Foram encontradas 30 questões.
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Julgue as afirmações:
1- Todos os engenheiros são graduados.
2- Alguns engenheiros são pesquisadores.
3- Nenhum pesquisador é administrador.
Com base apenas nessas informações, qual conclusão é necessariamente verdadeira?
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Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
1- Começa com uma letra maiúscula (A–Z).
2- Em seguida, deve conter dois dígitos distintos de 0 a 9.
3- O primeiro dígito não pode ser 0.
4- Por fim, deve terminar com uma vogal maiúscula: A, E, I, O ou U.
Quantos códigos diferentes podem ser gerados seguindo todas as regras?
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
· P: “O sensor principal está ativo.”
· Q: “O alarme sonoro dispara.”
· R: “O supervisor remoto é notificado.”
O sistema obedece às regras:
1. Se o sensor principal está ativo, então o alarme sonoro dispara.
2. Se o alarme sonoro dispara, então o supervisor remoto é notificado.
3. O supervisor remoto não foi notificado.
Diante dessas informações, conclui-se logicamente que:
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Considere a alegação:
- Todos os servidores que participam do Programa de Aperfeiçoamento recebem capacitação em gestão de processos.
- Ana recebeu capacitação em gestão de processos.
- Portanto, Ana participa do Programa de Aperfeiçoamento. A partir dessas informações, avalie a estrutura do argumento e assinale a alternativa correta.
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Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
(_) Com base no conto, podemos dizer que Simão Bacamarte não resolve o problema da loucura como deseja, sua maior dificuldade é saber onde termina a loucura e começa a normalidade.
(_) Como se vê no conto, todos os comportamentos caem dentro de algum conceito de loucura, mas nenhum conceito chega a explicar o fenômeno em termos absolutos. Não se sabe já quem estava são nem quem estava doido: as fronteiras entre normalidade e anormalidade ficam radicalmente relativizadas.
(_) A segunda metade do século XIX, momento em que foi escrita a obra de Machado de Assis, caracteriza-se por uma grande confiança na capacidade da Ciência da época para explicar os problemas do homem e da natureza. Entretanto, o conto não contribui para reforçar essa visão, ao contrário, ele satiriza a crença nos poderes ilimitados da Ciência.
(_) A ação do barbeiro Porfírio Caetano das Neves, é motivada inicialmente pelo desejo de dissolver a Casa de Orates, respondendo aos interesses da população de Itaguaí, a quem lidera em sua revolta e em nome de quem age. O corpo de dragões encarregado de restabelecer a ordem, acaba por atender aos anseios da população, apoiando a revolta,
(_) Num segundo momento, quando se configura a vitória popular, o Canjica passa a desejar o poder, agindo em benefício de si mesmo: “a dignidade do governo começava a enrijar-lhe os quadris.”
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
I- Verso livre é aquele que não obedece a nenhuma exigência métrica, apesar de ter o seu ritmo.
II- Refrão ou estribilho é o verso ou conjunto de versos que se repete ao final de cada estrofe. A balada e o rondó são tipos de poesia que têm refrão.
III- Nos poemas, os versos podem formar apenas um grupo ou vários grupos. Cada grupo de versos forma uma estrofe.
IV- Estrofe é o conjunto de versos.
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Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
(_) Variação regional, (diatópica): Como o próprio nome já diz, trata-se de uma variação linguística relacionada à localização regional do indivíduo: cidades, estados, áreas urbanas e rurais, que vão desde o sotaque, léxico, dialetos, pronúncia até a construção de diferentes palavras para um mesmo conceito. Um exemplo clássico é a famosa discussão sobre o uso de biscoito x bolacha em diferentes estados brasileiros.
(_) Variação social, (diastrática): Essa variação linguística se refere aos hábitos e culturas de diferentes grupos sociais, e isso inclui gírias próprias, como por exemplo, um grupo de skatistas, que utiliza jargões e gírias como irado, maneiro, insano, a fim de representar algo legal.
(_) Variação estilísticas, (diafásica): A variação estilística, ou situacional, diz respeito ao contexto de comunicação, isto é, às mudanças linguísticas de acordo com a situação em que o falante se encontra. Ela ocorre porque, em certos momentos, é necessário usar de registros mais formais para se comunicar, enquanto em outras ocasiões, a informalidade pode ser usada, como gírias em um grupo de amigos, por exemplo.
