Foram encontradas 494 questões.
Um paciente de 76 anos, previamente independente, é
avaliado pelo cardiologista com história recente de
dispneia aos médios esforços, episódios de angina típica
relacionados ao exercício e um episódio de síncope ao
caminhar. À ausculta, identifica-se sopro sistólico ejetivo
em foco aórtico com irradiação para as carótidas,
intensidade 4/6, e segunda bulha hipofonética em foco
aórtico. O ecocardiograma transtorácico evidencia área
valvar aórtica de 0,7 cm², gradiente médio transvalvar de
48 mmHg, velocidade máxima do jato de 4,4 m/s e
fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 55%. Sobre
o diagnóstico e a conduta nesse caso, assinale a
alternativa correta.
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Uma paciente de 38 anos é encaminhada ao
cardiologista com queixa de dispneia progressiva aos
esforços e palpitações nos últimos meses. À ausculta
cardíaca, identifica-se sopro sistólico ejetivo em borda
esternal esquerda alta e desdobramento fixo da segunda
bulha cardíaca. O ecocardiograma transtorácico
evidencia dilatação das câmaras direitas, comunicação
interatrial do tipo ostium secundum com shunt
esquerda-direita e relação de fluxo pulmonar/sistêmico
(Qp:Qs) de 2,2:1, com pressão sistólica de artéria
pulmonar de 38 mmHg. Considerando a cardiopatia
congênita identificada, assinale a alternativa correta
sobre a abordagem clínica.
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A insuficiência cardíaca (IC) configura síndrome clínica
complexa com classificação baseada na fração de
ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) e no estado
funcional do paciente, com diretrizes terapêuticas
específicas para cada perfil clínico. Acerca da
classificação e do tratamento da insuficiência cardíaca,
registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as
falsas:
( ) A classificação ecocardiográfica da insuficiência cardíaca define a IC com fração de ejeção reduzida (ICFEr) por valores de FEVE iguais ou superiores a 50%, configurando o ponto de corte ecocardiográfico consagrado da diretriz brasileira para a estratificação da síndrome.
( ) Os inibidores do cotransportador sódio-glicose tipo 2 (iSGLT2), como dapagliflozina e empagliflozina, são contraindicados nos pacientes com insuficiência cardíaca, em razão do risco aumentado de eventos cardiovasculares maiores na população atendida com a síndrome no contexto ambulatorial brasileiro.
( ) A classificação ecocardiográfica define a insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFEr) por valores de FEVE inferiores a 40%, configurando ponto de corte consagrado pela diretriz brasileira para a estratificação fenotípica da síndrome no paciente avaliado.
( ) A terapia farmacológica de primeira linha para o paciente com ICFEr articula quatro classes de fármacos modificadores de prognóstico — iARN (ou IECA/BRA), betabloqueador, antagonista do receptor mineralocorticoide e iSGLT2 —, configurando a terapia quádrupla.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
( ) A classificação ecocardiográfica da insuficiência cardíaca define a IC com fração de ejeção reduzida (ICFEr) por valores de FEVE iguais ou superiores a 50%, configurando o ponto de corte ecocardiográfico consagrado da diretriz brasileira para a estratificação da síndrome.
( ) Os inibidores do cotransportador sódio-glicose tipo 2 (iSGLT2), como dapagliflozina e empagliflozina, são contraindicados nos pacientes com insuficiência cardíaca, em razão do risco aumentado de eventos cardiovasculares maiores na população atendida com a síndrome no contexto ambulatorial brasileiro.
( ) A classificação ecocardiográfica define a insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFEr) por valores de FEVE inferiores a 40%, configurando ponto de corte consagrado pela diretriz brasileira para a estratificação fenotípica da síndrome no paciente avaliado.
