Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Informática
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Santa Terezinha Progresso-SC
São indiscutíveis os benefícios que a Internet proporcionou à humanidade. Porém, ao utilizar a Internet ficamos suscetíveis a diversas formas de ameaças cibernéticas.
Analise as seguintes afirmações e assinale a alternativa CORRETA:
I. Jasonware é um malware que restringe o acesso do usuário a seu sistema e exige um pagamento para permitir que o sistema volte a funcionar.
II. Sniffers são capazes de capturar e decifrar as informações que trafegam criptografadas na rede.
III. Phishing é um artifício usado por atacantes para revelar informações sensíveis como logins e senhas, e dados de cartão de crédito.
Está(ão) CORRETA(S):
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Sobre as dimensões da linguagem, julgue os itens como VERDADEIROS ou FALSOS.
( )Sintática - é um componente da gramática que estuda a disposição das palavras na frase e a das frases.
( )Pragmática - Geralmente é assumida como o uso linguístico que nos dá a habilidade de interpretar e produzir significados em situações de interação (real ou virtual). Consequentemente, a pragmática é o estudo do significado construído pelo uso linguístico.
( )Semântica - é o estudo do significado e a interpretação dos significados das palavras, frases ou expressões dentro de um específico contexto.
A sequência CORRETA é:
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Gramática que “analisa um conjunto de regras que são seguidas, considerando as variações linguísticas da língua ao investigar seus fatos, extrapolando os conceitos que definem o que é certo e errado em nosso sistema linguístico.”
Essa concepção de gramática se refere à:
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“São procedimentos de caráter elevado, que envolvem a presença de objetivos a serem realizados, o planejamento das ações que se desencadeiam para atingi-los, assim como sua avaliação e possível mudança” (SOLÉ, 1998, p. 70). Desse modo, possibilitam que o estudante compreenda e interprete, de forma independente, os textos lidos, permitindo a formação de um leitor autônomo, crítico e reflexivo.
É possível se fazer uma associação desse excerto à concepção de:
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- Interpretação de TextosIntertextualidadeCitação
- Interpretação de TextosIntertextualidadeEpígrafe
- Interpretação de TextosIntertextualidadeParódia
Texto 2 para as questões 36 e 37.
Com licença poética
Adélia Prado
Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou tão feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
- dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra
homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
Disponível em https://wp.ufpel.edu.br/
Compare “Com licença poética” de Adélia Prado com a primeira estrofe do “Poema de Sete Faces” de Carlos Drummond de Andrade.
Poema de sete faces
Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.
(Carlos Drummond de Andrade)
É percebível, no próprio título do poema “Com licença poética”, que Adélia Prado estabelece um diálogo com “Poema de sete faces” de Carlos Drummond de Andrade, ao anunciar um pedido de licença para entrar no universo drummoniano.
O recurso presente nessa intertextualidade pode ser considerado:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Santa Terezinha Progresso-SC
Texto 2 para as questões 36 e 37.
Com licença poética
Adélia Prado
Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou tão feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
- dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra
homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
Disponível em https://wp.ufpel.edu.br/
Sobre o poema, assinale a alternativa INCORRETA:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Santa Terezinha Progresso-SC
O artigo, conhecido posteriormente pelo título “Paranoia ou mistificação? ”, foi publicado em 20 de dezembro de 1917, no jornal O Estado de S. Paulo. Nele, há críticas à exposição de Anita Malfatti que muito influenciaria a Semana de Arte Moderna de 22.
A autoria do artigo “Paranoia ou mistificação?” é de:
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- MorfologiaAdjetivos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoEquivalência
Leia o texto 1 e responda às questões de 31 a 34.
São Paulo inicia comemorações da Semana de Arte Moderna de 22
A cidade de São Paulo completa 468 anos nesta terça-feira (25) e inicia as celebrações em torno do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, comemorado em 13 de fevereiro. A programação traz como proposta mostrar a periferia como realizadora do “novo modernismo”.
“Em 1922, quem apresentou o modernismo foi a classe intelectual. Hoje, 100 anos depois de os modernistas reivindicarem arte verdadeiramente nossa, quem apresenta o modernismo é a periferia pujante. Não precisa ser da academia para desenvolver cultura. A cultura da periferia exala nos poros, e não só nos livros”, destaca a secretária de Cultura de São Paulo, Aline Torres.
Palco da Semana de Arte Moderna de 1922, o tradicional Theatro Municipal de São Paulo estará presente nas festividades do centenário, mas, desta vez, vai dividir as atenções com outros palcos espalhados pela periferia da cidade. Segundo a secretária, a intenção é fazer o público do centro conhecer os artistas das regiões mais afastadas e vice-versa.
