Magna Concursos

Foram encontradas 422 questões.

1550877 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Mariana-PR
Provas:

Conforme disposto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 - Do Processo Legislativo, assinale a alternativa incorreta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1550876 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Mariana-PR
Provas:

Conforme disposto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 - Do Poder Legislativo, assinale a alternativa incorreta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1550875 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Mariana-PR
Provas:

Conforme disposto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 – Dos Direitos Políticos, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. O alistamento eleitoral é facultativos para os analfabetos e os maiores de setenta anos.

II. São condições de elegibilidade, na forma da lei a idade mínima de trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da República e Senador; vinte e um anos para Deputado Federal, Deputado Estadual ou Distrital, Prefeito, Vice-Prefeito e juiz de paz.

III. São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos.

IV. O militar alistável é elegível, atendidas as seguintes condições: - se contar menos de dez anos de serviço, deverá afastar-se da atividade; - se contar mais de dez anos de serviço, será agregado pela autoridade superior e, se eleito, passará automaticamente, no ato da diplomação, para a inatividade.

V. A lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1550874 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Mariana-PR
Provas:

Utilizando o Pacote Microsoft Office 2013, instalação padrão, português do Brasil, assinale a alternativa que representa comando Ctrl+B no programa Word (Obs.: O sinal de + não faz parte do comando, significa que as teclas devem ser pressionadas simultaneamente).

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1550873 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Mariana-PR
Provas:

Assinale a alternativa que não representa um software.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1550872 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Mariana-PR
Provas:

Utilizando o Windows 10, instalação padrão, português do Brasil, com a área de trabalho aberta, assinale a alternativa que representa o comando Ctrl+A (Obs.: O sinal de + não faz parte do comando, significa que as teclas devem ser pressionadas simultaneamente).

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1550871 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Mariana-PR
Provas:

Assinale a alternativa que representa um programa editor e-mail.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1550868 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Mariana-PR
Provas:

Leia o texto para responder as questões.


Três problemas que a extrema riqueza tem causado no Vale do Silício

Cecilia Barría Da BBC News Mundo em Miami

O Vale do Silício, na verdade, não existe. Não está em nenhum mapa. Não é uma cidade, uma região administrativa ou um condado.


Mas ainda que não tenha fronteiras claramente definidas, sabemos que é o berço de empresas como Facebook, Apple, Google e Netflix, e que o volume de dinheiro que circula por ali é gigantesco.

Se fosse um país, seria o mais rico do mundo depois do Qatar, com um PIB per capita anual de US$ 128 mil. Isso considerando a área metropolitana das cidades de San José, Sunnyvale e Santa Clara, no norte da Califórnia – considerando outros limites, como a cidade de São Francisco, os números variam um pouco. O certo é que é uma região imensamente rica. Tão rica que uma casa normal custa mais de US$ 1 milhão e o aluguel mensal de um apartamento comum é de US$ 3 mil. "É uma região que está em risco por causa da crescente desigualdade", diz à BBC News Russell Hancock, presidente e diretor executivo do centro de estudos Joint Venture Silicon Valley. "O custo de vida é o mais alto dos EUA e um terço da população não consegue se sustentar sem ajuda."

Uma equipe de pesquisadores liderada por Hancock publica anualmente o Silicon Valley Index, uma análise que mostra como a área tem evoluído. O último estudo destaca que a economia da região segue crescendo, que há pleno emprego e que os investidores dispostos a correr riscos injetam cada vez mais dinheiro nos negócios – especialmente em inteligência artificial, realidade aumentada e imunoterapias contra o câncer. Mas a pesquisa também mostra o outro lado da moeda: os problemas que afetam o paraíso tecnológico.

1. Crescimento da desigualdade

Historicamente, o Vale do Silício era uma região com comunidades de classe média, mas nos últimos 20 anos começou a mudar gradualmente, enquanto a diferença de salários foi aumentando. "Temos 50 multimilionários e 10 mil milionários, mas muitos dos trabalhadores não conseguem viver aqui", explica Hancock. "Nossos professores, nossos bombeiros, nossos policiais não têm como manter o padrão de vida porque os preços são astronômicos." A média anual de pagamentos no Vale do Silício chegou a US$ 140 mil em 2018 (mais do dobro da média nacional americana), mas as rendas são muito concentradas. "A desigualdade de renda aumentou entre os profissionais da tecnologia e o restante das pessoas", diz Cary McClelland, autora do livro Silicon City: San Francisco in the Long Shadow of the Valley (Cidade do Silício: São Francisco na Longa Sombra do Vale, em tradução livre).

