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2009971
Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no
tratamento do transtorno do espectro do autismo
Por FERREIRA, Luís et al. (trecho de artigo adaptado).
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), segundo a
classificação da DSM-5, insere-se nos Transtornos de
Neurodesenvolvimento e se assenta em dois critérios
fundamentais, os défices persistentes na comunicação
social e sua interação social em vários contextos e os
padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses
ou atividades. Nos défices persistentes na comunicação
social e sua interação social em vários contextos, é incluída
a comunicação verbal e não-verbal e a expressão de
emoções, que se manifestam com maior ou menor
intensidade. Os padrões restritos e repetitivos de
comportamento, interesses ou atividades estão relacionados
aos comportamentos rotineiros, hiper ou hiporreatividade a
estímulos sensoriais, demonstração de interesse fixo em
intensidade ou foco e outros comportamentos (American
Psychiatric Association, 2014)
Gillet (2014) afirma que crianças com TEA apresentam
alterações neuropsicológicas, manifestando-se em
comportamentos característicos, consoante a área do
cérebro afetada. Cody, Pelphrey e Piven (2002) se referem à
existência de anormalidades anatómicas ao nível do córtex
cerebral, sistema ventricular e o cerebelo em indivíduos com
TEA. Segundo Rossingnol e Rossingnol (2006), as crianças
com TEA têm apresentado níveis aumentados de
neuroinflamação, alteração dos níveis de citocinas e stress
oxidativo, pelo que a OHB pode contribuir para a reversão
dessas alterações melhorando os sintomas do TEA.
A oxigenoterapia hiperbárica (OHB) consiste em providenciar
Oxigênio (O2) a concentrações superiores a 21%, sob
aumento de pressão (Atmospheres absolutes - ATA), com o
objetivo de melhorar a hipoperfusão e inflamação dos
tecidos. Os efeitos da OHB nos órgãos e tecidos do
organismo são multifacetados. Nessas condições, o O2
comporta-se como uma droga, provocando o aumento do
metabolismo. A OHB tem sido utilizada em múltiplas
patologias, nomeadamente nos Acidentes Vasculares
Cerebrais (Singhal, 2007), nas paralisias cerebrais (Collet et
al, 2001), no auxílio do tratamento de feridas, em caso de
intoxicação com monóxido de carbono, surdez súbita
(Undersea and Hyperbaric Medical Society, 2014),
traumatismo craniano (Rockswold, Rockswold, & Defillo,
2007), esclerose múltipla (Bennett & Heard, 2004) e outras
situações.
(FERREIRA, Luís et al. La oxigenoterapia hiperbárica como
tratamiento adyuvante en el trastorno del espectro autista.
Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, Porto,
n. 15, p. 37-44, jun. 2016.)
I. A oxigenoterapia hiperbárica tem sido utilizada em múltiplas patologias, nomeadamente nos acidentes vasculares cerebrais, nas paralisias cerebrais, na tuberculose e no tratamento de queimaduras nos membros inferiores, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.
II. As informações presentes no texto permitem inferir que crianças com o transtorno do espectro do autismo apresentam alterações neuropsicológicas, manifestando-se em comportamentos característicos, consoante à área do cérebro afetada.
Marque a alternativa CORRETA:
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2009970
Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Humanização nos serviços de urgência e emergência:
contribuições para o cuidado de enfermagem
Por SOUSA et al, 2019 (trecho de artigo adaptado).
Humanização, conforme os preceitos da Política Nacional de
Humanização (PNH), envolve a gestão compartilhada como
método e dispositivo na produção de novos modos de gerir e
cuidar em saúde (17). Para além do bom trato, humanizar a
assistência engloba a oferta de serviços e tecnologias,
recursos humanos e materiais e infraestrutura visando um
cuidado seguro com garantia de conforto e bem-estar aos
usuários dos serviços de saúde, com sua participação
efetiva, afinando-se com os debates internacionais sobre
novas formas de se produzir saúde (18).
Múltiplos fatores influenciam a humanização nos serviços
de urgência e emergência. Observa-se que dentre os
dispositivos da PNH, o Acolhimento com Classificação de
Risco (ACR) se destaca por ter tornado o atendimento mais
ágil, seguro e justo, por meio da reorganização da
assistência por nível de complexidade, ofertando tecnologias
conforme as necessidades dos usuários. Além disso, nesse
dispositivo, o enfermeiro se destaca como protagonista do
cuidado, como o mais capacitado para o exercício da função,
atuando como gerente de caso, direcionando e integrando
os usuários à rede de saúde (19-20).
