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Foram encontradas 530 questões.

4215845 Ano: 2026
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
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Um financiamento de R$ 120.000,00 realizado pelo sistema de amortização constante será pago em 24 prestações mensais com taxa de juros de 2% ao mês.
Nesse caso, o valor da 12.ª prestação será igual a
 

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4215844 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
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Considere que, em um instituto de pesquisa econômica, 4 economistas, trabalhando 5 horas por dia durante 9 dias, elaborem 6 relatórios. Considerando que todos os economistas tenham a mesma produtividade, assinale a opção que corresponde ao número de horas por dia que deverão trabalhar 6 economistas para elaborar 12 relatórios em 10 dias.
 

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4215843 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
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Considere as funções a seguir.

servidor(x) = 'x é servidor público' economista(x) = 'x estudou economia'

A partir das informações precedentes, assinale a opção que corresponde ao significado, em língua natural, da expressão

\(\exists!x, \text{servidor}(x) \land \sim\text{economista}(x)\)

 

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4215842 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
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Em uma ação para a melhoria da qualidade de vida dos servidores públicos do estado, há 45 servidores participando de um programa que oferece aulas de música, de dança e de pintura. Cada servidor deve estar matriculado em pelo menos uma dessas três aulas, mas pode estar matriculado, simultaneamente, em duas ou nas três. Sabe-se que há 25 servidores matriculados na aula de música, 30 servidores matriculados na de pintura, 21 servidores matriculados na de dança e 18 servidores matriculados simultaneamente em pelo menos duas aulas.
Na situação apresentada, a quantidade de servidores que estão matriculados simultaneamente nas três aulas é igual a
 

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4215841 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
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Na secretaria estadual de planejamento, duas equipes técnicas, A e B, analisaram propostas de investimento público apresentadas por diferentes municípios de Roraima. Cada equipe recebeu cinco processos, sendo um de cada uma das seguintes áreas distintas: saúde, educação, infraestrutura, assistência social e saneamento. Após a distribuição inicial, devido a uma pane, o sistema sorteou aleatoriamente um processo da equipe A e o transferiu para a equipe B, deixando-a com seis processos. Em seguida, o sistema se corrigiu e, também de forma aleatória, sorteou um dos seis processos da equipe B de volta para a equipe A, deixando cada equipe com cinco processos.
Com base na situação hipotética precedente, assinale a opção que corresponde à probabilidade de a distribuição ficar equilibrada após as duas transferências, considerando que a distribuição dos processos ficará equilibrada se cada equipe voltar a ter exatamente um processo de cada uma das cinco áreas distintas.
 

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4215840 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
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Durante um curso de especialização em economia, Maria, Eduarda e Ingrid participaram de uma competição de empreendedorismo que aconteceu em três rodadas. Em cada uma das rodadas, uma delas recebeu 5 pontos, outra recebeu 3 pontos e a outra recebeu 1 ponto. No final da competição, Ingrid tinha a maior pontuação total entre as colegas.
A respeito da situação hipotética apresentada, assinale a opção que corresponde à menor pontuação total possível que Ingrid teve no fim da competição.
 

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4215839 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
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Texto CG1A1

Cerca de quatro a cada dez cargos de liderança no Poder Executivo brasileiro são ocupados por pessoas negras ou indígenas. Apesar de representarem juntas a maior parte da população brasileira, elas são 39% das lideranças nos ministérios, nas autarquias e nas fundações. Essa porcentagem aumentou 17% ao longo dos últimos 25 anos. Homens brancos seguem, no entanto, ocupando sozinhos a maior fatia das posições de liderança, 35%.

Os dados são do estudo inédito Lideranças negras no Estado brasileiro (1995-2024). O estudo promove um levantamento do perfil daqueles que ocupam os quadros de liderança, com base nos dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE). A pesquisa considera os últimos 25 anos, o que corresponde a sete gestões presidenciais. Além disso, o estudo apresenta entrevistas aprofundadas com 20 dessas lideranças.

