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Foram encontradas 40 questões.

2797963 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Sabáudia-PR
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Uma pesquisa realizada em uma empresa constatou que 60% dos entrevistados gostam de matemática e 50% de literatura. Se 15% dos entrevistados gostam de matemática e literatura, então, qual a porcentagem de entrevistados que não gostam de nenhum dos dois?

 

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2797962 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Sabáudia-PR
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Dois amigos, Armando e Bobi, vão disputar uma sequência de jogos no vídeo game. Para sair vencedor, a regra é simples: basta vencer primeiro dois jogos consecutivos ou um total de três jogos.

Por exemplo:

-se Armando vence o primeiro e o segundo jogo, então Armando vence a sequência

ou

-se Armando vence o primeiro jogo; Bobi, o segundo jogo; Armando, o terceiro jogo; Bobi, o quarto jogo e Armando, o quinto jogo; então Armando vence a sequência.

Considerando que não haverá empates, podemos dizer que o número de modos distintos pelos quais o torneio pode se desenvolver até a final é:

 

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2797961 Ano: 2023
Disciplina: Auditoria
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Sabáudia-PR
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De acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC's), o objetivo da auditoria contábil é aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável. No caso da maioria das estruturas conceituais para fins gerais, essa opinião expressa se as demonstrações contábeis estão apresentadas adequadamente, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro. A auditoria conduzida em conformidade com as normas de auditoria e exigências éticas relevantes capacita o auditor a formar essa opinião. Neste contexto, em consonância com as NBC's, o auditor contábil deverá expressar uma opinião adversa, quando:

 

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2797960 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Sabáudia-PR
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O recupera o estilo dos poetas clássicos e apresenta uma visão mais racional do mundo, pautada em noções como o equilíbrio e sabedoria. Com a poesia como seu gênero mais cultivado, aborda o sentimento amoroso e a descrição da natureza em observância a preceitos do espírito clássico, como o e o .

Assinale a alternativa que completa os espaços, respectivamente, de forma CORRETA:

 

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2797959 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Sabáudia-PR
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Analise as orações a seguir:

I.Ela se especializou para que houvesse menas recusas de trabalho.

II.A carta anexa contém explicações de como tudo aconteceu.

III.Ele chegará por volta do meio-dia e meio.

IV.Não é permitida venda de bebidas neste local.

De acordo com a norma padrão da língua, há desvio na concordância nominal em:

 

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2797958 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Sabáudia-PR
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No que se refere à concordância verbal, assinale a alternativa que apresenta concordância inadequada:

 

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2797957 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Sabáudia-PR
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As orações coordenadas são orações independentes entre si. São classificadas em assindéticas e sindéticas. São orações coordenadas sindéticas aquelas em que o período composto é ligado por uma conjunção ou locução conjuntiva. Com base no exposto, assinale a alternativa em que há uma oração coordenada sindética adversativa.

 

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2797956 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Sabáudia-PR
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"As variações se configuram como recorte geográfico/regional, histórico, social e/ou situacional, não existindo aquela de maior ou menor prestígio, e sim a mais adequada ao local/contexto de utilização."

(Joelson Menezes de Vasconcelos. A variação linguística no contexto escolar. Disponível em: 21 aavaariacaolnngusicca-no-conntexto-esscoolr) /22/21/a-variacao-linguistica-no-contexto-escolar)

São as variações relacionadas ao espaço geográfico em que estão inseridas. Como o Brasil é um país de dimensão continental, esse tipo de variação linguística é extremamente comum, e tange muito as diferenças de falas entre as regiões. As variações diatópicas podem ser tanto vocabular (o significado que as palavras trazem) quanto sintática.

A mandioca é um grande exemplo de variação vocabular, já que existem muitas palavras que a nomeiam. Dependendo da região do país, a mandioca torna-se macaxeira ou aipim.

Adaptado de: https://guiadoestudante.abril.com.br/

A descrição acima refere-se às:

 

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2797955 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Sabáudia-PR
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A pele nova da mulher velha

Em tempos muito antigos, contam os avós Nambikwara, havia uma mulher muito velha. Alguns até diziam que ela chegava a ter mais de 165 anos de idade. Por ser assim tão velha, todo mundo havia se afastado dela. Dessa forma, a mulher vivia sozinha numa casa que ela mesma construiu usando a força de seus braços.