Nesse ínterim, evidenciar tal protagonismo profissional
mostra condições de possibilidade de contribuição para o
cuidado de enfermagem, uma vez que, na oportunidade do
atendimento de um dos dispositivos da PNH no exercício de
sua função na prática cotidiana, o enfermeiro pode colocar
em evidência o seu trabalho na interlocução com os
usuários do sistema de saúde.
A mudança de lógica no atendimento que o ACR impõe na
entrada dos serviços de urgência e emergência traz
segurança aos profissionais, pois organiza o fluxo dos
pacientes. Para tanto, tendo em vista a qualificação do
cuidado em saúde e o de enfermagem em particular, é
necessário ao enfermeiro domínio do conhecimento clínico e
das diretrizes de encaminhamento correto dos usuários,
priorizando quem precisa de atendimento emergencial,
diminuindo risco de morte e sequelas (20-22).
Um estudo realizado com registros de prontuários mostrou
que é necessário ao ACR um adequado Planejamento
Estratégico Situacional (PES), visando identificar as
potencialidades e dificuldades para assim capacitar os
profissionais mediante metas e planos traçados. Os autores
identificaram que a desorganização do fluxo, a falta de
estrutura física adequada para a complexidade do cuidado,
não capacitação dos profissionais em cuidados de urgência
e emergência, a continuidade do atendimento por ordem de
chegada e demanda superior à capacidade de atendimento,
eram entraves para a concretização do cuidado humanizado.
Por meio do PES, foi elaborado um protocolo de ACR, em
conjunto com os profissionais do serviço, culminando na
redução da superlotação e do tempo de atendimento (22).
(SOUSA, Kayo Henrique Jardel Feitosa et al. Humanização
nos serviços de urgência e emergência: contribuições para o
cuidado de enfermagem. Rev. Gaúcha Enferm, Porto Alegre,
v. 40, e20180263, 2019.)
I. O texto leva o leitor a concluir que o protagonismo profissional do enfermeiro é um fator favorável aos serviços de saúde. II. Para além do bom trato, humanizar a assistência engloba a oferta de serviços e tecnologias, recursos humanos e materiais e infraestrutura, visando um cuidado seguro com garantia de conforto e bem-estar aos usuários dos serviços de saúde, conforme sugere o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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2009969
Ano: 2020
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Programa de agentes comunitários de saúde: a percepção de
usuários e trabalhadores da saúde
Por LEVY et al, 2004 (trecho de artigo adaptado).
O Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) foi
criado em junho de 1991, pelo Ministério da Saúde (MS),
visando contribuir para uma melhor qualidade de vida,
investindo maciçamente na educação em saúde. O
programa ataca de maneira objetiva e direta os problemas
cruciais da saúde materno-infantil, e o agente comunitário de
saúde (ACS) atua como elo entre as necessidades de saúde
das pessoas e o que pode ser feito para a melhoria das
condições de vida da comunidade (1,2,3).
A regulamentação da profissão ocorreu em 2002 (Lei
10.501) (4). De acordo com um levantamento realizado pelo
Departamento de Atenção Básica/SPS do Ministério da
Saúde, em outubro de 2002, estima-se, no Brasil, a existência
de 173.593 agentes comunitários em atuação, com maior
concentração na Região Nordeste (75.138 ACS).
O PACS foi efetivado no município de Bauru, estado de São
Paulo, em junho de 2000, com 22 agentes que atuam,
especificamente, na região do Jaraguá e na região do Godoy,
num total de 2.609 e 2.164 famílias atendidas,
respectivamente, em cada localidade (bairro). A partir de
julho de 2002, 26 agentes comunitários passaram a atuar
nesses mesmos bairros. Na Regional de Saúde de Bauru,
Diretoria Regional X (DIR X), entre os 38 municípios que a
compõem, sete apresentam o PACS e, no município-sede,
duas áreas são atualmente contempladas com o
desenvolvimento de atividade pelo ACS.
Cada ACS passou por treinamento, sob supervisão da
Direção Regional de Saúde, antes do início das atividades.
