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Qual o volume de um cubo cuja diagonal da face é igual a \( 5 \sqrt6 cm ? \)
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Dados: log 3 = 0,47 e log 1,1 = 0,041
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A coragem de cobrar caro
- Você tem medo de pedir aumento, você tem medo de aumentar o seu preço. Então leia.
- Meu médico me recebeu todo envergonhado pelo atraso de duas horas na consulta marcada.
- “Doutor, eu não estou irritado pela espera porque o senhor é simplesmente o melhor médico do país, e eu não sou bobo.
- Prefiro esperar a consultar o segundo ou o décimo melhor especialista da área.”
- Isso o tranquilizou.
- “Eu só acho triste que o melhor médico deste país esteja cobrando o mesmo preço que os outros, tendo de trabalhar o dobro, sem tempo para estudar e ver a família.
- Eu, palestrante que sou, cobro dez vezes o preço desta sua consulta, só que nunca chego atrasado.” Concordou e balbuciou a seguinte frase, que me levou a escrever este artigo.
- “Tenho medo de cobrar mais do que os meus colegas. Eles ficariam com inveja, falariam mal de mim, seria um inferno.”
- No Brasil, a maioria dos empregados e profissionais no fundo tem medo de pedir um aumento de salário ou de cobrar mais caro.
- Cobrar mais significa criar um cliente mais exigente, que irá reclamar toda vez que o serviço não corresponder ao preço.
- Cobrar menos é sempre a saída mais fácil, dá muito menos problemas, menos reclamações, como no meu caso.
- É preciso ter coragem para cobrar mais e assumir as responsabilidades inerentes. A maioria prefere o comodismo e a mediocridade do “preço tabelado”.
- Só que, se cobrar o mesmo que os colegas menos competentes, você estará roubando clientes deles, e é isso que cria inveja e maledicência.
- Você estará fazendo “dumping profissional”, estará sendo injusto com eles e consigo mesmo.
- Eu sei que é difícil cobrar mais caro, mas alguém tem de dar o exemplo, mostrar aos outros profissionais o caminho da excelência, implantar novos padrões, como pontualidade, por exemplo.
- Você será o guru da nova geração, e a inveja que terão de seu novo preço fará com que eles passem a copiá-lo.
- E, à medida que seus colegas se aprimorarem, sua vantagem competitiva desaparecerá e você terá de reduzir o preço novamente ou então melhorar ainda mais seus serviços.
- Somos essa sociedade atrasada porque, entre nós, cobrar caro, ganhar mais do que os outros é malvisto pelos nossos intelectuais, políticos, líderes religiosos e professores de sociologia.
- O paradigma de sucesso deles é cobrar pouco.
Melhor ainda seria não cobrar, oferecendo de graça ensino, saúde, segurança, cultura, aposentadorias, remédios, comida, dinheiro, enfim. - De graça, o povo não tem como reclamar dos péssimos serviços, os alunos desses professores não têm como criticar as péssimas aulas. “De cavalo dado não se olham os dentes.”
- Se alguma coisa a história nos ensina é que o “tudo grátis” traz consigo a queda da qualidade dos serviços públicos, a desvalorização do serviço, o desprezo pelo povo nas filas, a exclusão social, a corrupção e a desmoralização de todos os envolvidos.
- O programa de transferência de renda foi uma forma inteligente de incentivar as mães a manter os filhos nas péssimas aulas do ensino público. Quando o estímulo deveria ser aulas interessantes a que nenhum aluno curioso iria faltar.
- Nós administradores já descobrimos há tempos que refeições grátis para funcionários não são valorizadas, e a qualidade despenca.
- Por isso, cobramos algo simbólico, 10% a 20% de seu valor.
- Se o ensino fosse cobrado, em pelo menos 10% do valor, teríamos pais de alunos reclamando do péssimo ensino público e gerando pressão por melhoria e redução de custos.
- Dizer que nem isso dá para pagar é mentira – 10% não chegariam a 20 reais por mês.
- Tem muito pai que faria trabalho extra pelo orgulho de saber que foi ele quem custeou a educação dos filhos, e não a caridade estatal.
- Se temos falta de recursos em educação, por que não cobrar pelo menos 10% do valor? Seria falta de coragem ou simplesmente vergonha?
