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2009891
Ano: 2020
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdePolíticas PúblicasPolíticas Públicas de Saúde Mental
- Psicologia da SaúdeSaúde Mental
Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)
(Walison Douglas, 2010, artigo adaptado).
A psicologia Clínica aplicada às instituições foi, em suma,
um apelo contra as condições amorais das clínicas
psiquiátricas, bem como a necessidade de uma higienização
moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental.
O alienismo e a teoria da degenerescência introduziram
concepções da loucura e da saúde social que possibilitaram
uma revolução psiquiátrica e um tratamento
verdadeiramente mais humano. Pode-se dizer, como
afirmam alguns autores, que instituições brasileiras, tais
como: O Hospício de Juquery, O hospital Nacional de
Alienados, a Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro e
as Ligas da Higiene Mental foram instituições que, se não
foram o alicerce da reforma psiquiátrica, e logo, da
humanização da psicologia clínica institucional, foram, pelo
menos, idealistas em prol desta mudança.
A atenção do CAPS deve incluir ações dirigidas aos
familiares e comprometer-se com a construção dos projetos
de inserção social. Devem ainda trabalhar com a ideia de
gerenciamento de casos, personalizando o projeto de cada
paciente na unidade e fora dela, e desenvolver atividades
para a permanência diária no serviço.
Os projetos terapêuticos dos CAPS devem ser singulares,
respeitando-se diferenças regionais, contribuições técnicas
dos integrantes de sua equipe, iniciativas locais de familiares
e usuários e articulações intersetoriais que potencializem
suas ações. O CAPS deve, ainda, considerar o cuidado intra,
inter, e transubjetivo, articulando recursos de natureza clínica
– incluindo medicamentos – de moradia, de trabalho, de
lazer, de previdência e outros, através do cuidado clínico
oportuno e programas de reabilitação psicossocial.
O CAPS vem ajudando não só os portadores de síndromes,
mas também as famílias dos mesmos, para que saibam agir
e reagir mediante as situações que podem ocorrer.
Esta definição institui a grande importância destes centros
de reabilitação e atendimento para toda a população,
remontando de forma equipada e humanizada a valorização
do indivíduo enquanto ser humano e enquanto paciente
I. O texto leva o leitor a inferir que certas instituições brasileiras, tais como: o Hospício de Juquery, o Hospital Nacional de Alienados, a Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro e as Ligas da Higiene Mental foram instituições que, se não foram o alicerce da reforma psiquiátrica, e logo, da humanização da psicologia clínica institucional, foram, pelo menos, idealistas em prol desta mudança.
II. A psicologia clínica aplicada às instituições está relacionada à necessidade de uma higienização moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental, conforme sugere o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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2009890
Ano: 2020
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdePolíticas PúblicasPolíticas Públicas de Saúde Mental
- Psicologia da SaúdeSaúde Mental
Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)
(Walison Douglas, 2010, artigo adaptado).
A psicologia Clínica aplicada às instituições foi, em suma,
um apelo contra as condições amorais das clínicas
psiquiátricas, bem como a necessidade de uma higienização
moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental.
O alienismo e a teoria da degenerescência introduziram
concepções da loucura e da saúde social que possibilitaram
uma revolução psiquiátrica e um tratamento
verdadeiramente mais humano. Pode-se dizer, como
afirmam alguns autores, que instituições brasileiras, tais
como: O Hospício de Juquery, O hospital Nacional de
Alienados, a Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro e
as Ligas da Higiene Mental foram instituições que, se não
foram o alicerce da reforma psiquiátrica, e logo, da
humanização da psicologia clínica institucional, foram, pelo
menos, idealistas em prol desta mudança.
A atenção do CAPS deve incluir ações dirigidas aos
familiares e comprometer-se com a construção dos projetos
de inserção social. Devem ainda trabalhar com a ideia de
gerenciamento de casos, personalizando o projeto de cada
paciente na unidade e fora dela, e desenvolver atividades
para a permanência diária no serviço.
Os projetos terapêuticos dos CAPS devem ser singulares,
respeitando-se diferenças regionais, contribuições técnicas
dos integrantes de sua equipe, iniciativas locais de familiares
e usuários e articulações intersetoriais que potencializem
suas ações. O CAPS deve, ainda, considerar o cuidado intra,
inter, e transubjetivo, articulando recursos de natureza clínica
– incluindo medicamentos – de moradia, de trabalho, de
lazer, de previdência e outros, através do cuidado clínico
oportuno e programas de reabilitação psicossocial.
O CAPS vem ajudando não só os portadores de síndromes,
mas também as famílias dos mesmos, para que saibam agir
e reagir mediante as situações que podem ocorrer.
