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3060737
Ano: 2024
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), promulgado em 1990, consolidou uma série de direitos fundamentais das
crianças e adolescentes, reconhecendo-os como sujeitos de direitos. Dentre as diversas disposições do ECA, aquelas relacionadas à educação merecem destaque. A normativa estabelece que a educação é um direito essencial de todas as crianças e
adolescentes, garantindo o acesso, a permanência e a qualidade do ensino. Em uma situação hipotética, considere ser professor em uma determinada escola e que, durante o recreio, é observado que um dos alunos, Pedro, de apenas 9 anos, está
visivelmente triste e com sinais de lesões visíveis em seu braço. Ao questioná-lo sobre o que aconteceu, Pedro relata que foi
vítima de agressão por parte de um colega em sua vizinhança. Ele menciona que tem medo de voltar para casa. Considerando
os conceitos de prioridade de atendimento, conforme estabelecidos pelo ECA, para garantir a efetivação dos direitos
referentes à vida, saúde, dignidade e proteção, a primeira atitude a se fazer é:
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A educação é um campo complexo e multifacetado que envolve uma variedade de teorias, práticas e abordagens pedagógicas. Cada abordagem educacional traz consigo uma visão única sobre como os alunos aprendem, como os professores ensinam e qual é o papel da escola na sociedade. A compreensão dessas diferentes abordagens é fundamental para os educadores, uma vez que influenciam diretamente as decisões pedagógicas tomadas em sala de aula e moldam a experiência de
aprendizagem dos alunos. Considerando a abordagem Behaviorista, analise as afirmativas a seguir.
I. Asserção: enfatiza que a aprendizagem é um processo de construção ativa do conhecimento pelo aluno.
II. Razão: destaca a importância da observação de comportamentos e da aplicação de reforços para incentivar a participação dos alunos.
Assinale a afirmativa correta.
I. Asserção: enfatiza que a aprendizagem é um processo de construção ativa do conhecimento pelo aluno.
II. Razão: destaca a importância da observação de comportamentos e da aplicação de reforços para incentivar a participação dos alunos.
Assinale a afirmativa correta.
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Joana, Amanda e Patrícia são auxiliares administrativas em uma repartição pública e precisam arquivar 36 processos.
Considere que cada processo será arquivado por uma única auxiliar administrativa. Sabe-se que Joana irá arquivar 4
processos a mais que Patrícia. Esta última auxiliar administrativa irá arquivar 2 processos a menos que Amanda. De acordo
com essa divisão, o número de processos administrativos arquivados por Joana é:
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Sobre as penalidades, a Lei expressamente indica a aplicação de advertência por escrito, como regra, em caso de:
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Tendo em vista o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Pitangueiras, uma vez empossado em cargo público, o
servidor deve entrar em exercício. O prazo para que entre em exercício, contados a partir da data da posse, é de (dias):
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A idade mínima para investidura em cargo público, segundo o Estatuto dos Servidores Públicos de Pitangueiras, é de (anos):
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O servidor público, segundo a Lei nº 1.904/1977, dependendo de êxito em processo seletivo interno, poderá receber “ascensão”.
Segundo a Lei, acesso é a passagem do servidor
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O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
“Sem a Libras, sem a língua de sinais, eu não existo”
“Eu sou uma mulher, surda, ativista, que gosta de reivindicar e brigar pelos meus direitos.” É assim que se apresenta Sylvia
Lia Grespan Neves, primeira professora surda da USP e ministrante da disciplina de graduação Educação Especial, Educação de
Surdos e Libras, da Faculdade de Educação (FEUSP).
Quem lê essa frase pode pensar que Sylvia já nasceu forte, decidida e confiante em si. Mas nem sempre ela se viu assim.
Como comenta a docente, o olhar de pessoas ouvintes lançado sobre seu corpo muitas vezes a fez se sentir insuficiente. “Meu
sonho era ser escritora, mas um certo dia uma professora me disse que eu não era capaz. Ali, ela eliminou a possibilidade que
eu tinha de sonhar.” A escolarização básica, aliás, foi um processo doloroso. “No internato em que estudei, a gente era proibido
de sinalizar, recebíamos castigos físicos se alguém nos visse, éramos sempre obrigados a oralizar.”
Após muitos outros julgamentos, ela decidiu ser uma professora diferente da que tivera. Foi a forma que encontrou de
imaginar um futuro onde pessoas surdas ou ouvintes pudessem sonhar, mesmo que transpassados de limitações. Ela relata
ainda que foi graças à Língua Brasileira de Sinais (Libras) que conseguiu recuperar sua autoestima. É assim que ela se comunica
no dia a dia, inclusive na entrevista ao JC, realizada com o auxílio de uma intérprete.