2. Aumento do custo de vida

Como o custo médio do aluguel aumentou, muitos profissionais estão alugando casas na periferia. E entre os trabalhadores de menor renda, muitos têm de buscar soluções como alugar uma cama em uma van ou dormir no próprio carro. O mercado imobiliário na região é aquecido, mas só 15% das novas moradias surgidas nos últimos anos são acessíveis aos moradores com renda baixa ou mediana. Ao mesmo tempo, o preço de serviços básicos como creches e transporte também subiu. "O custo de vida disparou e aumentou o número de pessoas desalojadas", diz McClelland.

3. Gentrificação

O aumento dos aluguéis e do custo de vida gera um fenômeno chamado gentrificação, na qual a população local acaba expulsa após a vinda dos negócios e do dinheiro. Muitos dos moradores deslocados foram para outros lugares dos Estados Unidos, como as regiões de Sacramento, São Joaquim, Austin ou Seattle. No entanto, como muitos trabalhadores não querem perder seus empregos, vão viver em outras cidades da região e viajam até 3 horas por dia para chegar ao trabalho. A isso se um soma um sistema de transporte ineficiente que dificulta ainda mais a entrada e saída do "paraíso da tecnologia". Até profissionais normalmente bem pagos, como médicos e advogados, têm saído da área, aponta McClelland.

Novos horizontes

Quem seria responsável por melhorar as condições dos menos ricos na área?

O Vale do Silício não tem uma autoridade central, já que seus limites podem variar de acordo com a definição e incluir de dois a nove condados - e cada governo local tem seus próprios assuntos a resolver.

No entanto, os efeitos do boom tecnológico ultrapassam as barreiras das regiões administrativas e provocam migrações sociais que transformam o norte da Califórnia. Com outros problemas em regiões menos ricas, o governo da Califórnia nem sempre consegue dar atenção especial ao Vale.

Muitas pequenas empresas e startups também vão buscar capital em outras regiões, o que acaba favorecendo o crescimento de outros polos que buscam ser uma alternativa ao Vale do Silício.


Adaptado de https://www.bbc.com/portuguese/internacional-48222437

Analise: “No entanto, os efeitos do boom tecnológico ultrapassam as barreiras das regiões administrativas” e assinale a alternativa que apresenta a classificação dos termos em destaque.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1550867 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Mariana-PR
Provas:

Leia o texto para responder as questões.


Três problemas que a extrema riqueza tem causado no Vale do Silício

Cecilia Barría Da BBC News Mundo em Miami

O Vale do Silício, na verdade, não existe. Não está em nenhum mapa. Não é uma cidade, uma região administrativa ou um condado.


Mas ainda que não tenha fronteiras claramente definidas, sabemos que é o berço de empresas como Facebook, Apple, Google e Netflix, e que o volume de dinheiro que circula por ali é gigantesco.

Se fosse um país, seria o mais rico do mundo depois do Qatar, com um PIB per capita anual de US$ 128 mil. Isso considerando a área metropolitana das cidades de San José, Sunnyvale e Santa Clara, no norte da Califórnia – considerando outros limites, como a cidade de São Francisco, os números variam um pouco. O certo é que é uma região imensamente rica. Tão rica que uma casa normal custa mais de US$ 1 milhão e o aluguel mensal de um apartamento comum é de US$ 3 mil. "É uma região que está em risco por causa da crescente desigualdade", diz à BBC News Russell Hancock, presidente e diretor executivo do centro de estudos Joint Venture Silicon Valley. "O custo de vida é o mais alto dos EUA e um terço da população não consegue se sustentar sem ajuda."

Uma equipe de pesquisadores liderada por Hancock publica anualmente o Silicon Valley Index, uma análise que mostra como a área tem evoluído. O último estudo destaca que a economia da região segue crescendo, que há pleno emprego e que os investidores dispostos a correr riscos injetam cada vez mais dinheiro nos negócios – especialmente em inteligência artificial, realidade aumentada e imunoterapias contra o câncer. Mas a pesquisa também mostra o outro lado da moeda: os problemas que afetam o paraíso tecnológico.

