Foram encontradas 50 questões.
A respeito da concordância verbal, analise os verbos em
destaque nas sentenças:
I.Informaram que o novo lote de vacinas chegará.
II.Haviam sinais de que os pedidos de financiamento imobiliário estavam diminuindo.
III.Ali vivia-se a alegria, os afetos, a liberdade existencial e o respeito.
A concordância verbal está correta em:
I.Informaram que o novo lote de vacinas chegará.
II.Haviam sinais de que os pedidos de financiamento imobiliário estavam diminuindo.
III.Ali vivia-se a alegria, os afetos, a liberdade existencial e o respeito.
A concordância verbal está correta em:
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"Quando penso em territórios, não me ocorrem apenas
os limites geográficos que demarcam um lugar num
mapa, não. Um território é uma vida, um agente, uma
força vital que participa de quem somos, de nossa
identidade e de nosso modo de viver e produzir
comunidade. São lugares que entrelaçam histórias,
saberes e desejos. As favelas e periferias são locais de
resistência e de construção de comunidade. As mulheres
que habitam esses espaços são as guardiãs da memória
e da cultura — e, sem seus saberes, sem seu lugar à
proa de nosso navio, não podemos ir muito longe.
As favelas e periferias das grandes cidades brasileiras
formaram-se como arranjos territoriais oriundos de
muitos choques, despejos e novas tentativas de
reconfiguração da vida — em situações quase sempre
piores."
(Disponível em:
https://www.geledes.org.br/guardias-da-semente-mulheres-costurandoterritorios-bem-viver/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
"Esses territórios encerram uma justaposição do tempo em camadas, onde cada geração de mulheres mantém acesa _________ memória de um massacre ao qual sobreviveu: da escravidão da chibata __________ escravidão doméstica (entregues __________ famílias ricas como empregadas); do casamento na adolescência, fugindo da fome ou da sede, ao trabalho nas fábricas; do cárcere, abandonadas, __________ dor de recolher nalgum beco o corpo de seu filho, assassinado pelas balas estatais − já em regime democrático; das escolas − disciplinadoras de corpos, encarceradoras de ideias, sexistas e violentas como as ruas, e cheias de grades, como as prisões."
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do excerto:
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"Quando penso em territórios, não me ocorrem apenas
os limites geográficos que demarcam um lugar num
mapa, não. Um território é uma vida, um agente, uma
força vital que participa de quem somos, de nossa
identidade e de nosso modo de viver e produzir
comunidade. São lugares que entrelaçam histórias,
saberes e desejos. As favelas e periferias são locais de
resistência e de construção de comunidade. As mulheres
que habitam esses espaços são as guardiãs da memória
e da cultura — e, sem seus saberes, sem seu lugar à
proa de nosso navio, não podemos ir muito longe.
As favelas e periferias das grandes cidades brasileiras
formaram-se como arranjos territoriais oriundos de
muitos choques, despejos e novas tentativas de
reconfiguração da vida — em situações quase sempre
piores."
(Disponível em:
https://www.geledes.org.br/guardias-da-semente-mulheres-costurandoterritorios-bem-viver/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
I.A definição do que é território se estende para além do conceito de espaços delimitados e demarcados em um mapa, com fronteiras e limites geográficos.
II.Favelas e periferias são territórios no amplo sentido defendido pela autora do texto: geográfico e sócio-histórico (lugar de histórias, de culturas, de cosmovisões diversas compondo-o).
III.As mulheres que compõem as favelas e periferias são essenciais para a existência desses espaços, responsáveis não apenas por protegerem memórias e culturas, como por, de alguma maneira, conduzir a comunidade.
É correto o que se afirma em:
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"Quando penso em territórios, não me ocorrem apenas
os limites geográficos que demarcam um lugar num
mapa, não. Um território é uma vida, um agente, uma
força vital que participa de quem somos, de nossa
identidade e de nosso modo de viver e produzir
comunidade. São lugares que entrelaçam histórias,
saberes e desejos. As favelas e periferias são locais de
resistência e de construção de comunidade. As mulheres
que habitam esses espaços são as guardiãs da memória
e da cultura — e, sem seus saberes, sem seu lugar à
proa de nosso navio, não podemos ir muito longe.
As favelas e periferias das grandes cidades brasileiras
formaram-se como arranjos territoriais oriundos de
muitos choques, despejos e novas tentativas de
reconfiguração da vida — em situações quase sempre
piores."
(Disponível em:
https://www.geledes.org.br/guardias-da-semente-mulheres-costurandoterritorios-bem-viver/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
"[...] sem seus saberes, sem seu lugar à proa de nosso navio , não podemos ir muito longe".
