Foram encontradas 40 questões.
Um programa de Reabilitação Cardiovascular tem por objetivo promover um conjunto de ações que
melhorem não somente os aspectos físicos do paciente, mas que garantam, também, uma satisfatória
reintegração do indivíduo na sua rotina familiar, social e profissional. Para isso, faz-se necessário que a equipe
tenha caráter multiprofissional. De forma ideal, a equipe envolvida na reabilitação cardiovascular é composta
por (marque a alternativa que apresente a composição de equipe mais completa):
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Durante o exercício, a frequência cardíaca aumenta às custas da (marque a resposta CORRETA):
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Durante um teste incremental até a exaustão, quais linhas de defesa no equilíbrio ácido-básico (na ordem
em que são ativadas para compensar os ajustes proporcionais à intensidade do exercício) e suas características
quanto à capacidade de tamponamento e prontidão para o tamponamento?
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Qual das medidas a seguir representa a potência aeróbia, que é utilizada para avaliar o condicionamento
do paciente e que guarda relação com taxas de mortalidade?
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O COFFITO, em parceria com a Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia
em Terapia Intensiva (ASSOBRAFIR), publicou sete acórdãos relacionados ao trabalho do fisioterapeuta,
com orientações relacionadas ao exercício do profissional em procedimentos referentes à área respiratória e
que geram dúvidas nos ambientes hospitalares (por envolver procedimentos considerados invasivos,
cirúrgicos ou de atribuição de outros profissionais). Qual dos procedimentos listados a seguir é atribuição
reconhecida legalmente do fisioterapeuta?
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O fisioterapeuta é habilitado a atuar na atenção primária à saúde não só pelo conhecimento adquirido em
sua formação acadêmica sobre a cura, mas também pela sua capacidade de criar condições de saúde
necessárias ao usuário. Qual dos contextos a seguir exemplifica a atividade do fisioterapeuta inserido nos
serviços de saúde com foco na atenção primária?
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A incontinência urinária (IU) é uma queixa comum na gravidez com 18% – 75% das mulheres afetadas
no final da gestação. Além dos prejuízos físicos acarretados pela IU, há um grande impacto social negativo.
O uso do exercício físico na reabilitação da IU tem sido sugerido.
A figura a seguir apresenta a metanálise de um estudo sobre os efeitos do exercício no pré-natal, comparado à condição sem exercício, sobre as chances de IU durante a gravidez e sobre a severidade dos sintomas. As análises de subgrupos foram realizadas com estudos incluindo mulheres continentes (“PREVENTION”) e com aqueles incluindo mulheres incontinentes (“TREATMENT”) antes da intervenção.
Davenport MH, et al. Br J Sports Med 2018;52:1397–1404. doi:10.1136/bjsports-2018-099780. Prenatal exercise (including but not limited to pelvic floor muscle training) and urinary incontinence during and following pregnancy: a systematic review and meta-analysis
Com base nessa metanálise, é CORRETO concluir:
A figura a seguir apresenta a metanálise de um estudo sobre os efeitos do exercício no pré-natal, comparado à condição sem exercício, sobre as chances de IU durante a gravidez e sobre a severidade dos sintomas. As análises de subgrupos foram realizadas com estudos incluindo mulheres continentes (“PREVENTION”) e com aqueles incluindo mulheres incontinentes (“TREATMENT”) antes da intervenção.
Davenport MH, et al. Br J Sports Med 2018;52:1397–1404. doi:10.1136/bjsports-2018-099780. Prenatal exercise (including but not limited to pelvic floor muscle training) and urinary incontinence during and following pregnancy: a systematic review and meta-analysis
Com base nessa metanálise, é CORRETO concluir:
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Quais das afirmações a seguir são recomendações válidas para a avaliação fisioterapêutica na modalidade
de telerreabilitação (tanto dos sintomas nas desordens dos músculos do assoalho pélvico quanto da função
dos músculos do assoalho pélvico)? (A guide to physiotherapy in urogynecology for patientcare during
the COVID-19 pandemic. International Urogynecology Journal (2021) 32:203–210. DOI:
0.1007/s00192-020-04542-8)
(1) A anamnese deve ser feita com foco em obter o maior número possível de detalhes sobre a funcionalidade do assoalho pélvico por meio do diário miccional e de questionários que avaliem a gravidade dos sintomas do assoalho pélvico e o impacto na qualidade de vida. (2) O uso de aplicativos para relatar o diário de micção podem ser recomendados para mulheres que estão dispostas a usá-los. A qualidade dos aplicativos deve ser considerada na hora de escolhê-los, bem como a tradução e validação para os idiomas a serem utilizados. (3) Tentativas de orientar a avaliação remota completa e precisa dos músculos do assoalho pélvico na prática clínica devem ser evitadas devido à falta de evidências (até o presente momento) e à impossibilidade de avaliar o tônus, a força e a resistência do assoalho pélvico sem um exame interno. (4) É importante não solicitar imagens e vídeos envolvendo a exposição do corpo de mulheres para avaliação remota síncrona ou assíncrona. (5) As informações sobre a capacidade das mulheres de contrair seus músculos do assoalho pélvico podem ser investigadas usando métodos alternativos, como o teste de parada. Pode ser explicado às mulheres e utilizado com cautela como forma de autoavaliação de sua capacidade de contração dos músculos do assoalho pélvico. (6) O teste de parada não deve ser usado rotineiramente para realizar o treinamento muscular do assoalho pélvico. (7) Instruções para a autopalpação podem ser dadas às mulheres que culturalmente a aceitam, devendo ser orientadas a realizá-la em ambiente privado e que deve ser evitada durante videochamadas em tempo real.
