Foram encontradas 788 questões.
Quanto aos recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS),
analise as afirmativas a seguir.
I. Serão alocados como despesas de custeio e de capital do Ministério da Saúde, seus órgãos e entidades, da administração direta e indireta. II. Serão alocados os investimentos previstos no Plano Quinquenal do Ministério da Saúde. III. Serão alocados investimentos previstos em lei orçamentária, de iniciativa do Poder Legislativo e aprovados pelo Congresso Nacional. IV. Serão alocados em projetos experimentais determinados pelo Conselho de Saúde.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
I. Serão alocados como despesas de custeio e de capital do Ministério da Saúde, seus órgãos e entidades, da administração direta e indireta. II. Serão alocados os investimentos previstos no Plano Quinquenal do Ministério da Saúde. III. Serão alocados investimentos previstos em lei orçamentária, de iniciativa do Poder Legislativo e aprovados pelo Congresso Nacional. IV. Serão alocados em projetos experimentais determinados pelo Conselho de Saúde.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
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2654986
Ano: 2019
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
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Em relação ao processo administrativo introduzido pela
Lei Municipal nº 1.904, de 10 de dezembro de 1997, é
correto afirmar, EXCETO:
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Ondas de calor na Europa tiveram influência humana, diz
estudo
As mudanças climáticas causadas por atividades
humanas tiveram papel definitivo nos recordes de
temperaturas máximas atingidas em vários países da
Europa no final de julho. Os recordes nacionais de calor
quebrados na Bélgica, Alemanha, Holanda e Reino Unido
foram de 1,5 a 3°C mais intensos e de cinco a cem vezes
mais prováveis de ocorrer por conta do fenômeno do
aquecimento global, causado pela emissão de gases-estufa.
A conclusão é de um estudo do grupo World Weather
Attribution, que reúne cientistas de instituições como o
instituto de meteorologia da Holanda e a universidade de
Oxford, da Inglaterra, a partir de dados de estações
meteorológicas e estimativas calculadas com oito modelos
matemáticos.
Em todos os países analisados, as temperaturas
máximas atingidas durante as ondas de calor seriam entre
1,5 a 3°C mais baixas caso não houvesse o fenômeno do
aquecimento global. Na Bélgica e na Holanda, os
termômetros passaram dos 40°C pela primeira vez.
Já a probabilidade de ocorrência, que varia conforme
a região e o modelo climático utilizado, foi de cinco até cem
vezes maior por conta do aquecimento global. Na França,
os recordes de temperatura foram até cem vezes mais
prováveis. O período de retorno das ondas de calor na
região é de mais de mil anos, em condições normais.
Já no Reino Unido, as ondas de calor são menos raras.
No clima atual, elas têm voltado a ocorrer aproximadamente
a cada dez anos. Em um clima sem a influência do
aquecimento global, a estimativa do período de retorno varia
de 50 a 100 anos. O evento extremo passou a ser de cinco a
dez vezes mais provável no país.
“A onda de calor do final de julho de 2019 foi tão
extrema na Europa ocidental que as magnitudes observadas
seriam extremamente improváveis sem a mudança climática
induzida pelo homem”, conclui o estudo.
(Ana Carolina Amaral. Disponível:
https://gauchazh.clicrbs.com.br/ambiente/noticia/2019/08/ondas-de-
calor-na-europa-tiveram-influencia-humana-diz-estudo-
cjyuagins00v701nxa1fbws8j.html. Acesso em: 02/08/2019.)
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Ondas de calor na Europa tiveram influência humana, diz
estudo
As mudanças climáticas causadas por atividades
humanas tiveram papel definitivo nos recordes de
temperaturas máximas atingidas em vários países da
Europa no final de julho. Os recordes nacionais de calor
quebrados na Bélgica, Alemanha, Holanda e Reino Unido
foram de 1,5 a 3°C mais intensos e de cinco a cem vezes
mais prováveis de ocorrer por conta do fenômeno do
aquecimento global, causado pela emissão de gases-estufa.
A conclusão é de um estudo do grupo World Weather
Attribution, que reúne cientistas de instituições como o
instituto de meteorologia da Holanda e a universidade de
Oxford, da Inglaterra, a partir de dados de estações
meteorológicas e estimativas calculadas com oito modelos
matemáticos.
Em todos os países analisados, as temperaturas
máximas atingidas durante as ondas de calor seriam entre
1,5 a 3°C mais baixas caso não houvesse o fenômeno do
aquecimento global. Na Bélgica e na Holanda, os
termômetros passaram dos 40°C pela primeira vez.
Já a probabilidade de ocorrência, que varia conforme
a região e o modelo climático utilizado, foi de cinco até cem
vezes maior por conta do aquecimento global. Na França,
os recordes de temperatura foram até cem vezes mais
prováveis. O período de retorno das ondas de calor na
região é de mais de mil anos, em condições normais.
