Foram encontradas 70 questões.
Quando retirei a faca da mala de roupas, embrulhada em um
pedaço de tecido antigo e encardido, com nódoas escuras e um nó
no meio, tinha pouco mais de sete anos. Minha irmã, Belonísia, que
estava comigo, era mais nova um ano. Pouco antes daquele
evento, estávamos no terreiro da casa antiga, brincando com
bonecas feitas de espigas de milho colhidas na semana anterior.
Aproveitávamos as palhas que já amarelavam para vestir feito
roupas nos sabugos. Falávamos que as bonecas eram nossas filhas,
filhas de Bibiana e Belonísia. Ao percebermos nossa avó se afastar
da casa pela lateral do terreiro, nos olhamos em sinal de que o
terreno estava livre, para em seguida dizer que era a hora de
descobrir o que Donana escondia na mala de couro, em meio às
roupas surradas com cheiro de gordura rançosa. Donana notava
que crescíamos e, curiosas, invadíamos seu quarto para perguntar
sobre as conversas que escutávamos e sobre as coisas de que nada
sabíamos, como os objetos no interior de sua mala. A todo instante
éramos repreendidas por nosso pai ou nossa mãe. Minha avó, em
particular, só precisava nos olhar com firmeza para sentirmos a
pele arrepiar e arder, como se tivéssemos nos aproximando de uma
fogueira.
VIEIRA JUNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019. p. 13
No fragmento inicial do romance Torto arado, a construção literária da memória da infância apoia-se, entre outros recursos, na alternância entre formas verbais do pretérito.
Esse recurso contribui para a organização da narrativa ao
No fragmento inicial do romance Torto arado, a construção literária da memória da infância apoia-se, entre outros recursos, na alternância entre formas verbais do pretérito.
Esse recurso contribui para a organização da narrativa ao
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia a tirinha a seguir.

Na fala do menino no último quadrinho, o efeito de humor e de ironia indireta é produzido porque a personagem
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Construir sociedades mais pacíficas, justas e sustentáveis começa
pela educação. Ela influencia todos os aspectos da vida cotidiana e
nossas perspectivas futuras, ao mesmo tempo em que é impactada
pela saúde e pelo meio ambiente. No cenário global de
agravamento da mudança climática, retrocessos democráticos,
desigualdades persistentes, aumento da discriminação, discurso de
ódio, violência e conflitos, a educação pode ser uma ferramenta
para enfrentar e prevenir esses problemas. E pode também
constituir um investimento a longo prazo com rendimentos
crescentes, se for concebido e implementado de forma eficaz.
https://www.unesco.org/pt/global-citizenship-peace-education/
Na construção argumentativa do texto, o emprego de “pode” e da oração “se for concebido e implementado de forma eficaz” contribui para apresentar a educação como
Na construção argumentativa do texto, o emprego de “pode” e da oração “se for concebido e implementado de forma eficaz” contribui para apresentar a educação como
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Gêneros Jornalísticos
- Notícia
- Teorias da Comunicação
- Gênero Informativo e Opinativo
- Representação Social
A alfabetização midiática e informacional é a capacidade mais
específica de entender a linguagem e as convenções das notícias
como um gênero e reconhecer como esses recursos podem ser
explorados por alguém mal-intencionado. (...) Por isso, a AMI
também precisa prestar atenção para conscientizar as pessoas
sobre como elas respondem a conteúdos de notícias, e suas
predisposições para darem credibilidade ou não à informação,
independente de parecerem notícias ou não. Portanto, a AMI deve,
em sua essência, dar aos indivíduos uma visão de sua própria
identidade – quem são e quem estão se tornando, e como isso
afeta seu engajamento com notícias e outros tipos de
comunicação.
https://www.unesco.org/pt/articles/jornalismo-fake-news-desinformacao
A concepção de alfabetização midiática e informacional (AMI) apresentada no texto compreende que o enfrentamento da desinformação requer
A concepção de alfabetização midiática e informacional (AMI) apresentada no texto compreende que o enfrentamento da desinformação requer
Provas
Questão presente nas seguintes provas
POR QUE O GENTÍLICO DE SALVADOR É SOTEROPOLITANO E NÃO
ALGO COMO “SALVADORENSE”?
