Foram encontradas 30 questões.
A tabela a seguir mostra a quantidade de horas que 10 estudantes dedicaram aos estudos durante a semana.
| Alunos | Horas de estudo semanal |
|---|---|
| ANA | 6 |
| BETO | 8 |
| CARLOS | 5 |
| DIEGO | 7 |
| ESTELA | 6 |
| FABIOLA | 7 |
| GUSTAVO | 4 |
| HELENA | 9 |
| IVETE | 10 |
| JOÃO | 6 |
Com base nesses dados, determine a média, a mediana e a moda, das horas de estudos desses estudantes.
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Um reservatório de água é formado por dois prismas retos-retangulares unidos:
O prisma inferior tem 4 metros de comprimento, 2 metros de largura e 1,5 metros de altura.
O prisma superior, colocado sobre o inferior, tem 2 metros de comprimento, 2 metros de largura e 1 metro de altura.
Sabendo que o reservatório será totalmente preenchido com água, qual é o volume total em litros?
O prisma inferior tem 4 metros de comprimento, 2 metros de largura e 1,5 metros de altura.
O prisma superior, colocado sobre o inferior, tem 2 metros de comprimento, 2 metros de largura e 1 metro de altura.
Sabendo que o reservatório será totalmente preenchido com água, qual é o volume total em litros?
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Uma pista circular de corrida tem diâmetro de 120 metros. Um atleta deseja percorrer 5 km durante o
treino. Determine o número de voltas completas que ele precisa dar na pista para atingir pelo menos
essa distância.
(Considere π = 3,1)
(Considere π = 3,1)
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Considere a expressão numérica:
\(\dfrac{(3^2 \cdot 3^3)^2}{3^5}\)
É CORRETO afirmar que o resultado é:
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4216799
Ano: 2026
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Prado Ferreira-PR
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Prado Ferreira-PR
Provas:
- Noções Básicas
- Classificação dos Custos
- Custo × Volume × LucroCálculo do ponto de equilíbrio (econômico, contábil e financeiro)
- Custo × Volume × LucroAnálise Custo-Volume-Lucro
Um fabricante de camisetas tem um custo fixo de R$ 300,00 e um custo variável de R$ 15,00 por
camiseta produzida. Ele vende cada camiseta por R$ 45,00. O número de camisetas que ele precisa
vender para que o faturamento seja igual ao custo total é:
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Informar sobre benefícios à saúde em rótulos influencia escolhas alimentares?
Prevenção de saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas
relacionadas ao bem-estar geral estão entre as alegações presentes nas embalagens
Por Ivanir Ferreira
09/04/2026, atualizado 16/04/2026
Informações nos rótulos de alimentos e bebidas que destacam benefícios à saúde influenciam
positivamente o comportamento do consumidor, aumentando a percepção de valor do produto e a
disposição de pagar mais por ele. No entanto, a decisão de compra também é afetada por fatores
individuais e contextuais, como estado de saúde da pessoa no momento da compra, faixa etária,
conhecimento nutricional, preço, sabor e acesso à marca.
A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da USP sobre o impacto das chamadas
"alegações funcionais e de saúde" nas escolhas alimentares. Entre as mais comuns, estão aquelas
associadas à saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas
relacionadas ao bem-estar geral. Propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, desempenho
cognitivo e mental, suporte ao sistema imunológico e prevenção de doenças também foram citadas.
Segundo a orientadora da pesquisa, a professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP
Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, os consumidores estão cada vez mais atentos à composição
nutricional dos alimentos e tendem a considerar as alegações funcionais e de saúde um diferencial no
momento da compra. Especialista em Nutrição e Ciência e Tecnologia de Alimentos, a pesquisadora
afirma que "compreender como essas alegações influenciam o comportamento e as escolhas do
consumidor é fundamental para orientar regulamentações, políticas públicas e estratégias de
comunicação que incentivem hábitos alimentares mais saudáveis e também as práticas da indústria
alimentícia".
O estudo incluiu a revisão de 71 artigos publicados entre 2019 e 2024 em bases de dados científicos de
mais de dez países. O objetivo foi compreender como as pesquisas sobre alegações de saúde em
alimentos têm evoluído. Os resultados estão no artigo "The Role of Health Claims on Consumer
Behavior and Food Choice: a Narrative Review", que tem a nutricionista Helena F. Martins Tavares
como primeira autora.