Um dia, a mulher dormiu na sua sixsú e teve um sonho que a encheu de alegria e de vontade de viver: sonhou que havia voltado a ser nova. Em seu sonho ela estava lindíssima, toda enfeitada com colares, pulseiras, brincos; estava pintada com as cores do urucum e do jenipapo; até mesmo um cocar ela usava.

Apenas uma coisa a deixava um pouco triste: ela não conseguia encontrar penas para fazer cocar.

Quando ela acordou, continuou achando que o sonho tinha sido uma mensagem que havia recebido do mundo dos espíritos e que ela podia voltar novamente a virar mocinha. Mas tinha o problema das penas. Como encontrá-las?

Foi então que ela descobriu que um rapaz de uma outra aldeia viria passar a noite em sua casa. Imaginou, assim, que seus problemas haviam sido resolvidos: ela pediria ao rapaz que fosse encontrar penas do pássaro tucano para si. E assim o fez.

Aquele rapaz, que também não gostava dela e sentia um certo receio da velha, não quis contrariá-la e foi para a mata atrás do pássaro.

Durante dois dias o jovem procurou, procurou, procurou até encontrar o que lhe havia sido pedido. Flechou a ave e retornou à aldeia. A mulher, quando viu o moço chegando, deu pulos de alegria e ficou muito feliz. Ficou tão emocionada e contente que fez um monte de enfeites. Colocou-os todos e pintou-se com as tintas da floresta e foi ao rio banhar-se. Quando saiu dali tirou sua pele velha como se fosse roupa! Voltou a ter apenas catorze anos de idade! Estava nova de novo! E muito bonita, também. estava tão bonita e elegante que pensou:

"Agora posso até arrumar alguém para namorar! Nova desse jeito ninguém vai mais me recusar!"

Pensando assim, saiu do rio e pendurou sua pele antiga sobre o galho de uma árvore. Estava tão cheia de si, orgulhosa com sua nova condição, que nem se deu conta de um grupo de meninos que por ela passou em direção ao rio. Quando lembrou, gritou de onde estava:

- Olhem aqui, meninos. Não vão mexer na roupa que eu deixei pendurada no galho da árvore. Pode ser muito perigosa para vocês!

As crianças, porém não deram a mínima para o que aquela menina havia dito e, ao chegarem à beira do rio, viram aquela estranha peça pendurada. Não tiveram dúvidas: pensando que era um bicho ou algo assim, passaram a flechar a pele da velha. Eles flechavam e riam a valer. Fizeram tanto furo na pele que quase não sobrou nada.

A menina - que era a velha remoçada - desconfiou de tanta zombaria que foi ver o que estava acontecendo. Quando lá chegou, ficou desesperada com a desgraça que os meninos haviam feito em sua pele. Seu desespero foi tamanho que jurou a todos eles:

- Vocês fizeram algo muito ruim para mim. Por causa disso, todos vocês irão ficar velhinhos como eu e também irão morrer! E assim aconteceu.

A mulher, sem mais chance de permanecer jovem, vestiu a pele toda furada e também ela morreu.

Vendo o que havia acontecido, ninguém quis ficar perto dela. Todos fugiram. Somente um ser da floresta ficou tomando conta do corpo da velha. Este ser foi a cobra, que por seu gesto bondoso, recebeu o dom de mudar de pele sempre que as estações do ano mudam.

Nambikwara - Povo que habita o noroeste do estado do Mato Grosso e o sul de Rondônia. Pertence a uma família linguística isolada, não filiada a nenhum tronco. É falante de três línguas distintas entre si e diversos dialetos. Vive de caça, pesca e coleta.

Sixsú - Casa.

Daniel Munduruku. Contos indígenas brasileiros. 2. ed. - São Paulo : Global, 2005

"[...]Por ser assim tão velha, todo mundo havia se afastado dela.[...]". Sobre o termo em destaque, é CORRETO afirmar que:

 

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2797954 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Sabáudia-PR
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A pele nova da mulher velha

Em tempos muito antigos, contam os avós Nambikwara, havia uma mulher muito velha. Alguns até diziam que ela chegava a ter mais de 165 anos de idade. Por ser assim tão velha, todo mundo havia se afastado dela. Dessa forma, a mulher vivia sozinha numa casa que ela mesma construiu usando a força de seus braços.