Entenda a origem do gentílico cunhado no século 19
Soteros significa “salvador” em grego. O sufixo “politano” deriva de polis, que é “cidade”. Não se sabe por que optou-se pelo gentílico helênico em vez do intuitivo “salvadorense”. Segundo Deonísio da Silva, autor do livro De Onde Vêm as Palavras, não há outra explicação que não seja “esnobação erudita”. “Soteropolitano” foi cunhado em 1817, pelo padre e geógrafo português Manuel Aires de Casal. A palavra apareceu pela primeira vez no livro Corografia Brasílica. Também é comum que algumas cidades tenham dois gentílicos: um formado naturalmente, pelo uso diário, e outro artificialmente, com palavras derivadas do grego ou do latim. É o caso do “ludovicense”, que designa quem nasceu em São Luís, no Maranhão. O termo deriva do latim Ludovicus, que posteriormente deu origem ao aportuguesado “Luís”. No entanto, o gentílico “são-luisense” também é aceito. Em alguns casos, a forma erudita é a mais usual. Você nunca ouviu falar de nenhum “rio-de-janeirense”. “Fluminense”, o gentílico para quem nasceu no estado do Rio de Janeiro, é latim puro. Flumen significa “rio” em latim – uma referência geograficamente imprecisa para a Baía da Guanabara. Vale lembrar que o termo “salvadorense” é o gentílico de quem nasceu em Salvador das Missões, no Rio Grande do Sul. E “sãoluizense”, o de São Luiz Gonzaga, no mesmo estado. https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/por-que-o-gentilico-de-salvador-esoteropolitano-e-nao-algo-como-salvadorense/
Ao comparar gentílicos como “soteropolitano”, “salvadorense”, “ludovicense” e “são-luisense”, o texto evidencia que a formação do léxico da língua portuguesa
Entenda a origem do gentílico cunhado no século 19
Soteros significa “salvador” em grego. O sufixo “politano” deriva de polis, que é “cidade”. Não se sabe por que optou-se pelo gentílico helênico em vez do intuitivo “salvadorense”. Segundo Deonísio da Silva, autor do livro De Onde Vêm as Palavras, não há outra explicação que não seja “esnobação erudita”. “Soteropolitano” foi cunhado em 1817, pelo padre e geógrafo português Manuel Aires de Casal. A palavra apareceu pela primeira vez no livro Corografia Brasílica. Também é comum que algumas cidades tenham dois gentílicos: um formado naturalmente, pelo uso diário, e outro artificialmente, com palavras derivadas do grego ou do latim. É o caso do “ludovicense”, que designa quem nasceu em São Luís, no Maranhão. O termo deriva do latim Ludovicus, que posteriormente deu origem ao aportuguesado “Luís”. No entanto, o gentílico “são-luisense” também é aceito. Em alguns casos, a forma erudita é a mais usual. Você nunca ouviu falar de nenhum “rio-de-janeirense”. “Fluminense”, o gentílico para quem nasceu no estado do Rio de Janeiro, é latim puro. Flumen significa “rio” em latim – uma referência geograficamente imprecisa para a Baía da Guanabara. Vale lembrar que o termo “salvadorense” é o gentílico de quem nasceu em Salvador das Missões, no Rio Grande do Sul. E “sãoluizense”, o de São Luiz Gonzaga, no mesmo estado. https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/por-que-o-gentilico-de-salvador-esoteropolitano-e-nao-algo-como-salvadorense/
Ao comparar gentílicos como “soteropolitano”, “salvadorense”, “ludovicense” e “são-luisense”, o texto evidencia que a formação do léxico da língua portuguesa
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4285841
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA
Provas:
Leia o trecho da canção “Tempo Rei”, de Gilberto Gil: Não me iludo
Tudo permanecerá do jeito
Que tem sido
Transcorrendo
Transformando
Tempo e espaço navegando todos os sentidos
(...)
Pensamento
Mesmo o fundamento singular do ser humano
De um momento para o outro
Poderá não mais fundar nem gregos, nem baianos
Mães zelosas
Pais corujas
Vejam como as águas de repente ficam sujas
Não se iludam
Não me iludo
Tudo agora mesmo pode estar por um segundo
Tempo rei, ó, tempo rei, ó, tempo rei
Transformai as velhas formas do viver
Ensinai-me, ó, Pai, o que eu ainda não sei
Mãe Senhora do Perpétuo, socorrei
https://www.letras.mus.br/gilberto-gil/46247/ acesso em 14.8.26
https://www.letras.mus.br/gilberto-gil/46247/ acesso em 14.8.26
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Viva o povo brasileiro”, exuberante e complexa metáfora da
formação de nossa identidade nacional, é obra monumental que já
nasceu clássica, instaurando novo olhar ficcional sobre o passado
do Brasil. A violência física e simbólica, os abismos sociais e os
privilégios que os acentuam, a constituição de uma elite autoritária
são encenados ao longo desta narrativa polifônica e lírica, muitas
vezes irônica, que cobre quatrocentos anos de história. Poucas
obras atingiram esse mesmo nível de complexidade, e
pouquíssimas alcançaram êxito semelhante ao de “Viva o povo
brasileiro”.
