Magna Concursos

Foram encontradas 530 questões.

4216035 Ano: 2026
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO

Uma empresa analisa investir em um projeto que exige um aporte único de R$ 112.000 na data inicial. A projeção é que esse investimento gere dois fluxos de caixa positivos e consecutivos, um de R$ 72.000 no final do primeiro ano e outro de R$ 115.200 no final do segundo ano de investimento.

Com base nessa situação hipotética e sabendo que a empresa considera o seu custo de capital de 20% ao ano, assinale a opção em que é corretamente indicado o valor presente líquido da proposta de investimento.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4216034 Ano: 2026
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
Suponha que um investidor procure uma aplicação que garanta o pagamento de juros reais de no mínimo 16% ao final do primeiro ano da aplicação. Nesse caso, a taxa de juros nominal mínima que a aplicação deve satisfazer para atingir o objetivo do investidor, sabendo-se que a inflação projetada para o período de um ano de investimento é de 12%, deverá ser igual a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4216033 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO

Uma prefeitura distribui mensalmente uma gratificação total de R$ 46.800 entre três servidores dos setores de cadastro, fiscalização e arrecadação. O servidor do setor de cadastro analisa um processo a mais que o servidor do setor de fiscalização, e o servidor do setor de fiscalização analisa dois processos a mais que o servidor do setor de arrecadação. Juntos, os três servidores analisam 26 processos por semana, sendo o valor da gratificação de cada um diretamente proporcional à quantidade de processos analisados semanalmente.

Nessa situação hipotética, os valores recebidos pelo servidor do setor de cadastro, pelo servidor do setor de fiscalização e pelo servidor do setor de arrecadação são, respectivamente, iguais a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4216032 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
Suponha que, em uma reunião de trabalho, haja 15 pessoas, estando, entre elas, o presidente e o vice-presidente de uma empresa. Suponha também que tanto o presidente quanto o vice-presidente sejam obrigados a cumprimentar todas as demais pessoas presentes. Nesse caso, sabendo-se que cada aperto de mão ocorre entre duas pessoas distintas e que ninguém aperta a própria mão, conclui-se que a diferença entre o valor máximo possível e o valor mínimo possível da soma dos números de apertos de mão que podem ser realizados individualmente por cada uma das pessoas presentes é igual a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4216031 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO

P: “Existe pelo menos uma unidade de atendimento da secretaria da fazenda em que todos os servidores são auditores fiscais ou assistentes de arrecadação.”

Assinale a opção em que é apresentada a negação lógica da proposição P precedente.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4216030 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO

Em uma indústria que utiliza água em seu processo produtivo, um reservatório com capacidade de 60.000 litros, inicialmente vazio, começou a ser abastecido com água a uma vazão constante de 200 litros por minuto. Por descuido operacional, a válvula de entrada ficou aberta por 6 horas e 30 minutos, a partir do início do abastecimento, e toda a água que entrou após o completo enchimento do reservatório foi considerada desperdício.

Nessa situação hipotética, a quantidade de água desperdiçada devido ao descuido operacional é igual a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4216029 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO

Texto CG1A1

Um dos temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso, brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas, uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.

O mesmo tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com acuidade visual.

De vez em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.

Em um artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem muita convicção.

Os números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos espelhos de um parque de diversões.

 

William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:

Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).

Cada uma das seguintes opções apresenta uma proposta de reescrita para o seguinte trecho do primeiro parágrafo do texto CG1A1: “Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas, uma com 12 kg e outra com 13 kg”. Assinale a opção em que a reescrita proposta mantém a coerência e a correção gramatical do texto.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4216028 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO

Texto CG1A1

Um dos temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso, brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas, uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.

O mesmo tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com acuidade visual.

De vez em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.

Em um artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem muita convicção.

Os números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos espelhos de um parque de diversões.

 

William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:

Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).

Assinale a opção em que a oração destacada do texto CG1A1 expressa circunstância de comparação.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4216027 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO

Texto CG1A1

Um dos temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso, brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas, uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.

O mesmo tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com acuidade visual.

De vez em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.

Em um artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem muita convicção.

Os números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos espelhos de um parque de diversões.

 

William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:

Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).

O vocábulo “com”, em “com julgamentos sensoriais” (primeiro período do texto CG1A1), pertence à mesma classe de palavras que o vocábulo
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4216026 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO

Texto CG1A1

Um dos temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso, brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas, uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.

O mesmo tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com acuidade visual.

De vez em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.

Em um artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem muita convicção.

Os números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos espelhos de um parque de diversões.

 

William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:

Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).

No trecho “nesse caso, basta levantá-las para saber qual é a mais pesada” (primeiro parágrafo do texto CG1A1), o segmento “levantá-las” exerce, em relação à forma verbal “basta”, a função sintática de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas