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Foram encontradas 365 questões.

671995 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
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O Conselho Federal de Serviço Social (CFESS) publicou, no ano de 2010, os “Parâmetros para a Atuação de Assistentes Sociais na Saúde”, como produto do Grupo de Trabalho “Serviço Social na Saúde”, instituído pelo mesmo Conselho, em 2008. Esse documento, cuja versão também se encontra online, incorporou, nas suas discussões e sistematizações, as deliberações do 36º e 37º Encontro Nacional CFESS/CRESS e reforçou, também, a importância das visitas domiciliares como estratégia, instrumento e técnica de intervenção profissional dos assistentes sociais. Tais indicativos demarcam que as visitas domiciliares, sustentadas por um qualitativo conhecimento da realidade, só não podem ser consideradas:
 

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671983 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
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Leia o texto abaixo.
RECEITA DE BRIGADEIRO
Enunciado 671983-1
INGREDIENTES
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de margarina
7 colheres rasas das de sopa de achocolatado ou 4 colheres de sopa de chocolate
Chocolate granulado para fazer bolinhas
MODO DE PREPARO
1- Coloque em uma panela funda o leite condensado, a margarina e o chocolate em pó.
2- Cozinhe em fogo médio e mexa sem parar com uma colher de pau.
3- Cozinhe até que o brigadeiro comece a desgrudar da panela.
4- Deixe esfriar bem, então passe margarina nas mãos, faça as bolinhas e envolva-as em chocolate granulado.
5- As forminhas você encontra em qualquer supermercado.
Disponível em tudogostoso.com.br Acesso em 26 jun. 2015.
No Modo de Preparo, pede-se: “... faça as bolinhas e envolva-as no chocolate granulado”. Mantendo o mesmo sentido, o termo em destaque pode ser substituído por
 

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671780 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
A razão !$ \large{18 \over 25} !$ é, em porcentagem, igual a
 

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671774 Ano: 2014
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
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Criança com 3 anos de idade que apresenta dificuldade do fonema (C/r/V) (C/l/V) em grupo consonantal deve ser encaminhada para tratamento fonoaudiológico?
 

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671741 Ano: 2014
Disciplina: Radiologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
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As incidências oblíquas em PA, rotação interna e externa, denominadas métodos de Kuchendorf, são indicadas para melhor avaliação de
 

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671678 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
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Abaixo temos a representação dos bombons que uma mamãe possui. Ela dará quatro bombons para cada um de seus filhos. Se o número de bombons é exatamente o que ela precisa para a partilha, quantos filhos ela tem?
Enunciado 671678-1
 