Esta definição institui a grande importância destes centros
de reabilitação e atendimento para toda a população,
remontando de forma equipada e humanizada a valorização
do indivíduo enquanto ser humano e enquanto paciente
I. Após a análise do texto, é possível concluir que o CAPS deve proporcionar o cuidado clínico oportuno e programas de reabilitação psicossocial.
II. O CAPS realiza ações que reduzem a capacidade de prestação de serviços de reabilitação e atendimento para a população, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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2009889
Ano: 2020
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e
adolescência no contexto familiar
(trecho de artigo adaptado)
Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil
mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao
ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos
em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa
perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes
comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista
psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso:
rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a
legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança
de experiências sociais normais impedindo-a de fazer
amizades, e fazendo com que a criança acredite estar
sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada
verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a
acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de
estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e
intelectual) e corromper (quando o adulto conduz
negativamente a socialização da criança, estimula e reforça
o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição
deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde
ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento
de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do
contexto em que se está inserido. Nessa linha, o
reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado
quando comunicar uma mensagem cultural específica de
rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e
desenvolvimento psicológico (7,8).
Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao
estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e
Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no
comportamento dos pais, em que esses repetidamente
convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada,
querida, ou que seu único valor é comparado com a
necessidade dos outros.
Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem
sido considerada como ponto central do abuso infantil e da
negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência
psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento
infantil do que a violência física.
Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com
violência psicológica são enumerados por vários estudiosos,
tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de
construir e manter satisfatória relação interpessoal,
inapropriado comportamento e sentimentos frente a
circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e
tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).
(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk).
I. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que Garbarino et al. referem-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido.
II. Após a análise do texto, é possível inferir que rejeitar a criança, ou seja, recusar-se a reconhecer a sua importância e a legitimidade de suas necessidades é um dos comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil.
Marque a alternativa CORRETA:
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2009888
Ano: 2020
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)
(Walison Douglas, 2010, artigo adaptado).
A psicologia Clínica aplicada às instituições foi, em suma,
um apelo contra as condições amorais das clínicas
psiquiátricas, bem como a necessidade de uma higienização
moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental.
O alienismo e a teoria da degenerescência introduziram
concepções da loucura e da saúde social que possibilitaram
uma revolução psiquiátrica e um tratamento
verdadeiramente mais humano. Pode-se dizer, como
afirmam alguns autores, que instituições brasileiras, tais
como: O Hospício de Juquery, O hospital Nacional de
Alienados, a Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro e
as Ligas da Higiene Mental foram instituições que, se não
foram o alicerce da reforma psiquiátrica, e logo, da
humanização da psicologia clínica institucional, foram, pelo
menos, idealistas em prol desta mudança.
A atenção do CAPS deve incluir ações dirigidas aos
familiares e comprometer-se com a construção dos projetos
de inserção social. Devem ainda trabalhar com a ideia de
gerenciamento de casos, personalizando o projeto de cada
paciente na unidade e fora dela, e desenvolver atividades
para a permanência diária no serviço.
Os projetos terapêuticos dos CAPS devem ser singulares,
respeitando-se diferenças regionais, contribuições técnicas
dos integrantes de sua equipe, iniciativas locais de familiares
e usuários e articulações intersetoriais que potencializem
suas ações. O CAPS deve, ainda, considerar o cuidado intra,
inter, e transubjetivo, articulando recursos de natureza clínica
– incluindo medicamentos – de moradia, de trabalho, de
lazer, de previdência e outros, através do cuidado clínico
oportuno e programas de reabilitação psicossocial.
O CAPS vem ajudando não só os portadores de síndromes,
mas também as famílias dos mesmos, para que saibam agir
e reagir mediante as situações que podem ocorrer.
Esta definição institui a grande importância destes centros
de reabilitação e atendimento para toda a população,
remontando de forma equipada e humanizada a valorização
do indivíduo enquanto ser humano e enquanto paciente
I. O texto sugere que a psicologia clínica aplicada às instituições foi, em suma, um apelo contra as condições amorais das clínicas psiquiátricas.
II. O texto procura deixar claro para o leitor que os projetos terapêuticos dos CAPS devem respeitar as iniciativas locais de familiares e usuários e articulações intersetoriais que potencializem suas ações.
Marque a alternativa CORRETA:
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2009887
Ano: 2020
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e
adolescência no contexto familiar
(trecho de artigo adaptado)
Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil
mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao
ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos
em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa
perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes
comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista
psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso:
rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a
legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança
de experiências sociais normais impedindo-a de fazer
amizades, e fazendo com que a criança acredite estar
sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada
verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a
acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de
estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e
intelectual) e corromper (quando o adulto conduz
negativamente a socialização da criança, estimula e reforça
o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição
deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde
ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento
de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do
contexto em que se está inserido. Nessa linha, o
reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado
quando comunicar uma mensagem cultural específica de
rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e
desenvolvimento psicológico (7,8).
Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao
estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e
Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no
comportamento dos pais, em que esses repetidamente
convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada,
querida, ou que seu único valor é comparado com a
necessidade dos outros.
Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem
sido considerada como ponto central do abuso infantil e da
negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência
psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento
infantil do que a violência física.
Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com
violência psicológica são enumerados por vários estudiosos,
tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de
construir e manter satisfatória relação interpessoal,
inapropriado comportamento e sentimentos frente a
circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e
tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).
(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk).
I. Uma das ideias presentes no texto é a de que a violência psicológica causa sérios danos e distorções introduzidas no mapa psicológico da criança sobre o mundo.
II. Ignorar a criança, ou seja, privá-la de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual, é um dos comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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2009886
Ano: 2020
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e
adolescência no contexto familiar
(trecho de artigo adaptado)
Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil
mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao
ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos
em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa
perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes
comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista
psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso:
rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a
legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança
de experiências sociais normais impedindo-a de fazer
amizades, e fazendo com que a criança acredite estar
sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada
verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a
acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de
estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e
intelectual) e corromper (quando o adulto conduz
negativamente a socialização da criança, estimula e reforça
o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição
deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde
ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento
de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do
contexto em que se está inserido. Nessa linha, o
reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado
quando comunicar uma mensagem cultural específica de
rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e
desenvolvimento psicológico (7,8).
Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao
estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e
Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no
comportamento dos pais, em que esses repetidamente
convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada,
querida, ou que seu único valor é comparado com a
necessidade dos outros.
Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem
sido considerada como ponto central do abuso infantil e da
negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência
psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento
infantil do que a violência física.
Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com
violência psicológica são enumerados por vários estudiosos,
tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de
construir e manter satisfatória relação interpessoal,
inapropriado comportamento e sentimentos frente a
circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e
tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).
(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk).
I. Claussen et al. afirmam que a violência psicológica não costuma causar mais danos no desenvolvimento infantil, pois esse é um prejuízo exclusivo da violência física, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
II. O'Hagan e Brassard et al. focalizam a conceituação dos maus-tratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos professores, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada e querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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2009885
Ano: 2020
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdePolíticas PúblicasPolíticas Públicas de Saúde Mental
- Psicologia da SaúdeSaúde Mental
Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)
(Walison Douglas, 2010, artigo adaptado).
A psicologia Clínica aplicada às instituições foi, em suma,
um apelo contra as condições amorais das clínicas
psiquiátricas, bem como a necessidade de uma higienização
moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental.
O alienismo e a teoria da degenerescência introduziram
concepções da loucura e da saúde social que possibilitaram
uma revolução psiquiátrica e um tratamento
verdadeiramente mais humano. Pode-se dizer, como
afirmam alguns autores, que instituições brasileiras, tais
como: O Hospício de Juquery, O hospital Nacional de
Alienados, a Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro e
as Ligas da Higiene Mental foram instituições que, se não
foram o alicerce da reforma psiquiátrica, e logo, da
humanização da psicologia clínica institucional, foram, pelo
menos, idealistas em prol desta mudança.
A atenção do CAPS deve incluir ações dirigidas aos
familiares e comprometer-se com a construção dos projetos
de inserção social. Devem ainda trabalhar com a ideia de
gerenciamento de casos, personalizando o projeto de cada
paciente na unidade e fora dela, e desenvolver atividades
para a permanência diária no serviço.
Os projetos terapêuticos dos CAPS devem ser singulares,
respeitando-se diferenças regionais, contribuições técnicas
dos integrantes de sua equipe, iniciativas locais de familiares
e usuários e articulações intersetoriais que potencializem
suas ações. O CAPS deve, ainda, considerar o cuidado intra,
inter, e transubjetivo, articulando recursos de natureza clínica
– incluindo medicamentos – de moradia, de trabalho, de
lazer, de previdência e outros, através do cuidado clínico
oportuno e programas de reabilitação psicossocial.
O CAPS vem ajudando não só os portadores de síndromes,
mas também as famílias dos mesmos, para que saibam agir
e reagir mediante as situações que podem ocorrer.
Esta definição institui a grande importância destes centros
de reabilitação e atendimento para toda a população,
remontando de forma equipada e humanizada a valorização
do indivíduo enquanto ser humano e enquanto paciente
I. Uma das ideias presentes no texto é a de que os projetos terapêuticos dos CAPS devem respeitar as contribuições técnicas dos integrantes de sua equipe.
II. O texto leva o leitor a concluir que o CAPS deve trabalhar com a ideia de gerenciamento de casos, personalizando o projeto de cada paciente na unidade e fora dela, e desenvolver atividades para a permanência diária no serviço.