- Precisamos mudar a mentalidade deste país, uma mentalidade que incentiva a mediocridade, e o medo de cobrar pelos serviços, por óbvias razões.
- Se você acha que cobrar caro e ficar rico é politicamente incorreto, como muitos professores têm ensinado por aí, doe o adicional pelo meu site www...
- Ou então passe a trabalhar menos, volte para casa mais cedo e curta sua família.
- Mas não faça a opção pela pobreza, não tenha medo de cobrar cada vez mais.
- Caso contrário, continuaremos pobres e medíocres para sempre.
Extraído de Revista Veja, 2006, página 28, Política de Preços.
Assinale a opção correta quanto ao aspecto da concordância verbal:
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A coragem de cobrar caro
- Você tem medo de pedir aumento, você tem medo de aumentar o seu preço. Então leia.
- Meu médico me recebeu todo envergonhado pelo atraso de duas horas na consulta marcada.
- “Doutor, eu não estou irritado pela espera porque o senhor é simplesmente o melhor médico do país, e eu não sou bobo.
- Prefiro esperar a consultar o segundo ou o décimo melhor especialista da área.”
- Isso o tranquilizou.
- “Eu só acho triste que o melhor médico deste país esteja cobrando o mesmo preço que os outros, tendo de trabalhar o dobro, sem tempo para estudar e ver a família.
- Eu, palestrante que sou, cobro dez vezes o preço desta sua consulta, só que nunca chego atrasado.” Concordou e balbuciou a seguinte frase, que me levou a escrever este artigo.
- “Tenho medo de cobrar mais do que os meus colegas. Eles ficariam com inveja, falariam mal de mim, seria um inferno.”
- No Brasil, a maioria dos empregados e profissionais no fundo tem medo de pedir um aumento de salário ou de cobrar mais caro.
- Cobrar mais significa criar um cliente mais exigente, que irá reclamar toda vez que o serviço não corresponder ao preço.
- Cobrar menos é sempre a saída mais fácil, dá muito menos problemas, menos reclamações, como no meu caso.
- É preciso ter coragem para cobrar mais e assumir as responsabilidades inerentes. A maioria prefere o comodismo e a mediocridade do “preço tabelado”.
- Só que, se cobrar o mesmo que os colegas menos competentes, você estará roubando clientes deles, e é isso que cria inveja e maledicência.
- Você estará fazendo “dumping profissional”, estará sendo injusto com eles e consigo mesmo.
- Eu sei que é difícil cobrar mais caro, mas alguém tem de dar o exemplo, mostrar aos outros profissionais o caminho da excelência, implantar novos padrões, como pontualidade, por exemplo.
- Você será o guru da nova geração, e a inveja que terão de seu novo preço fará com que eles passem a copiá-lo.
- E, à medida que seus colegas se aprimorarem, sua vantagem competitiva desaparecerá e você terá de reduzir o preço novamente ou então melhorar ainda mais seus serviços.
- Somos essa sociedade atrasada porque, entre nós, cobrar caro, ganhar mais do que os outros é malvisto pelos nossos intelectuais, políticos, líderes religiosos e professores de sociologia.
- O paradigma de sucesso deles é cobrar pouco.
Melhor ainda seria não cobrar, oferecendo de graça ensino, saúde, segurança, cultura, aposentadorias, remédios, comida, dinheiro, enfim. - De graça, o povo não tem como reclamar dos péssimos serviços, os alunos desses professores não têm como criticar as péssimas aulas. “De cavalo dado não se olham os dentes.”
- Se alguma coisa a história nos ensina é que o “tudo grátis” traz consigo a queda da qualidade dos serviços públicos, a desvalorização do serviço, o desprezo pelo povo nas filas, a exclusão social, a corrupção e a desmoralização de todos os envolvidos.
- O programa de transferência de renda foi uma forma inteligente de incentivar as mães a manter os filhos nas péssimas aulas do ensino público. Quando o estímulo deveria ser aulas interessantes a que nenhum aluno curioso iria faltar.
- Nós administradores já descobrimos há tempos que refeições grátis para funcionários não são valorizadas, e a qualidade despenca.
- Por isso, cobramos algo simbólico, 10% a 20% de seu valor.
