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Foram encontradas 740 questões.

Leia o texto abaixo para responder à questão.

A aproximação das comemorações do bicentenário da Independência tem despertado em alguns historiadores o desejo de promover um certo resgate da reputação da família real, e que foi satirizada em filmes e séries televisivas. Fundada em 1810 por Dom João 6º, a Biblioteca Nacional menciona esse objetivo em seu caderno de projetos para o bicentenário. O documento busca valorizar “personagens que se tornaram chacotas para o público em geral, através da TV e do cinema, quando a historiografia é capaz de trazer conteúdo objetivo e sério sobre a família que reinou no Brasil”.

“É preciso apresentar a dimensão familiar da monarquia, da forma como se constituiu o poder no Brasil, e como questões centrais como autoridade, bem comum, religiosidade, sacrifício, vícios, doações e abusos vinham à tona”, diz a instituição. Em maio deste ano, a biblioteca promoveu uma exposição virtual sobre dona Maria, mãe de dom João 6º, em que o adjetivo “a louca” foi deixado de lado. Em seu lugar, privilegiou-se o título formal da soberana, dona Maria 1ª.

“É importante dignificar os fundadores da nação e superar um cacoete de negação que é muito forte”, diz Luiz Ramires Jr, coordenador-geral do centro de pesquisa e editoração da Biblioteca Nacional. Para ele, usar a sátira é algo que pode levar o tema ao conhecimento de mais pessoas, mas com riscos no processo. “À medida que você faz chacota dessas figuras centrais, isso decanta, sobretudo, em livros didáticos”.

Como afirma a historiadora Mary del Priore, “dona Maria foi uma mulher responsável pela criação de academias, assinatura de diversos tratados de comércio e diplomáticos. Muitos a adoravam, tanto que quando a família real vem para o Brasil, ela recebe cartas pedindo que volte para Portugal”. Nascida em 1734, ela tornou-se rainha em 1777. Para seus contemporâneos, era conhecida como “a piedosa”, pelo fervor religioso, que a fez isolar da corte o Marquês de Pombal, adepto do Iluminismo português. A instabilidade mental começou na segunda década de reinado, acentuando-se após uma sucessão de perdas na família, especialmente a do primogênito, Dom José, em 1788, aos 27 anos.

O adjetivo “louca”, segundo a historiadora, é uma construção do movimento republicano português, em fins do século 19, em uma estratégia de deslegitimar a monarquia. Um dos maiores responsáveis por cunhar o termo à soberana foi o influente poeta modernista português Guerra Junqueira (1850-1923). Em seu poema “Pátria”, de 1896, o poeta descreve a rainha num estado de loucura, fúria e delírio. A república portuguesa acabaria sendo proclamada em 1910.

(Uma outra história. Folha de São Paulo, 31.10.2021. Adaptado).

De acordo com o texto, a aproximação do bicentenário da Independência deve

 

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3377355 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à ortografia, assinale a alternativa correta.

 

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3377354 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Analise a frase abaixo para responder à questão 9.

As instituições passaram a exigir que os artistas que apoiaram o estadista no passado o condenem claramente e à invasão como pré-requisito para se apresentar.

(msn.com. Adaptado).

Considerando as regras que regem o uso da norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta uma correção necessária ao parágrafo acima.

 

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3377353 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Analise a frase abaixo para responder à questão 8.

A hipótese da pesquisa é que cada um desses elementos represente um dia do mês totalizando em doze ciclos 360 dias.

(msn.com. Adaptado).

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à pontuação, assinale a alternativa correta.

 

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3377352 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à acentuação, assinale a alternativa correta.

 

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3377351 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Recorrer reclamar, geralmente não leva nada, mas alguns preferem essa atitude solução do problema.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso da crase, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.

 

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3377350 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Estou mais perto do meu trabalho, cheguei à empresa quinze minutos depois de sair da casa eu moro agora. Ainda assim, empregada confiei as chaves da porta da frente.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à regência verbal, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas considerando o sentido das frases.

 

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3377349 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 4.

