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Foram encontradas 40 questões.

Sobre os graus de relações disciplinares, analisar os itens abaixo:

I. A multidisciplinaridade é a organização de conteúdos menos tradicional, os conteúdos são apresentados por matérias dependentes umas das outras.

II. A interdisciplinaridade é a interação entre duas ou mais disciplinas, que pode ir desde a simples comunicação de ideias até a integração recíproca dos conceitos fundamentais e da teoria do conhecimento, da metodologia e dos dados da pesquisa.

III. A transdisciplinaridade é o grau mínimo de relações entre as disciplinas, daí que supõe uma integração não global dentro de um sistema totalizador.

Está(ão) CORRETO(S):

 

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Considerando-se as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:

O sucesso das políticas públicas de Estado, institucionais e pedagógicas, visando reparações, reconhecimento e valorização da identidade, da cultura e da história dos negros brasileiros, depende necessariamente de condições físicas, materiais, intelectuais e afetivas favoráveis para ; em outras palavras, todos os alunos negros e não negros, bem como seus professores, precisam sentir-se valorizados e apoiados.

 

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Considerando-se a concordância nominal, analisar os itens abaixo:

I. Eles estudaram bastante para o exame.

II. Eles comeram bastantes.

III. Há bastantes motivos para a suspensão da atividade.

IV. Bastante pessoas reclamaram da medida adotada.

Estão CORRETOS:

 

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A respeito da oração “O árbitro marcou a falta, mas também penalizou o jogador do outro time.”, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(_) A palavra “árbitro” é acentuada porque todas as paroxítonas são acentuadas.

(_) O “mas também” indica uma oração coordenada assindética.

 

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As alternativas abaixo apresentam o uso correto do termo “na medida em que”, EXCETO:

 

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Em relação à concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA:

 

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Pólen de 250 milhões de anos revela “protetor solar” préhistórico relacionado à extinção em massa

Uma amostra de pólen preservada por 250 milhões de anos em rochas recuperadas no Tibete revelou uma possível relação entre de radiação ultravioleta e o processo de extinção em massa ocorrida no final do Período Permiano, cerca de 252 milhões de anos. A pesquisa, conduzida por pesquisadores do Reino Unido, China e Alemanha, e publicada na revista Science Advances, encontrou compostos vegetais na amostra que funcionavam no pólen como proteção contra os raios UVB, tal qual filtros solares pré-históricos.

O alto índice de compostos fenólicos nos grãos de pólen recuperados se deu por conta das intensas atividades vulcânicas ocorridas na região da Sibéria durante o período, que provocaram o mais severo entre os cinco episódios de extinção em massa já ocorridos no planeta. As erupções liberaram uma enorme quantidade de carbono na atmosfera, que provocou um processo de aquecimento global, levando ao colapso da camada de ozônio que protege o planeta dos raios solares, e precipitando o desaparecimento de cerca de 80% das espécies terrestres e marinhas da Terra.

“O vulcanismo em uma escala tão cataclísmica afeta todos os aspectos do sistema terrestre, desde mudanças químicas diretas na atmosfera, passando por mudanças nas taxas de sequestro de carbono, até a redução do volume de fontes de alimentos nutritivos disponíveis para os animais”, afirmou Wes Fraser, pesquisador da Oxford Brookes University e coautor do estudo. É justamente a descoberta recorrente de e pólens deformados por compostos que funcionavam como filtros contra a abundância de radiação UVB que comprova a descoberta desse aquecimento global pré-histórico.

“As plantas precisam de luz solar para a fotossíntese, mas também precisam proteger a si mesmas e, principalmente, seu pólen contra os efeitos nocivos da radiação UVB”, explicou Barry Lomax, professor da Universidade de Nottingham e coautor do estudo. “Para fazer isso, as plantas carregam as paredes externas dos grãos de pólen com compostos que funcionam como filtro solar para proteger as células vulneráveis e garantir uma reprodução bem-sucedida”, concluiu.

(Fonte: Hypeness - adaptado.)

Considerando-se o texto, analisar os itens abaixo:

I. As intensas atividades vulcânicas ocorridas na região da Sibéria destruíram qualquer grão de pólen.

II. As plantas precisam se proteger, assim como proteger seu pólen contra os efeitos nocivos da radiação UVB.

 

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Pólen de 250 milhões de anos revela “protetor solar” préhistórico relacionado à extinção em massa

Uma amostra de pólen preservada por 250 milhões de anos em rochas recuperadas no Tibete revelou uma possível relação entre de radiação ultravioleta e o processo de extinção em massa ocorrida no final do Período Permiano, cerca de 252 milhões de anos. A pesquisa, conduzida por pesquisadores do Reino Unido, China e Alemanha, e publicada na revista Science Advances, encontrou compostos vegetais na amostra que funcionavam no pólen como proteção contra os raios UVB, tal qual filtros solares pré-históricos.

O alto índice de compostos fenólicos nos grãos de pólen recuperados se deu por conta das intensas atividades vulcânicas ocorridas na região da Sibéria durante o período, que provocaram o mais severo entre os cinco episódios de extinção em massa já ocorridos no planeta. As erupções liberaram uma enorme quantidade de carbono na atmosfera, que provocou um processo de aquecimento global, levando ao colapso da camada de ozônio que protege o planeta dos raios solares, e precipitando o desaparecimento de cerca de 80% das espécies terrestres e marinhas da Terra.

