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Uma Smart TV é vendida por R$ 2.780,00 em uma loja de eletrodomésticos. A TV sai por esse valor pois é concedido um desconto de 7,5 % para pagamento feito à vista. Qual é o valor da TV sem desconto?
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Uma pessoa trabalha entregando panfletos em uma praça no centro da cidade. Para cada panfleto entregue ela recebe R$ 0,20 de pagamento. No mês passado essa pessoa recebeu R$ 1.000,00. Sabendo que ela entrega 500 panfletos por dia, quantos dias ela trabalhou?
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Uma pessoa comprou o terreno apresentado na figura a seguir. Sabendo que o valor do metro quadrado do terreno foi de R$ 610,00 calcule quanto custou esse terreno.

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No que se refere ao correto uso da crase, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Ela não deseja ir à Albânia.
II – Eles preferem ir à Roma.
III – Nós queremos ir à Inglaterra.
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Com relação à classificação dos substantivos, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – amoroso: substantivo derivado.
II – alagamento: substantivo primitivo.
III – arquipélago: substantivo coletivo.
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Com relação à colocação pronominal, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Não a desejo aqui.
II – Assim que oportuno, contar-lhe-ei detalhes da reunião.
III – Ele não barbeou-se ontem.
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma classificação pronominal:
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Um jardineiro cobra R$ 1,50 por m2 para carpir um terreno. Sabendo que o Terreno A e o Terro B são iguais, quanto ele vai cobrar para carpir o Terreno C?

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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um advérbio de tempo:
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
No texto, o autor utiliza a palavra “clandestinamente”. Assinale a alternativa que apresenta a correta classificação gramatical de tal palavra:
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