Já no Reino Unido, as ondas de calor são menos raras.
No clima atual, elas têm voltado a ocorrer aproximadamente
a cada dez anos. Em um clima sem a influência do
aquecimento global, a estimativa do período de retorno varia
de 50 a 100 anos. O evento extremo passou a ser de cinco a
dez vezes mais provável no país.
“A onda de calor do final de julho de 2019 foi tão
extrema na Europa ocidental que as magnitudes observadas
seriam extremamente improváveis sem a mudança climática
induzida pelo homem”, conclui o estudo.
(Ana Carolina Amaral. Disponível:
https://gauchazh.clicrbs.com.br/ambiente/noticia/2019/08/ondas-de-
calor-na-europa-tiveram-influencia-humana-diz-estudo-
cjyuagins00v701nxa1fbws8j.html. Acesso em: 02/08/2019.)
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- OrtografiaProblemas da Norma Culta
- SintaxeCrase
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Ondas de calor na Europa tiveram influência humana, diz
estudo
As mudanças climáticas causadas por atividades
humanas tiveram papel definitivo nos recordes de
temperaturas máximas atingidas em vários países da
Europa no final de julho. Os recordes nacionais de calor
quebrados na Bélgica, Alemanha, Holanda e Reino Unido
foram de 1,5 a 3°C mais intensos e de cinco a cem vezes
mais prováveis de ocorrer por conta do fenômeno do
aquecimento global, causado pela emissão de gases-estufa.
A conclusão é de um estudo do grupo World Weather
Attribution, que reúne cientistas de instituições como o
instituto de meteorologia da Holanda e a universidade de
Oxford, da Inglaterra, a partir de dados de estações
meteorológicas e estimativas calculadas com oito modelos
matemáticos.
Em todos os países analisados, as temperaturas
máximas atingidas durante as ondas de calor seriam entre
1,5 a 3°C mais baixas caso não houvesse o fenômeno do
aquecimento global. Na Bélgica e na Holanda, os
termômetros passaram dos 40°C pela primeira vez.
Já a probabilidade de ocorrência, que varia conforme
a região e o modelo climático utilizado, foi de cinco até cem
vezes maior por conta do aquecimento global. Na França,
os recordes de temperatura foram até cem vezes mais
prováveis. O período de retorno das ondas de calor na
região é de mais de mil anos, em condições normais.
Já no Reino Unido, as ondas de calor são menos raras.
No clima atual, elas têm voltado a ocorrer aproximadamente
a cada dez anos. Em um clima sem a influência do
aquecimento global, a estimativa do período de retorno varia
de 50 a 100 anos. O evento extremo passou a ser de cinco a
dez vezes mais provável no país.
“A onda de calor do final de julho de 2019 foi tão
extrema na Europa ocidental que as magnitudes observadas
seriam extremamente improváveis sem a mudança climática
induzida pelo homem”, conclui o estudo.
(Ana Carolina Amaral. Disponível:
https://gauchazh.clicrbs.com.br/ambiente/noticia/2019/08/ondas-de-
calor-na-europa-tiveram-influencia-humana-diz-estudo-
cjyuagins00v701nxa1fbws8j.html. Acesso em: 02/08/2019.)
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Ondas de calor na Europa tiveram influência humana, diz
estudo
As mudanças climáticas causadas por atividades
humanas tiveram papel definitivo nos recordes de
temperaturas máximas atingidas em vários países da
Europa no final de julho. Os recordes nacionais de calor
quebrados na Bélgica, Alemanha, Holanda e Reino Unido
foram de 1,5 a 3°C mais intensos e de cinco a cem vezes
mais prováveis de ocorrer por conta do fenômeno do
aquecimento global, causado pela emissão de gases-estufa.
A conclusão é de um estudo do grupo World Weather
Attribution, que reúne cientistas de instituições como o
instituto de meteorologia da Holanda e a universidade de
Oxford, da Inglaterra, a partir de dados de estações
meteorológicas e estimativas calculadas com oito modelos
matemáticos.
Em todos os países analisados, as temperaturas
máximas atingidas durante as ondas de calor seriam entre
1,5 a 3°C mais baixas caso não houvesse o fenômeno do
aquecimento global. Na Bélgica e na Holanda, os
termômetros passaram dos 40°C pela primeira vez.
Já a probabilidade de ocorrência, que varia conforme
a região e o modelo climático utilizado, foi de cinco até cem
vezes maior por conta do aquecimento global. Na França,
os recordes de temperatura foram até cem vezes mais
prováveis. O período de retorno das ondas de calor na
região é de mais de mil anos, em condições normais.
