Foram encontradas 60 questões.
12 homens trabalharam 6 horas por dia para a reforma do ginásio da escola, e, em 4 dias de trabalho, foi concluído um terço do serviço. Para finalizar a reforma, mais
6 homens foram contratados e todos os 18 passarão a
trabalhar 8 horas por dia. Considerando que todos os
homens têm a mesma força de trabalho, o número de
dias que ainda faltam para o ginásio ficar pronto é
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Um bloco na forma de paralelepípedo reto retângulo tem
um volume igual a 60 cm3. A soma de todas as arestas
desse bloco é igual a 52 cm e uma face tem 10 cm2
de
área. A área total desse bloco, em cm2, vale
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A razão entre o número de alunos e professores em uma
escola é igual a 21. Após a contratação de mais 8 professores aquela razão passou a ser igual a 15. O número de
alunos dessa escola está compreendido entre
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Lúcio e Eduardo têm juntos R$ 155,00. Os dois gastaram
R$ 49,00 cada, e Lúcio ficou com uma quantia igual ao
dobro da quantia de Eduardo. A diferença final de valores
entre eles é igual a
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Na escola onde Ricardo estuda, a média anual, por
matéria, é calculada ponderando-se as quatro médias
bimestrais, sendo que o primeiro bimestre tem peso 3 e
os outros três bimestres peso 4. Ricardo obteve média
5 em matemática no primeiro bimestre e 7 no segundo.
Como a média anual mínima para aprovação é 5 e ele
quer ser aprovado em matemática no terceiro bimestre,
sua nota mínima, nesse bimestre, deverá ser
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Leia o texto para responder à questão.

(Folha de S.Paulo, 12.06.2016. Adaptado)
No texto, a expressão “mãos de tesoura” foi empregada em sentido __________, indicando profissionais que __________.
As lacunas dessa frase devem ser preenchidas, correta e respectivamente, por:
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Leia o texto Acabar em pizza, de João Pereira Coutinho, para
responder à questão.
Tenho um amigo de infância que ainda vive na casa dos
pais. Estranho? Talvez, se tivermos em conta que ele tem
40 anos.
E, antes que o leitor imagine o personagem como uma
triste figura – um rapaz que só vive para os estudos e sem
atrativos físicos, por favor, não se iluda.
O rapaz está em excelente forma. A vida sentimental
sempre foi como a cabeça de Carmen Miranda – colorida e
suculenta. E, economicamente falando, o desgraçado é mais
rico do que eu.
Mas o pior não são estas evidências. É escutá-lo sobre
a situação doméstica, que ele relata com uma serenidade
oriental. A questão é bastante simples – e razoável. Os
pais sempre insistiram para que ele “voasse para fora do
ninho”. Mas ele, mais inteligente que os pais, começou a
fazer contas. E ficou no ninho.
Um apartamento custa dinheiro. Uma empregada para
tratar da roupa e da limpeza da casa também não é grátis.
Os cozinhados da mãe suplantam qualquer produto congelado. E, quando existem encontros românticos, nada se
compara a um bom hotel com um bom room service. Além
disso, as poupanças de viver com os pais permitem-lhe
trabalhar a meio-termo.
“E se um dia surgir uma mulher permanente?”, pergunto
eu, desesperado. A resposta é lógica: “A casa é suficientemente grande para todos”.
Escuto tudo com uma mistura de pasmo e inveja.
E depois penso: a sorte dele é não viver na Itália.
Alguns números: na pátria do “dolce far niente”, 65% dos
italianos entre os 18 e os 34 anos ainda vivem na casa dos
pais (uma enormidade em termos europeus). São os chamados “mammone” – uma palavra que expressa a ligação umbilical dos filhos adultos às respectivas mães.
E esses meninos da mamãe se parecem com meu amigo.
Mas com uma diferença: no caso dos italianos, a trilogia cama-mesa-roupa lavada não basta. É preciso acrescentar também
uma mesada.
Felizmente, os pais italianos começam a reagir contra
os abusos da descendência. E todos os anos há milhares
– repito: milhares – de processos em tribunal com os pais a
implorar ao juiz para que o filho seja expulso de casa.
