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Foram encontradas 185 questões.

1285096 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FAUSCS
Orgão: Pref. Potirendaba-SP
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A natureza já ; não pode mais sustentar os humanos

Em 30 anos, mais de metade da população mundial sofrerá as consequências de uma natureza gravemente ferida. Um amplo estudo modelou o que os diferentes ecossistemas e processos biológicos oferecem hoje aos seres humanos e o que poderão lhes dar em 2050. Por diversas causas, a maioria antropogênicas, processos naturais como a polinização dos cultivos e a renovação da água reduzirão sua contribuição ao bem-estar humano. A pior parte caberá a regiões que hoje têm um maior capital natural, como a África e boa parte da Ásia. Os autores da pesquisa determinaram a contribuição natural dos diversos ecossistemas a três processos cruciais para os humanos: a polinização por parte de insetos e aves, a regeneração da água mediante a retirada do excesso de nitrogênio procedente da agropecuária e a proteção que diversas barreiras naturais oferecem na linha de costa. “A natureza oferece muito mais aos humanos: em um anterior trabalho propusemos 18 grandes famílias de contribuições naturais, mas não há dados de todas elas e para todo o planeta”, diz o pesquisador Unai Pascal, do Basque Centre for ClimateChange (BC3), coautor do estudo, explicando a escolha destas três contribuições. Sobrepuseram esses dados aos da população atual e a prevista em 2050 em escala local. O modelo incluiu também os diferentes fatores que mais estão deteriorando a natureza, como as mudanças no uso da terra em forma de desmatamento e o avanço da agricultura, a acelerada urbanização e a mudança climática. Por último, aplicaram seu modelo a três possíveis cenários: um em que as sociedades continuarão baseadas no uso dos combustíveis fósseis, como agora, outro emergente, que denominaram de rivalidade regional, e um terceiro protagonizado pela sustentabilidade. O trabalho, publicado na Science, conclui que, no pior dos cenários, até 4,45 bilhões de pessoas poderiam ter problemas com a qualidade da água por causa da incapacidade dos diferentes ecossistemas para regenerá-la. Além disso, quase cinco bilhões de humanos sofrerão uma diminuição significativa no rendimento de seus cultivos por causa da polinização deficiente. Os piores resultados não se dão no cenário onde o petróleo (e as emissões de CO2) são a base do sistema, e sim no novo, de rivalidade regional. “É num cenário de geração de blocos, onde o comércio internacional se regionaliza, algo que já estamos vendo com o Brexit e Trump”, comenta Pascal, que é também copresidente do relatório de Avaliação sobre os Valores da Natureza da IPBES (Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços dos Ecossistemas). Neste panorama de nacionalização da globalização, o aumento da população intensificará a pressão sobre os recursos que a natureza pode oferecer em muitas regiões do planeta. Só uma aposta por uma trajetória sustentável poderia reduzir a um terço ou até um décimo o número de pessoas afetadas pela deterioração dos ecossistemas. Entretanto, seja qual for o cenário que se dê dentro de 30 anos, 500 milhões de habitantes das zonas costeiras enfrentarão um maior risco de erosão do litoral ou de inundações. O trabalho, plasmado numa poderosa ferramenta visual do Projeto Capital Natural, permite saber quem serão os maiores perdedores. Até 2,5 bilhões de pessoas do leste e sul da Ásia e outros 1,1 bilhão na África sofrerão uma redução na qualidade de sua água. Os riscos costeiros se concentrarão no sul e o norte da Ásia. Enquanto isso, os maiores problemas com a polinização natural caberão de novo ao Sudeste Asiático e África, mas também à Europa e América Latina. Nessas regiões, as pessoas afetadas poderiam se aproximar de 900 milhões. “Os países em desenvolvimento, que já estavam em desvantagem social e econômica, contavam com supostas vantagens do maior capital natural, mas é aqui onde se degrada mais rapidamente”, diz Pascal. Embora a tecnologia venha suprindo um número crescente de serviços antes prestados pela natureza, desta vez ela poderia não ser a resposta. “Se nos referimos a tecnologias como aquelas que substituam por completo as contribuições da natureza, como a polinização manual de cultivos que fazem na China, ou usinas de tratamento de água para eliminar o nitrogênio, ou a elaboração de estruturas sólidas para proteger as costas, não me parece que sejam a solução”, opina por e-mail a pesquisadora da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) Patricia Balvanera, não relacionada com o estudo. Especializada na inter-relação entre biodiversidade e bem-estar humano, Balvanera explica: “Não são soluções, por um lado, porque elas não cumprem todas as funções que cumpre a natureza. Ter vegetação ao longo dos rios ou à beira dos lagos não só contribui para a retenção de nitrogênio, mas também para a infiltração da água, para bombear água para a atmosfera, além de ser um lugar apto para a recreação. O mesmo com os mangues, recifes, pastos marinhos. Não só contribuem para a proteção costeira como também são os ninhais dos peixes e, portanto, contribuem para a regulação pesqueira”. A concentração das maiores perdas de capital natural nas zonas mais pobres revelada pelo estudo também torna inviável a aposta tecnológica. Assim argumenta a pesquisadora mexicana: “Não é realista que Madagascar possa investir em construções custosas para a proteção costeira. Não é realista que a Índia pudesse instalar centenas ou milhares de usinas de tratamento de água. Tampouco é realista que a China compense toda a polinização com trabalho manual”. Mais realista parece ser conservar a biodiversidade onde ela mais tem a oferecer. E, como diz em nota a cientista Becky Chaplin-Kramer, do Projeto Capital Natural e coautora do estudo, “contamos com a informação que necessitamos para evitar os piores cenários que projetam nossos modelos e avançar para um futuro justo e sustentável”.

Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/10/10/ciencia/1570701640_165943.html. Acesso em 29/10/19. Texto adaptado.

Considere os termos: “marinhos”, “pressão” e “ferramentas”. A alternativa em que os termos encontram-se separados, silabicamente, de maneira correta, é:

 

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1285094 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FAUSCS
Orgão: Pref. Potirendaba-SP
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Narcisistas são pessoas 'horríveis, mas felizes', indica pesquisa

Os narcisistas podem ter delírios "grandiosos" sobre sua própria importância e uma certa falta de "vergonha" — mas os psicólogos acreditam que eles também são mais felizes do que a maioria das pessoas. Um estudo em curso sobre narcisismo, realizado por pesquisadores da Queen'sUniversity, em Belfast, na Irlanda do Norte, mostra que indivíduos com essa característica são capazes de enfurecer quem está ao seu redor, mas são menos propensos a ficar estressados ou deprimidos. De acordo com o psicólogo Kostas Papageorgiou, que conduziu a pesquisa, as reações negativas ao narcisismo podem ofuscar os benefícios que existem em ser narcisista. Os pesquisadores tentaram entender por que o narcisismo parece estar "em ascensão nas sociedades modernas" — seja na política, nas redes sociais e na cultura de celebridades —, uma vez que também é visto como algo "socialmente tóxico".

'Pouca vergonha ou culpa' Eles definem os narcisistas como indivíduos propensos a "se envolver em comportamentos arriscados, sustentar uma visão de superioridade irrealista de si mesmos, excessivamente confiantes, que mostram pouca empatia pelos outros e sentem pouca vergonha ou culpa". Com tantos atributos negativos, os pesquisadores queriam saber por que o narcisismo parece tão visível e frequentemente recompensado — em vez de ser penalizado. O narcisismo é um dos "traços sombrios" da personalidade identificados pelos psicólogos, assim como a psicopatia, o maquiavelismo e o sadismo. A pesquisa — que avaliou 700 adultos, por meio de questionários respondidos em três estudos — sugere que, embora o narcisismo possa ser nocivo para a sociedade, parece ser benéfico para os indivíduos narcisistas. Eles podem passar por cima dos outros e deixar um rastro de dano emocional ao seu redor — mas parecem também estar imune a se sentir mal consigo mesmos. Eles apresentam níveis mais baixos de estresse e são menos propensos a ver a vida como estressante — sua autoconfiança e senso exagerado de importância própria acabam se tornando características "protetoras".