- Se o ensino fosse cobrado, em pelo menos 10% do valor, teríamos pais de alunos reclamando do péssimo ensino público e gerando pressão por melhoria e redução de custos.
- Dizer que nem isso dá para pagar é mentira – 10% não chegariam a 20 reais por mês.
- Tem muito pai que faria trabalho extra pelo orgulho de saber que foi ele quem custeou a educação dos filhos, e não a caridade estatal.
- Se temos falta de recursos em educação, por que não cobrar pelo menos 10% do valor? Seria falta de coragem ou simplesmente vergonha?
- Precisamos mudar a mentalidade deste país, uma mentalidade que incentiva a mediocridade, e o medo de cobrar pelos serviços, por óbvias razões.
- Se você acha que cobrar caro e ficar rico é politicamente incorreto, como muitos professores têm ensinado por aí, doe o adicional pelo meu site www...
- Ou então passe a trabalhar menos, volte para casa mais cedo e curta sua família.
- Mas não faça a opção pela pobreza, não tenha medo de cobrar cada vez mais.
- Caso contrário, continuaremos pobres e medíocres para sempre.
Extraído de Revista Veja, 2006, página 28, Política de Preços.
Em "Precisamos mudar a mentalidade deste país" (29§), o processo de formação da palavra destacada é:
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A coragem de cobrar caro
- Você tem medo de pedir aumento, você tem medo de aumentar o seu preço. Então leia.
- Meu médico me recebeu todo envergonhado pelo atraso de duas horas na consulta marcada.
- “Doutor, eu não estou irritado pela espera porque o senhor é simplesmente o melhor médico do país, e eu não sou bobo.
- Prefiro esperar a consultar o segundo ou o décimo melhor especialista da área.”
- Isso o tranquilizou.
- “Eu só acho triste que o melhor médico deste país esteja cobrando o mesmo preço que os outros, tendo de trabalhar o dobro, sem tempo para estudar e ver a família.
- Eu, palestrante que sou, cobro dez vezes o preço desta sua consulta, só que nunca chego atrasado.” Concordou e balbuciou a seguinte frase, que me levou a escrever este artigo.
- “Tenho medo de cobrar mais do que os meus colegas. Eles ficariam com inveja, falariam mal de mim, seria um inferno.”
- No Brasil, a maioria dos empregados e profissionais no fundo tem medo de pedir um aumento de salário ou de cobrar mais caro.
- Cobrar mais significa criar um cliente mais exigente, que irá reclamar toda vez que o serviço não corresponder ao preço.
- Cobrar menos é sempre a saída mais fácil, dá muito menos problemas, menos reclamações, como no meu caso.
- É preciso ter coragem para cobrar mais e assumir as responsabilidades inerentes. A maioria prefere o comodismo e a mediocridade do “preço tabelado”.
- Só que, se cobrar o mesmo que os colegas menos competentes, você estará roubando clientes deles, e é isso que cria inveja e maledicência.
- Você estará fazendo “dumping profissional”, estará sendo injusto com eles e consigo mesmo.
- Eu sei que é difícil cobrar mais caro, mas alguém tem de dar o exemplo, mostrar aos outros profissionais o caminho da excelência, implantar novos padrões, como pontualidade, por exemplo.
- Você será o guru da nova geração, e a inveja que terão de seu novo preço fará com que eles passem a copiá-lo.
- E, à medida que seus colegas se aprimorarem, sua vantagem competitiva desaparecerá e você terá de reduzir o preço novamente ou então melhorar ainda mais seus serviços.
- Somos essa sociedade atrasada porque, entre nós, cobrar caro, ganhar mais do que os outros é malvisto pelos nossos intelectuais, políticos, líderes religiosos e professores de sociologia.
- O paradigma de sucesso deles é cobrar pouco.
Melhor ainda seria não cobrar, oferecendo de graça ensino, saúde, segurança, cultura, aposentadorias, remédios, comida, dinheiro, enfim. - De graça, o povo não tem como reclamar dos péssimos serviços, os alunos desses professores não têm como criticar as péssimas aulas. “De cavalo dado não se olham os dentes.”
- Se alguma coisa a história nos ensina é que o “tudo grátis” traz consigo a queda da qualidade dos serviços públicos, a desvalorização do serviço, o desprezo pelo povo nas filas, a exclusão social, a corrupção e a desmoralização de todos os envolvidos.