Assinale a alternativa que indica corretamente a figura de linguagem utilizada no excerto:
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Quem treina a IA não confia
Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o
recado é que a tecnologia não funciona como está sendo
divulgada
Trabalhadores que treinam sistemas de IA como
ChatGPT, Gemini e Grok estão alertando familiares para
não usarem essas ferramentas. Uma reportagem do
jornal inglês The Guardian conta que muitos, ao
perceberem como é fácil deixar passar conteúdos
racistas durante avaliações, abandonam o uso de IA e
proíbem filhos de usar chatbots.
Outros avaliadores relatam que empresas os colocam
para avaliar respostas sobre saúde e ética sem
treinamento especializado e que seu feedback é
ignorado. Segundo a NewsGuard, os chatbots reduziram
a taxa de respostas "não sei" de 31% para 0% entre
2024 e 2025 e dobraram a reprodução de
desinformação.
O problema está na base. Modelos de linguagem apenas
preveem palavras baseados em padrões estatísticos.
Não pensam, não raciocinam. Décadas de neurociência
mostram que linguagem e pensamento são processos
separados no cérebro.
Você pode perder a fala e manter o raciocínio intacto. A
promessa de que aumentar o tamanho dos modelos
levará à superinteligência ignora que cognição humana
envolve muito mais que texto. Intuição, habilidades
físicas, compreensão social e outras coisas que não
cabem em palavras são também essenciais.
A OpenAI enfrenta processo pela morte de um
adolescente de 16 anos, que passou meses
conversando com ChatGPT antes de morrer por suicídio.
A empresa alega "uso inadequado" e diz que menores
não podem usar a ferramenta sem autorização dos pais.
É cruel ver uma empresa que promete superinteligência
admitir que o sistema não consegue identificar e prevenir
esse tipo de uso.
A família afirma que o chatbot forneceu instruções de
métodos suicidas, incentivou segredo e guiou os passos
finais. Segundo uma reportagem do New York Times, a
OpenAI diz ter recomendado ajuda 100 vezes, mas evita
reconhecer que priorizou crescimento da plataforma
sobre segurança.
A Character.AI, que enfrenta processos similares, tomou
medidas e bloqueou o acesso de menores de 18 anos,
que agora podem usar apenas o modo "Stories", com
narrativas guiadas em vez de conversas abertas.
Reconheceu que chatbots disponíveis 24 horas não são
adequados para adolescentes.
Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o
recado é que a tecnologia não funciona como está sendo
divulgada. Quem vivencia os bastidores fala menos sobre superinteligência iminente e mais sobre um
sistema frágil que confunde prever palavras com pensar.
(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/quem-treina-a-ia-nao-confia/.
Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada.
A língua não é estática, o que possibilita, por exemplo, expressar uma mesma ideia, mantendo o sentido, de formas linguísticas. A seguir, o excerto foi reescrito de outras maneiras, analise cada alternativa, assim como os ajustes linguísticos feitos, verificando o sentido que em cada uma. Em seguida, assinale a alternativa em que o sentido dado no texto foi mantido:
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Quem treina a IA não confia
Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o
recado é que a tecnologia não funciona como está sendo
divulgada
Trabalhadores que treinam sistemas de IA como
ChatGPT, Gemini e Grok estão alertando familiares para
não usarem essas ferramentas. Uma reportagem do
jornal inglês The Guardian conta que muitos, ao
perceberem como é fácil deixar passar conteúdos
racistas durante avaliações, abandonam o uso de IA e
proíbem filhos de usar chatbots.
Outros avaliadores relatam que empresas os colocam
para avaliar respostas sobre saúde e ética sem
treinamento especializado e que seu feedback é
ignorado. Segundo a NewsGuard, os chatbots reduziram
a taxa de respostas "não sei" de 31% para 0% entre
2024 e 2025 e dobraram a reprodução de
desinformação.
O problema está na base. Modelos de linguagem apenas
preveem palavras baseados em padrões estatísticos.
Não pensam, não raciocinam. Décadas de neurociência
mostram que linguagem e pensamento são processos
separados no cérebro.
Você pode perder a fala e manter o raciocínio intacto. A
promessa de que aumentar o tamanho dos modelos
levará à superinteligência ignora que cognição humana
envolve muito mais que texto. Intuição, habilidades
físicas, compreensão social e outras coisas que não
cabem em palavras são também essenciais.
A OpenAI enfrenta processo pela morte de um
adolescente de 16 anos, que passou meses
conversando com ChatGPT antes de morrer por suicídio.