Um dia, a mulher dormiu na sua sixsú e teve um sonho que a encheu de alegria e de vontade de viver: sonhou que havia voltado a ser nova. Em seu sonho ela estava lindíssima, toda enfeitada com colares, pulseiras, brincos; estava pintada com as cores do urucum e do jenipapo; até mesmo um cocar ela usava.

Apenas uma coisa a deixava um pouco triste: ela não conseguia encontrar penas para fazer cocar.

Quando ela acordou, continuou achando que o sonho tinha sido uma mensagem que havia recebido do mundo dos espíritos e que ela podia voltar novamente a virar mocinha. Mas tinha o problema das penas. Como encontrá-las?

Foi então que ela descobriu que um rapaz de uma outra aldeia viria passar a noite em sua casa. Imaginou, assim, que seus problemas haviam sido resolvidos: ela pediria ao rapaz que fosse encontrar penas do pássaro tucano para si. E assim o fez.

Aquele rapaz, que também não gostava dela e sentia um certo receio da velha, não quis contrariá-la e foi para a mata atrás do pássaro.

Durante dois dias o jovem procurou, procurou, procurou até encontrar o que lhe havia sido pedido. Flechou a ave e retornou à aldeia. A mulher, quando viu o moço chegando, deu pulos de alegria e ficou muito feliz. Ficou tão emocionada e contente que fez um monte de enfeites. Colocou-os todos e pintou-se com as tintas da floresta e foi ao rio banhar-se. Quando saiu dali tirou sua pele velha como se fosse roupa! Voltou a ter apenas catorze anos de idade! Estava nova de novo! E muito bonita, também. estava tão bonita e elegante que pensou:

"Agora posso até arrumar alguém para namorar! Nova desse jeito ninguém vai mais me recusar!"

Pensando assim, saiu do rio e pendurou sua pele antiga sobre o galho de uma árvore. Estava tão cheia de si, orgulhosa com sua nova condição, que nem se deu conta de um grupo de meninos que por ela passou em direção ao rio. Quando lembrou, gritou de onde estava:

- Olhem aqui, meninos. Não vão mexer na roupa que eu deixei pendurada no galho da árvore. Pode ser muito perigosa para vocês!

As crianças, porém não deram a mínima para o que aquela menina havia dito e, ao chegarem à beira do rio, viram aquela estranha peça pendurada. Não tiveram dúvidas: pensando que era um bicho ou algo assim, passaram a flechar a pele da velha. Eles flechavam e riam a valer. Fizeram tanto furo na pele que quase não sobrou nada.

A menina - que era a velha remoçada - desconfiou de tanta zombaria que foi ver o que estava acontecendo. Quando lá chegou, ficou desesperada com a desgraça que os meninos haviam feito em sua pele. Seu desespero foi tamanho que jurou a todos eles:

- Vocês fizeram algo muito ruim para mim. Por causa disso, todos vocês irão ficar velhinhos como eu e também irão morrer! E assim aconteceu.

A mulher, sem mais chance de permanecer jovem, vestiu a pele toda furada e também ela morreu.

Vendo o que havia acontecido, ninguém quis ficar perto dela. Todos fugiram. Somente um ser da floresta ficou tomando conta do corpo da velha. Este ser foi a cobra, que por seu gesto bondoso, recebeu o dom de mudar de pele sempre que as estações do ano mudam.

Nambikwara - Povo que habita o noroeste do estado do Mato Grosso e o sul de Rondônia. Pertence a uma família linguística isolada, não filiada a nenhum tronco. É falante de três línguas distintas entre si e diversos dialetos. Vive de caça, pesca e coleta.

Sixsú - Casa.

Daniel Munduruku. Contos indígenas brasileiros. 2. ed. - São Paulo : Global, 2005

O texto pertence ao gênero conto. Sobre esse gênero, NÃO é correto afirmar que:

 

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