- O programa de transferência de renda foi uma forma inteligente de incentivar as mães a manter os filhos nas péssimas aulas do ensino público. Quando o estímulo deveria ser aulas interessantes a que nenhum aluno curioso iria faltar.
- Nós administradores já descobrimos há tempos que refeições grátis para funcionários não são valorizadas, e a qualidade despenca.
- Por isso, cobramos algo simbólico, 10% a 20% de seu valor.
- Se o ensino fosse cobrado, em pelo menos 10% do valor, teríamos pais de alunos reclamando do péssimo ensino público e gerando pressão por melhoria e redução de custos.
- Dizer que nem isso dá para pagar é mentira – 10% não chegariam a 20 reais por mês.
- Tem muito pai que faria trabalho extra pelo orgulho de saber que foi ele quem custeou a educação dos filhos, e não a caridade estatal.
- Se temos falta de recursos em educação, por que não cobrar pelo menos 10% do valor? Seria falta de coragem ou simplesmente vergonha?
- Precisamos mudar a mentalidade deste país, uma mentalidade que incentiva a mediocridade, e o medo de cobrar pelos serviços, por óbvias razões.
- Se você acha que cobrar caro e ficar rico é politicamente incorreto, como muitos professores têm ensinado por aí, doe o adicional pelo meu site www...
- Ou então passe a trabalhar menos, volte para casa mais cedo e curta sua família.
- Mas não faça a opção pela pobreza, não tenha medo de cobrar cada vez mais.
- Caso contrário, continuaremos pobres e medíocres para sempre.
Extraído de Revista Veja, 2006, página 28, Política de Preços.
Em “(...) a manter os filhos nas péssimas aulas do ensino público.” (22§), a regra que determinou a acentuação da palavra destacada é a mesma da opção:
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A coragem de cobrar caro
- Você tem medo de pedir aumento, você tem medo de aumentar o seu preço. Então leia.
- Meu médico me recebeu todo envergonhado pelo atraso de duas horas na consulta marcada.
- “Doutor, eu não estou irritado pela espera porque o senhor é simplesmente o melhor médico do país, e eu não sou bobo.
- Prefiro esperar a consultar o segundo ou o décimo melhor especialista da área.”
- Isso o tranquilizou.
- “Eu só acho triste que o melhor médico deste país esteja cobrando o mesmo preço que os outros, tendo de trabalhar o dobro, sem tempo para estudar e ver a família.
- Eu, palestrante que sou, cobro dez vezes o preço desta sua consulta, só que nunca chego atrasado.” Concordou e balbuciou a seguinte frase, que me levou a escrever este artigo.
- “Tenho medo de cobrar mais do que os meus colegas. Eles ficariam com inveja, falariam mal de mim, seria um inferno.”
- No Brasil, a maioria dos empregados e profissionais no fundo tem medo de pedir um aumento de salário ou de cobrar mais caro.
- Cobrar mais significa criar um cliente mais exigente, que irá reclamar toda vez que o serviço não corresponder ao preço.
- Cobrar menos é sempre a saída mais fácil, dá muito menos problemas, menos reclamações, como no meu caso.
- É preciso ter coragem para cobrar mais e assumir as responsabilidades inerentes. A maioria prefere o comodismo e a mediocridade do “preço tabelado”.
- Só que, se cobrar o mesmo que os colegas menos competentes, você estará roubando clientes deles, e é isso que cria inveja e maledicência.
- Você estará fazendo “dumping profissional”, estará sendo injusto com eles e consigo mesmo.
- Eu sei que é difícil cobrar mais caro, mas alguém tem de dar o exemplo, mostrar aos outros profissionais o caminho da excelência, implantar novos padrões, como pontualidade, por exemplo.
- Você será o guru da nova geração, e a inveja que terão de seu novo preço fará com que eles passem a copiá-lo.
- E, à medida que seus colegas se aprimorarem, sua vantagem competitiva desaparecerá e você terá de reduzir o preço novamente ou então melhorar ainda mais seus serviços.
- Somos essa sociedade atrasada porque, entre nós, cobrar caro, ganhar mais do que os outros é malvisto pelos nossos intelectuais, políticos, líderes religiosos e professores de sociologia.
