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Foram encontradas 40 questões.

4286176 Ano: 2026
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Pedro Piauí-PI
A Lei nº 13.431/2017, que estabelece o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência, e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, Lei nº 8.069/1990) impõem obrigações de notificação compulsória a todos os profissionais de saúde que tomem conhecimento ou suspeitem de maus-tratos contra crianças e adolescentes. O ACS, ao realizar visita domiciliar, frequentemente é o primeiro profissional a identificar sinais de violência doméstica, negligência ou trabalho infantil. Em microárea de baixo IDH, com elevadas taxas de desemprego e concentração de famílias em situação de pobreza extrema, o ACS identificou uma criança de 7 anos com múltiplas equimoses em estágios diferentes de cicatrização no corpo, relatando quedas frequentes, e um adolescente de 15 anos trabalhando em atividade insalubre sem frequentar a escola. A conclusão tecnicamente adequada sobre as obrigações do ACS nesse contexto é:
 

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4286173 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Pedro Piauí-PI
O processo de ocupação do território que atualmente corresponde ao município de São Pedro do Piauí foi impulsionado pela atividade agrícola, atraindo habitantes de diferentes estados nordestinos, especialmente do Ceará, Pernambuco e Paraíba. Esses primeiros moradores dedicavam-se principalmente ao cultivo de:
 

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4286172 Ano: 2026
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Pedro Piauí-PI
A Resolução CNS nº 466/2012 estabelece as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos no Brasil, revogando a Resolução nº 196/1996. Dentre seus princípios, destaca-se o conceito de vulnerabilidade e a necessidade de proteção reforçada para grupos populacionais que apresentam maior suscetibilidade a danos decorrentes da pesquisa. No âmbito da biossegurança, a NR-32 do Ministério do Trabalho dispõe sobre a segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde, impondo obrigações relativas ao manejo de resíduos, uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e imunização dos trabalhadores. Um ACS que participa de uma pesquisa local sobre condições de vida das famílias de sua microárea e que, durante visitas domiciliares, manuseia resíduos hospitalares de um vizinho que realiza autoaplicação de insulina precisa conhecer os fundamentos dessas normas. O fundamento jurídico-técnico que sustenta a conduta correta do ACS nesse contexto é:
 

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4286171 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Pedro Piauí-PI
Um engenheiro está projetando uma estrutura metálica em forma de triângulo, onde será instalado um tirante para reforço. Esse tirante liga um vértice ao lado oposto, em um ponto específico que não é o ponto médio. Considere o triângulo ABC, com:

AB = 9 m, AC = 40 m e BC = 41 m.

Um ponto D está localizado sobre o lado BC. O engenheiro deseja instalar um tirante de A até D, de modo que esse comprimento seja o menor possível. Qual será o comprimento do menor tirante AD?
 

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4286170 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Pedro Piauí-PI
Em uma empresa, um bônus de R$ 120.000,00 será distribuído entre três funcionários de forma diretamente proporcional ao tempo de serviço e inversamente proporcional ao número de faltas no último ano.
Os dados são, respectivamente:
Tempo de serviço (em anos): 6, 8 e 12; Número de faltas: 3, 4 e 3

Quanto receberá o funcionário com maior tempo de serviço?
 

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4286169 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Pedro Piauí-PI
Em uma biblioteca escolar, a razão entre o número de livros de matemática e o número de livros de português é de 4/5 . Após a retirada de 8 livros de matemática e a adição de 10 livros de português, a nova razão passa a ser de 2/3 .

Quantos livros de matemática havia inicialmente na biblioteca?
 

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4286168 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Pedro Piauí-PI
Um confeiteiro possui três barras de chocolate com comprimentos de 90 cm, 120 cm e 150 cm. Ele deseja cortá-las em pedaços de mesmo tamanho, sendo esse tamanho o maior possível, sem que haja sobras. Quantos pedaços iguais ele obterá ao todo após os cortes?
 