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671634 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
Leia, com atenção, o texto a seguir para responder a questão.
Jogos de azar
O prometido é devido: será que organizar Copas do Mundo ou Jogos Olímpicos compensa economicamente? A resposta instintiva seria dizer sim: durante os jogos, há turistas nas cidades, a economia floresce – e o nome do país sobe aos píncaros. Quem, em juízo perfeito, não receberia uma Copa ou uns Jogos Olímpicos de braços abertos?
Curiosamente, muita gente. Andrew Zimbalist, de quem falei “en passant” na semana retrasada, escreveu “Circus Maximus” (Brookings, 174 págs.), um dos mais sérios e detalhados estudos econômicos sobre Copas do Mundo e Jogos Olímpicos.
Uma primeira conclusão: Copas e Olimpíadas são tão tentadoras que o número de países que se candidatam a tal honraria tem decrescido. Em 1997, existiam 12 candidatos para os Jogos Olímpicos de 2004. Atenas venceu. Em 2013, apenas 5 para os Jogos de 2020. Tóquio venceu. Como explicar a deserção?
Uma palavra: dinheiro. Tirando honrosas exceções (já vamos lá), o investimento em grandes circos desportivos é ruinoso no curto e no longo prazos.
No curto prazo, e tendo em conta que as receitas dos jogos emigram para a Fifa ou para o Comitê Olímpico Internacional (COI), um aumento de turismo “desportivo” não significa um aumento do turismo geral. Durante os jogos, explica Zimbalist, é comum que o turista normal adie a sua visita para momentos mais calmos. Ou, então, que escolha outros destinos (mais baratos e menos lotados).
Os turistas que entram nem sempre compensam os turistas que preferem não entrar. Em Pequim, durante os Jogos de 2008, o número de visitantes foi inferior ao registrado em 2007. O mesmo nos Jogos de Londres em 2012. (Eu, por acaso, estive na cidade durante o período e amaldiçoei a minha sorte.)
E, se assim é com aqueles que vêm de fora, o mesmo acontece com quem vive dentro: o número de chineses que saíram do país aumentou 12% durante os Jogos Olímpicos.
E sobre os turistas desportivos? Cautela: as previsões “ex ante” quase nunca conferem com os resultados “a posteriori”. O autor apresenta números. A África do Sul esperava 400 mil visitantes para a Copa de 2010; apareceram entre 40 mil a 220 mil. Pequim esperava igual cifra; foram 235 mil. E o Brasil?
Fato: o país esperava 600 mil e o Ministério do Turismo falou em 1 milhão. Porém, a associação brasileira de aviação reportou uma quebra de viagens para o país entre 11% e 15%. Algo não bate certo aqui.
E no longo prazo? Infelizmente, os resultados não são animadores. Andrew Zimbalist apresenta mais números para moderar as “expectativas”. Escolho três exemplos.
Os jogos promovem o país no mundo? Duvidoso. Em 2000, ano dos Jogos de Sydney, entraram 2,7 milhões de turistas. Em 2001, 2,6. Em 2002, 2,4. Em 2013, 2,3 – os efeitos de atração diluem-se no tempo.
Além disso, é preciso juntar à conta os custos de endividamento que permitiram construir estádios, piscinas etc. E que se estendem por duas ou mais gerações.
E por falar em estádios e outros equipamentos: o cenário é desolador. Olhemos para Pequim novamente: dos 22 equipamentos construídos para os Jogos, 21 apodrecem hoje ao sol – e com custos de manutenção exorbitantes. Isso significa que não há casos de sucesso? Claro que há. E até oferecem lições preciosas, conclui o autor.
A primeira lição é que nenhuma cidade ou país deve escolher organizar grandes torneios como modelo de desenvolvimento. Barcelona, que recebeu os Jogos Olímpicos em 1992, já tinha 27 dos 37 equipamentos exigidos pelo COI.
Motivo simples: a cidade, desde o fim da ditadura franquista (1975), começou um programa de revitalização urbana destinada a melhorar as condições de vida dos catalães (transportes, lazer, espaços verdes etc.). Os jogos foram apenas a consequência, e não a causa, da modernização de Barcelona.
Por outro lado, e como se viu em Los Angeles em 1984, é aconselhável não rastejar aos pés do COI: os equipamentos não têm de ser todos novos para um circo que dura três ou quatro semanas.
Se o COI (ou a Fifa) não entende isso, o número de economias desenvolvidas vai desaparecer das candidaturas. E o terreno ficará livre para regimes iliberais (como a Rússia) ou países em desenvolvimento, que deveriam usar os recursos disponíveis para fazerem o que Barcelona fez: nunca começar a casa pelo telhado.
(CASTRO, Cláudio de Moura. Jogos de Azar. Revista Veja. 11 de março de 2015.)
Em relação aos sinais de pontuação usados no texto, é correto afirmar, EXCETO
 