De acordo com os dados levantados, em 1999, homens negros ou indígenas ocupavam 13% dos cargos de liderança no Poder Executivo. Já as mulheres negras ou indígenas ocupavam 9% dessas posições. Juntos, esses homens e mulheres preenchiam 22% dos cargos. Na mesma época, os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%.

Em 2024, o cenário mudou. Homens negros ou indígenas passaram a ocupar 24% dos cargos, e as mulheres negras ou indígenas, 15%. As mulheres brancas estão em 26% dos cargos de liderança, e os homens brancos seguem ocupando a maior porcentagem, 35%.

O estudo também destaca alguns marcos de ações afirmativas no serviço público que promoveram mudanças no perfil das lideranças no Poder Executivo. Entre eles está a Lei n.º 12.990/2014, que reserva às pessoas negras 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.

“O aumento da presença de pessoas negras em posições de liderança no Poder Executivo nos últimos anos representa um avanço importante, porém ainda insuficiente. Os dados revelam que há um trabalho significativo a ser realizado para garantir a equidade racial e de gênero no Brasil. Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia. Essa iniciativa impactará positivamente o país”, diz Alessandra Benedito, vice-presidente de Equidade Racial da Fundação Lemann.

Internet: (com adaptações).

No quinto parágrafo do texto CG1A1, o vocábulo “provimento” veicula o mesmo sentido de
 

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4215838 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
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Texto CG1A1

Cerca de quatro a cada dez cargos de liderança no Poder Executivo brasileiro são ocupados por pessoas negras ou indígenas. Apesar de representarem juntas a maior parte da população brasileira, elas são 39% das lideranças nos ministérios, nas autarquias e nas fundações. Essa porcentagem aumentou 17% ao longo dos últimos 25 anos. Homens brancos seguem, no entanto, ocupando sozinhos a maior fatia das posições de liderança, 35%.

Os dados são do estudo inédito Lideranças negras no Estado brasileiro (1995-2024). O estudo promove um levantamento do perfil daqueles que ocupam os quadros de liderança, com base nos dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE). A pesquisa considera os últimos 25 anos, o que corresponde a sete gestões presidenciais. Além disso, o estudo apresenta entrevistas aprofundadas com 20 dessas lideranças.

De acordo com os dados levantados, em 1999, homens negros ou indígenas ocupavam 13% dos cargos de liderança no Poder Executivo. Já as mulheres negras ou indígenas ocupavam 9% dessas posições. Juntos, esses homens e mulheres preenchiam 22% dos cargos. Na mesma época, os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%.

Em 2024, o cenário mudou. Homens negros ou indígenas passaram a ocupar 24% dos cargos, e as mulheres negras ou indígenas, 15%. As mulheres brancas estão em 26% dos cargos de liderança, e os homens brancos seguem ocupando a maior porcentagem, 35%.

O estudo também destaca alguns marcos de ações afirmativas no serviço público que promoveram mudanças no perfil das lideranças no Poder Executivo. Entre eles está a Lei n.º 12.990/2014, que reserva às pessoas negras 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.

“O aumento da presença de pessoas negras em posições de liderança no Poder Executivo nos últimos anos representa um avanço importante, porém ainda insuficiente. Os dados revelam que há um trabalho significativo a ser realizado para garantir a equidade racial e de gênero no Brasil. Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia. Essa iniciativa impactará positivamente o país”, diz Alessandra Benedito, vice-presidente de Equidade Racial da Fundação Lemann.

Internet: (com adaptações).

Assinale a opção em que a proposta de reescrita apresentada para o trecho “que reserva às pessoas negras 20% das vagas” (quinto parágrafo) preserva a correção gramatical e os sentidos do texto CG1A1.
 

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4215837 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
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Texto CG1A1

Cerca de quatro a cada dez cargos de liderança no Poder Executivo brasileiro são ocupados por pessoas negras ou indígenas. Apesar de representarem juntas a maior parte da população brasileira, elas são 39% das lideranças nos ministérios, nas autarquias e nas fundações. Essa porcentagem aumentou 17% ao longo dos últimos 25 anos. Homens brancos seguem, no entanto, ocupando sozinhos a maior fatia das posições de liderança, 35%.