Marque a alternativa CORRETA:
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Questão presente nas seguintes provas
2009884
Ano: 2020
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e
adolescência no contexto familiar
(trecho de artigo adaptado)
Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil
mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao
ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos
em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa
perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes
comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista
psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso:
rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a
legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança
de experiências sociais normais impedindo-a de fazer
amizades, e fazendo com que a criança acredite estar
sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada
verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a
acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de
estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e
intelectual) e corromper (quando o adulto conduz
negativamente a socialização da criança, estimula e reforça
o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição
deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde
ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento
de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do
contexto em que se está inserido. Nessa linha, o
reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado
quando comunicar uma mensagem cultural específica de
rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e
desenvolvimento psicológico (7,8).
Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao
estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e
Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no
comportamento dos pais, em que esses repetidamente
convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada,
querida, ou que seu único valor é comparado com a
necessidade dos outros.
Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem
sido considerada como ponto central do abuso infantil e da
negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência
psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento
infantil do que a violência física.
Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com
violência psicológica são enumerados por vários estudiosos,
tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de
construir e manter satisfatória relação interpessoal,
inapropriado comportamento e sentimentos frente a
circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e
tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).
(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk).
I. As informações presentes no texto permitem concluir que o ato de corromper ocorre quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais, sendo esse um comportamento parental tóxico do ponto de vista psicológico infantil.
II. Após a análise do texto, é possível concluir que isolar a criança, ou seja, separá-la de experiências sociais normais, impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo, é um dos comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil.
Marque a alternativa CORRETA:
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2009883
Ano: 2020
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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- Psicologia ClínicaPsicologia do Desenvolvimento
- Psicologia Jurídica e ForenseViolência Doméstica, Violência Contra a Mulher e Casos de Abuso
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e
adolescência no contexto familiar
(trecho de artigo adaptado)
Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil
mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao
ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos
em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa
perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes
comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista
psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso:
rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a
legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança
de experiências sociais normais impedindo-a de fazer
amizades, e fazendo com que a criança acredite estar
sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada
verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a
acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de
estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e
intelectual) e corromper (quando o adulto conduz
negativamente a socialização da criança, estimula e reforça
o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição
deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde
ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento
de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do
contexto em que se está inserido. Nessa linha, o
reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado
quando comunicar uma mensagem cultural específica de
rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e
desenvolvimento psicológico (7,8).
Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao
estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e
Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no
comportamento dos pais, em que esses repetidamente
convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada,
querida, ou que seu único valor é comparado com a
necessidade dos outros.
Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem
sido considerada como ponto central do abuso infantil e da
negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência
psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento
infantil do que a violência física.
Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com
violência psicológica são enumerados por vários estudiosos,
tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de
construir e manter satisfatória relação interpessoal,
inapropriado comportamento e sentimentos frente a
circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e
tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).
(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk).
I. Jellen et al. sinalizam que a violência psicológica tem sido desassociada do abuso infantil e da negligência, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.
II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que estudiosos no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança.
Marque a alternativa CORRETA:
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- Teoria em HistóriaAntiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)
- História Geral
Analise as afirmativas a seguir:
I. O processo de centralização política e a divinização da figura do faraó, no Egito Antigo, tiveram grande importância para a construção das primeiras pirâmides. Essas construções, que estabelecem um importante marco na arquitetura egípcia, têm como as principais representantes as três pirâmides do deserto de Gizé, construídas para os faraós, Quéops, Quéfren e Miquerinos. II. Embora não tenha sido um movimento exclusivamente religioso, as cruzadas tiveram o espírito de religiosidade da cristandade europeia como fator importante de sua formação. Assim, o termo “Cruzada” foi utilizado para designar qualquer dos movimentos militares de inspiração cristã que partiram da Europa Ocidental em direção à Terra Santa e à cidade de Jerusalém com o intuito de conquistá-las, ocupá-las e mantê-las sob domínio cristão.
Marque a alternativa CORRETA:
I. O processo de centralização política e a divinização da figura do faraó, no Egito Antigo, tiveram grande importância para a construção das primeiras pirâmides. Essas construções, que estabelecem um importante marco na arquitetura egípcia, têm como as principais representantes as três pirâmides do deserto de Gizé, construídas para os faraós, Quéops, Quéfren e Miquerinos. II. Embora não tenha sido um movimento exclusivamente religioso, as cruzadas tiveram o espírito de religiosidade da cristandade europeia como fator importante de sua formação. Assim, o termo “Cruzada” foi utilizado para designar qualquer dos movimentos militares de inspiração cristã que partiram da Europa Ocidental em direção à Terra Santa e à cidade de Jerusalém com o intuito de conquistá-las, ocupá-las e mantê-las sob domínio cristão.
Marque a alternativa CORRETA:
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