A empresa alega "uso inadequado" e diz que menores
não podem usar a ferramenta sem autorização dos pais.
É cruel ver uma empresa que promete superinteligência
admitir que o sistema não consegue identificar e prevenir
esse tipo de uso.
A família afirma que o chatbot forneceu instruções de
métodos suicidas, incentivou segredo e guiou os passos
finais. Segundo uma reportagem do New York Times, a
OpenAI diz ter recomendado ajuda 100 vezes, mas evita
reconhecer que priorizou crescimento da plataforma
sobre segurança.
A Character.AI, que enfrenta processos similares, tomou
medidas e bloqueou o acesso de menores de 18 anos,
que agora podem usar apenas o modo "Stories", com
narrativas guiadas em vez de conversas abertas.
Reconheceu que chatbots disponíveis 24 horas não são
adequados para adolescentes.
Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o
recado é que a tecnologia não funciona como está sendo
divulgada. Quem vivencia os bastidores fala menos sobre superinteligência iminente e mais sobre um
sistema frágil que confunde prever palavras com pensar.
(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/quem-treina-a-ia-nao-confia/.
Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
Primeira coluna: regras de uso da vírgula
1.A vírgula é empregada para separar orações ou termos coordenados sem a utilização de conectivo.
2.A vírgula é empregada para indicar/separar uma oração adjetiva explicativa.
3.A vírgula é empregada para separar o adjunto adverbial deslocado.
Segunda coluna: aplicações
(__)"A Character.AI, que enfrenta processos similares, tomou medidas e bloqueou o acesso de menores de 18 anos".
(__)"Segundo uma reportagem do New York Times, a OpenAI diz ter recomendado ajuda 100 vezes".
(__)"Não pensam, não raciocinam."
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
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Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o
recado é que a tecnologia não funciona como está sendo
divulgada
Trabalhadores que treinam sistemas de IA como
ChatGPT, Gemini e Grok estão alertando familiares para
não usarem essas ferramentas. Uma reportagem do
jornal inglês The Guardian conta que muitos, ao
perceberem como é fácil deixar passar conteúdos
racistas durante avaliações, abandonam o uso de IA e
proíbem filhos de usar chatbots.
Outros avaliadores relatam que empresas os colocam
para avaliar respostas sobre saúde e ética sem
treinamento especializado e que seu feedback é
ignorado. Segundo a NewsGuard, os chatbots reduziram
a taxa de respostas "não sei" de 31% para 0% entre
2024 e 2025 e dobraram a reprodução de
desinformação.
O problema está na base. Modelos de linguagem apenas
preveem palavras baseados em padrões estatísticos.
Não pensam, não raciocinam. Décadas de neurociência
mostram que linguagem e pensamento são processos
separados no cérebro.
Você pode perder a fala e manter o raciocínio intacto. A
promessa de que aumentar o tamanho dos modelos
levará à superinteligência ignora que cognição humana
envolve muito mais que texto. Intuição, habilidades
físicas, compreensão social e outras coisas que não
cabem em palavras são também essenciais.
A OpenAI enfrenta processo pela morte de um
adolescente de 16 anos, que passou meses
conversando com ChatGPT antes de morrer por suicídio.
A empresa alega "uso inadequado" e diz que menores
não podem usar a ferramenta sem autorização dos pais.
É cruel ver uma empresa que promete superinteligência
admitir que o sistema não consegue identificar e prevenir
esse tipo de uso.
A família afirma que o chatbot forneceu instruções de
métodos suicidas, incentivou segredo e guiou os passos
finais. Segundo uma reportagem do New York Times, a
OpenAI diz ter recomendado ajuda 100 vezes, mas evita
reconhecer que priorizou crescimento da plataforma
sobre segurança.
A Character.AI, que enfrenta processos similares, tomou
medidas e bloqueou o acesso de menores de 18 anos,
que agora podem usar apenas o modo "Stories", com
narrativas guiadas em vez de conversas abertas.
Reconheceu que chatbots disponíveis 24 horas não são
adequados para adolescentes.
Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o
recado é que a tecnologia não funciona como está sendo
divulgada. Quem vivencia os bastidores fala menos sobre superinteligência iminente e mais sobre um
sistema frágil que confunde prever palavras com pensar.
(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/quem-treina-a-ia-nao-confia/.
Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
(__)A palavra "superinteligência" tem, em sua formação, o acréscimo do prefixo super-. De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, ela precisaria de hífen porque o segundo elemento começa com vogal: super-inteligência.
(__)O processo de formação da palavra em análise é por composição, em que o prefixo super- se justapõe à palavra "inteligência".