(_) Variações linguísticas que existem no Brasil: Por se tratar de um país com grande proporção territorial, o Brasil é bastante diverso, com muitas expressões e variações linguísticas, que vão desde o sotaque até a construção de jargões. No entanto, nem mesmo os próprios brasileiros conhecem todas elas.
(_) As variações linguísticas mais usadas na região Norte são: Moleque doido, que significa pessoa maluca; Moscô, quer dizer que a pessoa foi pega em flagrante; Égua, usado para indicar espanto ou admiração; Borogodó, quando uma pessoa entende, ou é especialista em determinado assunto.
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Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
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Leia o texto para responder às próximas duas questões.
Caro Freud. (Juliano Martinz).
Resolvi lhe escrever uma carta porque o senhor anda muito ocupado e eu demoro muito para me fazer compreender verbalmente. Aqui, nesta carta, acho que consigo ser franco e direto. E franqueza é algo que me escapa pelos dedos, especialmente quando estou diante de alguém tão mal-encarado como o senhor (sem ofensas, por favor). Mas se pelo menos o senhor desse um sorrisinho de vez em quando, ajudaria muito nas nossas consultas. Mas enfim…
Hoje resolvi aplicar alguns dos seus conselhos. E outros do Facebook. A propósito, já lhe contei que meu mural parece um livro de autoajuda? Desse jeito, acho que o senhor vai precisar mudar de profissão.
Bom, voltando aos conselhos. O senhor mencionou que eu precisava encontrar prazer no meu trabalho. Pois bem, resolvi espalhar chocolate em todas as mesas, pias, balcões e até no banheiro. Preciso admitir que o senhor estava com toda a razão. De fato, todo o ambiente está mais prazeroso e há docilidade por todos os lados. As formigas também acham.
Romanticamente, a história é mais complicada. Sempre que nos encontramos, o senhor pergunta: “E as namoradas, como vão?”. Realmente, doutor Freud, nunca entendi o porquê do plural. Mas já que tocamos no assunto, acho que precisarei de um pouco mais do que chocolate para resolver este problema.
O senhor disse que o segredo do sucesso é fazer as mulheres rirem. Mas rir de mim também conta? E aquela história de conversar com a garota sobre assuntos que a interessam? Conheci uma garota e já fui puxando assunto sobre rímel, blush, cílios postiços e batom. Não sei não, Freud, mas tem certeza de que esse conselho funciona? A garota soltou um “ihhh” e saiu de perto. Sabe esses “ihs” que podem significar um milhão de coisas e todas elas péssimas para a nossa reputação?
O senhor também mencionou que eu não poderia deixar as garotas me encararem como amigo, não foi? “Mulheres nunca se apaixonam por amigos”. Tentei aplicar este conselho. Uma amiga minha, a Miriam, uma ruiva de um metro e setenta, dois imensos olhos caramelo, dois lábios carnudos que são pura covardia. Pois bem, ela me disse que precisava contar um segredo. Sacou, né? Coisa de amigos, papo de segredos, essas coisas. Não hesitei. Já soltei um: “Nem vem com essas fofoquinhas tolas que me dão nos nervos. Se quiser algo de verdade, te dou um beijo de desentupir pia. Agora se quiser ficar nessas conversinhas frívolas e inúteis, vai procurar tua turma de tagarelas descerebrados”. O senhor poderia ler esta frase novamente e me dizer onde errei? Porque acho que errei em algum ponto, levando-se em consideração o peso do tapa na minha cara.
Ah, meu amigo Sigmund. A vida não é nada fácil. Pela expressão fechada em seu rosto, o senhor deve me entender. Talvez o senhor devesse parar um pouco com esses assuntos melancólicos e se dedicar um tempo a escrever alguns textos humorísticos. Além disso, precisamos conversar mais. Mas não dentro daquele seu consultório mórbido. Podíamos sair para tomar umas cervejas. Ver luzes, ouvir pessoas, essas coisas. Acho que lhe faria bem, também.
Quando quiser, só me avisar. Mas o senhor paga. E não vem com história de que está sem dinheiro, porque aí quem vai dizer “ihhh” sou eu.
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