No contrato atual, foi realizada uma parceria entre a
Secretaria Municipal de Saúde e a SORRI (Sociedade para
Reabilitação e Reintegração do Incapacitado), que é uma
entidade não governamental com objetivo de promover a
reabilitação e educação profissional, bem como a inclusão
social de pessoas com deficiência física, sensorial, mental e
social (5).
(LEVY, Flávia Mauad; MATOS, Patrícia Elizabeth de Souza;
TOMITA, Nilce Emy. Programa de agentes comunitários de
saúde: a percepção de usuários e trabalhadores da saúde.
Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 20, n. 1, p. 197-203,
Feb. 2004 .)
I. O PACS foi efetivado no município de Bauru, estado de São Paulo, em junho de 1970, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto. II. Após a análise do texto, é possível concluir que o Programa de Agentes Comunitários de Saúde foi criado em junho de 1991, pelo Ministério da Saúde do Brasil.
Marque a alternativa CORRETA:
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2009968
Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no
tratamento do transtorno do espectro do autismo
Por FERREIRA, Luís et al. (trecho de artigo adaptado).
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), segundo a
classificação da DSM-5, insere-se nos Transtornos de
Neurodesenvolvimento e se assenta em dois critérios
fundamentais, os défices persistentes na comunicação
social e sua interação social em vários contextos e os
padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses
ou atividades. Nos défices persistentes na comunicação
social e sua interação social em vários contextos, é incluída
a comunicação verbal e não-verbal e a expressão de
emoções, que se manifestam com maior ou menor
intensidade. Os padrões restritos e repetitivos de
comportamento, interesses ou atividades estão relacionados
aos comportamentos rotineiros, hiper ou hiporreatividade a
estímulos sensoriais, demonstração de interesse fixo em
intensidade ou foco e outros comportamentos (American
Psychiatric Association, 2014)
Gillet (2014) afirma que crianças com TEA apresentam
alterações neuropsicológicas, manifestando-se em
comportamentos característicos, consoante a área do
cérebro afetada. Cody, Pelphrey e Piven (2002) se referem à
existência de anormalidades anatómicas ao nível do córtex
cerebral, sistema ventricular e o cerebelo em indivíduos com
TEA. Segundo Rossingnol e Rossingnol (2006), as crianças
com TEA têm apresentado níveis aumentados de
neuroinflamação, alteração dos níveis de citocinas e stress
oxidativo, pelo que a OHB pode contribuir para a reversão
dessas alterações melhorando os sintomas do TEA.
A oxigenoterapia hiperbárica (OHB) consiste em providenciar
Oxigênio (O2) a concentrações superiores a 21%, sob
aumento de pressão (Atmospheres absolutes - ATA), com o
objetivo de melhorar a hipoperfusão e inflamação dos
tecidos. Os efeitos da OHB nos órgãos e tecidos do
organismo são multifacetados. Nessas condições, o O2
comporta-se como uma droga, provocando o aumento do
metabolismo. A OHB tem sido utilizada em múltiplas
patologias, nomeadamente nos Acidentes Vasculares
Cerebrais (Singhal, 2007), nas paralisias cerebrais (Collet et
al, 2001), no auxílio do tratamento de feridas, em caso de
intoxicação com monóxido de carbono, surdez súbita
(Undersea and Hyperbaric Medical Society, 2014),
traumatismo craniano (Rockswold, Rockswold, & Defillo,
2007), esclerose múltipla (Bennett & Heard, 2004) e outras
situações.
(FERREIRA, Luís et al. La oxigenoterapia hiperbárica como
tratamiento adyuvante en el trastorno del espectro autista.
Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, Porto,
n. 15, p. 37-44, jun. 2016.)
I. As informações presentes no texto permitem concluir que as crianças com o transtorno do espectro do autismo têm apresentado níveis aumentados de neuroinflamação, alteração dos níveis de citocinas e stress oxidativo, pelo que a oxigenoterapia hiperbárica pode contribuir para a reversão destas alterações melhorando os sintomas do TEA.
II. Após a análise do texto, é possível concluir que os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades estão relacionados aos comportamentos rotineiros, hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais, demonstração de interesse fixo em intensidade ou foco e outros comportamentos.
Marque a alternativa CORRETA:
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2009967
Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
- Saúde da Criança e do AdolescenteSaúde da CriançaAleitamento Materno
- Saúde da MulherPartoAssistência de Enfermagem ao Puerpério
Influência da assistência de enfermagem na prática da
amamentação no puerpério imediato
Por BATISTA, 2013 (trecho de artigo adaptado).