“A ideia é trazer artistas da periferia para tocar nos palcos centrais e levar os artistas que costumam tocar nesses palcos para os da periferia. É fazer essa troca e, assim, promover, de verdade, a formação de público, o fomento cultural, esse intercâmbio de cultura. A gente vai ter muita programação incrível no Theatro, mas, ao mesmo tempo, atividades mostrando o modernismo da Brasilândia”, acrescenta Aline
Ela destaca que a intenção de aproximação não vai ser somente geográfica, mas também de linguagem. “Quando você pergunta a um adolescente de ensino médio, principalmente na escola pública, ‘você sabe o que é a semana do modernismo? ’, ele vai falar não, isso não é para mim, não sei o que é isso. E o que a gente quer é aproximar o modernismo falando a linguagem da juventude, a linguagem da periferia, mostrando que ele também faz parte desse novo modernismo”.
https://aloalobahia.com/notas
Sobre a análise do fragmento: “Ela destaca que a intenção de aproximação não vai ser somente geográfica, mas também de linguagem”, assinale a alternativa CORRETA.
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Leia o texto 1 e responda às questões de 31 a 34.
São Paulo inicia comemorações da Semana de Arte Moderna de 22
A cidade de São Paulo completa 468 anos nesta terça-feira (25) e inicia as celebrações em torno do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, comemorado em 13 de fevereiro. A programação traz como proposta mostrar a periferia como realizadora do “novo modernismo”.
“Em 1922, quem apresentou o modernismo foi a classe intelectual. Hoje, 100 anos depois de os modernistas reivindicarem arte verdadeiramente nossa, quem apresenta o modernismo é a periferia pujante. Não precisa ser da academia para desenvolver cultura. A cultura da periferia exala nos poros, e não só nos livros”, destaca a secretária de Cultura de São Paulo, Aline Torres.
Palco da Semana de Arte Moderna de 1922, o tradicional Theatro Municipal de São Paulo estará presente nas festividades do centenário, mas, desta vez, vai dividir as atenções com outros palcos espalhados pela periferia da cidade. Segundo a secretária, a intenção é fazer o público do centro conhecer os artistas das regiões mais afastadas e vice-versa.
“A ideia é trazer artistas da periferia para tocar nos palcos centrais e levar os artistas que costumam tocar nesses palcos para os da periferia. É fazer essa troca e, assim, promover, de verdade, a formação de público, o fomento cultural, esse intercâmbio de cultura. A gente vai ter muita programação incrível no Theatro, mas, ao mesmo tempo, atividades mostrando o modernismo da Brasilândia”, acrescenta Aline
Ela destaca que a intenção de aproximação não vai ser somente geográfica, mas também de linguagem. “Quando você pergunta a um adolescente de ensino médio, principalmente na escola pública, ‘você sabe o que é a semana do modernismo? ’, ele vai falar não, isso não é para mim, não sei o que é isso. E o que a gente quer é aproximar o modernismo falando a linguagem da juventude, a linguagem da periferia, mostrando que ele também faz parte desse novo modernismo”.
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Sobre o uso das aspas simples em: ‘você sabe o que é a semana do modernismo?’, assinale a alternativa ADEQUADA.
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Leia o texto 1 e responda às questões de 31 a 34.
São Paulo inicia comemorações da Semana de Arte Moderna de 22
A cidade de São Paulo completa 468 anos nesta terça-feira (25) e inicia as celebrações em torno do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, comemorado em 13 de fevereiro. A programação traz como proposta mostrar a periferia como realizadora do “novo modernismo”.
“Em 1922, quem apresentou o modernismo foi a classe intelectual. Hoje, 100 anos depois de os modernistas reivindicarem arte verdadeiramente nossa, quem apresenta o modernismo é a periferia pujante. Não precisa ser da academia para desenvolver cultura. A cultura da periferia exala nos poros, e não só nos livros”, destaca a secretária de Cultura de São Paulo, Aline Torres.
Palco da Semana de Arte Moderna de 1922, o tradicional Theatro Municipal de São Paulo estará presente nas festividades do centenário, mas, desta vez, vai dividir as atenções com outros palcos espalhados pela periferia da cidade. Segundo a secretária, a intenção é fazer o público do centro conhecer os artistas das regiões mais afastadas e vice-versa.
“A ideia é trazer artistas da periferia para tocar nos palcos centrais e levar os artistas que costumam tocar nesses palcos para os da periferia. É fazer essa troca e, assim, promover, de verdade, a formação de público, o fomento cultural, esse intercâmbio de cultura. A gente vai ter muita programação incrível no Theatro, mas, ao mesmo tempo, atividades mostrando o modernismo da Brasilândia”, acrescenta Aline
Ela destaca que a intenção de aproximação não vai ser somente geográfica, mas também de linguagem. “Quando você pergunta a um adolescente de ensino médio, principalmente na escola pública, ‘você sabe o que é a semana do modernismo? ’, ele vai falar não, isso não é para mim, não sei o que é isso. E o que a gente quer é aproximar o modernismo falando a linguagem da juventude, a linguagem da periferia, mostrando que ele também faz parte desse novo modernismo”.
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Sobre “A gente vai ter muita programação incrível no Theatro...”, assinale a alternativa CORRETA.
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