Homem no Mar

De minha varanda vejo, entre árvores e telhados, o mar. Não há ninguém na praia, que “resplende” ao sol. O vento é nordeste, e vai tangendo, aqui e ali, no belo azul das águas, pequenas espumas que marcham alguns segundos e morrem, como bichos alegres e humildes; perto da terra a onda é verde.

Mas percebo um movimento em um ponto do mar; é um homem nadando. Nada a favor das águas e do vento, e as pequenas espumas que nascem e somem parecem ir mais depressa do que ele. Justo: espumas são leves, não são feitas de nada, toda sua substância é água e vento e luz, e o homem tem sua carne, seus ossos, seu coração, todo seu corpo a transportar na água.

Ele usa os músculos com uma calma energia; avança. Certamente não suspeita que um desconhecido o vê e o admira porque ele está nadando em uma praia deserta. Não sei de onde vem essa admiração, mas encontro nesse homem uma nobreza calma, sinto-me solidário com ele, acompanho o seu esforço solitário como se ele estivesse cumprindo uma bela missão. Já nadou em minha presença uns trezentos metros; antes, não sei, duas vezes o perdi de vista, quando ele passou atrás das árvores, mas esperei com toda confiança que reaparecesse sua cabeça, e o movimento alternado de seus braços. Mais uns cinquenta metros, e o perderei de vista, pois um telhado o esconderá. Que ele nade bem esses cinquenta ou sessenta metros, isto me parece importante, é preciso que conserve a mesma batida de sua braçada, que eu o veja desaparecer assim como o vi aparecer, no mesmo rumo, no mesmo ritmo, forte, lento, sereno. Será perfeito; a imagem desse homem me faz bem.

É apenas a imagem de um homem, e eu não poderia saber sua idade, nem sua cor, nem os traços de sua cara. Estou solidário com ele, e espero que ele esteja comigo. Que ele atinja o telhado vermelho, e então eu poderei sair da varanda tranquilo, pensando – “vi um homem sozinho, nadando no mar; quando o vi ele já estava nadando; acompanhei-o com atenção durante todo o tempo, e testemunho que ele nadou sempre com firmeza e correção; esperei que ele atingisse um telhado vermelho, e ele atingiu”.

Não desço para ir esperá-lo na praia e lhe apertar mão; mas dou meu silencioso apoio, minha atenção e minha estima a esse desconhecido, a esse nobre animal, a esse homem, a esse correto irmão.

(Rubem Braga).

Analise a frase abaixo para responder à questão 4.

Certamente não suspeita “que” um desconhecido o vê e o admira porque ele está nadando em uma praia deserta.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto às classes de palavras, assinale a alternativa em que a palavra destacada pertence à mesma classe gramatical que “que” destacada na frase acima.

 

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3377348 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 4.

Homem no Mar

De minha varanda vejo, entre árvores e telhados, o mar. Não há ninguém na praia, que “resplende” ao sol. O vento é nordeste, e vai tangendo, aqui e ali, no belo azul das águas, pequenas espumas que marcham alguns segundos e morrem, como bichos alegres e humildes; perto da terra a onda é verde.

Mas percebo um movimento em um ponto do mar; é um homem nadando. Nada a favor das águas e do vento, e as pequenas espumas que nascem e somem parecem ir mais depressa do que ele. Justo: espumas são leves, não são feitas de nada, toda sua substância é água e vento e luz, e o homem tem sua carne, seus ossos, seu coração, todo seu corpo a transportar na água.

Ele usa os músculos com uma calma energia; avança. Certamente não suspeita que um desconhecido o vê e o admira porque ele está nadando em uma praia deserta. Não sei de onde vem essa admiração, mas encontro nesse homem uma nobreza calma, sinto-me solidário com ele, acompanho o seu esforço solitário como se ele estivesse cumprindo uma bela missão. Já nadou em minha presença uns trezentos metros; antes, não sei, duas vezes o perdi de vista, quando ele passou atrás das árvores, mas esperei com toda confiança que reaparecesse sua cabeça, e o movimento alternado de seus braços. Mais uns cinquenta metros, e o perderei de vista, pois um telhado o esconderá. Que ele nade bem esses cinquenta ou sessenta metros, isto me parece importante, é preciso que conserve a mesma batida de sua braçada, que eu o veja desaparecer assim como o vi aparecer, no mesmo rumo, no mesmo ritmo, forte, lento, sereno. Será perfeito; a imagem desse homem me faz bem.