Comportamento multifatorial
Com base em teorias do comportamento, a pesquisa indica que as alegações não produzem o mesmo
efeito em todos os consumidores. "A decisão de comprar ou consumir um produto não depende apenas
da informação presente no rótulo, mas também de fatores psicológicos, sociais e perceptivos que
influenciam a interpretação dessas mensagens", explica Helena Tavares.
Dentre esses fatores estão o grau de escolaridade, idade, gênero, o tempo disponível para compra (mais
ou menos apressado), a finalidade do produto – se para o consumo próprio ou de familiares –, a
presença de doenças pré-existentes e o estado emocional, além da percepção do consumidor sobre a
marca ou empresa responsável pelo produto.
Para a nutricionista, alegações funcionais e de saúde bem elaboradas podem apoiar escolhas
alimentares mais saudáveis quando alinhadas às capacidades cognitivas e aos estados motivacionais
dos consumidores.
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Informar sobre benefícios à saúde em rótulos influencia escolhas alimentares?
Prevenção de saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas
relacionadas ao bem-estar geral estão entre as alegações presentes nas embalagens
Por Ivanir Ferreira
09/04/2026, atualizado 16/04/2026
Informações nos rótulos de alimentos e bebidas que destacam benefícios à saúde influenciam
positivamente o comportamento do consumidor, aumentando a percepção de valor do produto e a
disposição de pagar mais por ele. No entanto, a decisão de compra também é afetada por fatores
individuais e contextuais, como estado de saúde da pessoa no momento da compra, faixa etária,
conhecimento nutricional, preço, sabor e acesso à marca.
A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da USP sobre o impacto das chamadas
"alegações funcionais e de saúde" nas escolhas alimentares. Entre as mais comuns, estão aquelas
associadas à saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas
relacionadas ao bem-estar geral. Propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, desempenho
cognitivo e mental, suporte ao sistema imunológico e prevenção de doenças também foram citadas.
Segundo a orientadora da pesquisa, a professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP
Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, os consumidores estão cada vez mais atentos à composição
nutricional dos alimentos e tendem a considerar as alegações funcionais e de saúde um diferencial no
momento da compra. Especialista em Nutrição e Ciência e Tecnologia de Alimentos, a pesquisadora
afirma que "compreender como essas alegações influenciam o comportamento e as escolhas do
consumidor é fundamental para orientar regulamentações, políticas públicas e estratégias de
comunicação que incentivem hábitos alimentares mais saudáveis e também as práticas da indústria
alimentícia".
O estudo incluiu a revisão de 71 artigos publicados entre 2019 e 2024 em bases de dados científicos de
mais de dez países. O objetivo foi compreender como as pesquisas sobre alegações de saúde em
alimentos têm evoluído. Os resultados estão no artigo "The Role of Health Claims on Consumer
Behavior and Food Choice: a Narrative Review", que tem a nutricionista Helena F. Martins Tavares
como primeira autora.
Comportamento multifatorial
Com base em teorias do comportamento, a pesquisa indica que as alegações não produzem o mesmo
efeito em todos os consumidores. "A decisão de comprar ou consumir um produto não depende apenas
da informação presente no rótulo, mas também de fatores psicológicos, sociais e perceptivos que
influenciam a interpretação dessas mensagens", explica Helena Tavares.
Dentre esses fatores estão o grau de escolaridade, idade, gênero, o tempo disponível para compra (mais
ou menos apressado), a finalidade do produto – se para o consumo próprio ou de familiares –, a
presença de doenças pré-existentes e o estado emocional, além da percepção do consumidor sobre a
marca ou empresa responsável pelo produto.
Para a nutricionista, alegações funcionais e de saúde bem elaboradas podem apoiar escolhas
alimentares mais saudáveis quando alinhadas às capacidades cognitivas e aos estados motivacionais
dos consumidores.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Informar sobre benefícios à saúde em rótulos influencia escolhas alimentares?