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671537 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
Leia o texto abaixo para responder a questão.
OTIMISMO X PESSIMISMO
Você já notou como algumas pessoas parecem felizes, não importa o que esteja acontecendo em suas vidas? Existe uma certa leveza na personalidade delas. Seus rostos, suas palavras e mesmo a sua maneira de andar parecem exalar um campo de energia brilhante.
Outras pessoas parecem predispostas a pensamentos tristes e negativos, em todas as situações. Se, num belo dia de verão você disser: "o dia está lindo, adoro esse tipo de clima". Elas imediatamente responderão que detestam calor. "Terrível, muito suor, não dá para trabalhar, difícil de se concentrar. Só serve para plantas tropicais". No dia seguinte chove. A srta. Positiva almoça com um amigo negativo. "Adoro chuva", diz ela. "Alivia o calor, você não acha?". O sr. Negativo resmunga: "Você está brincando? É ainda pior do que ontem. Só serve para os patos".
Irmãos podem crescer em uma mesma família, em um mesmo ambiente e, ainda assim, se tornarem pessoas completamente diferentes. Em algum ponto do caminho um deles escolhe ver a vida como se tudo fosse possível. O outro decide que a vida é um fardo, acha as outras pessoas detestáveis e não gosta do mundo.
Embora a "historinha" que vou contar seja uma ficção, ela ilustra bem o que estou querendo dizer, isto é, que a maneira de olhar as coisas governa nossa reação a elas. É uma história sobre dois menininhos, gêmeos idênticos, um deles otimista inveterado e o outro pessimista incorrigível. Bem, os pais estavam preocupados com isso, e levaram os meninos a um psicólogo infantil, que disse: "Acho que sei o que fazer. No próximo aniversário deles, deem ao pessimistazinho os melhores brinquedos que puderem comprar e ao otimista, um saco de esterco. Isso os colocará no mesmo plano".
E foi o que os pais fizeram. Colocaram os meninos em quartos separados com seus "presentes". Quando foram espiar no quarto do pessimista, viram o menino olhando com desânimo para seus lindos brinquedos e se queixando: "Não gosto dessa cor. Isso aqui provavelmente vai quebrar. Conheço um menino que tem uma calculadora melhor que essa". Os pais olharam um para o outro e soltaram um gemido.
Em seguida, atravessaram o corredor e deram uma olhada no quarto do otimista. Ele estava na maior alegria, atirando o esterco para o alto e dizendo: "vocês não me enganam! Onde existe tanto esterco assim, só pode haver um pônei por perto!". Esses dois tipos de personalidades são, geralmente, chamados de otimistas e pessimistas. Enquanto os primeiros tendem a ver o bem em tudo, os últimos veem o mal. Apesar de termos capacidade de ver, tanto o bem quanto o mal, a atenção dada a um deles costuma definir nossa experiência de vida.
O dicionário define pessimismo como uma doutrina ou crença de que o mundo é o pior possível. Que, na vida, há mais mal do que bem, além de dar ênfase ao lado escuro das coisas. Seu oposto, o otimismo, é definido como uma doutrina ou crença de que o mundo é o melhor possível. Que o bem sempre triunfa sobre o mal e que a tendência é ver as coisas sob uma ótica esperançosa e alegre, esperando os melhores resultados possíveis.
Ambas as realidades são subjetivas, pois não dizem respeito aos fatos, e sim às nossas atitudes. São formas de acreditar em nós mesmos e no mundo, que, ou nos limitam ou nos libertam. É importante considerar que temos um poder de escolha sobre nossas atitudes, e que essa escolha pode ou não colorir nossa percepção da vida. Poucos argumentariam que a escolha do otimismo tornaria nossa vida mais feliz. E o pessimista diria: "Se você não acreditar nem esperar o melhor, nunca terá decepções. Esperando o pior, não há nada a perder". Um dos problemas do pessimismo, entretanto, é a falta de direcionamento da vida rumo às metas alcançáveis, ou seja, o rumo subconsciente é em direção ao fracasso.
Ambas as realidades são subjetivas, pois não dizem respeito aos fatos, e sim às nossas atitudes. São formas de acreditar em nós mesmos e no mundo, que, ou nos limitam ou nos libertam. É importante considerar que temos um poder de escolha sobre nossas atitudes, e que essa escolha pode ou não colorir nossa percepção da vida. Poucos argumentariam que a escolha do otimismo tornaria nossa vida mais feliz. E o pessimista diria: "Se você não acreditar nem esperar o melhor, nunca terá decepções. Esperando o pior, não há nada a perder". Um dos problemas do pessimismo, entretanto, é a falta de direcionamento da vida rumo às metas alcançáveis, ou seja, o rumo subconsciente é em direção ao fracasso.
Não se pode subestimar o poder de nossa mente. Ao longo da história, a vontade humana vem superando obstáculos aparentemente intransponíveis. O pensamento positivo já provou, repetidas vezes, que quase tudo é possível, desde façanhas físicas, como escalar o Monte Everest, até casos documentados de salvamentos heroicos por pessoas normalmente muito frágeis.
Todos os grandes empreendimentos são liderados por pessoas otimistas. Sem otimismo, Magellan jamais poderia ter navegado ao redor do globo. Sem otimismo, Charles Lindbergh jamais teria atravessado o Atlântico num teco-teco, abrindo caminho para as viagens aéreas intercontinentais. E sem a crença de que as coisas podem melhorar, as reformas políticas ou sociais, em muitos países, jamais teriam acontecido.
Disponível em http://www.maisequilibrio.com.br/bem-estar/otimismo-x-pessimismo-7-1-6-102.html
Acesso em 10 jul. 2015. Adaptado.
Em relação aos aspectos discutidos no texto, é INCORRETO afirmar:
 

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671298 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
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O Exame Parasitológico de Fezes (EPF) tem como objetivo diagnosticar os parasitos intestinais, por meio da pesquisa das diferentes formas parasitárias que são eliminadas nas fezes. Observe a figura abaixo:
Enunciado 671298-1
As etapas A, B e C podem representar todos os métodos abaixo, EXCETO
 

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671266 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
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Leia o texto e responda a questão.
CULINÁRIA PARA CRIANÇA
Enunciado 671266-1
Todas as receitas devem ser preparadas com a ajuda de um adulto. Ele vai te ajudar a mexer com os utensílios mais perigosos, como facas e outros utensílios cortantes, além do fogão, que é um dos eletrodomésticos mais perigosos da cozinha. O adulto deverá estar sempre por perto na hora de preparar as receitas no fogo ou no forno. Preparar nosso próprio lanche é muito gostoso, mas a organização é muito importante para que nenhum acidente aconteça.
Disponível em http://www.supermercadosrena.com.br/ Acesso em 26 jun. 2015. Adaptado.
No trecho “Ele vai te ajudar a mexer...”, o pronome “ele” refere-se ao
 

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