É apenas a imagem de um homem, e eu não poderia saber sua idade, nem sua cor, nem os traços de sua cara. Estou solidário com ele, e espero que ele esteja comigo. Que ele atinja o telhado vermelho, e então eu poderei sair da varanda tranquilo, pensando – “vi um homem sozinho, nadando no mar; quando o vi ele já estava nadando; acompanhei-o com atenção durante todo o tempo, e testemunho que ele nadou sempre com firmeza e correção; esperei que ele atingisse um telhado vermelho, e ele atingiu”.

Não desço para ir esperá-lo na praia e lhe apertar mão; mas dou meu silencioso apoio, minha atenção e minha estima a esse desconhecido, a esse nobre animal, a esse homem, a esse correto irmão.

(Rubem Braga).

Analise a frase abaixo para responder à questão 3.

“... é preciso que conserve ‘a mesma batida de sua braçada’”.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso de pronomes, assinale a alternativa em que os termos destacados na frase acima são devidamente substituídos por um pronome pessoal.

 

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3377347 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 4.

Homem no Mar

De minha varanda vejo, entre árvores e telhados, o mar. Não há ninguém na praia, que “resplende” ao sol. O vento é nordeste, e vai tangendo, aqui e ali, no belo azul das águas, pequenas espumas que marcham alguns segundos e morrem, como bichos alegres e humildes; perto da terra a onda é verde.

Mas percebo um movimento em um ponto do mar; é um homem nadando. Nada a favor das águas e do vento, e as pequenas espumas que nascem e somem parecem ir mais depressa do que ele. Justo: espumas são leves, não são feitas de nada, toda sua substância é água e vento e luz, e o homem tem sua carne, seus ossos, seu coração, todo seu corpo a transportar na água.

Ele usa os músculos com uma calma energia; avança. Certamente não suspeita que um desconhecido o vê e o admira porque ele está nadando em uma praia deserta. Não sei de onde vem essa admiração, mas encontro nesse homem uma nobreza calma, sinto-me solidário com ele, acompanho o seu esforço solitário como se ele estivesse cumprindo uma bela missão. Já nadou em minha presença uns trezentos metros; antes, não sei, duas vezes o perdi de vista, quando ele passou atrás das árvores, mas esperei com toda confiança que reaparecesse sua cabeça, e o movimento alternado de seus braços. Mais uns cinquenta metros, e o perderei de vista, pois um telhado o esconderá. Que ele nade bem esses cinquenta ou sessenta metros, isto me parece importante, é preciso que conserve a mesma batida de sua braçada, que eu o veja desaparecer assim como o vi aparecer, no mesmo rumo, no mesmo ritmo, forte, lento, sereno. Será perfeito; a imagem desse homem me faz bem.

É apenas a imagem de um homem, e eu não poderia saber sua idade, nem sua cor, nem os traços de sua cara. Estou solidário com ele, e espero que ele esteja comigo. Que ele atinja o telhado vermelho, e então eu poderei sair da varanda tranquilo, pensando – “vi um homem sozinho, nadando no mar; quando o vi ele já estava nadando; acompanhei-o com atenção durante todo o tempo, e testemunho que ele nadou sempre com firmeza e correção; esperei que ele atingisse um telhado vermelho, e ele atingiu”.

Não desço para ir esperá-lo na praia e lhe apertar mão; mas dou meu silencioso apoio, minha atenção e minha estima a esse desconhecido, a esse nobre animal, a esse homem, a esse correto irmão.

(Rubem Braga).

Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra “resplende” destacada no texto.

 

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