( ) A terapia farmacológica de primeira linha para o paciente com ICFEr articula quatro classes de fármacos modificadores de prognóstico — iARN (ou IECA/BRA), betabloqueador, antagonista do receptor mineralocorticoide e iSGLT2 —, configurando a terapia quádrupla.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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Em consulta ambulatorial, o cardiologista atende um
paciente de 52 anos, sem comorbidades conhecidas,
com medidas de pressão arterial obtidas no consultório,
em duas ocasiões distintas, com técnica adequada e
equipamento validado: 168/96 mmHg e 164/94 mmHg. O
paciente nega uso de medicações anti-hipertensivas e
mantém estilo de vida sedentário. De acordo com a
Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial
(SBC/SBH/SBN, 2020), assinale a alternativa que
apresenta a classificação correta do paciente e a
abordagem terapêutica recomendada.
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Um paciente de 72 anos, hipertenso e diabético, com
antecedente de acidente vascular cerebral isquêmico há
dois anos, é admitido em consulta ambulatorial com
diagnóstico recente de fibrilação atrial não valvar
persistente, hemodinamicamente estável. O
ecocardiograma transtorácico evidencia fração de ejeção
ventricular esquerda preservada e ausência de estenose
mitral moderada a grave ou prótese valvar mecânica.
Considerando o manejo da fibrilação atrial e a
estratificação do risco tromboembólico, analise as
afirmativas a seguir.
I.O escore CHA2DS2-VASc é o instrumento recomendado para a estratificação do risco tromboembólico em pacientes com fibrilação atrial não valvar, com indicação de anticoagulação oral plena para escores iguais ou superiores a 2 em homens e 3 em mulheres.
II.A anticoagulação oral é contraindicada nos pacientes com fibrilação atrial e antecedente de acidente vascular cerebral isquêmico, em razão do risco elevado de transformação hemorrágica do infarto cerebral, configurando hipótese de eleição para o uso de antiagregação plaquetária dupla na população descrita.
III.Os anticoagulantes orais diretos (DOACs) — apixabana, dabigatrana, edoxabana e rivaroxabana — configuram alternativa preferencial à varfarina nos pacientes com fibrilação atrial não valvar e indicação de anticoagulação, conforme as diretrizes vigentes.
Está correto o que se afirma em:
I.O escore CHA2DS2-VASc é o instrumento recomendado para a estratificação do risco tromboembólico em pacientes com fibrilação atrial não valvar, com indicação de anticoagulação oral plena para escores iguais ou superiores a 2 em homens e 3 em mulheres.
II.A anticoagulação oral é contraindicada nos pacientes com fibrilação atrial e antecedente de acidente vascular cerebral isquêmico, em razão do risco elevado de transformação hemorrágica do infarto cerebral, configurando hipótese de eleição para o uso de antiagregação plaquetária dupla na população descrita.
III.Os anticoagulantes orais diretos (DOACs) — apixabana, dabigatrana, edoxabana e rivaroxabana — configuram alternativa preferencial à varfarina nos pacientes com fibrilação atrial não valvar e indicação de anticoagulação, conforme as diretrizes vigentes.
Está correto o que se afirma em:
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4188192
Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Promissão-SP
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Promissão-SP
Provas:
- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.
- Planejamento e Gestão
Em uma Unidade Básica de Saúde, a fonoaudióloga
integra a equipe multiprofissional vinculada à Atenção
Primária à Saúde e articula ações de promoção da
saúde, prevenção, avaliação, intervenção e reabilitação
no território, com o acompanhamento de usuários ao
longo do tempo. Sobre os princípios e diretrizes do SUS
aplicados à atuação do fonoaudiólogo na Atenção
Primária, assinale a alternativa correta.
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4188191
Ano: 2026
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Promissão-SP
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Promissão-SP
Provas:
avaliação audiológica articula diferentes recursos para
a caracterização do perfil auditivo do paciente, com
instrumentos e parâmetros específicos para cada exame.
Acerca dos recursos da avaliação audiológica, registre V
para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) A audiometria tonal liminar avalia os limiares mínimos de audibilidade do paciente nas frequências de 250 a 8000 Hz, com pesquisa por via aérea e por via óssea, configurando exame fundamental para a caracterização do tipo e do grau da perda auditiva no contexto da avaliação audiológica.