Os dados são do estudo inédito Lideranças negras no Estado brasileiro (1995-2024). O estudo promove um levantamento do perfil daqueles que ocupam os quadros de liderança, com base nos dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE). A pesquisa considera os últimos 25 anos, o que corresponde a sete gestões presidenciais. Além disso, o estudo apresenta entrevistas aprofundadas com 20 dessas lideranças.

De acordo com os dados levantados, em 1999, homens negros ou indígenas ocupavam 13% dos cargos de liderança no Poder Executivo. Já as mulheres negras ou indígenas ocupavam 9% dessas posições. Juntos, esses homens e mulheres preenchiam 22% dos cargos. Na mesma época, os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%.

Em 2024, o cenário mudou. Homens negros ou indígenas passaram a ocupar 24% dos cargos, e as mulheres negras ou indígenas, 15%. As mulheres brancas estão em 26% dos cargos de liderança, e os homens brancos seguem ocupando a maior porcentagem, 35%.

O estudo também destaca alguns marcos de ações afirmativas no serviço público que promoveram mudanças no perfil das lideranças no Poder Executivo. Entre eles está a Lei n.º 12.990/2014, que reserva às pessoas negras 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.

“O aumento da presença de pessoas negras em posições de liderança no Poder Executivo nos últimos anos representa um avanço importante, porém ainda insuficiente. Os dados revelam que há um trabalho significativo a ser realizado para garantir a equidade racial e de gênero no Brasil. Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia. Essa iniciativa impactará positivamente o país”, diz Alessandra Benedito, vice-presidente de Equidade Racial da Fundação Lemann.

Internet: (com adaptações).

No trecho “os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%” (terceiro parágrafo do texto CG1A1), a vírgula empregada após “mulheres brancas”
 

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4215836 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
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Texto CG1A1

Cerca de quatro a cada dez cargos de liderança no Poder Executivo brasileiro são ocupados por pessoas negras ou indígenas. Apesar de representarem juntas a maior parte da população brasileira, elas são 39% das lideranças nos ministérios, nas autarquias e nas fundações. Essa porcentagem aumentou 17% ao longo dos últimos 25 anos. Homens brancos seguem, no entanto, ocupando sozinhos a maior fatia das posições de liderança, 35%.

Os dados são do estudo inédito Lideranças negras no Estado brasileiro (1995-2024). O estudo promove um levantamento do perfil daqueles que ocupam os quadros de liderança, com base nos dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE). A pesquisa considera os últimos 25 anos, o que corresponde a sete gestões presidenciais. Além disso, o estudo apresenta entrevistas aprofundadas com 20 dessas lideranças.

De acordo com os dados levantados, em 1999, homens negros ou indígenas ocupavam 13% dos cargos de liderança no Poder Executivo. Já as mulheres negras ou indígenas ocupavam 9% dessas posições. Juntos, esses homens e mulheres preenchiam 22% dos cargos. Na mesma época, os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%.

Em 2024, o cenário mudou. Homens negros ou indígenas passaram a ocupar 24% dos cargos, e as mulheres negras ou indígenas, 15%. As mulheres brancas estão em 26% dos cargos de liderança, e os homens brancos seguem ocupando a maior porcentagem, 35%.

O estudo também destaca alguns marcos de ações afirmativas no serviço público que promoveram mudanças no perfil das lideranças no Poder Executivo. Entre eles está a Lei n.º 12.990/2014, que reserva às pessoas negras 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.

“O aumento da presença de pessoas negras em posições de liderança no Poder Executivo nos últimos anos representa um avanço importante, porém ainda insuficiente. Os dados revelam que há um trabalho significativo a ser realizado para garantir a equidade racial e de gênero no Brasil. Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia. Essa iniciativa impactará positivamente o país”, diz Alessandra Benedito, vice-presidente de Equidade Racial da Fundação Lemann.

Internet: (com adaptações).

Cada uma das opções a seguir apresenta uma proposta de reescrita para o seguinte período do último parágrafo do texto CG1A1: „Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia.". Assinale a opção em que a reescrita proposta é gramaticalmente correta e preserva os sentidos do texto.
 

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