A prática do aleitamento materno está relacionada a fatores
de ordem física, psicológica e social, sendo reconhecida a
influência dos profissionais de saúde envolvidos nesse
processo (MARINHO; LEAL, 2004).
A partir de 1981, o Brasil passou por importantes
transformações sociais no cenário do aleitamento materno,
com o desenvolvimento de uma política estatal, estabelecida
pelo Ministério da Saúde, focada na temática específica para
o setor de saúde (SYDRONIO, 2006). Entretanto, não
obstante o incentivo à amamentação e a sua comprovada
importância, o desmame precoce é uma realidade ainda
predominante.
Supõe-se que uma das justificativas para essa realidade seja
o fato de os profissionais de saúde terem atitudes e
discursos favoráveis ao ato de amamentar, mas muitas
vezes não estão próximos, vivenciando os momentos de
(in)sucesso da mulher no processo de lactação. O
profissional de enfermagem é o profissional que deve ser
capaz de identificar e oportunizar momentos educativos,
facilitando a amamentação, o diagnóstico e o tratamento
adequados, considerando ser ele capacitado para o trabalho
com o aleitamento materno, e que poderá atuar junto à
população, não somente prestando assistência, mas
também na promoção e educação continuada, de forma
efetiva (AMORIM; ANDRADE, 2009). Dessa forma, ter como
estratégia a promoção da saúde, reconhecendo que, entre
outros princípios, a educação e a alimentação são
fundamentais; e que deve propiciar, sobretudo, o
fortalecimento das ações comunitárias e o desenvolvimento
de habilidades pessoais (TEMPORÃO; PENELLO, 2010).
(BATISTA, Kadydja Russell de Araújo; FARIAS, Maria do
Carmo Andrade Duarte de; MELO, Wanderson dos Santos
Nunes de. Influência da assistência de enfermagem na
prática da amamentação no puerpério imediato. Saúde
debate, Rio de Janeiro, v. 37, n. 96, p. 130-138, Mar. 2013.)
I. Uma das ideias presentes no texto é a de que o fortalecimento das ações comunitárias e o desenvolvimento de habilidades pessoais são fatores prejudiciais ao processo de aleitamento materno.
II. O texto leva o leitor a entender que, não obstante o incentivo à amamentação e a sua comprovada importância, o desmame precoce é uma realidade ainda predominante.
Marque a alternativa CORRETA:
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2009966
Ano: 2020
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Programa de agentes comunitários de saúde: a percepção de
usuários e trabalhadores da saúde
Por LEVY et al, 2004 (trecho de artigo adaptado).
O Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) foi
criado em junho de 1991, pelo Ministério da Saúde (MS),
visando contribuir para uma melhor qualidade de vida,
investindo maciçamente na educação em saúde. O
programa ataca de maneira objetiva e direta os problemas
cruciais da saúde materno-infantil, e o agente comunitário de
saúde (ACS) atua como elo entre as necessidades de saúde
das pessoas e o que pode ser feito para a melhoria das
condições de vida da comunidade (1,2,3).
A regulamentação da profissão ocorreu em 2002 (Lei
10.501) (4). De acordo com um levantamento realizado pelo
Departamento de Atenção Básica/SPS do Ministério da
Saúde, em outubro de 2002, estima-se, no Brasil, a existência
de 173.593 agentes comunitários em atuação, com maior
concentração na Região Nordeste (75.138 ACS).
O PACS foi efetivado no município de Bauru, estado de São
Paulo, em junho de 2000, com 22 agentes que atuam,
especificamente, na região do Jaraguá e na região do Godoy,
num total de 2.609 e 2.164 famílias atendidas,
respectivamente, em cada localidade (bairro). A partir de
julho de 2002, 26 agentes comunitários passaram a atuar
nesses mesmos bairros. Na Regional de Saúde de Bauru,
Diretoria Regional X (DIR X), entre os 38 municípios que a
compõem, sete apresentam o PACS e, no município-sede,
duas áreas são atualmente contempladas com o
desenvolvimento de atividade pelo ACS.
Cada ACS passou por treinamento, sob supervisão da
Direção Regional de Saúde, antes do início das atividades.