(__)A palavra "superinteligência" é uma paroxítona e a acentuação gráfica se dá porque ela termina com ditongo oral. É o mesmo que acontece com a palavra "raciocínio".
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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recado é que a tecnologia não funciona como está sendo
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não usarem essas ferramentas. Uma reportagem do
jornal inglês The Guardian conta que muitos, ao
perceberem como é fácil deixar passar conteúdos
racistas durante avaliações, abandonam o uso de IA e
proíbem filhos de usar chatbots.
Outros avaliadores relatam que empresas os colocam
para avaliar respostas sobre saúde e ética sem
treinamento especializado e que seu feedback é
ignorado. Segundo a NewsGuard, os chatbots reduziram
a taxa de respostas "não sei" de 31% para 0% entre
2024 e 2025 e dobraram a reprodução de
desinformação.
O problema está na base. Modelos de linguagem apenas
preveem palavras baseados em padrões estatísticos.
Não pensam, não raciocinam. Décadas de neurociência
mostram que linguagem e pensamento são processos
separados no cérebro.
Você pode perder a fala e manter o raciocínio intacto. A
promessa de que aumentar o tamanho dos modelos
levará à superinteligência ignora que cognição humana
envolve muito mais que texto. Intuição, habilidades
físicas, compreensão social e outras coisas que não
cabem em palavras são também essenciais.
A OpenAI enfrenta processo pela morte de um
adolescente de 16 anos, que passou meses
conversando com ChatGPT antes de morrer por suicídio.
A empresa alega "uso inadequado" e diz que menores
não podem usar a ferramenta sem autorização dos pais.
É cruel ver uma empresa que promete superinteligência
admitir que o sistema não consegue identificar e prevenir
esse tipo de uso.
A família afirma que o chatbot forneceu instruções de
métodos suicidas, incentivou segredo e guiou os passos
finais. Segundo uma reportagem do New York Times, a
OpenAI diz ter recomendado ajuda 100 vezes, mas evita
reconhecer que priorizou crescimento da plataforma
sobre segurança.
A Character.AI, que enfrenta processos similares, tomou
medidas e bloqueou o acesso de menores de 18 anos,
que agora podem usar apenas o modo "Stories", com
narrativas guiadas em vez de conversas abertas.
Reconheceu que chatbots disponíveis 24 horas não são
adequados para adolescentes.
Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o
recado é que a tecnologia não funciona como está sendo
divulgada. Quem vivencia os bastidores fala menos sobre superinteligência iminente e mais sobre um
sistema frágil que confunde prever palavras com pensar.
(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/quem-treina-a-ia-nao-confia/.
Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada. Quem vivencia os bastidores fala menos sobre superinteligência iminente e mais sobre um sistema frágil que confunde prever palavras com pensar.
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Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o
recado é que a tecnologia não funciona como está sendo
divulgada
Trabalhadores que treinam sistemas de IA como
ChatGPT, Gemini e Grok estão alertando familiares para
não usarem essas ferramentas. Uma reportagem do
jornal inglês The Guardian conta que muitos, ao
perceberem como é fácil deixar passar conteúdos
racistas durante avaliações, abandonam o uso de IA e
proíbem filhos de usar chatbots.
Outros avaliadores relatam que empresas os colocam
para avaliar respostas sobre saúde e ética sem
treinamento especializado e que seu feedback é
ignorado. Segundo a NewsGuard, os chatbots reduziram
a taxa de respostas "não sei" de 31% para 0% entre
2024 e 2025 e dobraram a reprodução de
desinformação.
O problema está na base. Modelos de linguagem apenas
preveem palavras baseados em padrões estatísticos.
Não pensam, não raciocinam. Décadas de neurociência
mostram que linguagem e pensamento são processos
separados no cérebro.
Você pode perder a fala e manter o raciocínio intacto. A
promessa de que aumentar o tamanho dos modelos
levará à superinteligência ignora que cognição humana
envolve muito mais que texto. Intuição, habilidades
físicas, compreensão social e outras coisas que não
cabem em palavras são também essenciais.
A OpenAI enfrenta processo pela morte de um
adolescente de 16 anos, que passou meses
conversando com ChatGPT antes de morrer por suicídio.
A empresa alega "uso inadequado" e diz que menores
não podem usar a ferramenta sem autorização dos pais.
É cruel ver uma empresa que promete superinteligência
admitir que o sistema não consegue identificar e prevenir
esse tipo de uso.
A família afirma que o chatbot forneceu instruções de
métodos suicidas, incentivou segredo e guiou os passos
finais. Segundo uma reportagem do New York Times, a
OpenAI diz ter recomendado ajuda 100 vezes, mas evita
reconhecer que priorizou crescimento da plataforma
sobre segurança.