Prevenção de saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas
relacionadas ao bem-estar geral estão entre as alegações presentes nas embalagens
Por Ivanir Ferreira
09/04/2026, atualizado 16/04/2026
Informações nos rótulos de alimentos e bebidas que destacam benefícios à saúde influenciam
positivamente o comportamento do consumidor, aumentando a percepção de valor do produto e a
disposição de pagar mais por ele. No entanto, a decisão de compra também é afetada por fatores
individuais e contextuais, como estado de saúde da pessoa no momento da compra, faixa etária,
conhecimento nutricional, preço, sabor e acesso à marca.
A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da USP sobre o impacto das chamadas
"alegações funcionais e de saúde" nas escolhas alimentares. Entre as mais comuns, estão aquelas
associadas à saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas
relacionadas ao bem-estar geral. Propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, desempenho
cognitivo e mental, suporte ao sistema imunológico e prevenção de doenças também foram citadas.
Segundo a orientadora da pesquisa, a professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP
Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, os consumidores estão cada vez mais atentos à composição
nutricional dos alimentos e tendem a considerar as alegações funcionais e de saúde um diferencial no
momento da compra. Especialista em Nutrição e Ciência e Tecnologia de Alimentos, a pesquisadora
afirma que "compreender como essas alegações influenciam o comportamento e as escolhas do
consumidor é fundamental para orientar regulamentações, políticas públicas e estratégias de
comunicação que incentivem hábitos alimentares mais saudáveis e também as práticas da indústria
alimentícia".
O estudo incluiu a revisão de 71 artigos publicados entre 2019 e 2024 em bases de dados científicos de
mais de dez países. O objetivo foi compreender como as pesquisas sobre alegações de saúde em
alimentos têm evoluído. Os resultados estão no artigo "The Role of Health Claims on Consumer
Behavior and Food Choice: a Narrative Review", que tem a nutricionista Helena F. Martins Tavares
como primeira autora.
Comportamento multifatorial
Com base em teorias do comportamento, a pesquisa indica que as alegações não produzem o mesmo
efeito em todos os consumidores. "A decisão de comprar ou consumir um produto não depende apenas
da informação presente no rótulo, mas também de fatores psicológicos, sociais e perceptivos que
influenciam a interpretação dessas mensagens", explica Helena Tavares.
Dentre esses fatores estão o grau de escolaridade, idade, gênero, o tempo disponível para compra (mais
ou menos apressado), a finalidade do produto – se para o consumo próprio ou de familiares –, a
presença de doenças pré-existentes e o estado emocional, além da percepção do consumidor sobre a
marca ou empresa responsável pelo produto.
Para a nutricionista, alegações funcionais e de saúde bem elaboradas podem apoiar escolhas
alimentares mais saudáveis quando alinhadas às capacidades cognitivas e aos estados motivacionais
dos consumidores.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Informar sobre benefícios à saúde em rótulos influencia escolhas alimentares?
Prevenção de saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas
relacionadas ao bem-estar geral estão entre as alegações presentes nas embalagens
Por Ivanir Ferreira
09/04/2026, atualizado 16/04/2026
Informações nos rótulos de alimentos e bebidas que destacam benefícios à saúde influenciam
positivamente o comportamento do consumidor, aumentando a percepção de valor do produto e a
disposição de pagar mais por ele. No entanto, a decisão de compra também é afetada por fatores
individuais e contextuais, como estado de saúde da pessoa no momento da compra, faixa etária,
conhecimento nutricional, preço, sabor e acesso à marca.
A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da USP sobre o impacto das chamadas
"alegações funcionais e de saúde" nas escolhas alimentares. Entre as mais comuns, estão aquelas
associadas à saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas
relacionadas ao bem-estar geral. Propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, desempenho
cognitivo e mental, suporte ao sistema imunológico e prevenção de doenças também foram citadas.
Segundo a orientadora da pesquisa, a professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP
Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, os consumidores estão cada vez mais atentos à composição
nutricional dos alimentos e tendem a considerar as alegações funcionais e de saúde um diferencial no
momento da compra. Especialista em Nutrição e Ciência e Tecnologia de Alimentos, a pesquisadora
afirma que "compreender como essas alegações influenciam o comportamento e as escolhas do
consumidor é fundamental para orientar regulamentações, políticas públicas e estratégias de
comunicação que incentivem hábitos alimentares mais saudáveis e também as práticas da indústria
alimentícia".