Nem sempre conseguem. Relata o Daily Telegraph
que, em Modena (uma simpática cidade da região italiana
de Emília-Romanha), um pai foi judicialmente obrigado pelo
filho a continuar a sustentar os seus “estudos”. O filho tem
28 anos. E só em Modena há 8000 processos anuais de
filhos contra pais por motivos de mesadas.
(Folha de S. Paulo, 03.05.2016. Adaptado)
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Leia o texto Acabar em pizza, de João Pereira Coutinho, para
responder à questão.
Tenho um amigo de infância que ainda vive na casa dos
pais. Estranho? Talvez, se tivermos em conta que ele tem
40 anos.
E, antes que o leitor imagine o personagem como uma
triste figura – um rapaz que só vive para os estudos e sem
atrativos físicos, por favor, não se iluda.
O rapaz está em excelente forma. A vida sentimental
sempre foi como a cabeça de Carmen Miranda – colorida e
suculenta. E, economicamente falando, o desgraçado é mais
rico do que eu.
Mas o pior não são estas evidências. É escutá-lo sobre
a situação doméstica, que ele relata com uma serenidade
oriental. A questão é bastante simples – e razoável. Os
pais sempre insistiram para que ele “voasse para fora do
ninho”. Mas ele, mais inteligente que os pais, começou a
fazer contas. E ficou no ninho.
Um apartamento custa dinheiro. Uma empregada para
tratar da roupa e da limpeza da casa também não é grátis.
Os cozinhados da mãe suplantam qualquer produto congelado. E, quando existem encontros românticos, nada se
compara a um bom hotel com um bom room service. Além
disso, as poupanças de viver com os pais permitem-lhe
trabalhar a meio-termo.
“E se um dia surgir uma mulher permanente?”, pergunto
eu, desesperado. A resposta é lógica: “A casa é suficientemente grande para todos”.
Escuto tudo com uma mistura de pasmo e inveja.
E depois penso: a sorte dele é não viver na Itália.
Alguns números: na pátria do “dolce far niente”, 65% dos
italianos entre os 18 e os 34 anos ainda vivem na casa dos
pais (uma enormidade em termos europeus). São os chamados “mammone” – uma palavra que expressa a ligação umbilical dos filhos adultos às respectivas mães.
E esses meninos da mamãe se parecem com meu amigo.
Mas com uma diferença: no caso dos italianos, a trilogia cama-mesa-roupa lavada não basta. É preciso acrescentar também
uma mesada.
Felizmente, os pais italianos começam a reagir contra
os abusos da descendência. E todos os anos há milhares
– repito: milhares – de processos em tribunal com os pais a
implorar ao juiz para que o filho seja expulso de casa.
Nem sempre conseguem. Relata o Daily Telegraph
que, em Modena (uma simpática cidade da região italiana
de Emília-Romanha), um pai foi judicialmente obrigado pelo
filho a continuar a sustentar os seus “estudos”. O filho tem
28 anos. E só em Modena há 8000 processos anuais de
filhos contra pais por motivos de mesadas.
(Folha de S. Paulo, 03.05.2016. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto Acabar em pizza, de João Pereira Coutinho, para
responder à questão.
Tenho um amigo de infância que ainda vive na casa dos
pais. Estranho? Talvez, se tivermos em conta que ele tem
40 anos.
E, antes que o leitor imagine o personagem como uma
triste figura – um rapaz que só vive para os estudos e sem
atrativos físicos, por favor, não se iluda.
O rapaz está em excelente forma. A vida sentimental
sempre foi como a cabeça de Carmen Miranda – colorida e
suculenta. E, economicamente falando, o desgraçado é mais
rico do que eu.
Mas o pior não são estas evidências. É escutá-lo sobre
a situação doméstica, que ele relata com uma serenidade
oriental. A questão é bastante simples – e razoável. Os
pais sempre insistiram para que ele “voasse para fora do
ninho”. Mas ele, mais inteligente que os pais, começou a
fazer contas. E ficou no ninho.
Um apartamento custa dinheiro. Uma empregada para
tratar da roupa e da limpeza da casa também não é grátis.
Os cozinhados da mãe suplantam qualquer produto congelado. E, quando existem encontros românticos, nada se
compara a um bom hotel com um bom room service. Além
disso, as poupanças de viver com os pais permitem-lhe
trabalhar a meio-termo.