“O vulcanismo em uma escala tão cataclísmica afeta todos os aspectos do sistema terrestre, desde mudanças químicas diretas na atmosfera, passando por mudanças nas taxas de sequestro de carbono, até a redução do volume de fontes de alimentos nutritivos disponíveis para os animais”, afirmou Wes Fraser, pesquisador da Oxford Brookes University e coautor do estudo. É justamente a descoberta recorrente de e pólens deformados por compostos que funcionavam como filtros contra a abundância de radiação UVB que comprova a descoberta desse aquecimento global pré-histórico.

“As plantas precisam de luz solar para a fotossíntese, mas também precisam proteger a si mesmas e, principalmente, seu pólen contra os efeitos nocivos da radiação UVB”, explicou Barry Lomax, professor da Universidade de Nottingham e coautor do estudo. “Para fazer isso, as plantas carregam as paredes externas dos grãos de pólen com compostos que funcionam como filtro solar para proteger as células vulneráveis e garantir uma reprodução bem-sucedida”, concluiu.

(Fonte: Hypeness - adaptado.)

No trecho “As plantas precisam de luz solar para a fotossíntese, mas também precisam proteger a si mesmas e, principalmente, seu pólen contra os efeitos nocivos da radiação UVB.”, os termos sublinhados poderiam ser substituídos, sem prejuízo de sentido, por:

 

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Pólen de 250 milhões de anos revela “protetor solar” préhistórico relacionado à extinção em massa

Uma amostra de pólen preservada por 250 milhões de anos em rochas recuperadas no Tibete revelou uma possível relação entre de radiação ultravioleta e o processo de extinção em massa ocorrida no final do Período Permiano, cerca de 252 milhões de anos. A pesquisa, conduzida por pesquisadores do Reino Unido, China e Alemanha, e publicada na revista Science Advances, encontrou compostos vegetais na amostra que funcionavam no pólen como proteção contra os raios UVB, tal qual filtros solares pré-históricos.

O alto índice de compostos fenólicos nos grãos de pólen recuperados se deu por conta das intensas atividades vulcânicas ocorridas na região da Sibéria durante o período, que provocaram o mais severo entre os cinco episódios de extinção em massa já ocorridos no planeta. As erupções liberaram uma enorme quantidade de carbono na atmosfera, que provocou um processo de aquecimento global, levando ao colapso da camada de ozônio que protege o planeta dos raios solares, e precipitando o desaparecimento de cerca de 80% das espécies terrestres e marinhas da Terra.

“O vulcanismo em uma escala tão cataclísmica afeta todos os aspectos do sistema terrestre, desde mudanças químicas diretas na atmosfera, passando por mudanças nas taxas de sequestro de carbono, até a redução do volume de fontes de alimentos nutritivos disponíveis para os animais”, afirmou Wes Fraser, pesquisador da Oxford Brookes University e coautor do estudo. É justamente a descoberta recorrente de e pólens deformados por compostos que funcionavam como filtros contra a abundância de radiação UVB que comprova a descoberta desse aquecimento global pré-histórico.

“As plantas precisam de luz solar para a fotossíntese, mas também precisam proteger a si mesmas e, principalmente, seu pólen contra os efeitos nocivos da radiação UVB”, explicou Barry Lomax, professor da Universidade de Nottingham e coautor do estudo. “Para fazer isso, as plantas carregam as paredes externas dos grãos de pólen com compostos que funcionam como filtro solar para proteger as células vulneráveis e garantir uma reprodução bem-sucedida”, concluiu.

(Fonte: Hypeness - adaptado.)

O sujeito da frase “As erupções liberaram uma enorme quantidade de carbono na atmosfera (...)” é classificado como:

 

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Pólen de 250 milhões de anos revela “protetor solar” préhistórico relacionado à extinção em massa

Uma amostra de pólen preservada por 250 milhões de anos em rochas recuperadas no Tibete revelou uma possível relação entre de radiação ultravioleta e o processo de extinção em massa ocorrida no final do Período Permiano, cerca de 252 milhões de anos. A pesquisa, conduzida por pesquisadores do Reino Unido, China e Alemanha, e publicada na revista Science Advances, encontrou compostos vegetais na amostra que funcionavam no pólen como proteção contra os raios UVB, tal qual filtros solares pré-históricos.

O alto índice de compostos fenólicos nos grãos de pólen recuperados se deu por conta das intensas atividades vulcânicas ocorridas na região da Sibéria durante o período, que provocaram o mais severo entre os cinco episódios de extinção em massa já ocorridos no planeta. As erupções liberaram uma enorme quantidade de carbono na atmosfera, que provocou um processo de aquecimento global, levando ao colapso da camada de ozônio que protege o planeta dos raios solares, e precipitando o desaparecimento de cerca de 80% das espécies terrestres e marinhas da Terra.

“O vulcanismo em uma escala tão cataclísmica afeta todos os aspectos do sistema terrestre, desde mudanças químicas diretas na atmosfera, passando por mudanças nas taxas de sequestro de carbono, até a redução do volume de fontes de alimentos nutritivos disponíveis para os animais”, afirmou Wes Fraser, pesquisador da Oxford Brookes University e coautor do estudo. É justamente a descoberta recorrente de e pólens deformados por compostos que funcionavam como filtros contra a abundância de radiação UVB que comprova a descoberta desse aquecimento global pré-histórico.

“As plantas precisam de luz solar para a fotossíntese, mas também precisam proteger a si mesmas e, principalmente, seu pólen contra os efeitos nocivos da radiação UVB”, explicou Barry Lomax, professor da Universidade de Nottingham e coautor do estudo. “Para fazer isso, as plantas carregam as paredes externas dos grãos de pólen com compostos que funcionam como filtro solar para proteger as células vulneráveis e garantir uma reprodução bem-sucedida”, concluiu.

(Fonte: Hypeness - adaptado.)

Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:

 

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