“Viva o povo brasileiro”, obra de João Ubaldo Ribeiro, vencedor do
prêmio Jabuti, em 1984, é um dos mais importantes romances
surgidos na literatura brasileira no século XX.
https://www.revistaprosaversoearte.com/joao-ubaldo-ribeiro-viva-o-povobrasileiro/
De acordo com o texto, a importância, para a literatura brasileira, da obra Viva o povo brasileiro do escritor baiano João Ubaldo Ribeiro está relacionada à capacidade do romance de
De acordo com o texto, a importância, para a literatura brasileira, da obra Viva o povo brasileiro do escritor baiano João Ubaldo Ribeiro está relacionada à capacidade do romance de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A ODISSEIA
16 de julho de 2026 No cinema | 2h 53min | Ação, Fantasia
Direção: Christopher Nolan |Roteiro Christopher Nolan
Elenco: Matt Damon, Tom Holland, Anne Hathaway Título original The Odyssey
Sinopse Não recomendado para menores de 14 anos Uma das histórias mais antigas da literatura ocidental ganha uma adaptação cinematográfica pelas mãos do cineasta Christopher Nolan. A Odisseia é um poema épico atribuído a Homero que acompanha as aventuras do herói grego Odisseu (Matt Damon) em sua volta para casa após a Guerra de Tróia. O guerreiro enfrenta criaturas míticas e deuses em sua jornada épica de retorno onde sua esposa Penélope (Anne Hathaway) o aguarda. O rei de Ítaca descreve sua trajetória esbarrando com seres como o Ciclope Polifemo, as sereias e a feiticeira/deusa Circe. https://www.adorocinema.com/filmes/filme-1000013045/
Considerando a organização das informações sobre o filme “A Odisseia”, a ficha técnica e a sinopse apresentam, respectivamente,
Sinopse Não recomendado para menores de 14 anos Uma das histórias mais antigas da literatura ocidental ganha uma adaptação cinematográfica pelas mãos do cineasta Christopher Nolan. A Odisseia é um poema épico atribuído a Homero que acompanha as aventuras do herói grego Odisseu (Matt Damon) em sua volta para casa após a Guerra de Tróia. O guerreiro enfrenta criaturas míticas e deuses em sua jornada épica de retorno onde sua esposa Penélope (Anne Hathaway) o aguarda. O rei de Ítaca descreve sua trajetória esbarrando com seres como o Ciclope Polifemo, as sereias e a feiticeira/deusa Circe. https://www.adorocinema.com/filmes/filme-1000013045/
Considerando a organização das informações sobre o filme “A Odisseia”, a ficha técnica e a sinopse apresentam, respectivamente,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Tecnologias Educacionais
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
CAÇADORES DE FAKE NEWS: UM LIVRO DIGITAL CRIADO PELOS
ESTUDANTES
Desenvolvido em uma escola estadual de Pinhal da Serra (RS), o projeto envolveu estudantes na produção colaborativa de um livro digital, com uso da plataforma Book Creator, sobre fake news e desinformação. Ao longo da atividade, os alunos pesquisaram o tema, analisaram informações, verificaram fontes e discutiram o uso responsável das mídias digitais. Como produto final, elaboraram orientações para ajudar outras pessoas a identificar e evitar a desinformação. Adaptado de https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/educacaomidiatica/mapa/todas-as-fichas/cacadores-de-fake-news
A experiência relatada caracteriza uma prática de educação midiática porque os estudantes foram orientados a
Desenvolvido em uma escola estadual de Pinhal da Serra (RS), o projeto envolveu estudantes na produção colaborativa de um livro digital, com uso da plataforma Book Creator, sobre fake news e desinformação. Ao longo da atividade, os alunos pesquisaram o tema, analisaram informações, verificaram fontes e discutiram o uso responsável das mídias digitais. Como produto final, elaboraram orientações para ajudar outras pessoas a identificar e evitar a desinformação. Adaptado de https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/educacaomidiatica/mapa/todas-as-fichas/cacadores-de-fake-news
A experiência relatada caracteriza uma prática de educação midiática porque os estudantes foram orientados a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
'Carinho, consentimento e camisinha': Prefeitura de Salvador lança campanha bem-humorada e incentiva 'conchinha' durante frente fria
No Instagram, a gestão municipal orienta também a proteção nas relações íntimas

No comunicado, a expressão “Se o clima esquentar” participa da construção do humor porque
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container