democrático de negociar. O povo vendendo para o povo. Comprar na feira é praticar o analfabetismo mais gostoso e brasileiro que possa haver. Errar nas contas, no troco, pechincar, reclamar, divertir-se.
E a delícia completa de poder escolher? O mais caro, o mais barato, o mais verde, o mais doce, o mais fino, o mais viçoso, o mais engraçado, o mais claro, o mais miúdo, a pilha mais alta, o arranjo mais perfeito. E que lindos pregões1, sonoros, em vozes fortes de tenor e de barítono, que lindos pregões!
Tudo isso em meio de uma ruidosa alegria matinal, livre, lírica, todos falando alto, à vontade, sem inibição nenhuma, o sol nos cabelos e os olhos repousando na abençoada fartura das pilhas coloridas de frutas e a descomedida abundância de verduras frescas, tão verdinhas!
Lugar para ver mulher risonha, de rosto lavado, com os cabelos apanhados de qualquer jeito, nesse gracioso despenteado de que os cabeleireiros todos têm o segredo hoje em dia. Há muita pobre coitada cujo único passeio é ir à feira (às vezes também dão um pulinho até a maternidade). Pois é. Estão falando em acabar com as feiras livres, mas me parece que nós, as donas de casa, ainda não fomos consultadas a respeito e ninguém ignora que somos os ministros das Finanças.
(Ruth Guimarães. Segunda sem feira. www1.folha.uol.com.br, 10.01.1965. Adaptado)
1 pregões: divulgações de produtos, gritadas ou cantadas livremente.
No trecho “Há muita pobre coitada cujo único passeio é ir à feira (às vezes também dão um pulinho até a maternidade)” (6º parágrafo), o vocábulo em destaque indica
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Há muito tempo que estão falando em acabar com as feiras, uns desejando e outros temendo que acabem mesmo. Não sei que providências foram ou não foram tomadas, mas as feiras estão aí. Inicia-se agora uma espécie de hiato, a extinção desse comércio livre às segundas-feiras, para descanso da companhia, isto é, dos feirantes, que não estão pleiteando descanso nenhum.
Os argumentos contra as feiras são principalmente três: primeiro que os preços são os mesmos das quitandas, segundo que atravancam as ruas, e depois a desordem que deixam. Oh! Que sujeira, que coisa desagradável, que cheiro de peixe! E quanto lixo, folhas e cascas, depois do meio-dia!
O primeiro argumento a favor das feiras é que se trata de um método democrático de negociar. O povo vendendo para o povo. Comprar na feira é praticar o analfabetismo mais gostoso e brasileiro que possa haver. Errar nas contas, no troco, pechincar, reclamar, divertir-se.
E a delícia completa de poder escolher? O mais caro, o mais barato, o mais verde, o mais doce, o mais fino, o mais viçoso, o mais engraçado, o mais claro, o mais miúdo, a pilha mais alta, o arranjo mais perfeito. E que lindos pregões1, sonoros, em vozes fortes de tenor e de barítono, que lindos pregões!
Tudo isso em meio de uma ruidosa alegria matinal, livre, lírica, todos falando alto, à vontade, sem inibição nenhuma, o sol nos cabelos e os olhos repousando na abençoada fartura das pilhas coloridas de frutas e a descomedida abundância de verduras frescas, tão verdinhas!
Lugar para ver mulher risonha, de rosto lavado, com os cabelos apanhados de qualquer jeito, nesse gracioso despenteado de que os cabeleireiros todos têm o segredo hoje em dia. Há muita pobre coitada cujo único passeio é ir à feira (às vezes também dão um pulinho até a maternidade). Pois é. Estão falando em acabar com as feiras livres, mas me parece que nós, as donas de casa, ainda não fomos consultadas a respeito e ninguém ignora que somos os ministros das Finanças.
(Ruth Guimarães. Segunda sem feira. www1.folha.uol.com.br, 10.01.1965. Adaptado)
1 pregões: divulgações de produtos, gritadas ou cantadas livremente.
No trecho “Inicia-se agora uma espécie de hiato, a extinção desse comércio livre às segundas-feiras, para descanso da companhia, isto é, dos feirantes, que não estão pleiteando descanso nenhum” (1º parágrafo) –, o vocábulo destacado apresenta como sinônimo, no contexto em que se encontra:
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Há muito tempo que estão falando em acabar com as feiras, uns desejando e outros temendo que acabem mesmo. Não sei que providências foram ou não foram tomadas, mas as feiras estão aí. Inicia-se agora uma espécie de hiato, a extinção desse comércio livre às segundas-feiras, para descanso da companhia, isto é, dos feirantes, que não estão pleiteando descanso nenhum.
Os argumentos contra as feiras são principalmente três: primeiro que os preços são os mesmos das quitandas, segundo que atravancam as ruas, e depois a desordem que deixam. Oh! Que sujeira, que coisa desagradável, que cheiro de peixe! E quanto lixo, folhas e cascas, depois do meio-dia!
O primeiro argumento a favor das feiras é que se trata de um método democrático de negociar. O povo vendendo para o povo. Comprar na feira é praticar o analfabetismo mais gostoso e brasileiro que possa haver. Errar nas contas, no troco, pechincar, reclamar, divertir-se.
E a delícia completa de poder escolher? O mais caro, o mais barato, o mais verde, o mais doce, o mais fino, o mais viçoso, o mais engraçado, o mais claro, o mais miúdo, a pilha mais alta, o arranjo mais perfeito. E que lindos pregões1, sonoros, em vozes fortes de tenor e de barítono, que lindos pregões!
Tudo isso em meio de uma ruidosa alegria matinal, livre, lírica, todos falando alto, à vontade, sem inibição nenhuma, o sol nos cabelos e os olhos repousando na abençoada fartura das pilhas coloridas de frutas e a descomedida abundância de verduras frescas, tão verdinhas!
Lugar para ver mulher risonha, de rosto lavado, com os cabelos apanhados de qualquer jeito, nesse gracioso despenteado de que os cabeleireiros todos têm o segredo hoje em dia. Há muita pobre coitada cujo único passeio é ir à feira (às vezes também dão um pulinho até a maternidade). Pois é. Estão falando em acabar com as feiras livres, mas me parece que nós, as donas de casa, ainda não fomos consultadas a respeito e ninguém ignora que somos os ministros das Finanças.
(Ruth Guimarães. Segunda sem feira. www1.folha.uol.com.br, 10.01.1965. Adaptado)
1 pregões: divulgações de produtos, gritadas ou cantadas livremente.
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
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