- O paradigma de sucesso deles é cobrar pouco.
Melhor ainda seria não cobrar, oferecendo de graça ensino, saúde, segurança, cultura, aposentadorias, remédios, comida, dinheiro, enfim. - De graça, o povo não tem como reclamar dos péssimos serviços, os alunos desses professores não têm como criticar as péssimas aulas. “De cavalo dado não se olham os dentes.”
- Se alguma coisa a história nos ensina é que o “tudo grátis” traz consigo a queda da qualidade dos serviços públicos, a desvalorização do serviço, o desprezo pelo povo nas filas, a exclusão social, a corrupção e a desmoralização de todos os envolvidos.
- O programa de transferência de renda foi uma forma inteligente de incentivar as mães a manter os filhos nas péssimas aulas do ensino público. Quando o estímulo deveria ser aulas interessantes a que nenhum aluno curioso iria faltar.
- Nós administradores já descobrimos há tempos que refeições grátis para funcionários não são valorizadas, e a qualidade despenca.
- Por isso, cobramos algo simbólico, 10% a 20% de seu valor.
- Se o ensino fosse cobrado, em pelo menos 10% do valor, teríamos pais de alunos reclamando do péssimo ensino público e gerando pressão por melhoria e redução de custos.
- Dizer que nem isso dá para pagar é mentira – 10% não chegariam a 20 reais por mês.
- Tem muito pai que faria trabalho extra pelo orgulho de saber que foi ele quem custeou a educação dos filhos, e não a caridade estatal.
- Se temos falta de recursos em educação, por que não cobrar pelo menos 10% do valor? Seria falta de coragem ou simplesmente vergonha?
- Precisamos mudar a mentalidade deste país, uma mentalidade que incentiva a mediocridade, e o medo de cobrar pelos serviços, por óbvias razões.
- Se você acha que cobrar caro e ficar rico é politicamente incorreto, como muitos professores têm ensinado por aí, doe o adicional pelo meu site www...
- Ou então passe a trabalhar menos, volte para casa mais cedo e curta sua família.
- Mas não faça a opção pela pobreza, não tenha medo de cobrar cada vez mais.
- Caso contrário, continuaremos pobres e medíocres para sempre.
Extraído de Revista Veja, 2006, página 28, Política de Preços.
Em “E, à medida que seus colegas se aprimorarem, sua vantagem competitiva desaparecerá...” (17§) o uso da crase seguiu a mesma regra acima na opção:
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A coragem de cobrar caro
- Você tem medo de pedir aumento, você tem medo de aumentar o seu preço. Então leia.
- Meu médico me recebeu todo envergonhado pelo atraso de duas horas na consulta marcada.
- “Doutor, eu não estou irritado pela espera porque o senhor é simplesmente o melhor médico do país, e eu não sou bobo.
- Prefiro esperar a consultar o segundo ou o décimo melhor especialista da área.”
- Isso o tranquilizou.
- “Eu só acho triste que o melhor médico deste país esteja cobrando o mesmo preço que os outros, tendo de trabalhar o dobro, sem tempo para estudar e ver a família.
- Eu, palestrante que sou, cobro dez vezes o preço desta sua consulta, só que nunca chego atrasado.” Concordou e balbuciou a seguinte frase, que me levou a escrever este artigo.
- “Tenho medo de cobrar mais do que os meus colegas. Eles ficariam com inveja, falariam mal de mim, seria um inferno.”
- No Brasil, a maioria dos empregados e profissionais no fundo tem medo de pedir um aumento de salário ou de cobrar mais caro.
- Cobrar mais significa criar um cliente mais exigente, que irá reclamar toda vez que o serviço não corresponder ao preço.
- Cobrar menos é sempre a saída mais fácil, dá muito menos problemas, menos reclamações, como no meu caso.
- É preciso ter coragem para cobrar mais e assumir as responsabilidades inerentes. A maioria prefere o comodismo e a mediocridade do “preço tabelado”.
- Só que, se cobrar o mesmo que os colegas menos competentes, você estará roubando clientes deles, e é isso que cria inveja e maledicência.
- Você estará fazendo “dumping profissional”, estará sendo injusto com eles e consigo mesmo.