1. Crescimento da desigualdade

Historicamente, o Vale do Silício era uma região com comunidades de classe média, mas nos últimos 20 anos começou a mudar gradualmente, enquanto a diferença de salários foi aumentando. "Temos 50 multimilionários e 10 mil milionários, mas muitos dos trabalhadores não conseguem viver aqui", explica Hancock. "Nossos professores, nossos bombeiros, nossos policiais não têm como manter o padrão de vida porque os preços são astronômicos." A média anual de pagamentos no Vale do Silício chegou a US$ 140 mil em 2018 (mais do dobro da média nacional americana), mas as rendas são muito concentradas. "A desigualdade de renda aumentou entre os profissionais da tecnologia e o restante das pessoas", diz Cary McClelland, autora do livro Silicon City: San Francisco in the Long Shadow of the Valley (Cidade do Silício: São Francisco na Longa Sombra do Vale, em tradução livre).

2. Aumento do custo de vida

Como o custo médio do aluguel aumentou, muitos profissionais estão alugando casas na periferia. E entre os trabalhadores de menor renda, muitos têm de buscar soluções como alugar uma cama em uma van ou dormir no próprio carro. O mercado imobiliário na região é aquecido, mas só 15% das novas moradias surgidas nos últimos anos são acessíveis aos moradores com renda baixa ou mediana. Ao mesmo tempo, o preço de serviços básicos como creches e transporte também subiu. "O custo de vida disparou e aumentou o número de pessoas desalojadas", diz McClelland.

3. Gentrificação

O aumento dos aluguéis e do custo de vida gera um fenômeno chamado gentrificação, na qual a população local acaba expulsa após a vinda dos negócios e do dinheiro. Muitos dos moradores deslocados foram para outros lugares dos Estados Unidos, como as regiões de Sacramento, São Joaquim, Austin ou Seattle. No entanto, como muitos trabalhadores não querem perder seus empregos, vão viver em outras cidades da região e viajam até 3 horas por dia para chegar ao trabalho. A isso se um soma um sistema de transporte ineficiente que dificulta ainda mais a entrada e saída do "paraíso da tecnologia". Até profissionais normalmente bem pagos, como médicos e advogados, têm saído da área, aponta McClelland.

Novos horizontes

Quem seria responsável por melhorar as condições dos menos ricos na área?

O Vale do Silício não tem uma autoridade central, já que seus limites podem variar de acordo com a definição e incluir de dois a nove condados - e cada governo local tem seus próprios assuntos a resolver.

No entanto, os efeitos do boom tecnológico ultrapassam as barreiras das regiões administrativas e provocam migrações sociais que transformam o norte da Califórnia. Com outros problemas em regiões menos ricas, o governo da Califórnia nem sempre consegue dar atenção especial ao Vale.

Muitas pequenas empresas e startups também vão buscar capital em outras regiões, o que acaba favorecendo o crescimento de outros polos que buscam ser uma alternativa ao Vale do Silício.


Adaptado de https://www.bbc.com/portuguese/internacional-48222437

No tópico 2, dentre os motivos citados pelo texto para apontar os problemas do Vale do Silício, há um verbo em destaque. Assinale a alternativa que apresenta a quem ou o quê o verbo se refere.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1550866 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Mariana-PR
Provas:

Leia o texto para responder as questões.


Três problemas que a extrema riqueza tem causado no Vale do Silício

Cecilia Barría Da BBC News Mundo em Miami

O Vale do Silício, na verdade, não existe. Não está em nenhum mapa. Não é uma cidade, uma região administrativa ou um condado.


Mas ainda que não tenha fronteiras claramente definidas, sabemos que é o berço de empresas como Facebook, Apple, Google e Netflix, e que o volume de dinheiro que circula por ali é gigantesco.

