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Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
Na utilização da Internet, cada recurso acessado é identificado por um endereço único denominado _____, que permite localizar páginas e arquivos na web. O envio de arquivos de um computador local para um servidor é chamado de _____, enquanto o processo inverso, ao copiar arquivos de um servidor para o computador é denominado _____, enquanto o software responsável por permitir o acesso e a navegação nas páginas da web é conhecido como _____.
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- Segurança da InformaçãoAtaques e Golpes
- Segurança da InformaçãoVírus, Spyware e OutrosRansomware
- Segurança da InformaçãoVírus, Spyware e OutrosTrojan Horse
De acordo com Bezerra (2023), malware é um termo genérico que engloba softwares maliciosos projetados para comprometer a confidencialidade, integridade e disponibilidade de sistemas e dados, por meio de diferentes técnicas de infecção, propagação e persistência. A partir da definição apresentada, relacione as colunas com os malwares e as descrições apresentadas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Phishing.
2. Worm.
3. Trojan.
4. Ransomware.
( ) Código malicioso que se propaga automaticamente por redes e sistemas, explorando vulnerabilidades, sem depender da execução de um arquivo hospedeiro.
( ) Técnica de engenharia social que utiliza mensagens falsas, links ou sites fraudulentos para induzir usuários a revelar credenciais ou informações sigilosas.
( ) Programa malicioso que se disfarça de software legítimo e, após ser instalado, pode abrir brechas de segurança, roubar dados ou permitir acesso remoto indevido.
( ) Malware que criptografa os dados do usuário ou bloqueia o acesso ao sistema e exige pagamento para restabelecer o acesso.
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Considere o seguinte cenário: durante a digitação de um trabalho no Microsoft Word 365 (versão em português), Ana percebeu que escreveu incorretamente a palavra “sucessor”, ela escreveu “sussessor” em várias partes do documento. Ao revisar o texto, ela identificou que o erro ocorreu 12 vezes em diferentes páginas e deseja corrigir todas as ocorrências de uma só vez sem precisar alterar palavra por palavra manualmente. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta a forma correta de realizar essa substituição no Microsoft Word 365 (versão português).
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Leia o texto para responder as questões.
‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video
Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção
Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00
A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.
Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.
Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.
Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.
Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.
O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-como-vivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/
Considerando as informações sobre os condenados em regime aberto (Suzane, Cravinhos, Matsunaga, Nardoni e Jatobá) e a situação de Roger Abdelmassih, qual inferência sobre as condições de cumprimento de pena, diretamente suportada pelo texto, é a mais plausível?
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‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video
Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção
Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00
A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.
Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.
Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.
Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.
Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.
O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-como-vivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/
No trecho: “O ex-médico Roger Abdelmassih cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé... Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios”. Sobre o verbo em destaque, é correto afirmar que
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‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video
Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção
Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00
A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.
Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.
Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.
Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.
Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.
O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-como-vivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/
O texto “Tremembé: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video” tem como principal objetivo e estrutura central
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As doenças cardiovasculares (DCV) são um conjunto de condições patológicas que afetam o coração e os vasos sanguíneos, sendo responsáveis por um número significativo de mortes em todo o mundo. O manejo eficaz das doenças cardiovasculares requer uma abordagem multidisciplinar, com médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas e outros profissionais da saúde atuando juntos para um tratamento integral e seguro. O fisioterapeuta precisa ter conhecimento a respeito das doenças cardiovasculares, para poder atuar da melhor forma possível no atendimento de pacientes com essas patologias. Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta com relação as valvulopatias.
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O termo amputação é utilizado para descrever a ausência parcial ou total de um membro e, essa ausência pode ser decorrente de um trauma, má formação, ou ainda, de um procedimento cirúrgico. Em geral, as amputações realizadas como medida de tratamento são utilizadas como último recurso terapêutico, podendo ser realizadas em caráter de urgência ou de forma eletiva, quando todas as demais opções terapêuticas já não forem mais viáveis, de modo a restabelecer a saúde do paciente. As amputações de membros superiores e inferiores podem ser realizadas em diferentes níveis, desde amputações realizadas nos membros mais distal até mais proximalmente. E, o conhecimento dos níveis de amputação é fundamental não apenas para que o fisioterapeuta possa programar a reabilitação do paciente, mas também para questões de padronização de termos na área da saúde. Logo, a respeito dos níveis de amputação dos membros inferiores, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Nas amputações parciais do pé, pode-se ter diferentes níveis de amputação, como: amputação de interfalangeanas, amputação de retropé, mediopé, antepé e a transmetatarsiana. Nas amputações de interfalangeanas, a retirada pode ocorrente na articulação interfalangeana distal ou proximal. Além disso, esse tipo de amputação costuma ocorrer por processos traumáticos ou vasculares e, em geral, busca-se preservar a base da falange proximal, pois nela se encontra a inserção dos tendões extensor e flexor curto dos dedos.