- Eu sei que é difícil cobrar mais caro, mas alguém tem de dar o exemplo, mostrar aos outros profissionais o caminho da excelência, implantar novos padrões, como pontualidade, por exemplo.
- Você será o guru da nova geração, e a inveja que terão de seu novo preço fará com que eles passem a copiá-lo.
- E, à medida que seus colegas se aprimorarem, sua vantagem competitiva desaparecerá e você terá de reduzir o preço novamente ou então melhorar ainda mais seus serviços.
- Somos essa sociedade atrasada porque, entre nós, cobrar caro, ganhar mais do que os outros é malvisto pelos nossos intelectuais, políticos, líderes religiosos e professores de sociologia.
- O paradigma de sucesso deles é cobrar pouco.
Melhor ainda seria não cobrar, oferecendo de graça ensino, saúde, segurança, cultura, aposentadorias, remédios, comida, dinheiro, enfim. - De graça, o povo não tem como reclamar dos péssimos serviços, os alunos desses professores não têm como criticar as péssimas aulas. “De cavalo dado não se olham os dentes.”
- Se alguma coisa a história nos ensina é que o “tudo grátis” traz consigo a queda da qualidade dos serviços públicos, a desvalorização do serviço, o desprezo pelo povo nas filas, a exclusão social, a corrupção e a desmoralização de todos os envolvidos.
- O programa de transferência de renda foi uma forma inteligente de incentivar as mães a manter os filhos nas péssimas aulas do ensino público. Quando o estímulo deveria ser aulas interessantes a que nenhum aluno curioso iria faltar.
- Nós administradores já descobrimos há tempos que refeições grátis para funcionários não são valorizadas, e a qualidade despenca.
- Por isso, cobramos algo simbólico, 10% a 20% de seu valor.
- Se o ensino fosse cobrado, em pelo menos 10% do valor, teríamos pais de alunos reclamando do péssimo ensino público e gerando pressão por melhoria e redução de custos.
- Dizer que nem isso dá para pagar é mentira – 10% não chegariam a 20 reais por mês.
- Tem muito pai que faria trabalho extra pelo orgulho de saber que foi ele quem custeou a educação dos filhos, e não a caridade estatal.
- Se temos falta de recursos em educação, por que não cobrar pelo menos 10% do valor? Seria falta de coragem ou simplesmente vergonha?
- Precisamos mudar a mentalidade deste país, uma mentalidade que incentiva a mediocridade, e o medo de cobrar pelos serviços, por óbvias razões.
- Se você acha que cobrar caro e ficar rico é politicamente incorreto, como muitos professores têm ensinado por aí, doe o adicional pelo meu site www...
- Ou então passe a trabalhar menos, volte para casa mais cedo e curta sua família.
- Mas não faça a opção pela pobreza, não tenha medo de cobrar cada vez mais.
- Caso contrário, continuaremos pobres e medíocres para sempre.
Extraído de Revista Veja, 2006, página 28, Política de Preços.
No trecho “(...) que foi ele quem custeou a educação dos filhos...” (27§), o termo destacado tem como referente anafórico:
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A coragem de cobrar caro
- Você tem medo de pedir aumento, você tem medo de aumentar o seu preço. Então leia.
- Meu médico me recebeu todo envergonhado pelo atraso de duas horas na consulta marcada.
- “Doutor, eu não estou irritado pela espera porque o senhor é simplesmente o melhor médico do país, e eu não sou bobo.
- Prefiro esperar a consultar o segundo ou o décimo melhor especialista da área.”
- Isso o tranquilizou.
- “Eu só acho triste que o melhor médico deste país esteja cobrando o mesmo preço que os outros, tendo de trabalhar o dobro, sem tempo para estudar e ver a família.
- Eu, palestrante que sou, cobro dez vezes o preço desta sua consulta, só que nunca chego atrasado.” Concordou e balbuciou a seguinte frase, que me levou a escrever este artigo.
- “Tenho medo de cobrar mais do que os meus colegas. Eles ficariam com inveja, falariam mal de mim, seria um inferno.”
- No Brasil, a maioria dos empregados e profissionais no fundo tem medo de pedir um aumento de salário ou de cobrar mais caro.
- Cobrar mais significa criar um cliente mais exigente, que irá reclamar toda vez que o serviço não corresponder ao preço.