Já no Reino Unido, as ondas de calor são menos raras.
No clima atual, elas têm voltado a ocorrer aproximadamente
a cada dez anos. Em um clima sem a influência do
aquecimento global, a estimativa do período de retorno varia
de 50 a 100 anos. O evento extremo passou a ser de cinco a
dez vezes mais provável no país.
“A onda de calor do final de julho de 2019 foi tão
extrema na Europa ocidental que as magnitudes observadas
seriam extremamente improváveis sem a mudança climática
induzida pelo homem”, conclui o estudo.
(Ana Carolina Amaral. Disponível:
https://gauchazh.clicrbs.com.br/ambiente/noticia/2019/08/ondas-de-
calor-na-europa-tiveram-influencia-humana-diz-estudo-
cjyuagins00v701nxa1fbws8j.html. Acesso em: 02/08/2019.)
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Questão presente nas seguintes provas
Ondas de calor na Europa tiveram influência humana, diz
estudo
As mudanças climáticas causadas por atividades
humanas tiveram papel definitivo nos recordes de
temperaturas máximas atingidas em vários países da
Europa no final de julho. Os recordes nacionais de calor
quebrados na Bélgica, Alemanha, Holanda e Reino Unido
foram de 1,5 a 3°C mais intensos e de cinco a cem vezes
mais prováveis de ocorrer por conta do fenômeno do
aquecimento global, causado pela emissão de gases-estufa.
A conclusão é de um estudo do grupo World Weather
Attribution, que reúne cientistas de instituições como o
instituto de meteorologia da Holanda e a universidade de
Oxford, da Inglaterra, a partir de dados de estações
meteorológicas e estimativas calculadas com oito modelos
matemáticos.
Em todos os países analisados, as temperaturas
máximas atingidas durante as ondas de calor seriam entre
1,5 a 3°C mais baixas caso não houvesse o fenômeno do
aquecimento global. Na Bélgica e na Holanda, os
termômetros passaram dos 40°C pela primeira vez.
Já a probabilidade de ocorrência, que varia conforme
a região e o modelo climático utilizado, foi de cinco até cem
vezes maior por conta do aquecimento global. Na França,
os recordes de temperatura foram até cem vezes mais
prováveis. O período de retorno das ondas de calor na
região é de mais de mil anos, em condições normais.
Já no Reino Unido, as ondas de calor são menos raras.
No clima atual, elas têm voltado a ocorrer aproximadamente
a cada dez anos. Em um clima sem a influência do
aquecimento global, a estimativa do período de retorno varia
de 50 a 100 anos. O evento extremo passou a ser de cinco a
dez vezes mais provável no país.
“A onda de calor do final de julho de 2019 foi tão
extrema na Europa ocidental que as magnitudes observadas
seriam extremamente improváveis sem a mudança climática
induzida pelo homem”, conclui o estudo.
(Ana Carolina Amaral. Disponível:
https://gauchazh.clicrbs.com.br/ambiente/noticia/2019/08/ondas-de-
calor-na-europa-tiveram-influencia-humana-diz-estudo-
cjyuagins00v701nxa1fbws8j.html. Acesso em: 02/08/2019.)
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Questão presente nas seguintes provas
2654980
Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
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Em relação às macrófitas aquáticas, assinale a afirmativa
INCORRETA.
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2654979
Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Provas:
Dentre os variados métodos de Avaliação de Impactos
Ambientais existentes, há um que surgiu pela necessidade
da tomada de decisões quanto à implantação de projetos,
considerando o parecer de especialistas em cada espécie
de impacto resultante dos mesmos, além dos pontos
econômicos e técnicos. Consiste na formação de grupos de
trabalho multidisciplinares com profissionais qualificados
em diferentes áreas de atuação, apresentando suas
conclusões baseadas na experiência para elaboração de
um relatório que irá relacionar o projeto a ser implantado
com seus possíveis impactos causados. Este método,
quando utilizado isoladamente, deve desenvolver a AIA
(Avaliação de Impacto Ambiental) de forma simples, de
fácil interpretação e de maneira dissertativa. É adequado
às situações com escassez de dados e quando a avaliação
deve ser disponibilizada em um curto espaço de tempo. A
vantagem é que, proporciona menores gastos e é
facilmente compreensível pelo público em geral. Por
outro lado, exibe um alto grau de subjetividade, visto que
considera a análise qualitativa e deixa de lado o caráter
quantitativo da avaliação, além de ser passível de
espacialização via SIG (Sistema de Informação Geográfica)
e utiliza informações que normalmente encontram-se
disponíveis. Trata-se do método:
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Questão presente nas seguintes provas
2654978
Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Provas:
Em relação às normas que embasam os sistemas de gestão
ambiental, são afirmativas corretas, EXCETO:
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