A Character.AI, que enfrenta processos similares, tomou
medidas e bloqueou o acesso de menores de 18 anos,
que agora podem usar apenas o modo "Stories", com
narrativas guiadas em vez de conversas abertas.
Reconheceu que chatbots disponíveis 24 horas não são
adequados para adolescentes.
Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o
recado é que a tecnologia não funciona como está sendo
divulgada. Quem vivencia os bastidores fala menos sobre superinteligência iminente e mais sobre um
sistema frágil que confunde prever palavras com pensar.
(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/quem-treina-a-ia-nao-confia/.
Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
I.O problema das IAs está no fato de que elas não pensam, apenas entregam respostas baseadas em padrões estatísticos, em previsão e não em raciocínio.
II.Ter quem está por trás do treinamento das IAs dizendo que elas não devem ser usadas revela o quanto a segurança interna das plataformas é frágil, afinal, é inadmissível que os próprios trabalhadores não vistam a camisa da empresa.
III.O texto possibilita ao leitor inferir que as empresas por trás das IAs prometem chegar à superinteligência dos sistemas, ignorando o fato de que cognição humana está além do que esses sistemas oferecem hoje, pois ela é complexa e demanda uma série de aspectos interligados e que não estão presos simplesmente a palavras.
É correto o que se afirma em:
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não usarem essas ferramentas. Uma reportagem do
jornal inglês The Guardian conta que muitos, ao
perceberem como é fácil deixar passar conteúdos
racistas durante avaliações, abandonam o uso de IA e
proíbem filhos de usar chatbots.
Outros avaliadores relatam que empresas os colocam
para avaliar respostas sobre saúde e ética sem
treinamento especializado e que seu feedback é
ignorado. Segundo a NewsGuard, os chatbots reduziram
a taxa de respostas "não sei" de 31% para 0% entre
2024 e 2025 e dobraram a reprodução de
desinformação.
O problema está na base. Modelos de linguagem apenas
preveem palavras baseados em padrões estatísticos.
Não pensam, não raciocinam. Décadas de neurociência
mostram que linguagem e pensamento são processos
separados no cérebro.
Você pode perder a fala e manter o raciocínio intacto. A
promessa de que aumentar o tamanho dos modelos
levará à superinteligência ignora que cognição humana
envolve muito mais que texto. Intuição, habilidades
físicas, compreensão social e outras coisas que não
cabem em palavras são também essenciais.
A OpenAI enfrenta processo pela morte de um
adolescente de 16 anos, que passou meses
conversando com ChatGPT antes de morrer por suicídio.
A empresa alega "uso inadequado" e diz que menores
não podem usar a ferramenta sem autorização dos pais.
É cruel ver uma empresa que promete superinteligência
admitir que o sistema não consegue identificar e prevenir
esse tipo de uso.
A família afirma que o chatbot forneceu instruções de
métodos suicidas, incentivou segredo e guiou os passos
finais. Segundo uma reportagem do New York Times, a
OpenAI diz ter recomendado ajuda 100 vezes, mas evita
reconhecer que priorizou crescimento da plataforma
sobre segurança.
A Character.AI, que enfrenta processos similares, tomou
medidas e bloqueou o acesso de menores de 18 anos,
que agora podem usar apenas o modo "Stories", com
narrativas guiadas em vez de conversas abertas.
Reconheceu que chatbots disponíveis 24 horas não são
adequados para adolescentes.
Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o
recado é que a tecnologia não funciona como está sendo
divulgada. Quem vivencia os bastidores fala menos sobre superinteligência iminente e mais sobre um
sistema frágil que confunde prever palavras com pensar.
(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/quem-treina-a-ia-nao-confia/.
Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
(__)O texto é uma reportagem e está estruturado com título, subtítulo (o qual cumpre uma de suas funções, a de ampliar o conteúdo do título) e corpo do texto, no qual o tema é apresentado e desenvolvido.
(__)Nota-se um distanciamento do autor, conferindo ao texto um tom mais impessoal. Entre outras características que promovem essa impessoalidade está a opção pelo uso da 3ª pessoa ao invés da 1ª.
(__)A introdução, localizada nos 1º e 2º parágrafos, situa o leitor a respeito do tema. O autor do texto escolheu, para introduzir o tema, problematizá-lo, mostrando dois vieses do treinamento das IAs: o dos conselhos dados pelos treinadores dos sistemas a familiares para não usarem as IAs; e o do modo como as empresas lidam com os relatórios entregues pelos treinadores.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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