No contrato atual, foi realizada uma parceria entre a
Secretaria Municipal de Saúde e a SORRI (Sociedade para
Reabilitação e Reintegração do Incapacitado), que é uma
entidade não governamental com objetivo de promover a
reabilitação e educação profissional, bem como a inclusão
social de pessoas com deficiência física, sensorial, mental e
social (5).
(LEVY, Flávia Mauad; MATOS, Patrícia Elizabeth de Souza;
TOMITA, Nilce Emy. Programa de agentes comunitários de
saúde: a percepção de usuários e trabalhadores da saúde.
Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 20, n. 1, p. 197-203,
Feb. 2004 .)
I. De acordo com os dados do Ministério da Saúde, de outubro de 2002, a Região Nordeste do Brasil possuía 75.138 ACS, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto. II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que, de acordo com um levantamento realizado pelo Departamento de Atenção Básica/SPS, do Ministério da Saúde, em outubro de 2002, no Brasil, estimava-se a existência de 173.593 agentes comunitários de saúde em atuação.
Marque a alternativa CORRETA:
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2009965
Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Hipertensão arterial e trabalho: fatores de risco
Por Andrade et al, 2016 (trecho de artigo adaptado).
A hipertensão arterial sistêmica (HAS) constitui um
importante problema de saúde pública da atualidade, com
uma incidência de 22,7% (em 2011) entre a população
brasileira população brasileira com idade superior a 18 anos
(1). É o principal fator de risco para doenças
cardiovasculares (2) e foi a primeira causa de morte no Brasil
no ano de 2008, segundo o Ministério da Saúde (3). De
acordo com as VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão (4), a
HAS pode ser definida como o aumento sustentado da
pressão arterial (PA) sistólica ou diastólica com medida igual
ou maior a 140 e 90 mmHg, respectivamente, detectado em
duas aferições realizadas em momentos distintos.
Sabe-se que a etiologia da HAS é multifatorial. Entre os
fatores associados ao seu desenvolvimento estão idade,
gênero, etnia, excesso de peso e obesidade, ingestão de sal e
de álcool, sedentarismo, hereditariedade e fatores
socioeconômicos (4). Ademais, discute-se na literatura
internacional a exposição a fatores ocupacionais como um
risco independente para o desenvolvimento de hipertensão
(5-27). Alguns estudos apontam a execução de trabalho em
turnos e exposição a ruídos e a alguns agentes químicos
(8-11) como associados ao aumento dos níveis pressóricos.
Outros artigos relacionam o estresse no ambiente de
trabalho (13,18-22) como um fator biopsicossocial
associado à hipertensão. Nesse contexto, é introduzido o
conceito biológico do estresse e seu efeito sistêmico, no
qual a ativação adrenérgica, por meio da liberação de
hormônios reguladores da pressão arterial, promoveria
vasoconstricção periférica e, consequentemente, elevação
dos níveis pressóricos (19-21).
Entretanto, há controvérsias sobre o assunto e a devida
relevância dos fatores de riscos ocupacionais na abordagem
da hipertensão pode estar subestimada. Essa premissa é
válida em face da importância do trabalho no cotidiano do
indivíduo, que tem parte significativa da sua vida dedicada à
atividade laboral e a partir dela estrutura suas relações
socioeconômicas, culturais e, muitas vezes, de estilo de vida.
(Hypertension and work: risk factors. Andrade RCV,
Fernandes RCP. Hypertension and work: risk factors. Rev
Bras Med Trab.2016;14(3):252-261).
I. O texto procura deixar claro para o leitor que a hipertensão arterial sistêmica é o principal fator de risco para doenças cardiovasculares e foi a primeira causa de morte no Brasil no ano de 2008. II. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que todos os artigos mostram que o estresse no ambiente de trabalho é um fator biopsicossocial sem qualquer relação com a hipertensão.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2009964
Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Hipertensão arterial e trabalho: fatores de risco
Por Andrade et al, 2016 (trecho de artigo adaptado).
A hipertensão arterial sistêmica (HAS) constitui um
importante problema de saúde pública da atualidade, com
uma incidência de 22,7% (em 2011) entre a população
brasileira população brasileira com idade superior a 18 anos
(1). É o principal fator de risco para doenças
cardiovasculares (2) e foi a primeira causa de morte no Brasil
no ano de 2008, segundo o Ministério da Saúde (3). De
acordo com as VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão (4), a
HAS pode ser definida como o aumento sustentado da
pressão arterial (PA) sistólica ou diastólica com medida igual
ou maior a 140 e 90 mmHg, respectivamente, detectado em
duas aferições realizadas em momentos distintos.
