Foram encontradas 40 questões.
A senha do WIFI da casa de Marcela é
composta por quatro algarismos distintos. Ela
lembra quais são os dois primeiros que compõem a senha, que é o algarismo 8 e o
número 4 que é o segundo algarismo da
senha. Com base nestas informações,
quantas são as possibilidades diferentes que
existem para os outros dois algarismos que
compõem esta senha?
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O desvio médio é uma das medidas de variação que podem ser utilizadas em relatórios de estatísticas descritivas, ele pode ser obtido através da expressão:
DESVIO MÉDIO = \(\dfrac{\sum |x-\bar{x}|}{\eta}\)
Assim, o desvio médio do conjunto de valores 0, 1, 2, 3 e 4 é igual a:
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2867889
Ano: 2023
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Realeza-PR
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Realeza-PR
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Em um restaurante que serve
buffet
por
quilo, um cliente pagou R$ 18,50 por um prato
com 400 gramas de comida. Com base nesta
informação, este cliente calculou o valor do
quilo de refeição neste restaurante, e o valor é
igual a:
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Em uma promoção, uma televisão que
custa R$ 2.620,00 foi anunciada com desconto
de 15% para pagamento em parcela única. Se
um cliente comprar este aparelho em parcela
única, pagará um total de:
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No canil municipal da cidade de Caxias
existem 68 cachorros para adoção, cada
cachorro consome diariamente 160 gramas de
ração. Se após uma busca nesta cidade por
cachorros abandonados o número de animais
no canil dobrou, qual é a quantidade de ração
que vai ser consumida no canil no período de
um mês (30 dias)?
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O salário de Guilherme é de R$ 10.000,00
por mês, ele gasta metade deste valor com as
despesas fixas de sua família, 1/5 de seu
salário são para despesas eventuais e lazer, o
restante ele poupa e realiza investimentos. De
acordo com estas informações, a fração do
salário de Guilherme que é utilizado para
poupança e investimentos é igual a:
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De fora para dentro
Rugas podem ser mais do que marcas do
tempo, sinais de velhice. Uma série de novos
estudos propõe a hipótese de que elas não são
apenas resultado, mas também causa de
envelhecimento, inclusive o de outros órgãos.
Seriam emissárias de coquetéis químicos que
transformam células em zumbis e degeneram
precocemente o organismo, em especial o
cérebro. “Nossa pele não é somente uma barreira
protetora e uma janela para o que acontece no
interior de nosso corpo. À medida que envelhece
e perde funções, ela também leva para outros
órgãos problemas causados por agressões
externas, como as provocadas pela radiação
solar e o fumo. Se a sua pele tem sinais de
envelhecimento, como as rugas, por dentro não é
diferente” afirma Cláudia Cavadas, líder do grupo
de investigação de neuroendocrinologia e
envelhecimento do Centro de Neurociências e
Biologia Celular da Universidade de Coimbra, em
Portugal.
Cavadas coordenou um artigo que analisa
resultados de pesquisas com novas hipóteses
para o envelhecimento. O trabalho foi publicado
na revista Trends in Molecular Medicine e tem
chamado atenção. A pele é muito mais complexa
do que se costuma imaginar. É o maior órgão do
corpo humano, nos protege de todo tipo de
agressão, seja do sol, do fumo, da poluição, de
substâncias químicas e ataques de microorganismos nocivos. A pele produz vitamina D,
está ligada à imunidade, trabalha para a nossa
regulação térmica. Como se sabe, a passagem
do tempo causa inexorável envelhecimento não
apenas na pele, mas em todo o corpo. Porém, na
pele o envelhecimento é potencializado por
fatores ambientais, como má alimentação,
poluição, fumo e, principalmente, a radiação
solar. Os raios solares degradam o colágeno e a
elastina. O resultado são as rugas. A pele
envelhecida apresenta alterações moleculares,
celulares e estruturais. Dentre essas
transformações está o acúmulo de células
senescentes. Isto é, células envelhecidas,
disfuncionais, como as existentes em rugas e
manchas.
Fonte: Jornal O Globo, edição de 20 de abril de 2023.
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De fora para dentro
Rugas podem ser mais do que marcas do
tempo, sinais de velhice. Uma série de novos
estudos propõe a hipótese de que elas não são
apenas resultado, mas também causa de
envelhecimento, inclusive o de outros órgãos.
Seriam emissárias de coquetéis químicos que
transformam células em zumbis e degeneram
precocemente o organismo, em especial o
cérebro. “Nossa pele não é somente uma barreira
protetora e uma janela para o que acontece no
interior de nosso corpo. À medida que envelhece
e perde funções, ela também leva para outros
órgãos problemas causados por agressões
externas, como as provocadas pela radiação
solar e o fumo. Se a sua pele tem sinais de
envelhecimento, como as rugas, por dentro não é
diferente” afirma Cláudia Cavadas, líder do grupo
de investigação de neuroendocrinologia e
envelhecimento do Centro de Neurociências e
Biologia Celular da Universidade de Coimbra, em
Portugal.