Se fosse um país, seria o mais rico do mundo depois do Qatar, com um PIB per capita anual de US$ 128 mil. Isso considerando a área metropolitana das cidades de San José, Sunnyvale e Santa Clara, no norte da Califórnia – considerando outros limites, como a cidade de São Francisco, os números variam um pouco. O certo é que é uma região imensamente rica. Tão rica que uma casa normal custa mais de US$ 1 milhão e o aluguel mensal de um apartamento comum é de US$ 3 mil. "É uma região que está em risco por causa da crescente desigualdade", diz à BBC News Russell Hancock, presidente e diretor executivo do centro de estudos Joint Venture Silicon Valley. "O custo de vida é o mais alto dos EUA e um terço da população não consegue se sustentar sem ajuda."

Uma equipe de pesquisadores liderada por Hancock publica anualmente o Silicon Valley Index, uma análise que mostra como a área tem evoluído. O último estudo destaca que a economia da região segue crescendo, que há pleno emprego e que os investidores dispostos a correr riscos injetam cada vez mais dinheiro nos negócios – especialmente em inteligência artificial, realidade aumentada e imunoterapias contra o câncer. Mas a pesquisa também mostra o outro lado da moeda: os problemas que afetam o paraíso tecnológico.

1. Crescimento da desigualdade

Historicamente, o Vale do Silício era uma região com comunidades de classe média, mas nos últimos 20 anos começou a mudar gradualmente, enquanto a diferença de salários foi aumentando. "Temos 50 multimilionários e 10 mil milionários, mas muitos dos trabalhadores não conseguem viver aqui", explica Hancock. "Nossos professores, nossos bombeiros, nossos policiais não têm como manter o padrão de vida porque os preços são astronômicos." A média anual de pagamentos no Vale do Silício chegou a US$ 140 mil em 2018 (mais do dobro da média nacional americana), mas as rendas são muito concentradas. "A desigualdade de renda aumentou entre os profissionais da tecnologia e o restante das pessoas", diz Cary McClelland, autora do livro Silicon City: San Francisco in the Long Shadow of the Valley (Cidade do Silício: São Francisco na Longa Sombra do Vale, em tradução livre).

2. Aumento do custo de vida

Como o custo médio do aluguel aumentou, muitos profissionais estão alugando casas na periferia. E entre os trabalhadores de menor renda, muitos têm de buscar soluções como alugar uma cama em uma van ou dormir no próprio carro. O mercado imobiliário na região é aquecido, mas só 15% das novas moradias surgidas nos últimos anos são acessíveis aos moradores com renda baixa ou mediana. Ao mesmo tempo, o preço de serviços básicos como creches e transporte também subiu. "O custo de vida disparou e aumentou o número de pessoas desalojadas", diz McClelland.

3. Gentrificação

O aumento dos aluguéis e do custo de vida gera um fenômeno chamado gentrificação, na qual a população local acaba expulsa após a vinda dos negócios e do dinheiro. Muitos dos moradores deslocados foram para outros lugares dos Estados Unidos, como as regiões de Sacramento, São Joaquim, Austin ou Seattle. No entanto, como muitos trabalhadores não querem perder seus empregos, vão viver em outras cidades da região e viajam até 3 horas por dia para chegar ao trabalho. A isso se um soma um sistema de transporte ineficiente que dificulta ainda mais a entrada e saída do "paraíso da tecnologia". Até profissionais normalmente bem pagos, como médicos e advogados, têm saído da área, aponta McClelland.

Novos horizontes

Quem seria responsável por melhorar as condições dos menos ricos na área?

O Vale do Silício não tem uma autoridade central, já que seus limites podem variar de acordo com a definição e incluir de dois a nove condados - e cada governo local tem seus próprios assuntos a resolver.

No entanto, os efeitos do boom tecnológico ultrapassam as barreiras das regiões administrativas e provocam migrações sociais que transformam o norte da Califórnia. Com outros problemas em regiões menos ricas, o governo da Califórnia nem sempre consegue dar atenção especial ao Vale.

Muitas pequenas empresas e startups também vão buscar capital em outras regiões, o que acaba favorecendo o crescimento de outros polos que buscam ser uma alternativa ao Vale do Silício.


Adaptado de https://www.bbc.com/portuguese/internacional-48222437

Analise: “Muitas pequenas empresas e startups também vão buscar capital em outras regiões” e assinale a alternativa que apresenta o tipo de sujeito dessa oração.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas