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THEODORE DREISER (1871 – 1945)
Primeiro nome de destaque na literatura dos Estados Unidos no século XX, Theodore Dreiser também foi o primeiro escritor profissional daquele país sem ascendência britânica – o pai era um imigrante alemão. Suas origens foram humildes. Ele ensinou a própria mãe a escrever quando ainda tinha 12 anos. Se Henry James não estava escrevendo, podia bancar “o homem desocupado”. Se Dreiser não estava escrevendo, estava simplesmente desempregado. Como personagem do mundo literário, Dreiser não se confrontou apenas com o recato sexual vitoriano, mas também desafiou os pressupostos sobre quem poderia ou não ser um escritor.
A aprovação crítica não era constante. Polarizador, Dreiser costumava atrair a reprovação dos críticos. F. R. Leavis, disse que ele escrevia como se não tivesse uma língua natal. Lionel Trilling o usou como exemplo do anti-intelectualismo americano. John Berryman afirmou que ele “escrevia como um hipopótamo”. Dreiser, com regularidade, perpetrava frases constrangedoras. Apesar disso, seus melhores romances tiveram sucesso em redefinir paradigmas culturais previamente estabelecidos, ao mesmo tempo que capturavam imagens definitivas dos Estados Unidos urbanos.
Sister Carrie é a história de uma “mulher perdida”, mas isenta de conclusões moralistas, escrita sob um pano de fundo social espaçoso o suficiente para incluir hotéis luxuosos e lojas de departamentos, bem como fábricas sórdidas e pardieiros de Nova Iorque e Chicago. Uma tragédia americana começa seguindo uma trilha bem conhecida: um rapaz pobre se apaixona pela filha de um rico. Mas termina com uma execução e não com um casamento, abrindo caminho para a narração de crimes reais que conduziu até A Sangue Frio (1968), de Truman Capote, e A Canção do Carrasco (1979), de Norman Mailer.
(PATRICK, Julien. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 251).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Dreiser é o grande destaque da história da literatura norte-americana.
II – Dreiser tinha ascendência britânica e alemã.
III – Dreiser aprendeu a escrever aos 12 (doze) anos de idade.
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma classificação de advérbio:
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
No início do primeiro parágrafo, o autor utiliza o verbo “ser” (Boris Pasternak é mais famoso). Assinale a alternativa que apresenta o modo/tempo em que tal verbo está conjugado:
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
No início do segundo parágrafo do texto, o autor utiliza o verbo “começar”. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o modo/tempo em que tal verbo está conjugado.
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O livro Doutor Jivago não foi escrito na Rússia.
II – O livro Doutor Jivago teve ao todo 18 edições.
III – Pasternak ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1958.
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
De acordo com o autor do texto, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – A terra natal de Pasternak era a Geórgia.
II – Pasternak traduziu obras de Shakespeare, Joyce e Rilke.
III – A obra Doutor Jivago elogiava o regime comunista.
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
De acordo com o autor do texto, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Até a década de 1980, Doutor Jivago só podia ser encontrado clandestinamente no país de Pasternak.
II – Pasternak recusou o Prêmio Nobel de Literatura em razão de suas enfermidades.
III – Pasternak tornou-se um dos grandes amigos de Nikita Khruschev.
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
De acordo com o autor do texto, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Pasternak nasceu e faleceu no século XX.
II – Pasternak se tornou mais famoso pelo romance Doutor Fausto.
III – Pasternak dirigiu dezoito filmes.
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Qual é o resultado da soma somente dos números ímpares entre 1 e 20?
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Um ajudante de caminhoneiro demora 15 min para carregar 6 sacas de café no caminhão. Sabendo que a capacidade de carga do veículo é de 270 sacas, quanto tempo o ajudante vai demorar para carregar totalmente o caminhão?
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