Um de seus primeiros contatos com a língua foi em uma antiga escola religiosa, o internato feminino Instituto Santa
Terezinha, localizado na Zona Sul de São Paulo, que hoje não existe mais. No local, algumas freiras surdas utilizavam uma língua
de sinais mais caseira – uma espécie de mímica adaptada por elas próprias –, mas sempre de maneira escondida.
Essa sempre foi uma luta de Sylvia: a escolha e não a obrigatoriedade da oralização. “Eu não acho que seja ruim que uma
pessoa surda aprenda a falar através da oralização, mas eu acho que isso não é para ser feito na escola. É um tratamento
médico, um trabalho fonoaudiológico. Não é para a educação fazer isso, escola é lugar da gente aprender conteúdo curricular
regular como qualquer outra escola.”
Depois de algumas experiências em outras escolas sem intérpretes que a acompanhassem, Sylvia teve contato com uma
família surda, seus vizinhos. Graças a esse convívio, ela foi capaz de se entender e se aceitar como uma pessoa surda. Um
processo lento, mas que foi importante para reafirmar sua identidade.
Tendo a Libras como sua primeira língua, a professora, que também pesquisa acessibilidade linguística, avalia o quanto
nossas sociedades associam a expressão oral como símbolo da cognição humana. Para ela, a língua de sinais não é apenas a
representação visual das palavras, “Libras para mim é tudo. É minha vida. Foi a partir dela que eu consegui começar a existir, a
viver. Não sei se você consegue imaginar a sua vida sem a língua portuguesa. Quem é você sem a língua que você fala? Sem a
língua de sinais é como se eu não existisse”.
(Por Danilo Queiroz e Sofia Lanza. Em: 15/12/2023. Adaptado.)
I. Está relacionada à autoestima.
II. Possibilita realizações particulares e sociais.
III. Possui especificidades cujo direcionamento deve ser feito apenas por um profissional.
Está correto o que se afirma em
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3060571
Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Leia o texto a seguir:
ATO PRIMEIRO
Sala ricamente adornada: mesa, consolos, mangas de vidro, jarras com flores, cortinas etc., etc. No fundo, porta de saída, uma janela etc., etc.
CENA 1
AMBRÓSIO (só, de calça preta e chambre) — No mundo a fortuna é para quem sabe adquiri-la. Pintam-na cega... Que simplicidade! Cego é aquele que não tem inteligência para vê-la e a alcançar. Todo o homem pode ser rico, se atinar com o verdadeiro caminho da fortuna. Vontade forte, perseverança e pertinácia são poderosos auxiliares. Qual o homem que, resolvido a empregar todos os meios, não consegue enriquecer-se? Em mim se vê o exemplo. Há oito anos, era eu pobre e miserável, e hoje sou rico, e mais ainda serei. O como não importa; no bom resultado está o mérito... Mas um dia pode tudo mudar. Oh, que temo eu? Se em algum tempo tiver de responder pelos meus atos, o ouro justificar-me-á e serei limpo de culpa.
(PENA, Martins. O noviço. Rio de Janeiro: Ediouro, 1998.)
De acordo com as características estruturais do texto apresentado, pode-se afirmar que:
ATO PRIMEIRO
Sala ricamente adornada: mesa, consolos, mangas de vidro, jarras com flores, cortinas etc., etc. No fundo, porta de saída, uma janela etc., etc.
CENA 1
AMBRÓSIO (só, de calça preta e chambre) — No mundo a fortuna é para quem sabe adquiri-la. Pintam-na cega... Que simplicidade! Cego é aquele que não tem inteligência para vê-la e a alcançar. Todo o homem pode ser rico, se atinar com o verdadeiro caminho da fortuna. Vontade forte, perseverança e pertinácia são poderosos auxiliares. Qual o homem que, resolvido a empregar todos os meios, não consegue enriquecer-se? Em mim se vê o exemplo. Há oito anos, era eu pobre e miserável, e hoje sou rico, e mais ainda serei. O como não importa; no bom resultado está o mérito... Mas um dia pode tudo mudar. Oh, que temo eu? Se em algum tempo tiver de responder pelos meus atos, o ouro justificar-me-á e serei limpo de culpa.
(PENA, Martins. O noviço. Rio de Janeiro: Ediouro, 1998.)
De acordo com as características estruturais do texto apresentado, pode-se afirmar que:
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3060569
Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
“Uma das características mais marcantes do texto literário é a sua função por oposição à função do texto não-literário.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
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