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4286167 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Pedro Piauí-PI
Texto 1 - De volta à Lua, contemplamos uma Terra em risco
    Nasci em 1957, ano do Sputnik, primeiro satélite artificial lançado pela então União Soviética, dando início à corrida espacial.
   Cresci viajando para Ubatuba, quando quase tudo lá era mato. Conheci a maioria das praias de ônibus e a pé, por trilhas e pinguelas. Só em 1965 meus pais compraram o primeiro carro, um Fusca 1959.
   Foi em Ubatuba que vi, ou tentei ver, o pouso da Apollo 11 na Lua, nas férias de julho de 1969. A TV em branco e preto do vizinho era pequena e só chuvisco, e mais imaginei do que enxerguei quando Neil Armstrong deu o pequeno passo para um homem e um salto gigante para a humanidade. Meio às cegas, acreditei. Tornei-me entusiasta da ciência e da tecnologia, mas também amante da natureza, em contato com a Mata Atlântica que se atira da serra ao oceano.
   Queria ser astronauta, depois médico, biólogo —acabei jornalista. Entrei na Folha de São Paulo como redator em 1986, ano do cometa Halley e de duas tragédias, a do ônibus espacial Challenger e a da usina nuclear soviética Chernobyl.
   Escrever sobre ciência e tecnologia foi escolha natural, com foco em biologia. O ano de 1988 trouxe o assassinato do seringueiro Chico Mendes e manchetes no mundo todo sobre queimadas que podiam ser flagradas por satélites herdeiros do Sputnik.
   Aprendi com Antonio Donato Nobre que era balela a história de uma Amazônia pulmão verde da Terra. Mas, também, que o carbono nela estocado agravaria o efeito estufa se a destruição continuasse galopando e sua biomassa virasse fumaça.
 Gato escaldado, após 38 anos e quase 500 mil quilômetros quadrados de floresta derrubados, desacelerei a produção de reportagens sobre desmatamento e mudança climática. Ainda abordo o tema em colunas, mas já sem a ilusão de que eventos mastodônticos à moda da COP30 possam reverter a crise do clima.
   A humanidade, ou melhor, países e populações pobres enfrentam e enfrentarão tempos bicudos. Não posso deixar de pensar nisso ao ler notícias sobre o sobrevoo da Lua pela Artemis 2 e ao ver as lindas fotos que os astronautas enviam do céu.
  Espero que os tripulantes, incólumes, deem muitas palestras e sirvam de exemplos para crianças e jovens se entusiasmarem com ciência, como há 57 anos. Se as tecnologias dela derivadas estão a castigar o planeta, será também crucial investigação metódica responsável para tirarmos o pé do lodo climático.
   Faço minhas as palavras ressabiadas de Gilberto Gil em 1967, na canção "Lunik 9", sonda soviética que rondou a Lua: "Lá se foi [o homem] buscando a esperança que aqui já se foi / Nos jornais, manchetes, sensação, reportagens, fotos, conclusão:/ A Lua foi alcançada afinal, muito bem / Confesso que estou contente também".
Texto de Marcelo Leite (adaptado)12.abr.2026. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/2026/04/- acesso em 12 de abril de 2026. 
Nesse gênero textual, há uso recorrente do recurso discursivo de subjetividade. Essa subjetividade cumpre o efeito de sentido de
 

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4286166 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Pedro Piauí-PI
Texto 1 - De volta à Lua, contemplamos uma Terra em risco
    Nasci em 1957, ano do Sputnik, primeiro satélite artificial lançado pela então União Soviética, dando início à corrida espacial.
   Cresci viajando para Ubatuba, quando quase tudo lá era mato. Conheci a maioria das praias de ônibus e a pé, por trilhas e pinguelas. Só em 1965 meus pais compraram o primeiro carro, um Fusca 1959.
   Foi em Ubatuba que vi, ou tentei ver, o pouso da Apollo 11 na Lua, nas férias de julho de 1969. A TV em branco e preto do vizinho era pequena e só chuvisco, e mais imaginei do que enxerguei quando Neil Armstrong deu o pequeno passo para um homem e um salto gigante para a humanidade. Meio às cegas, acreditei. Tornei-me entusiasta da ciência e da tecnologia, mas também amante da natureza, em contato com a Mata Atlântica que se atira da serra ao oceano.
   Queria ser astronauta, depois médico, biólogo —acabei jornalista. Entrei na Folha de São Paulo como redator em 1986, ano do cometa Halley e de duas tragédias, a do ônibus espacial Challenger e a da usina nuclear soviética Chernobyl.
   Escrever sobre ciência e tecnologia foi escolha natural, com foco em biologia. O ano de 1988 trouxe o assassinato do seringueiro Chico Mendes e manchetes no mundo todo sobre queimadas que podiam ser flagradas por satélites herdeiros do Sputnik.
   Aprendi com Antonio Donato Nobre que era balela a história de uma Amazônia pulmão verde da Terra. Mas, também, que o carbono nela estocado agravaria o efeito estufa se a destruição continuasse galopando e sua biomassa virasse fumaça.
 Gato escaldado, após 38 anos e quase 500 mil quilômetros quadrados de floresta derrubados, desacelerei a produção de reportagens sobre desmatamento e mudança climática. Ainda abordo o tema em colunas, mas já sem a ilusão de que eventos mastodônticos à moda da COP30 possam reverter a crise do clima.
   A humanidade, ou melhor, países e populações pobres enfrentam e enfrentarão tempos bicudos. Não posso deixar de pensar nisso ao ler notícias sobre o sobrevoo da Lua pela Artemis 2 e ao ver as lindas fotos que os astronautas enviam do céu.
  Espero que os tripulantes, incólumes, deem muitas palestras e sirvam de exemplos para crianças e jovens se entusiasmarem com ciência, como há 57 anos. Se as tecnologias dela derivadas estão a castigar o planeta, será também crucial investigação metódica responsável para tirarmos o pé do lodo climático.
   Faço minhas as palavras ressabiadas de Gilberto Gil em 1967, na canção "Lunik 9", sonda soviética que rondou a Lua: "Lá se foi [o homem] buscando a esperança que aqui já se foi / Nos jornais, manchetes, sensação, reportagens, fotos, conclusão:/ A Lua foi alcançada afinal, muito bem / Confesso que estou contente também".
Texto de Marcelo Leite (adaptado)12.abr.2026. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/2026/04/- acesso em 12 de abril de 2026. 
Em qual das orações abaixo o sinal indicador de crase é empregado para ligar o termo de mesma função sintática que o desta oração: “De volta à Lua, contemplamos uma Terra em risco”?
 