- Cobrar menos é sempre a saída mais fácil, dá muito menos problemas, menos reclamações, como no meu caso.
- É preciso ter coragem para cobrar mais e assumir as responsabilidades inerentes. A maioria prefere o comodismo e a mediocridade do “preço tabelado”.
- Só que, se cobrar o mesmo que os colegas menos competentes, você estará roubando clientes deles, e é isso que cria inveja e maledicência.
- Você estará fazendo “dumping profissional”, estará sendo injusto com eles e consigo mesmo.
- Eu sei que é difícil cobrar mais caro, mas alguém tem de dar o exemplo, mostrar aos outros profissionais o caminho da excelência, implantar novos padrões, como pontualidade, por exemplo.
- Você será o guru da nova geração, e a inveja que terão de seu novo preço fará com que eles passem a copiá-lo.
- E, à medida que seus colegas se aprimorarem, sua vantagem competitiva desaparecerá e você terá de reduzir o preço novamente ou então melhorar ainda mais seus serviços.
- Somos essa sociedade atrasada porque, entre nós, cobrar caro, ganhar mais do que os outros é malvisto pelos nossos intelectuais, políticos, líderes religiosos e professores de sociologia.
- O paradigma de sucesso deles é cobrar pouco.
Melhor ainda seria não cobrar, oferecendo de graça ensino, saúde, segurança, cultura, aposentadorias, remédios, comida, dinheiro, enfim. - De graça, o povo não tem como reclamar dos péssimos serviços, os alunos desses professores não têm como criticar as péssimas aulas. “De cavalo dado não se olham os dentes.”
- Se alguma coisa a história nos ensina é que o “tudo grátis” traz consigo a queda da qualidade dos serviços públicos, a desvalorização do serviço, o desprezo pelo povo nas filas, a exclusão social, a corrupção e a desmoralização de todos os envolvidos.
- O programa de transferência de renda foi uma forma inteligente de incentivar as mães a manter os filhos nas péssimas aulas do ensino público. Quando o estímulo deveria ser aulas interessantes a que nenhum aluno curioso iria faltar.
- Nós administradores já descobrimos há tempos que refeições grátis para funcionários não são valorizadas, e a qualidade despenca.
- Por isso, cobramos algo simbólico, 10% a 20% de seu valor.
- Se o ensino fosse cobrado, em pelo menos 10% do valor, teríamos pais de alunos reclamando do péssimo ensino público e gerando pressão por melhoria e redução de custos.
- Dizer que nem isso dá para pagar é mentira – 10% não chegariam a 20 reais por mês.
- Tem muito pai que faria trabalho extra pelo orgulho de saber que foi ele quem custeou a educação dos filhos, e não a caridade estatal.
- Se temos falta de recursos em educação, por que não cobrar pelo menos 10% do valor? Seria falta de coragem ou simplesmente vergonha?
- Precisamos mudar a mentalidade deste país, uma mentalidade que incentiva a mediocridade, e o medo de cobrar pelos serviços, por óbvias razões.
- Se você acha que cobrar caro e ficar rico é politicamente incorreto, como muitos professores têm ensinado por aí, doe o adicional pelo meu site www...
- Ou então passe a trabalhar menos, volte para casa mais cedo e curta sua família.
- Mas não faça a opção pela pobreza, não tenha medo de cobrar cada vez mais.
- Caso contrário, continuaremos pobres e medíocres para sempre.
Extraído de Revista Veja, 2006, página 28, Política de Preços.
Sobre o trecho “Eu sei que é difícil cobrar mais caro, mas alguém tem de dar o exemplo” (15§), os termos destacados funcionam, respectivamente, como:
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A coragem de cobrar caro
- Você tem medo de pedir aumento, você tem medo de aumentar o seu preço. Então leia.
- Meu médico me recebeu todo envergonhado pelo atraso de duas horas na consulta marcada.
- “Doutor, eu não estou irritado pela espera porque o senhor é simplesmente o melhor médico do país, e eu não sou bobo.
- Prefiro esperar a consultar o segundo ou o décimo melhor especialista da área.”
- Isso o tranquilizou.
- “Eu só acho triste que o melhor médico deste país esteja cobrando o mesmo preço que os outros, tendo de trabalhar o dobro, sem tempo para estudar e ver a família.