O estudo incluiu a revisão de 71 artigos publicados entre 2019 e 2024 em bases de dados científicos de
mais de dez países. O objetivo foi compreender como as pesquisas sobre alegações de saúde em
alimentos têm evoluído. Os resultados estão no artigo "The Role of Health Claims on Consumer
Behavior and Food Choice: a Narrative Review", que tem a nutricionista Helena F. Martins Tavares
como primeira autora.
Comportamento multifatorial
Com base em teorias do comportamento, a pesquisa indica que as alegações não produzem o mesmo
efeito em todos os consumidores. "A decisão de comprar ou consumir um produto não depende apenas
da informação presente no rótulo, mas também de fatores psicológicos, sociais e perceptivos que
influenciam a interpretação dessas mensagens", explica Helena Tavares.
Dentre esses fatores estão o grau de escolaridade, idade, gênero, o tempo disponível para compra (mais
ou menos apressado), a finalidade do produto – se para o consumo próprio ou de familiares –, a
presença de doenças pré-existentes e o estado emocional, além da percepção do consumidor sobre a
marca ou empresa responsável pelo produto.
Para a nutricionista, alegações funcionais e de saúde bem elaboradas podem apoiar escolhas
alimentares mais saudáveis quando alinhadas às capacidades cognitivas e aos estados motivacionais
dos consumidores.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Informar sobre benefícios à saúde em rótulos influencia escolhas alimentares?
Prevenção de saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas
relacionadas ao bem-estar geral estão entre as alegações presentes nas embalagens
Por Ivanir Ferreira
09/04/2026, atualizado 16/04/2026
Informações nos rótulos de alimentos e bebidas que destacam benefícios à saúde influenciam
positivamente o comportamento do consumidor, aumentando a percepção de valor do produto e a
disposição de pagar mais por ele. No entanto, a decisão de compra também é afetada por fatores
individuais e contextuais, como estado de saúde da pessoa no momento da compra, faixa etária,
conhecimento nutricional, preço, sabor e acesso à marca.
A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da USP sobre o impacto das chamadas
"alegações funcionais e de saúde" nas escolhas alimentares. Entre as mais comuns, estão aquelas
associadas à saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas
relacionadas ao bem-estar geral. Propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, desempenho
cognitivo e mental, suporte ao sistema imunológico e prevenção de doenças também foram citadas.
Segundo a orientadora da pesquisa, a professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP
Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, os consumidores estão cada vez mais atentos à composição
nutricional dos alimentos e tendem a considerar as alegações funcionais e de saúde um diferencial no
momento da compra. Especialista em Nutrição e Ciência e Tecnologia de Alimentos, a pesquisadora
afirma que "compreender como essas alegações influenciam o comportamento e as escolhas do
consumidor é fundamental para orientar regulamentações, políticas públicas e estratégias de
comunicação que incentivem hábitos alimentares mais saudáveis e também as práticas da indústria
alimentícia".
O estudo incluiu a revisão de 71 artigos publicados entre 2019 e 2024 em bases de dados científicos de
mais de dez países. O objetivo foi compreender como as pesquisas sobre alegações de saúde em
alimentos têm evoluído. Os resultados estão no artigo "The Role of Health Claims on Consumer
Behavior and Food Choice: a Narrative Review", que tem a nutricionista Helena F. Martins Tavares
como primeira autora.
Comportamento multifatorial
Com base em teorias do comportamento, a pesquisa indica que as alegações não produzem o mesmo
efeito em todos os consumidores. "A decisão de comprar ou consumir um produto não depende apenas
da informação presente no rótulo, mas também de fatores psicológicos, sociais e perceptivos que
influenciam a interpretação dessas mensagens", explica Helena Tavares.
Dentre esses fatores estão o grau de escolaridade, idade, gênero, o tempo disponível para compra (mais
ou menos apressado), a finalidade do produto – se para o consumo próprio ou de familiares –, a
presença de doenças pré-existentes e o estado emocional, além da percepção do consumidor sobre a
marca ou empresa responsável pelo produto.
Para a nutricionista, alegações funcionais e de saúde bem elaboradas podem apoiar escolhas
alimentares mais saudáveis quando alinhadas às capacidades cognitivas e aos estados motivacionais
dos consumidores.
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