Cavadas coordenou um artigo que analisa
resultados de pesquisas com novas hipóteses
para o envelhecimento. O trabalho foi publicado
na revista Trends in Molecular Medicine e tem
chamado atenção. A pele é muito mais complexa
do que se costuma imaginar. É o maior órgão do
corpo humano, nos protege de todo tipo de
agressão, seja do sol, do fumo, da poluição, de
substâncias químicas e ataques de microorganismos nocivos. A pele produz vitamina D,
está ligada à imunidade, trabalha para a nossa
regulação térmica. Como se sabe, a passagem
do tempo causa inexorável envelhecimento não
apenas na pele, mas em todo o corpo. Porém, na
pele o envelhecimento é potencializado por
fatores ambientais, como má alimentação,
poluição, fumo e, principalmente, a radiação
solar. Os raios solares degradam o colágeno e a
elastina. O resultado são as rugas. A pele
envelhecida apresenta alterações moleculares,
celulares e estruturais. Dentre essas
transformações está o acúmulo de células
senescentes. Isto é, células envelhecidas,
disfuncionais, como as existentes em rugas e
manchas.
Fonte: Jornal O Globo, edição de 20 de abril de 2023.
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De fora para dentro
Rugas podem ser mais do que marcas do
tempo, sinais de velhice. Uma série de novos
estudos propõe a hipótese de que elas não são
apenas resultado, mas também causa de
envelhecimento, inclusive o de outros órgãos.
Seriam emissárias de coquetéis químicos que
transformam células em zumbis e degeneram
precocemente o organismo, em especial o
cérebro. “Nossa pele não é somente uma barreira
protetora e uma janela para o que acontece no
interior de nosso corpo. À medida que envelhece
e perde funções, ela também leva para outros
órgãos problemas causados por agressões
externas, como as provocadas pela radiação
solar e o fumo. Se a sua pele tem sinais de
envelhecimento, como as rugas, por dentro não é
diferente” afirma Cláudia Cavadas, líder do grupo
de investigação de neuroendocrinologia e
envelhecimento do Centro de Neurociências e
Biologia Celular da Universidade de Coimbra, em
Portugal.
Cavadas coordenou um artigo que analisa
resultados de pesquisas com novas hipóteses
para o envelhecimento. O trabalho foi publicado
na revista Trends in Molecular Medicine e tem
chamado atenção. A pele é muito mais complexa
do que se costuma imaginar. É o maior órgão do
corpo humano, nos protege de todo tipo de
agressão, seja do sol, do fumo, da poluição, de
substâncias químicas e ataques de microorganismos nocivos. A pele produz vitamina D,
está ligada à imunidade, trabalha para a nossa
regulação térmica. Como se sabe, a passagem
do tempo causa inexorável envelhecimento não
apenas na pele, mas em todo o corpo. Porém, na
pele o envelhecimento é potencializado por
fatores ambientais, como má alimentação,
poluição, fumo e, principalmente, a radiação
solar. Os raios solares degradam o colágeno e a
elastina. O resultado são as rugas. A pele
envelhecida apresenta alterações moleculares,
celulares e estruturais. Dentre essas
transformações está o acúmulo de células
senescentes. Isto é, células envelhecidas,
disfuncionais, como as existentes em rugas e
manchas.
Fonte: Jornal O Globo, edição de 20 de abril de 2023.
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De fora para dentro
Rugas podem ser mais do que marcas do
tempo, sinais de velhice. Uma série de novos
estudos propõe a hipótese de que elas não são
apenas resultado, mas também causa de
envelhecimento, inclusive o de outros órgãos.
Seriam emissárias de coquetéis químicos que
transformam células em zumbis e degeneram
precocemente o organismo, em especial o
cérebro. “Nossa pele não é somente uma barreira
protetora e uma janela para o que acontece no
interior de nosso corpo. À medida que envelhece
e perde funções, ela também leva para outros
órgãos problemas causados por agressões
externas, como as provocadas pela radiação
solar e o fumo. Se a sua pele tem sinais de
envelhecimento, como as rugas, por dentro não é
diferente” afirma Cláudia Cavadas, líder do grupo
de investigação de neuroendocrinologia e
envelhecimento do Centro de Neurociências e
Biologia Celular da Universidade de Coimbra, em
Portugal.
Cavadas coordenou um artigo que analisa
resultados de pesquisas com novas hipóteses
para o envelhecimento. O trabalho foi publicado
na revista Trends in Molecular Medicine e tem
chamado atenção. A pele é muito mais complexa
do que se costuma imaginar. É o maior órgão do
corpo humano, nos protege de todo tipo de
agressão, seja do sol, do fumo, da poluição, de
substâncias químicas e ataques de microorganismos nocivos. A pele produz vitamina D,
está ligada à imunidade, trabalha para a nossa
regulação térmica. Como se sabe, a passagem
do tempo causa inexorável envelhecimento não
apenas na pele, mas em todo o corpo. Porém, na
pele o envelhecimento é potencializado por
fatores ambientais, como má alimentação,
poluição, fumo e, principalmente, a radiação
solar. Os raios solares degradam o colágeno e a
elastina. O resultado são as rugas. A pele
envelhecida apresenta alterações moleculares,
celulares e estruturais. Dentre essas
transformações está o acúmulo de células
senescentes. Isto é, células envelhecidas,
disfuncionais, como as existentes em rugas e
manchas.
Fonte: Jornal O Globo, edição de 20 de abril de 2023.
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