Sabe-se que a etiologia da HAS é multifatorial. Entre os
fatores associados ao seu desenvolvimento estão idade,
gênero, etnia, excesso de peso e obesidade, ingestão de sal e
de álcool, sedentarismo, hereditariedade e fatores
socioeconômicos (4). Ademais, discute-se na literatura
internacional a exposição a fatores ocupacionais como um
risco independente para o desenvolvimento de hipertensão
(5-27). Alguns estudos apontam a execução de trabalho em
turnos e exposição a ruídos e a alguns agentes químicos
(8-11) como associados ao aumento dos níveis pressóricos.
Outros artigos relacionam o estresse no ambiente de
trabalho (13,18-22) como um fator biopsicossocial
associado à hipertensão. Nesse contexto, é introduzido o
conceito biológico do estresse e seu efeito sistêmico, no
qual a ativação adrenérgica, por meio da liberação de
hormônios reguladores da pressão arterial, promoveria
vasoconstricção periférica e, consequentemente, elevação
dos níveis pressóricos (19-21).
Entretanto, há controvérsias sobre o assunto e a devida
relevância dos fatores de riscos ocupacionais na abordagem
da hipertensão pode estar subestimada. Essa premissa é
válida em face da importância do trabalho no cotidiano do
indivíduo, que tem parte significativa da sua vida dedicada à
atividade laboral e a partir dela estrutura suas relações
socioeconômicas, culturais e, muitas vezes, de estilo de vida.
(Hypertension and work: risk factors. Andrade RCV,
Fernandes RCP. Hypertension and work: risk factors. Rev
Bras Med Trab.2016;14(3):252-261).
I. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que a relação entre a hipertensão e o ambiente de trabalho possui um entendimento pacificado na literatura científica, pois hoje já se sabe que essa doença não possui qualquer relação com a vida profissional de um indivíduo, com seus hábitos, costumes ou sua rotina. II. Discute-se na literatura internacional a exposição a fatores ocupacionais como um risco independente para o desenvolvimento de hipertensão, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2009963
Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Humanização nos serviços de urgência e emergência:
contribuições para o cuidado de enfermagem
Por SOUSA et al, 2019 (trecho de artigo adaptado).
Humanização, conforme os preceitos da Política Nacional de
Humanização (PNH), envolve a gestão compartilhada como
método e dispositivo na produção de novos modos de gerir e
cuidar em saúde (17). Para além do bom trato, humanizar a
assistência engloba a oferta de serviços e tecnologias,
recursos humanos e materiais e infraestrutura visando um
cuidado seguro com garantia de conforto e bem-estar aos
usuários dos serviços de saúde, com sua participação
efetiva, afinando-se com os debates internacionais sobre
novas formas de se produzir saúde (18).
Múltiplos fatores influenciam a humanização nos serviços
de urgência e emergência. Observa-se que dentre os
dispositivos da PNH, o Acolhimento com Classificação de
Risco (ACR) se destaca por ter tornado o atendimento mais
ágil, seguro e justo, por meio da reorganização da
assistência por nível de complexidade, ofertando tecnologias
conforme as necessidades dos usuários. Além disso, nesse
dispositivo, o enfermeiro se destaca como protagonista do
cuidado, como o mais capacitado para o exercício da função,
atuando como gerente de caso, direcionando e integrando
os usuários à rede de saúde (19-20).
Nesse ínterim, evidenciar tal protagonismo profissional
mostra condições de possibilidade de contribuição para o
cuidado de enfermagem, uma vez que, na oportunidade do
atendimento de um dos dispositivos da PNH no exercício de
sua função na prática cotidiana, o enfermeiro pode colocar
em evidência o seu trabalho na interlocução com os
usuários do sistema de saúde.
A mudança de lógica no atendimento que o ACR impõe na
entrada dos serviços de urgência e emergência traz
segurança aos profissionais, pois organiza o fluxo dos
pacientes. Para tanto, tendo em vista a qualificação do
cuidado em saúde e o de enfermagem em particular, é
necessário ao enfermeiro domínio do conhecimento clínico e
das diretrizes de encaminhamento correto dos usuários,
priorizando quem precisa de atendimento emergencial,
diminuindo risco de morte e sequelas (20-22).