( ) A timpanometria mensura o limiar de reconhecimento de fala (SRT) do paciente por meio da apresentação de palavras dissílabas paroxítonas foneticamente balanceadas, configurando recurso da imitanciometria com aplicação consolidada na rotina da avaliação audiológica do adulto e da criança.
( ) O índice percentual de reconhecimento da fala (IPRF) é obtido por meio da apresentação de tom puro modulado na frequência de 1000 Hz, configurando o recurso de eleição para a aferição do reconhecimento da fala em condições reais de comunicação cotidiana do paciente avaliado.
( ) Os limiares por via óssea iguais aos limiares por via aérea, com gap aéreo-ósseo igual ou inferior a 10 dB, configuram padrão consistente com perda auditiva neurossensorial ou audição dentro dos padrões de normalidade, conforme a interpretação consagrada da audiometria tonal liminar.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
( ) A audiometria tonal liminar avalia os limiares mínimos de audibilidade do paciente nas frequências de 250 a 8000 Hz, com pesquisa por via aérea e por via óssea, configurando exame fundamental para a caracterização do tipo e do grau da perda auditiva no contexto da avaliação audiológica.
( ) A timpanometria mensura o limiar de reconhecimento de fala (SRT) do paciente por meio da apresentação de palavras dissílabas paroxítonas foneticamente balanceadas, configurando recurso da imitanciometria com aplicação consolidada na rotina da avaliação audiológica do adulto e da criança.
( ) O índice percentual de reconhecimento da fala (IPRF) é obtido por meio da apresentação de tom puro modulado na frequência de 1000 Hz, configurando o recurso de eleição para a aferição do reconhecimento da fala em condições reais de comunicação cotidiana do paciente avaliado.
( ) Os limiares por via óssea iguais aos limiares por via aérea, com gap aéreo-ósseo igual ou inferior a 10 dB, configuram padrão consistente com perda auditiva neurossensorial ou audição dentro dos padrões de normalidade, conforme a interpretação consagrada da audiometria tonal liminar.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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4188190
Ano: 2026
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Promissão-SP
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Promissão-SP
Provas:
Uma criança de 9 anos, no quarto ano do ensino
fundamental, é encaminhada à fonoaudióloga escolar
com queixa de dificuldades persistentes na leitura e na
escrita. À avaliação, apresenta lentidão e imprecisão na
decodificação de palavras, dificuldades na consciência
fonológica, trocas e omissões de letras na escrita, sem
perda auditiva ou déficit cognitivo, e a criança recebe
ensino regular consistente desde a alfabetização.
Considerando a literatura consolidada sobre os
transtornos da aprendizagem e a atuação
fonoaudiológica na educação, assinale a alternativa
correta sobre a hipótese diagnóstica mais consistente
com os achados.
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4188189
Ano: 2026
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Promissão-SP
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Promissão-SP
Provas:
Durante uma consulta de puericultura no Centro de
Saúde, a fonoaudióloga é solicitada para a observação
do desenvolvimento da linguagem de uma criança de 18
meses, em razão de queixa familiar quanto ao repertório
vocabular. Sobre os marcos esperados do
desenvolvimento da linguagem oral e da fala nessa faixa
etária, assinale a alternativa correta.
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4188188
Ano: 2026
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Promissão-SP
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Promissão-SP
Provas:
Uma criança de 5 anos é encaminhada ao serviço de
fonoaudiologia com queixa de dificuldades persistentes
na linguagem oral. À avaliação, apresenta vocabulário
expressivo restrito para a faixa etária, sentenças simples
e curtas, dificuldades gramaticais persistentes (omissão
de morfemas e estruturação sintática simplificada) e
compreensão prejudicada de orações complexas. A
criança não apresenta perda auditiva, déficit cognitivo,
lesão neurológica conhecida ou histórico de privação
ambiental significativa. Considerando o quadro clínico
descrito, assinale a alternativa que apresenta a hipótese
diagnóstica mais consistente com os achados.
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