(1) A anamnese deve ser feita com foco em obter o maior número possível de detalhes sobre a funcionalidade do assoalho pélvico por meio do diário miccional e de questionários que avaliem a gravidade dos sintomas do assoalho pélvico e o impacto na qualidade de vida. (2) O uso de aplicativos para relatar o diário de micção podem ser recomendados para mulheres que estão dispostas a usá-los. A qualidade dos aplicativos deve ser considerada na hora de escolhê-los, bem como a tradução e validação para os idiomas a serem utilizados. (3) Tentativas de orientar a avaliação remota completa e precisa dos músculos do assoalho pélvico na prática clínica devem ser evitadas devido à falta de evidências (até o presente momento) e à impossibilidade de avaliar o tônus, a força e a resistência do assoalho pélvico sem um exame interno. (4) É importante não solicitar imagens e vídeos envolvendo a exposição do corpo de mulheres para avaliação remota síncrona ou assíncrona. (5) As informações sobre a capacidade das mulheres de contrair seus músculos do assoalho pélvico podem ser investigadas usando métodos alternativos, como o teste de parada. Pode ser explicado às mulheres e utilizado com cautela como forma de autoavaliação de sua capacidade de contração dos músculos do assoalho pélvico. (6) O teste de parada não deve ser usado rotineiramente para realizar o treinamento muscular do assoalho pélvico. (7) Instruções para a autopalpação podem ser dadas às mulheres que culturalmente a aceitam, devendo ser orientadas a realizá-la em ambiente privado e que deve ser evitada durante videochamadas em tempo real.
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Vários estudos, em especial os classificados como ensaios clínicos randomizados, para verificar a eficácia
da telefisioterapia para algumas condições de saúde já foram conduzidos e mostraram resultados positivos da
telefisioterapia (ou telerreabilitação). No entanto, a reabilitação uroginecológica tem desafios éticos
específicos para a sua implementação, mesmo na modalidade presencial, tais como lidar com questões
íntimas, constrangimento dos pacientes em relação aos seus sintomas e a necessidade de realizar um exame
da musculatura do assoalho pélvico. Frente aos desafios para a continuidade dos atendimentos em saúde
decorrentes da pandemia de Covid-19, fez-se necessário a reflexão sobre as recomendações para as estratégias
fisioterapêuticas como divulgado no estudo de Ferreira e colaboradores (A guide to physiotherapy in
urogynecology for patientcare during the COVID-19 pandemic. International Urogynecology Journal
(2021) 32:203–210. DOI: 0.1007/s00192-020-04542-8). Assim, qual é a recomendação para a
telerreabilitação uroginecológica?
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A osteoartrite é a principal causa de incapacidade em idosos, com considerável impacto na qualidade de
vida, atividades diárias e estado geral de saúde. Ainda, tal doença representa um grande gasto econômico para
os sistemas de saúde. O tratamento definitivo é substituir a articulação por uma prótese total de quadril (PTQ),
contudo, ainda há necessidade do tratamento fisioterapêutico no pós-operatório, sendo objetivos
fundamentados do tratamento (por não causarem riscos):
I - Ganho de força muscular, visando condições para o paciente retornar à natação. II - Ganho de propriocepção, visando retorno à dança de salão. III - Ganho de amplitude de movimento, visando retorno ao ciclismo
I - Ganho de força muscular, visando condições para o paciente retornar à natação. II - Ganho de propriocepção, visando retorno à dança de salão. III - Ganho de amplitude de movimento, visando retorno ao ciclismo
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