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4286165 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Pedro Piauí-PI
Texto 1 - De volta à Lua, contemplamos uma Terra em risco
    Nasci em 1957, ano do Sputnik, primeiro satélite artificial lançado pela então União Soviética, dando início à corrida espacial.
   Cresci viajando para Ubatuba, quando quase tudo lá era mato. Conheci a maioria das praias de ônibus e a pé, por trilhas e pinguelas. Só em 1965 meus pais compraram o primeiro carro, um Fusca 1959.
   Foi em Ubatuba que vi, ou tentei ver, o pouso da Apollo 11 na Lua, nas férias de julho de 1969. A TV em branco e preto do vizinho era pequena e só chuvisco, e mais imaginei do que enxerguei quando Neil Armstrong deu o pequeno passo para um homem e um salto gigante para a humanidade. Meio às cegas, acreditei. Tornei-me entusiasta da ciência e da tecnologia, mas também amante da natureza, em contato com a Mata Atlântica que se atira da serra ao oceano.
   Queria ser astronauta, depois médico, biólogo —acabei jornalista. Entrei na Folha de São Paulo como redator em 1986, ano do cometa Halley e de duas tragédias, a do ônibus espacial Challenger e a da usina nuclear soviética Chernobyl.
   Escrever sobre ciência e tecnologia foi escolha natural, com foco em biologia. O ano de 1988 trouxe o assassinato do seringueiro Chico Mendes e manchetes no mundo todo sobre queimadas que podiam ser flagradas por satélites herdeiros do Sputnik.
   Aprendi com Antonio Donato Nobre que era balela a história de uma Amazônia pulmão verde da Terra. Mas, também, que o carbono nela estocado agravaria o efeito estufa se a destruição continuasse galopando e sua biomassa virasse fumaça.
 Gato escaldado, após 38 anos e quase 500 mil quilômetros quadrados de floresta derrubados, desacelerei a produção de reportagens sobre desmatamento e mudança climática. Ainda abordo o tema em colunas, mas já sem a ilusão de que eventos mastodônticos à moda da COP30 possam reverter a crise do clima.
   A humanidade, ou melhor, países e populações pobres enfrentam e enfrentarão tempos bicudos. Não posso deixar de pensar nisso ao ler notícias sobre o sobrevoo da Lua pela Artemis 2 e ao ver as lindas fotos que os astronautas enviam do céu.
  Espero que os tripulantes, incólumes, deem muitas palestras e sirvam de exemplos para crianças e jovens se entusiasmarem com ciência, como há 57 anos. Se as tecnologias dela derivadas estão a castigar o planeta, será também crucial investigação metódica responsável para tirarmos o pé do lodo climático.
   Faço minhas as palavras ressabiadas de Gilberto Gil em 1967, na canção "Lunik 9", sonda soviética que rondou a Lua: "Lá se foi [o homem] buscando a esperança que aqui já se foi / Nos jornais, manchetes, sensação, reportagens, fotos, conclusão:/ A Lua foi alcançada afinal, muito bem / Confesso que estou contente também".
Texto de Marcelo Leite (adaptado)12.abr.2026. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/2026/04/- acesso em 12 de abril de 2026. 
Todas as orações destacadas nas alternativas abaixo apresentam uma função sintática em relação à oração anterior, EXCETO:
 

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