- Eu, palestrante que sou, cobro dez vezes o preço desta sua consulta, só que nunca chego atrasado.” Concordou e balbuciou a seguinte frase, que me levou a escrever este artigo.
- “Tenho medo de cobrar mais do que os meus colegas. Eles ficariam com inveja, falariam mal de mim, seria um inferno.”
- No Brasil, a maioria dos empregados e profissionais no fundo tem medo de pedir um aumento de salário ou de cobrar mais caro.
- Cobrar mais significa criar um cliente mais exigente, que irá reclamar toda vez que o serviço não corresponder ao preço.
- Cobrar menos é sempre a saída mais fácil, dá muito menos problemas, menos reclamações, como no meu caso.
- É preciso ter coragem para cobrar mais e assumir as responsabilidades inerentes. A maioria prefere o comodismo e a mediocridade do “preço tabelado”.
- Só que, se cobrar o mesmo que os colegas menos competentes, você estará roubando clientes deles, e é isso que cria inveja e maledicência.
- Você estará fazendo “dumping profissional”, estará sendo injusto com eles e consigo mesmo.
- Eu sei que é difícil cobrar mais caro, mas alguém tem de dar o exemplo, mostrar aos outros profissionais o caminho da excelência, implantar novos padrões, como pontualidade, por exemplo.
- Você será o guru da nova geração, e a inveja que terão de seu novo preço fará com que eles passem a copiá-lo.
- E, à medida que seus colegas se aprimorarem, sua vantagem competitiva desaparecerá e você terá de reduzir o preço novamente ou então melhorar ainda mais seus serviços.
- Somos essa sociedade atrasada porque, entre nós, cobrar caro, ganhar mais do que os outros é malvisto pelos nossos intelectuais, políticos, líderes religiosos e professores de sociologia.
- O paradigma de sucesso deles é cobrar pouco.
Melhor ainda seria não cobrar, oferecendo de graça ensino, saúde, segurança, cultura, aposentadorias, remédios, comida, dinheiro, enfim. - De graça, o povo não tem como reclamar dos péssimos serviços, os alunos desses professores não têm como criticar as péssimas aulas. “De cavalo dado não se olham os dentes.”
- Se alguma coisa a história nos ensina é que o “tudo grátis” traz consigo a queda da qualidade dos serviços públicos, a desvalorização do serviço, o desprezo pelo povo nas filas, a exclusão social, a corrupção e a desmoralização de todos os envolvidos.
- O programa de transferência de renda foi uma forma inteligente de incentivar as mães a manter os filhos nas péssimas aulas do ensino público. Quando o estímulo deveria ser aulas interessantes a que nenhum aluno curioso iria faltar.
- Nós administradores já descobrimos há tempos que refeições grátis para funcionários não são valorizadas, e a qualidade despenca.
- Por isso, cobramos algo simbólico, 10% a 20% de seu valor.
- Se o ensino fosse cobrado, em pelo menos 10% do valor, teríamos pais de alunos reclamando do péssimo ensino público e gerando pressão por melhoria e redução de custos.
- Dizer que nem isso dá para pagar é mentira – 10% não chegariam a 20 reais por mês.
- Tem muito pai que faria trabalho extra pelo orgulho de saber que foi ele quem custeou a educação dos filhos, e não a caridade estatal.
- Se temos falta de recursos em educação, por que não cobrar pelo menos 10% do valor? Seria falta de coragem ou simplesmente vergonha?
- Precisamos mudar a mentalidade deste país, uma mentalidade que incentiva a mediocridade, e o medo de cobrar pelos serviços, por óbvias razões.
- Se você acha que cobrar caro e ficar rico é politicamente incorreto, como muitos professores têm ensinado por aí, doe o adicional pelo meu site www...
- Ou então passe a trabalhar menos, volte para casa mais cedo e curta sua família.
- Mas não faça a opção pela pobreza, não tenha medo de cobrar cada vez mais.
- Caso contrário, continuaremos pobres e medíocres para sempre.
Extraído de Revista Veja, 2006, página 28, Política de Preços.
Considerando o emprego da regência nominal, de acordo com a norma padrão da língua, assinale a opção que contém um erro:
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