“E se um dia surgir uma mulher permanente?”, pergunto
eu, desesperado. A resposta é lógica: “A casa é suficientemente grande para todos”.
Escuto tudo com uma mistura de pasmo e inveja.
E depois penso: a sorte dele é não viver na Itália.
Alguns números: na pátria do “dolce far niente”, 65% dos
italianos entre os 18 e os 34 anos ainda vivem na casa dos
pais (uma enormidade em termos europeus). São os chamados “mammone” – uma palavra que expressa a ligação umbilical dos filhos adultos às respectivas mães.
E esses meninos da mamãe se parecem com meu amigo.
Mas com uma diferença: no caso dos italianos, a trilogia cama-mesa-roupa lavada não basta. É preciso acrescentar também
uma mesada.
Felizmente, os pais italianos começam a reagir contra
os abusos da descendência. E todos os anos há milhares
– repito: milhares – de processos em tribunal com os pais a
implorar ao juiz para que o filho seja expulso de casa.
Nem sempre conseguem. Relata o Daily Telegraph
que, em Modena (uma simpática cidade da região italiana
de Emília-Romanha), um pai foi judicialmente obrigado pelo
filho a continuar a sustentar os seus “estudos”. O filho tem
28 anos. E só em Modena há 8000 processos anuais de
filhos contra pais por motivos de mesadas.
(Folha de S. Paulo, 03.05.2016. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto Acabar em pizza, de João Pereira Coutinho, para
responder à questão.
Tenho um amigo de infância que ainda vive na casa dos
pais. Estranho? Talvez, se tivermos em conta que ele tem
40 anos.
E, antes que o leitor imagine o personagem como uma
triste figura – um rapaz que só vive para os estudos e sem
atrativos físicos, por favor, não se iluda.
O rapaz está em excelente forma. A vida sentimental
sempre foi como a cabeça de Carmen Miranda – colorida e
suculenta. E, economicamente falando, o desgraçado é mais
rico do que eu.
Mas o pior não são estas evidências. É escutá-lo sobre
a situação doméstica, que ele relata com uma serenidade
oriental. A questão é bastante simples – e razoável. Os
pais sempre insistiram para que ele “voasse para fora do
ninho”. Mas ele, mais inteligente que os pais, começou a
fazer contas. E ficou no ninho.
Um apartamento custa dinheiro. Uma empregada para
tratar da roupa e da limpeza da casa também não é grátis.
Os cozinhados da mãe suplantam qualquer produto congelado. E, quando existem encontros românticos, nada se
compara a um bom hotel com um bom room service. Além
disso, as poupanças de viver com os pais permitem-lhe
trabalhar a meio-termo.
“E se um dia surgir uma mulher permanente?”, pergunto
eu, desesperado. A resposta é lógica: “A casa é suficientemente grande para todos”.
Escuto tudo com uma mistura de pasmo e inveja.
E depois penso: a sorte dele é não viver na Itália.
Alguns números: na pátria do “dolce far niente”, 65% dos
italianos entre os 18 e os 34 anos ainda vivem na casa dos
pais (uma enormidade em termos europeus). São os chamados “mammone” – uma palavra que expressa a ligação umbilical dos filhos adultos às respectivas mães.
E esses meninos da mamãe se parecem com meu amigo.
Mas com uma diferença: no caso dos italianos, a trilogia cama-mesa-roupa lavada não basta. É preciso acrescentar também
uma mesada.
Felizmente, os pais italianos começam a reagir contra
os abusos da descendência. E todos os anos há milhares
– repito: milhares – de processos em tribunal com os pais a
implorar ao juiz para que o filho seja expulso de casa.
Nem sempre conseguem. Relata o Daily Telegraph
que, em Modena (uma simpática cidade da região italiana
de Emília-Romanha), um pai foi judicialmente obrigado pelo
filho a continuar a sustentar os seus “estudos”. O filho tem
28 anos. E só em Modena há 8000 processos anuais de
filhos contra pais por motivos de mesadas.
(Folha de S. Paulo, 03.05.2016. Adaptado)

(Lederly. Folha de S.Paulo, 06.05.2016)
Comparando a situação das personagens da charge à situação das famílias italianas descritas no texto Acabar em pizza, é correto afirmar que a charge
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