'Preocupação com poder' Esse estudo sucede uma pesquisa anterior da mesma universidade, que indica que os narcisistas são mais propensos a ser bem-sucedidos no trabalho e em suas vidas sociais — com uma "resistência mental" que os ajuda a superar a rejeição ou decepção. Papageorgiou também analisou como diferentes dimensões do narcisismo poderiam apresentar resultados emocionais distintos. Os narcisistas com fortes características "grandiosas" podem ter uma "preocupação com status e poder", além de um "senso de importância superinflado", diz ele. Já os narcisistas "vulneráveis" podem ser muito mais defensivos e ter uma tendência a ver o comportamento de outras pessoas como "hostil". Em termos do seu próprio senso de bem-estar e capacidade de lidar com o estresse, é provável que os narcisistas "grandiosos" tenham características "muito positivas", segundo Papageorgiou. "Embora, é claro, nem todas as dimensões do narcisismo sejam boas, certos aspectos podem levar a resultados positivos", afirma. Tais características psicológicas "não devem ser vistas como boas ou ruins, mas como produtos da evolução e das expressões da natureza humana, que podem ser benéficas ou prejudiciais, dependendo do contexto." Pesquisas futuras podem encontrar uma maneira de cultivar algumas dessas características, e de desencorajar outras, "para o bem geral".

Disponível em:https://www.bbc.com/portuguese/geral-50218760. Acesso em 04/11/19.Texto adaptado.

A ideia central do texto é que:

 

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1285082 Ano: 2019
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: FAUSCS
Orgão: Pref. Potirendaba-SP
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O Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) ajuda a compreender a situação fiscal do município, com dados sobre a execução orçamentária da receita e da despesa. O Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) é um documento __________ disponibilizado pelo Tesouro Nacional que permite o acompanhamento e análise do desempenho das ações governamentais estabelecidas ___________________ e _____________________. Preencha as lacunas na ordem correta:

 

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1284963 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUSCS
Orgão: Pref. Potirendaba-SP
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Devido à melhora da velocidade das conexões com a internet no Brasil houve uma popularização de empresas que tem o serviço de “streaming”, como a Netflix, por exemplo. Entende-se por “streaming”:

 

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1284719 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: FAUSCS
Orgão: Pref. Potirendaba-SP
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A imagem abaixo foi extraída do aplicativo Microsoft Power Point 2010. Assinale a alternativa que contém o nome do ícone que disponibiliza as opções da imagem:

Enunciado 1284719-1

 

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1284679 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FAUSCS
Orgão: Pref. Potirendaba-SP
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Considerando-se o uso, de acordo com a norma-padrão da língua, da concordância nominal, é(são) correta(s) a(s) ocorrência(s):

I. Os jovens simpáticos entenderam a colocação.

II. É permitido a entrada com a apresentação do ingresso.

III. É bonita a aparição do arco-íris.

IV. Alienadas, o rapaz e a jovem aguardavam notícias.

 

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1284540 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FAUSCS
Orgão: Pref. Potirendaba-SP
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Com base na Constituição Federal de 1988, o total da despesa com a remuneração dos Vereadores não poderá ultrapassar o montante de:

 

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1284326 Ano: 2019
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FAUSCS
Orgão: Pref. Potirendaba-SP
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Assinale a alternativa correta:

 

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1284278 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUSCS
Orgão: Pref. Potirendaba-SP
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Sobre o “desenvolvimento sustentável” classifique como verdadeiro ou falso as sentenças:

( ) É o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da atual geração, sem comprometer a capacidade de atendimento às gerações futuras.

( ) É o desenvolvimento que tem o objetivo de não esgotar os recursos para o futuro.

( ) É todo e qualquer modelo de negócio que gere emprego e renda na área ambiental, e portanto viabilize o crescimento econômico, independentemente de sua nocividade à biodiversidade.

 

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1284274 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUSCS
Orgão: Pref. Potirendaba-SP
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Conhecido por ser um grande astronauta brasileiro, é engenheiro aeroespacial e tenente-coronel reformado. Foi escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro como Ministro da Ciência e Tecnologia. Falamos de:

 

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