Um estudo realizado com registros de prontuários mostrou
que é necessário ao ACR um adequado Planejamento
Estratégico Situacional (PES), visando identificar as
potencialidades e dificuldades para assim capacitar os
profissionais mediante metas e planos traçados. Os autores
identificaram que a desorganização do fluxo, a falta de
estrutura física adequada para a complexidade do cuidado,
não capacitação dos profissionais em cuidados de urgência
e emergência, a continuidade do atendimento por ordem de
chegada e demanda superior à capacidade de atendimento,
eram entraves para a concretização do cuidado humanizado.
Por meio do PES, foi elaborado um protocolo de ACR, em
conjunto com os profissionais do serviço, culminando na
redução da superlotação e do tempo de atendimento (22).
(SOUSA, Kayo Henrique Jardel Feitosa et al. Humanização
nos serviços de urgência e emergência: contribuições para o
cuidado de enfermagem. Rev. Gaúcha Enferm, Porto Alegre,
v. 40, e20180263, 2019.)
I. O texto procura destacar que humanizar a assistência engloba uma participação efetiva dos profissionais de saúde, afinando-se com os debates internacionais sobre novas formas de se produzir saúde. II. O texto sugere que a humanização, conforme os preceitos da PNH, envolve a gestão compartilhada como método e dispositivo na produção de novos modos de gerir e cuidar em saúde.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2009962
Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Hipertensão arterial e trabalho: fatores de risco
Por Andrade et al, 2016 (trecho de artigo adaptado).
A hipertensão arterial sistêmica (HAS) constitui um
importante problema de saúde pública da atualidade, com
uma incidência de 22,7% (em 2011) entre a população
brasileira população brasileira com idade superior a 18 anos
(1). É o principal fator de risco para doenças
cardiovasculares (2) e foi a primeira causa de morte no Brasil
no ano de 2008, segundo o Ministério da Saúde (3). De
acordo com as VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão (4), a
HAS pode ser definida como o aumento sustentado da
pressão arterial (PA) sistólica ou diastólica com medida igual
ou maior a 140 e 90 mmHg, respectivamente, detectado em
duas aferições realizadas em momentos distintos.
Sabe-se que a etiologia da HAS é multifatorial. Entre os
fatores associados ao seu desenvolvimento estão idade,
gênero, etnia, excesso de peso e obesidade, ingestão de sal e
de álcool, sedentarismo, hereditariedade e fatores
socioeconômicos (4). Ademais, discute-se na literatura
internacional a exposição a fatores ocupacionais como um
risco independente para o desenvolvimento de hipertensão
(5-27). Alguns estudos apontam a execução de trabalho em
turnos e exposição a ruídos e a alguns agentes químicos
(8-11) como associados ao aumento dos níveis pressóricos.
Outros artigos relacionam o estresse no ambiente de
trabalho (13,18-22) como um fator biopsicossocial
associado à hipertensão. Nesse contexto, é introduzido o
conceito biológico do estresse e seu efeito sistêmico, no
qual a ativação adrenérgica, por meio da liberação de
hormônios reguladores da pressão arterial, promoveria
vasoconstricção periférica e, consequentemente, elevação
dos níveis pressóricos (19-21).
Entretanto, há controvérsias sobre o assunto e a devida
relevância dos fatores de riscos ocupacionais na abordagem
da hipertensão pode estar subestimada. Essa premissa é
válida em face da importância do trabalho no cotidiano do
indivíduo, que tem parte significativa da sua vida dedicada à
atividade laboral e a partir dela estrutura suas relações
socioeconômicas, culturais e, muitas vezes, de estilo de vida.
(Hypertension and work: risk factors. Andrade RCV,
Fernandes RCP. Hypertension and work: risk factors. Rev
Bras Med Trab.2016;14(3):252-261).
I. Uma das ideias presentes no texto é a de que a hipertensão arterial sistêmica apresenta uma incidência de 22,7% (em 2011) entre a população brasileira com idade superior a 18 anos. II. O texto afirma que, de acordo com as VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão, a HAS pode ser definida como o aumento sustentado da pressão arterial (PA) sistólica ou diastólica, com medida igual ou maior a 140 e 90 mmHg, respectivamente, detectado em duas aferições realizadas em momentos distintos.
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