( ) Quando a amputação acomete o retropé, é feita a retirada de estruturas, como tálus, calcâneo, maléolos mediais e laterais, em amputações de fileiras ósseas distais. Na amputação de metatarso ou mediopé, as estruturas envolvidas são: cinco metatarsianos, numerados do 1º ao 5º, no sentido lateral para medial. Desses, o 1º metatarsal corresponde ao dedo mínimo, e o 5º, ao hálux. Já as amputações de antepé envolvem a retirada dos dedos do pé, que pode ser do hálux e dos demais dedos.
( ) A amputação de Lisfranc, também chamada de amputação tarsometatarsiana, caracteriza-se pela desarticulação entre os metatarsianos e os ossos cuboide e cuneiforme. Já a amputação de Chopart é um tipo de amputação em que é feita uma desarticulação, realizada entre os ossos navicular e cuboide com o tálus e o calcâneo, respectivamente. Esse nível de amputação é também conhecido pelo nome de amputação do retropé, e, em geral, está indicado para pacientes acometidos por patologias vasculares, infecciosas, traumáticas e, em menor número, patologias tumorais.
( ) Na amputação de tornozelo, o tipo mais comum de técnica de amputação é a de Syme, relacionada com uma verdadeira desarticulação do tornozelo e associada à remoção parcial dos maléolos mediais e laterais, de modo que se tenha uma superfície de sustentação de peso nivelada sobre a cartilagem articular tibial. Nessa amputação, o coxim do calcanhar permanece íntegro e é colocado na extremidade da tíbia, servindo como uma alavanca para a protetização.
( ) A amputação transtibial, feita na tíbia, pode ser feita em dois níveis: proximal ou distal. O comprimento da tíbia a ser preservado depende indiretamente da qualidade do tecido, da extensão da doença e do comprimento das estruturas musculares de gastrocnêmio e sóleo. Esse nível de amputação está indicado em casos em que a desarticulação de tornozelo é suficiente. Em comparação à desarticulação do joelho, a equipe sempre prefere a desarticulação do joelho ao invés de uma amputação transtibial, uma vez que uma amputação transtibial permite menores chances de funcionalidade.
( ) O nível de amputação chamado de transfemoral é realizado entre o joelho e o quadril e, pode ser dividida em três níveis: terço proximal, médio e distal. Na desarticulação do quadril, a amputação é realizada na área da articulação coxofemoral, e, nesses casos, o controle da prótese de membro inferior fica mais difícil. Os tipos de amputações chamados de hemipelvectomias são utilizados apenas em situações de traumas mais extensos ou, ainda, na presença de tumores muito invasivos. E, nesse tipo de amputação, são retiradas a perna inteira e parte da pelve, até a região do sacro.
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A síndrome de Guillain-Barré (SGB), ou polirradiculite aguda, é uma doença autoimune que afeta a mielina dos nervos periféricos de forma aguda/subaguda. Geralmente, a maior parte dos casos estão associados a uma doença aguda prévia (1 a 3 semanas), infecções virais, imunização ou cirurgia. A doença pode progredir por 2 a 4 semanas e em seguida entra em platô por vários dias ou semanas. A recuperação da função motora ocorre de forma gradual ao longo dos meses, porém uma parte dos indivíduos podem permanecer com sintomas motores ou sensitivos incapacitantes. Diante dessa afirmativa, são sinais e sintomas da síndrome de Guillain-Barré, exceto:
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O quadril, formado pela cabeça do fêmur e acetábulo, é crucial para sustentação e locomoção. Lesões ortopédicas do quadril são comuns em adultos e idosos, frequentemente causadas por traumas que geram dor, rigidez e dificuldade de movimento. Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta com relação ao impacto femoroacetabular (IFA).
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