Foram encontradas 40 questões.
4232551
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Leia as afirmações sobre o romance Quincas Borba, de Machado de Assis, indique se são (F)
falsas ou (V) verdadeiras e marque a alternativa correta.
( ) Sofia age abertamente, aceitando a corte de Rubião. Pode-se denominar isto de adultério consciente. Sofia, entretanto, tem uma real atração por Carlos Maria, jovem bonito e rico. É possível dizer que Sofia, ao mesmo tempo em que incentiva a paixão platônica de Rubião, pretende conquistar Carlos Maria.
( ) Cristiano Palha tem consciência de que a esposa aceita a corte de Rubião, mas desconhece a simpatia crescente entre Sofia e Carlos Maria.
( ) Quem sente realmente o ciúme de Sofia é Rubião. Pode-se dizer que a posição de Palha é bastante cômoda no que se refere a Rubião. Quanto à Sofia, o que se pode dizer de seu relacionamento com Rubião não é fácil, pois seu papel é duplo: o de atrair e depois repudiar.
( ) A diferença básica entre Rubião e Carlos Maria é que o último, não ama Sofia e Rubião sim.
( ) Sofia age abertamente, aceitando a corte de Rubião. Pode-se denominar isto de adultério consciente. Sofia, entretanto, tem uma real atração por Carlos Maria, jovem bonito e rico. É possível dizer que Sofia, ao mesmo tempo em que incentiva a paixão platônica de Rubião, pretende conquistar Carlos Maria.
( ) Cristiano Palha tem consciência de que a esposa aceita a corte de Rubião, mas desconhece a simpatia crescente entre Sofia e Carlos Maria.
( ) Quem sente realmente o ciúme de Sofia é Rubião. Pode-se dizer que a posição de Palha é bastante cômoda no que se refere a Rubião. Quanto à Sofia, o que se pode dizer de seu relacionamento com Rubião não é fácil, pois seu papel é duplo: o de atrair e depois repudiar.
( ) A diferença básica entre Rubião e Carlos Maria é que o último, não ama Sofia e Rubião sim.
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4232550
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Em significação das palavras, os pares correto/certo; sim/não; auto/alto; celeiro/seleiro, são
respectivamente:
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4232549
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Aludindo-se ao uso ou não do sinal grave indicativo de crase, identifique a alternativa
indevida.
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4232548
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Indique a alternativa em que todas as palavras são acentuadas graficamente, segundo a
mesma regra.
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4232547
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Sobre tipologia textual, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.
( ) Dissertação-expositiva, (informativa), apresenta dados sobre um determinado assunto. Há informações sobre diferentes temas, em que o autor expõe dados e/ou conceitos de modo objetivo.
( ) O objetivo principal da dissertação-expositiva (informativa) é informar, esclarecer.
( ) Na Dissertação-expositiva (informativa), os gêneros mais comuns são aula, resumo, textos científicos, enciclopédia, textos expositivos de revistas e jornais.
( ) Na dissertação-argumentativa é comum encontrar sermão, ensaio, monografia, tese, ensaio, manifesto, crítica.
( ) Dissertação-expositiva, (informativa), apresenta dados sobre um determinado assunto. Há informações sobre diferentes temas, em que o autor expõe dados e/ou conceitos de modo objetivo.
( ) O objetivo principal da dissertação-expositiva (informativa) é informar, esclarecer.
( ) Na Dissertação-expositiva (informativa), os gêneros mais comuns são aula, resumo, textos científicos, enciclopédia, textos expositivos de revistas e jornais.
( ) Na dissertação-argumentativa é comum encontrar sermão, ensaio, monografia, tese, ensaio, manifesto, crítica.
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4232546
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Leia o texto para responder à próxima questão.
A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).
Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando,
tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de
perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou
menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um
outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o
coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói
também.
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas
reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem
se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita
que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se
apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para
isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira
entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor
primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o
amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos
colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que
terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da
gente.
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4232545
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
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Disciplina: Português
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Leia o texto para responder à próxima questão.
A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).
Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando,
tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de
perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou
menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um
outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o
coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói
também.
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas
reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem
se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita
que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se
apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para
isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira
entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor
primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o
amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos
colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que
terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da
gente.
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4232544
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
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Leia o texto para responder à próxima questão.
A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).
Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando,
tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de
perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou
menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um
outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o
coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói
também.
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas
reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem
se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita
que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se
apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para
isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira
entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor
primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o
amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos
colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que
terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da
gente.
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4232543
Ano: 2026
Disciplina: Português
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Leia o texto para responder à próxima questão.
A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).
Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando,
tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de
perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou
menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um
outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o
coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói
também.
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas
reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem
se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita
que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se
apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para
isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira
entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor
primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o
amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos
colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que
terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da
gente.
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4232542
Ano: 2026
Disciplina: Português
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A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).
Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando,
tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de
perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou
menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um
outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o
coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói
também.
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas
reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem
se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita
que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se
apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para
isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira
entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor
primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o
amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos
colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que
terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da
gente.
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